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parque verde coimbra

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by

pedro peixoto

on 14 April 2010

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Transcript of parque verde coimbra

COIMBRA Uma cidade de geografia acidentada e irregular é a
“Coimbra do choupal” e desde Junho de 2004
presenteada com uma lufada de ar fresco pelo
harmonioso e geograficamente plano parque verde da
cidade.

Este veio aproximar toda a vivencia da cidade de
Coimbra ao rio Mondego, com um espaço harmonioso
dedicado ao lazer, ao desporto e ao passeio junto da
mãe natureza.

Esta era uma zona da cidade, que até 2004 e a
intervenção do programa polis, não era mais que um
espaço completamente votado ao abandono. Este, que
nem para nada nem a ninguém servia isto à excepção,
claro, de algumas lixeiras a céu aberto um acampamento
cigano, alguns carros abandonados e vandalizados e
na zona onde agora é o remodelado queimodromo se
faziam já algumas queimas e estacionavam alguns
circos. PARQUE VERDE Agora o parque verde convida toda a comunidade
conimbricense a fazer parte de si, é uma área que
apela ao encontro de todas as idades e ás mais variadas
actividades. Um pequeno passeio no parque é suficiente
para se verem avós e netos a darem de comer aos
patos, felizes casais de jovens a namorar, senhores a
pescar e a passear, cafés e esplanadas repletas de
gente de noite e de dia e claro um panóplia de
possibilidades desportivas, do remo á natação, da vela
ao jogging, passando pelos exercícios manutenção
entre tantos de possível prática em tão vasta área.

Assim, hoje é possível, com o parque verde, como que
fazer uma nova geografia urbana de Coimbra, de âmbito
sócio cultural que exalta valores de interacção pessoal
e harmonia da sociedade.

Esta é também uma área que nível cultural tem um
grande peso na cidade dos estudantes. Desde o
pavilhão de Portugal, projectado por Sisa vieira para
a exposição de Hannover em 2000, aos variados
concertos e exposições que todo o parque alberga ao
longo de todo o ano. Tem ainda o exploratório que em
tempos foi no norte de Portugal e actualmente
presenteia a cidade, e tem ainda o convento e mosteiro
de santa clara que em tempos estiveram parcialmente
inundados e actualmente são mais um ponto de
referencia no conhecimento histórico da cidade.


Em relação ao ambiente podemos mais uma vez fazer
referencia á “lufada de ar fresco” que uma área verde,
arranjada e cuidada traz a qualquer cidade e isto claro
associado ao rio e á requalificação de uma área que
em tempos nada mais era que uma montanha de lixo,
desperdícios e mau cheiros.

Agora a cidade está dotada de um parque de lazer
com cerca de 23 hectares completamente relvados e
fortemente arborizados que cobrem as duas margens
do Mondego, estas ligadas pela ponte pedonal Pedro
e Inês.

De todo que o parque verde é actualmente um ponto
de referencia ambiental na cidade, ali é certo o contacto
com o meio ambiente e a distanciação da poluição da
cidade não há meios motorizados a circular e o espaço
tem uma fauna abundante, ainda assim é possível
namorar a cidade e perdermo-nos no tempo observando
todo o esplendor da encosta que sobe até á
universidade.

O parque tem ainda infra-estruturas tais como a cascata
artificial na margem norte do Mondego, esta que é um
barreira sonora. Permitindo assim que se desfrute ao
máximo das esplanadas junto ao rio sem se ser
incomodado com o burburinho sinónimo da vida da
cidade. geografia e ambiente Aspectos geográficos Cidade situada na margem direita do rio Mondego, na
província tradicional da Beira Litoral, capital de distrito
e sede de concelho. Famosa pela universidade,
Coimbra é também um importante centro comercial e
de serviços.

O concelho de Coimbra abrange uma área de 318,8
km2 e compreende 31 freguesias.

Em 2005, o concelho apresentava 143 829 habitantes.

O natural ou habitante de Coimbra denomina-se
coimbrão, conimbricense ou conimbriguense. O distrito de Coimbra está situado na província
tradicional da Beira Litoral, incluindo também concelhos
das províncias da Beira Alta (dois concelhos) e da
Beira Baixa (um concelho). É banhado pelo oceano
Atlântico a oeste, e está limitado pelos distritos de
Aveiro e Viseu a norte; da Guarda a nordeste; de
Castelo Branco a leste, e de Leiria a sul. Abrange uma
área de 3972 km2 e é composto por 17 concelhos.

O relevo do distrito de Coimbra apresenta, na sua
parte interior, serras elevadas e vales profundos, onde
se encaixa a rede hidrográfica do Mondego, ao passo
que na secção litoral do distrito predominam as terras
mais planas, com destaque para a secção inferior da
bacia do Mondego. Entre as principais serras do distrito,
há a referir a serra do Açor (1417 m), onde se situa a
altitude máxima do distrito, e as serras da Lousã, do
Buçaco e da Boa Viagem.

Os rios mais importantes são o Mondego, o maior rio
que nasce em Portugal, e os seus afluentes: na margem
direita, o Dão; e, na margem esquerda, o Alva, o Ceira,
o Arunca e o Pranto. Mondego O maior rio inteiramente português, nasce na serra da
Estrela, a 1425 metros de altitude, no concelho de
Gouveia, Guarda, num local conhecido por
Mondeguinho. Desagua no oceano Atlântico, junto à
cidade da Figueira da Foz, após um percurso de 220km.
A sua bacia hidrográfica ocupa uma área de cerca de
6671 km2.

