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Cinema Surrealista

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Adria Meira

on 4 December 2013

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Surrealismo
Movimento de vanguarda europeia que surge em 1924, com a publicação do "Manifesto Surrealista" de André Breton.
Influenciados pela psicanálise de Freud, os surrealistas pautavam, na representação dos processos oníricos e na associação de elementos aparentemente desconexos, a crença de uma realidade superior.
Levando em conta o contexto histórico e social em que se desenvolve, o movimento preza por reajustar os componetes da linguagem (palavras, imagens e gestos) para criar modalidades expressivas e se opor aos significados artísticos e sociais desenvolvidos pelos iluminitas e consagrados pelos valores ocidentais burgueses, de modo a emancipar o homem.
O Cinema
Cinema Surrealista
1. Ferramenta que permite colocar lado a lado a realidade e o sonho, o consciente e o inconsciente.
2. Uso de narrativa não linear e mecanismo análago aos sonhos.
3. Leitura a partir de experiências pessoais e articulação de planos.
4. Temas recorrentes: amor louco, acaso subjetivo, violência, a mulher, sensualidade, o corpo humano.
5. Aproximação entre espectador e filme.
6. Diálogo com filmes anteriores.
7. Uso do mis-en-scene, distorções temporais, inserção de imagens, repetição de planos, tempo de ação expandido.
8. A referência é sempre a mesma: entre os dois elementos da figura, há sempre uma relação de ruptura e ausência, que deve ser percebida antes de se tornarem uma similaridade problemática.
GERMAINE DULAC
Nasceu na França, em 1882.
Seu contato com o cinema teve início em 1914, quando ao ir à Itália com Stacia Napierkowska, uma amiga atriz, aprendeu os fundamentos do cinema. Ao retornar a seu país natal, a França, abriu uma companhia cinematográfica nomeada DH Filmes, onde produziu vários filmes entre 1915 e 1920, todos dirigidos por si mesma e escritos por Hillel Erlanger. Entre esses filmes incluímos Les Soeurs Ennemies (1915/16, Primeiro filme do Dulac), Vénus Victrix (1917), Dans L'ouragan de La Vie (1917), Géo, Le Mystérieux (1916) e La Coquille et le Clergyman (1926), considerado o primeiro filme surrealista. Morreu em 1942, na França.
Dulac era uma teórica, apologista do “Cinéma Pur” (Cinema Puro), conceito que
defendia que o cinema, como forma de arte, devia estar desligado de qualquer outra forma artística, não seguindo por isso conceitos narrativos como os empreguados na literatura ou teatro.
MAN RAY
Emmanuel Radnitzky, 27 de Agosto de 1890 – 18 de Novembro de 1976
LUIS BUÑUEL
JEAN COCTEAU
Jean Cocteau nasceu em 1889 na França.
Além de cineasta, Cocteau também era escritor, com destaque na área de novelas e poesias. Foi amigo do poeta francês Raymond Radiguet, com quem fez várias colaborações. No teatro, teve grade destaque em La Voix Humaine, onde fez experimentos com a voz humana. Dirigiu inúmeros filmes, entre eles: "Le Sang d'un poète" (1930), "Orphée" (1950) e "La Villa Santo-Sospir" (1952). Também foi roteirista e diretor de fotografia de filmes que não dirigiu. Em 1955, foi eleito membro da Academia Francesa e da Academia Real da Bélgica, além de ser presidente honorário do Festival de Filmes de Cannes. Morre de ataque cardíaco em 1963.
O Surrealismo hoje
Podemos verificar traços surrealistas nos filmes de hoje, como o uso da estrutura do sonho, o ilógico e nonsense - comum nos filmes do diretor David Cronenberg, tais quais "Videodrome - A Síndrome do Vídeo" e "Mistérios e Paixões"(1991), bem como em "O Mundo Imaginário de Dr. Parnassus" (2009), de Terry Gilliam.
