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Copy of sifilis congenita

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by

Maria Olimpia Dias Ferreira

on 6 February 2014

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Transcript of Copy of sifilis congenita

Sífilis congênita
quadro clínico
Prematuridade.
Baixo Peso
Hepatomegalia com ou Esplenomegalia
Lesões cutaneas ( pênfigo palmo plantar, condiloma plano
Periostite ou Osteíte ou Osteocondrite
Pseudoparalisia dos membros
Sofrimento respiratório com ou sem pneumonia
Rinite sero-sanguinolenta,
Icterícia,
Anemia.
Linfadenopatia generalizada.
Outros - petéquias, púrpuras, fissura peribucal, síndrome nefrótica, hidropsia, edema, convulsão e meningite.








VDRL
Teste mais utilizado para triagem sorológica em gestantes e da Sífilis Adquirida
Elevada sensibilidade
Falso positivo
- Lupus, Artrite Reumatóide e Hanseníase
Falso negativo
Excesso de anticorpos
Titulavel, é valioso para acompanhamento do tratamento,
Negativa-se em cerca de um ano para Sífilis primária tratada e em dois anos para a secundária.
VDRL na Sífilis Congênita
- Triagem dos Rns filhos de mães com VDRL reagente na gravidez.
- Seguimento do RN com suspeita de infecção - pela passagem de anticorpos IgG pela placenta. Se cairem até a negativação, após 3 meses, são anticorpos maternos.
Se os títulos permanecem após o terceiro mês, é indicativo de infecção e o lactente deverá ser tratado.
- comparar com o título materno.
- Seguimento de RN tratado. - negativo até 2 anos.
OUTROS EXAMES
SÍFILIS CONGÊNITA
Toda criança, aborto ou natimorto, filho de mãe com evidência clínica para sífilis e/ou com sorologia não treponêmica reagente para sífilis com qualquer titulação, mesmo na ausencia de teste confirmatório treponêmico confirmatório realizada no pré-natal ou no momento do parto ou curetagem, que nao tenha sido tratada adequadamente.
.

Todo indivíduo com menos de 13 anos de idade com as seguintes evidencias sorológicas:
. Titulações ascendentes- VDRL e/ou
. VDRL reagente após 6 meses de idade.
. VDRL reagente após 18 meses de idade
. VDRL maior do que o da mãe.
Todo individuo com menos de 13 anos, com VDRL reagente e evidência clínica ou liquórica ou radiológica de Sífilis congênita

Ou toda situação de evidência de infecção pelo T. pallidum, na placenta, cordão umbilical, amostra de lesào, biópsia ou necrópsia
. Disseminação hematogenica do T. pallidum da gestante infectada não tratada ou inadequadamente tratada para o seu concepto, por via transplacentária
Principais fatores que determinam a probabilidade da transmissão vertical são o estágio da sífilis na mãe e a duração da exposição do feto no útero.

70-100% na fase primária e secundária e 30 % nas fases latente tardia e terciária
SÍFILIS CONGENITA TARDIA
.Surge após o 2 ano de vida.
Tíbia em lamina de sabre
Fronte olímpica
Nariz em sela
Dentes de Hutchinson
Rágades periorais
Ceratite intersticial
Surdez neurológica
Dificuldade aprendizado
Laboratório
Testes sorológicos
1- Treponemicos
FTA- Abs
TPHA
ELISA

2- Não Treponemicos
VDRL e RPR
Teste treponemico
FTA- Abs, TPHA e ELIsa
Muito específicos
Baixa sensibilidade.
Confirmação de infecção ,
podem ser positivos durante toda a vida.
LCR
Deve ser realizado em todos os casos de Sífilis congênita - Avaliar leucocitose - >25
- Aumento de proteínas > 150mg/dl
VDRL positivo
Rx ossos longos

MANEJO DA CRIANÇA COM SÍFILIS
CONGÊNITA
RN FILHO DE MÃE NÁO TRATADA OU INADEQUADAMENTE TRATADA
T
SÍFILIS PRIMÁRIA- 2.400.00 U DOSE ÚNICA - VDRL MENSAL
SÍFILIS SECUNDÁRIA OU LATENTE COM MENOS DE UM ANO DE EVOLUÇÃO - 2 SÉRIES DOSE TOTAL DE 4.800.000 UI COM UMA SEMANA DE INTERVALO - VDRL MENSAL
SÍFILIS TERCIÁRIA OU COM MAIS DE UM ANO DE EVOLUÇÃO OU COM DURAÇÃO IGNORADA - 3 SÉRIES COM INTERVALODE UMA SEMANA DOSE TOTAL 7.200.000 UI
CONTROLE COM VDRL MENSAL
Sífilis Congênita
 Precoce (diagnosticados até o 2º ano de vida)
 Tardia (diagnosticados após o 2º ano de vida)

Em caso de evidência sorológica apenas, deve ser afastada a possibilidade de Sífilis Adquirida.

1- toda criança, aborto, ou natimorto de mãe com evidencia clinica ou sorologica com qualquer titulação que não tenha sido tratada, ou tenha recebido tratamento inadequado
2- todo individuo com menos de 13 anos com titulações ascendentes e/ou testes não treponemicos não reagentes após 6 meses de idade e/ou testes treponemicos reagentes após 18 meses e/ou títulos em testes não treponemicos maiores que o da mãe.
3- Todo individuo menor de 13 anos com teste não treponemico reagente e evidencia clinica ou liquórica ou radiológica de sífilis congenita
4-Quarto critério: Toda situação de evidência de infecção pelo Treponema pallidum em placenta ou cordão umbilical e/ou amostra da lesão, biópsia ou necrópsia de criança, aborto ou natimorto
CRITÉRIOS DIAGNÓSTICOS
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