É um rio de montanha, de forte acção erosiva, que correndo num vale profundo e estreito que com a ajuda dos afluentes torna-se num rio de planalto de grande poder de transporte até chegar a Coimbra, aí o rio corre numa extensa área de sedimentação onde encontra os campos do Mondego. É, então, um rio de planície, que atinge com dificuldade o oceano,
junto à Figueira da Foz.
Era popularmente designado por "bazófias", dada a
irregularidade do seu caudal, ora de grandes cheias,
ora diminuto. Actualmente encontra-se muito
intervencionado e regularizado por diversas barragens,
a mais importante das quais é a da Aguieira, situada
a 400 metros a jusante da confluência do rio Dão com
o rio Mondego. O seu corpo é composto por três naves, divididas em
sete tramos e totalmente cobertas por abóbadas de
arcos cruzeiros nas laterais, enquanto a central é
coberta por abóbadas de berço quebrado e reforçada
por arcos torais. A cabeceira é tripartida, estando agora
sem a sua cobertura abobadada. Várias janelas de
frestas duplas e três rosáceas rasgam as paredes
laterais e os topos do convento, iluminando o seu
austero interior.

Actualmente, o Instituto Português do Património
Arquitectónico e Arqueológico (IPPAR) tem levado a
cabo várias campanhas da escavações no perímetro
do mosteiro, tendo posto a descoberto os restos do
elegante claustro trecentista e outras dependências
monásticas.
Mosteiro de
Santa Clara-a-Velha No antigo Rossio de Santa Clara de Coimbra, na
margem esquerda do Rio Mondego, localiza-se uma
dos mais emblemáticos monumentos do gótico nacional.
Trata-se do Mosteiro de Santa Clara-a-Velha, do qual
subsiste apenas a sua igreja.

Em 1331 o Mondego transbordava das suas margens
e inundava todo o monumento.
Entre 1612 e 1615 foi construído um pavimento a dividir
o corpo da igreja em dois andares, estando o inferior
constantemente debaixo de água, enquanto as freiras
clarissas prosseguiam a sua vida normal no andar
superior. Mesmo assim, a existência no mosteiro tornou-se
insustentável e doentia; consequentemente, as
clarissas abandonaram-no definitivamente em 1667. Equipamento e mobiliário urbano Mobiliário urbano é um termo colectivo para objectos
e equipamentos instalados em ruas e estradas para
diversos propósitos.

Para a qualidade da paisagem urbana contribuem
numerosos factores, nos quais podemos incluir o
mobiliário urbano, como agente que, para além da sua
funcionalidade, interfere na percepção visual dos
espaços exteriores públicos, podendo contribuir para
uma melhoria da qualidade de vida da população.
O mobiliário urbano mais comum, cuja aquisição e
colocação é da responsabilidade das câmaras municipais,
como bancos, caixotes do lixo e sinais de trânsito, podem,
se obedecendo a uma colocação criteriosa,
proporcionar locais de estada mais agradáveis,
estimular as boas práticas de higiene urbana, permitir
que a circulação pedonal se faça de uma forma mais
cómoda e segura e estabelecer continuidades formais
e funcionais. Conceito relativamente recente mas de aplicação
ancestral, que identifica todos os bens móveis colocados
na cidade.
Serão assim, todos os objectos e equipamentos
colocados em espaço público ou de afecto ao domínio
público, com os mais diversos objectivos e destinados
aos mais variados fins.
Estes são em regra orientados ao bem estar e
satisfação do cidadão/utilizador.
Objectos e equipamentos

- abrigos de transportes públicos;
- cabines telefónicas;
- bancos de descanso;
- vasos, canteiros e fontanários;
- recipientes para lixos diversos;
- quiosques diversos;
- sinalização vertical diversa;
- estruturas de distribuição eléctrica, telefónica,
luminosa e outras;
- divisórias e marcos rodoviários diversos;
- caixas de gestão eléctrica, telefónica, tv, semafórica,
correio e outras;
- elementos publicitários;
- palas, toldos...
Dimensionamento

Considerando o elevado número de objectos e
equipamentos em uso, não existem na generalidade
dos casos regras de dimensionamento, torna-se deste
modo quase impossível homogeneizar as várias
características existentes em cada peça de mobiliário.
A generalidade dos equipamentos existentes hoje em
dia são, em nossa opinião, desajustados da função a
que se destinam, não servem o cidadão/utilizador na
sua total necessidade e muito menos o cidadão portador
de necessidade especial. Oportunidades de melhoria:
- mais conforto;
- maior protecção contra os diversos agentes
climatéricos;
- maior protecção contra crimes;
- elementos de protecção contra eventuais acidentes,
tipo arcos de protecção;
- Iluminação própria por led;
- sistemas informativos auxiliares, com diversas
finalidades;
- as fontes de energia renováveis, destinada à
alimentação dos diversos dispositivos (eólica ou
fotovoltaíca);
-disponibilização de acesso sem fios à internet.
Muito se fez, mas um longo caminho há, ainda, a
percorrer e, uma vez mais, cabe-nos a nós enquanto
futuros designers e primeiramente cidadãos prosseguir
o desenvolvimento do mobiliário urbano, ajustando-o
e adaptando-o às necessidades de todos.
"Segredos desta cidade
Levo comigo p’rá vida." SÍLVIA SARAIVA
PEDRO PEIXOTO
TIAGO FREIRE ARTE E DESIGN
PAD
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