As características de escrita mecânica conduzida numa filmagem automática (proposta advinda de Luis Buñuel e Salvador Dalí) e do jogo de contrastes e oposições às narrativas oníricas freudianas aparecem em "Titus"(1999) de Julie Taymor.
Outros títulos que também podem ser citados são "As Aventuras de Deus" (2000), "O Labirinto do Fauno" (2006) e "Meia Noite em Paris" (2011).
Salvador Dalí & O Cinema
Salvador Dali foi um pintor surrealista espanhol, que também teve importantes participações no cinema.
Dali se interessou pelo cinema, desde que era jovem, quando ia ao teatro. Ele acreditava que existiam duas dimensões para a teoria do cinema: a parte que conta os fatos representados no mundo da câmera; e a "imaginação fotográfica", que é o modo que a câmera mostra o quão criativo e imaginativo um filme pode ser.
Produziu os filmes "Um Cão Andaluz e "A Idade do Ouro" com Buñuel. Trabalhou também com Alfred Hitchcock e Walt Disney.
A Idade do Ouro (1930)
Retorno à Razão (1923)
O Sangue de um Poeta (1930)
L'Etoile de Mer (1928)
Anemic Cinema (1926)
Marcel Duchamp, com colaboração de Man Ray
Balé Mecânico (1924)
Fernand Léger
Dali & Hitchcock
Dalí criou a "sequência do sonho" da personagem John Ballantine, no filme "Quando Fala o Coração"(1945). Esta cena utilizava alguns conceitos de desilusão mental e de símbolos psicoanalíticos.
Dali & Disney
Animação "Destino" (1945 - 2003)
Dadaísmo & Surrealismo
Cinema Surrealista no Brasil
David Lynch
Uso de ideias surrealistas e técnicas tecnológicas (edição, luz, distorção)
A lógica de Lynch segue, em muitos casos, a tênue diferença entre sonho e realidade, a exploração do pensamento freudiano e - na contramão dos filmes hollywoodianos - o cinema proposto por David Lych apresenta características surrealistas tais quais a imagem da mulher, a sensualidade, o sexo e o erotismo; a esquizofrenia e a violência; a mutilação e transformação do corpo humano. Pondo em xeque a moral burguesa e cristã, somos atormentados constantemente pelo questionamento da sociedade em que estamos inseridos e temos como padrão.
Em 1954, há o I Festival de Cinema de S.Paulo, e um ciclo de “História do Cinema”, com apresentação entre outros dos primeiros filmes do Movimento Surrealista: "Um Cão Andaluz", "A Idade do Ouro", "Emak Bakia", "Retorno à Razão", "A Concha e o Clérigo" e “Entreato". Do lado brasileiro deu-se especial atenção ao filme "Limite", de Mário Peixoto; "Canga Bruta" de Humberto Mauro; "En Rade", "Rien que les Heures", "Simão, o Caolho" e "O Canto do Mar" de Alberto Cavalcanti.
Ambos movimentos negavam a razão e a lógica. Porém, diferiam nos meios para se alcançar essa negação.
A Concha e o Clérigo (1926)
- Técnicas avant-garde.
- Representação da Igreja, da
Burguesia e do Exército.
- Ideias de perseguição e desejo
sexual.
- Diferentes avaliações de Dulac e
Artaud.
Terra sem Pão (1933)
Bibliografia
ADES, D. O dada e o surrealismo. São Paulo: Labor do Brasil, 1976.
BRADLEY, F. Surrealismo. São Paulo: Cosac&Naify, 1999.
BRETON, André. Manifesto do Surrealismo. Disponível em www.culturabrasil.pro.br/zip/breton.pdf. Acesso em 27 de Abril de 2013.
CAÑIZAL, Eduardo Puñuela. Surrealismo.
DELEUZE, G. A Imagem-Movimento: Cinema I. Lisboa: Assírio e Alvim, 2004.
FER, B.; BATCHELOR, D.; WOOD, P. Realismo, Racionalismo, Surrealismo: A arte no entre-guerras. São Paulo: Cosac &Naify, 1998.
FRAYLING, Christopher; KEMP, Philip. Tudo sobre Cinema. Rio de Janeiro, RJ: Sextante, 2011. 576 p.
KUENZLI, E. R. Dada and Surrealist Film. Londres: MIT Press, 1996.
MASCARELLO, Fernando. História do Cinema Mundial. 3. ed. Campinas, SP: Papirus, 2008, c2006. 432p.
RICHARDSON, Michael. Surrealism and Cinema. Nova York: Berg, 2006. 202 p.

