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Segurança de pessoas e bens - 1º ciclo

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by

Sonia Castro

on 2 October 2015

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Transcript of Segurança de pessoas e bens - 1º ciclo

AS CRIANÇAS
NÃO PARAM DE CRESCER
E AINDA BEM

Implica uma vontade e uma possibilidade acrescidas de:
«Quem não arrisca, não petisca»
riscos e não perigos.
Arriscar sim, mas com alguma segurança, e com muita inteligência.
Entrada na escolaridade obrigatória é:
momento solene,
um ritual de passagem.
Aumenta a sua autonomia
Entre os 6 e os 10 anos, a capacidade intelectual aumenta consideravelmente.
O mais importante é dar resposta:
A criança chega à fase das grandes explorações e da experimentação.
«Começam a pensar pela sua cabeça»
As crianças desta idade são, felizmente, muito motivadas por todo o tipo de actividades que impliquem:
Se há um elemento do grupo que tem de repente uma ideia «fantástica», por exemplo:
...ou simplesmente começar a correr na rua.
«vamos trepar àquela árvore!»
Mesmo que cada um dos elementos isolados não se atrevesse a isso...
... E a menor supervisão dos adultos
Por vezes dá-se outra grande mudança: a supervisão dos pais e adultos diminui drasticamente.
Em Portugal, ainda existe a ideia de que «nesta idade já se desembaraçam sozinhas».
Dificuldades e obstáculos que os pais encontram:
nos empregos,
nos horários de trabalho,
nas tarefas do dia-a-dia
Se pensarmos nas características do desenvolvimento das crianças desta faixa etária, rapidamente concluímos que não é fácil continuar a protegê-las dos perigos da mesma forma que o fazíamos até agora.
As crianças estão diferentes em todos os aspectos (motor, psicológico, comportamental, emocional).
Cresceram e vão continuar a crescer... e o mundo à sua volta também se alterou.
É um processo dinâmico que não obedece às nossas ordens e às nossas regras.
SECRETARIA REGIONAL DA INCLUSÃO E ASSUNTOS SOCIAIS
SERVIÇO DE DEFESA DO CONSUMIDOR

Como inserir o elemento «segurança» neste seu mundo de grandes experiências?
As novas competências das crianças podem ser aproveitadas.
Continuam a adorar brincar.
Começam a ter uma boa capacidade de prever as consequências das suas acções sem terem de passar por elas (entalar o dedo na porta), e estão ávidas por aprender.
O melhor será transmitir as informações relacionadas com segurança, sempre que possível, de uma forma lúdica, estimulante e atraente.
Negociar comportamentos e estimular a análise e o questionar
Confrontando as crianças com perguntas do género:
Imediatamente confrontá-las com a «outra face da moeda» e com as consequências das referidas brincadeiras.
«Podes pegar fogo a isto e àquilo, pondo em risco a vida dos teus irmãos ou dos bombeiros, ficando tudo destruído».
COMO ENCAIXAR A SEGURANÇA?
«O que achas que tens a ganhar com as brincadeiras com fósforos?»
«Quais serão as possíveis consequências dessa brincadeira?»
Um aspecto importante que os educadores não podem esquecer
Não vale a pena tentar esconder ou fazer «tábua rasa» dos aspectos estimulantes das situações potencialmente perigosas.
As crianças sabem que eles existem e vão sentir-se enganados se os negarmos.
Há assim que encontrar uma solução de compromisso, onde o bom senso impere, e essa tarefa cabe também à escola.
Educar para a segurança é sobretudo uma questão de bom senso.
A não esquecer...
Há que ter em conta a pressão do grupo, que nesta idade já se começa a fazer sentir.
As crianças poderão assim mais facilmente fazer balanço dos ganhos e das perdas e chegar às suas próprias conclusões, adoptando comportamentos mais seguros de livre vontade porque compreenderam as razões, e não por imposição.
http://www.consumidor.pt/jogo/index.htm
http://p5.deco.proteste.pt/interactive/decojuvenil/Nivel_1_PT/
Seja prudente...
Muito obrigada!
...evite o acidente!
O grupo não resiste e aventura-se.
Crescimento / desenvolvimento das crianças
ânsia de aprender,
vontade de compreender as coisas,
descobrir como se organiza o mundo.
PRESSÃO DO GRUPO
As crianças acabam por passar uma boa parte do seu tempo livre entregues a si próprias, «fechadas na rua» ou sozinhas em casa com a televisão/pc.
descobrir o mundo à sua volta,
explorar,
experimentar,
correr e assumir riscos.
imaginar,
inventar,
jogar ao faz de conta.
BRINCAR EM SEGURANÇA
http://www.cm-odivelas.pt/CamaraMunicipal/ServicosEquipamentos/AtividadesEconomicas/anexos/SMIC_dia_mundial_crianca_2013.pdf
Educação para a Segurança e Prevenção de Riscos
SECRETARIA REGIONAL DA INCLUSÃO E ASSUNTOS SOCIAIS
SERVIÇO DE DEFESA DO CONSUMIDOR
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