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FORMAÇÃO RETICULAR

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by

Arthur Holanda

on 27 April 2015

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Transcript of FORMAÇÃO RETICULAR

UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO
DEPARTAMENTO DE ANATOMIA
FORMAÇÃO RETICULAR
ARTHUR CESÁRIO DE HOLANDA
monitoriaanatom1@gmail.com
DEFINIÇÃO
CONEXÕES
FUNÇÕES
ZONA MAGNOCELULAR (2/3 mediais)
ZONA PARVOCELULAR (1/3 lateral)
- Controle do músculo esquelético

- Controle da sensibilidade somática e visceral

- Controle do sistema nervoso autônomo

- Controle do sistema endócrino

- Controle da respiração e da circulação

- Influência sobre os relógios biológicos

- Sistema Ativador Reticular Ascendente (SARA)

- Regulação do sono
TRATO ESPINORRETICULAR
TRATO ESPINOTALÂMICO
CÓRTEX CEREBRAL
CEREBELO
V (N. ESPINAL DO TRIGÊMIO)
VIII
IX (N. TRATO SOLITÁRIO)
COLÍCULO SUPERIOR
X (N. TRATO SOLITÁRIO)
FIBRAS RETICULOESPINAIS
FIBRAS RAFE-ESPINAIS
CÓRTEX CEREBRAL
HIPOTÁLAMO
CEREBELO (VERMIS)
III, IV, VI
V
XII
X
IX
VII
ZONA LATERAL
ZONA MEDIAL
ZONA MEDIANA
SARA
CLÍNICA
NÚCLEOS DA RAFE
LOCUS COERULEUS
SUBSTÂNCIA CINZENTA PERIAQUEDUTAL
ÁREA TEGMENTAL VENTRAL
CENTRO RESPIRATÓRIO
CENTRO VASOMOTOR
CENTRO DO VÔMITO
ÁREA POSTREMA
FORMAÇÃO RETICULAR PONTINA
FORMAÇÃO RETICULAR BULBAR
NÚCLEOS RETICULARES
PRÉ-CEREBELARES
NÚCLEO PEDUNCULOPONTINO
REFERÊNCIAS
Machado ABM.
Neuroanatomia funcional
. 2.ed. São Paulo: Atheneu, 2000.
Meneses MS.
Neuroanatomia Aplicada
. 3.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2011.
Kiernan JA, Rajakumar N.
Barr's The Human Nervous System: an Anatomical Viewpoint
. 10.ed. Philadelphia: LippincottWilliams & Wilkins, 2014.
CASO I
H.S.A., homem, 32 anos, chega a emergência de trauma com histórico de acidente automobilístico há 30 min. No local do acidente, verificou-se que possuia GCS 3 (E1V1M1) e foi imediatamente sedado e intubado. Apresenta também tórax instável e uma fratura de fêmur. O paciente, que permanece com GCS 3 e anisocoria (com pupila esquerda maior), é levado em seguida para a realização de uma TC. Durante o exame, desenvolve bradicardia e hipotensão, indo a óbito pouco tempo depois.
ESCALA DE COMA DE GLASGOW
CASO II
D.V.P, mulher, 54 anos, foi levada ao hospital pelo marido após sentir suor em hemiface E, além de referir uma "sensação estranha" no mesmo local. Ao exame inicial, apresentava uma voz arrastada, embora compreende-se bem, além de fraqueza e hipoestesia de hemiface e dimídio E. A paciente também refere histórico de hipercoagulopatia. Após ser internada, tem uma parada respiratória e desenvolve uma postura de descerebração no MS D. Está consciente e é capaz de responder a questões de "sim ou não" movimentando verticalmente os olhos, embora não consiga movimentá-los horizontalmente. Há ausência de outros movimentos voluntários, além de flexão tripla de MMII e sinal de Babinski bilateralmente.
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