Celebração da negação, da contradição, da espontaneidade e da "ação destrutiva":

Dadá:
Reflexão sobre as condições previamente contraditórias de sonho e realidade, exploração do imaginário e dos impulsos ocultos da mente, uma imersão no subconsciente.
- Passou por diversos movimentos:
Cubismo, Fauvismo, Futurismo: Nu descendo a escada, Dadaísmo;
- Idealizador do Readymade;
- Rotoreliefs: brinquedos opticos que consistiam em desenhos em pedaços circulares de papelão que quando rotacionados davam a impressão de tridimensonalidade;
- Anemic Cinema é a filmagem dos Rotoreliefs intercalados com discos que continham trocadilhos e aliterações em francês.
Faz parte de uma trilogia, junto com "Orfeu" (1950) e "O Testamento de Orfeu" (1960).

Temas como a sensualidade, a mulher e a violência estão presentes.

Dividido em 4 "partes":

- 1ª Parte: A boca.
- 2ª Parte: Conversa com a estátua e a "passagem" pelo espelho.
- 3ª Parte: Batalha de bolas de neve.
- 4ª Parte: Jogo de Cartas.
"Bains de gros thé pour grains de beauté sans trop de bengué."
"L'enfant qui tète est un souffleur de chair chaude et n'aime pas le chou-fleur de serre-chaude."
"Si je te donne un sou, me donneras-tu une paire de ciseaux"
"On demande des moustiques domestiques (demi-stock) pour la cure d'azote sur la côte d'azur."
"Inceste ou passion de famille, à coups trop tirés."
"Esquivons les ecchymoses des Esquimaux aux mots exquis."
"Avez-vous déjà mis la moëlle de l'épée dans le poêle de l'aimée?"
"Parmi nos articles de quincaillerie paresseuse, nous recommandons le robinet qui s'arrête de couler quand on ne l'écoute pas."
"L'aspirant habite Javel et moi j'avais l'habite en spirale."
Cinema Abstrato?
CINEMA
ANEMIC
- Série de trocadilhos e espirais;
- Não é "estritamente cinemático";
- Representa esforços para encontrar uma "solução cinética para problemas pictóricos".
Cinema Tradicional?
X
- Ideal anti-estético dadaísta;
- Quadro e plano: Sistema fechado. O Todo é o subconsciente daquele que assiste;
- Crítica da visão estética;
- Recusa da forma abstrata por Duchamp.
Estrutura e forma
Conteúdo
Não há ausência de referência ao mundo. O filme referencia a estética cinematográfica
Nu descendo a escada - Pintura cinemática X Anemic Cinema - Filme pictórico
Espirais: caráter hipnótico. Referência à psicánalise
Espirais sugerem movimento de entrada e saída. Alusão ao ato sexual.
Os discos fazem um "trocadilho visual" que nos remete tanto a um quadro de dardos, fazendo referência à obra de Duchamp "Object-Dard", uma gíria francesa para pênis, quanto a um seio.
Indiferenciação dos sexos também presente ao fim do filme, quando Duchamp assina o filme com o nome de Rrose Sélavy, acompanhado por um retrato seu realizado por Man Ray.
Movimento dos discos leva ao som e movimentação da respiração.

"Duchamp não tenta dominar o instante do orgasmo e através de seus mecanismos projetar essa parcela de segundo na eternidade. Duchamp produz um referente erotico indiferenciado que não pode ser localizado, visto ou possuído".
-Pintor e escultor;
-Influênciado pelos movimentos cubistas e futuristas;
-Após a 1ª Guerra Mundial: fase mecânica, integração homem-máquina.
-Fascinação por tecnologia: cinema.
A PERFORMANCE É DADÁ,
NÃO O FILME
- Um dos principais filmes surrealista/dadaísta, junto com Anémic Cinéma e Emak Bakia.
- Natureza peculiar dentro da noção de filme Surrealista ou Dadaista. Não é uma representação onírica, uma tentativa de contato com o subconsciente, nem busca uma anti-estética cinematográfica.
- Influência das sinfônias urbanas. Relação com a música, apesar da música "Ballet Mechanique" ter sido composta em separado da produção do filme, e o filme ter sua estreia e muitas futuras exibições sem a música.
- Influência de Chaplin: animação no início e fim. Tentativa de controle sobre a audiência.
Porque é um filme surrealista/dadista?
- Segundo Man Ray: o objetivo dos Dadaistas é "testar a paciência do espectador". Ballet Mechanique, com a repetição de inúmeras cenas busca, até certo ponto, isso.
"Nos persistimos ao ponto em que o olho e espírito do expectador não irá mais aceitar. Drenaremos cada parde de seu valor como espetaculo até o momento em que se torne insuportável."
- Experimentação da estética cinematográfica.
- O filme joga constantemente com contrastes/contradições.
"Um Cão Andaluz (1929)
- Grande contribuidor dos movimentos Surrealista e Dadaista, apesar nunca ter tido vínculos formais com esses movimentos
- Atuava em diversos campos das artes. Considerava-se sobretudo um pintor, apesar de ser muito mais reconhecido por suas fotografias.
- Foi renomado fotografo de moda e retratista.
- São também notórios seus fotogramas, chamados "Rayographs", em referência a si próprio.
Filmes:
- O Retorno à Razão (1923);
- Emak-Bakia (1926);
- A Estrela do mar (1928);
- Os Mistérios dos Castelos de Dados (1929).


Contribuições:
- Anémic Cinéma - Marcel Duchamp
- Ballet Mechanique - Fernand Léger
- Entr'acte - René Clair
- Primeira experiência de Man Ray com Cinema;
- Filme é basicamente extensões com movimento de suas fotografias;
- Mesmos efeitos: fotogramas animados, solarização, sobreposição, etc;
- Produzido em 24 horas - Improviso;
- Caracteristicas Dadaístas: uso de diferentes mídias, corpo como objeto, o nada como um tema composicional, etc.
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- Sensibilidade mais próxima do Surrealismo e não do Dadaísmo;
- Representação do onírico (imagem embaçada para dar uma estética de sonho) e não descontrução da estética cinematográfica;
- Possui uma temática/"narrativa": a viagem ao desconhecido como metafora da experiência do amor;
- Grande intertextualidade com poemas de Desnos;
- Referência ao místico: alquimia, tarô, quiromância, etc;
- Filosofia surrealista: busca pela "androgenia".
- Nasceu em 22 de fevereiro de 1900 na aldeia de Calandra, Teruel, Espanha e faleceu em 29 de julho de 1983 no México;
- Cineasta espanhol, é considerado o precursor do cinema surrealista e um dos mais importantes realizadores da história do cinema;
- Sua posição critíca em relação ao cristianismo e à sociedade tradicional burguesa aparecem como temas em seus filmes na forma de representações oníricas;
- Representação do fantástico e do mistério;
- Juntamente com Salvador Dalí realizou em 1929 o filme marco do cinema surrealist, o "Um Cão Andaluz";
- Sua obra é composta por mais de 40 filmes.
- A liberdade aparece como algo intangível, o objeto de desejo.
Charlotte Elisabeth Germaine Saisset-Schneider
- Grande número de pequenos takes: cerca de 238. Influência da montagem soviética;
- Partes independentes no tempo e no enredo;
- Composição, enquadramentos e ações registradas: encenação e não mera documentação;
- Relação de voyerismo com o espectador;
- Narração parcial, guiando a audiência;
- Contradição de entre imagem e som;
- Crítica à realidade filmíca.
Dadaismo
Vanguarda nascida na década de 1910. Influênciados pelos horrores da 1ª Guerra Mundial, rejeitavam a lógica e a razão, prezavam o "nonsense", a irracionalidade e a intuição. Tinham valores anti-guerra e grandes afinidades com a esquerda radical, buscando a quebra total dos valores e estéticas burguesas. O termo Dada não tem origem definida, podendo ser apenas uma palavra sem sentido, o uso frequênte da palavra 'da'(sim) pelos artistas romenos Tristan Tzara e Marcel Janco, entre outras possíveis origens.
Da:dá
Dada
Dada:
Ádad:
O nada também é Dadá
Surrealismo
Dadaismo
1. O Cinema por si só pode ser considerado uma invenção Dadá
2. Readymade: objetos indústriais utilizados como arte.
3. Quebra com a predominância da visão.
4. Busca de destruir os meios pelos quais objetos de arte adquirem valor.
5. Distanciamento entre espectador e filme.
1. Quebra dos padrões estéticos e narrativos cinematográficos
2. Apropriação do meio cinematográfico para demonstrar a rejeição das formas artísticas estagnadas em modos de representação conservador e revolta contra a falsa moral de uma sociedade intolerante e opressora.
- Marcos de jogos de sedução, em um ambiente ambíguo com ações ambíguas.

- Cenas intrigantes e, ao mesmo tempo, eróticas devido ao jogo de câmera, que apresenta uma série de elementos que podem ser apontados como indicadores de um ideal propagandístico.

- Abordagem das tragédias humanas: mortes, traição e os conflitos que surgem dos desejos do ser humano, e neste caso, dos desejos sexuais. Neste sentido, percebe-se muito a influência do surrealismo e das idéias freudianas vinculadas aos personagens, principalmente do engenheiro.
-
- Personagens e linhas narrativas emergem, seguidas de uma câmera sondadora, explorando ângulos, detalhes, possibilidades de acesso e fixação, apenas para então se desfazer novamente no desconhecido, uma corrente visual com certas densidades e ilustrações dentro do fluxo contínuo de tempo.

- Desgosto de Peixoto com os filmes surrealistas e a rejeição do acaso como principio artístico.
Documentário sobre a Paris dos anos 20 em forma de "sinfonia urbana". Trata-se de nostálgico estudo dos pobres de Paris, um caleidoscópio impressionista da cidade, filmada com recursos do cinema experimental. Desconhecidos e lugares turísticos são captados por um surrealismo onírico e embalados na poesia rítmica deste tipo de cinema, que tem ecos em Dziga Vertov. Sem trama, mostra o dia de uma grande cidade animadas por silhuetas que emergem do contraste do preto-e-branco.
Twin Peaks: Fire Walk With Me (1992)
"In Voluptas Mors"
de Philippe Halsman
Postêr do filme "A Descida" de Neil Marshall
"Nós acreditávamos que o cinema poderia apresentar possibilidades extraordinárias de se expressar, transfigurar e realizar sonhos"
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