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BREVES LOVVORES DA LINGVA PORTVGUESA

Aula. 6º ano, 5 de Março.
by

Myilena Queiroz

on 4 March 2013

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Transcript of BREVES LOVVORES DA LINGVA PORTVGUESA

Instituto Albert Einstein
Língua Portuguesa
Myilena Queiroz
VI ano, aula XXI



BREVES LOVVORES DA LINGVA PORTVGUESA





Santa Cruz do Capibaribe
V . III . MMXIII
E eu me arrastava na mesma direção como tenho feito por toda a minha vida, sempre rastejando atrás de pessoas que me interessam, porque, para mim, pessoas mesmo são os loucos, os que estão loucos para viver, loucos para falar, loucos para serem salvos, que querem tudo ao mesmo tempo agora, aqueles que nunca bocejam e jamais falam chavões, mas queimam, queimam, queimam como fabulosos fogos de artifício explodindo como constelações em cujo centro fervilhante – pop! – pode-se ver um brilho azul e intenso até que todos “aaaaaaah! (KEROUAC, 2007, p. 25) CÓDIGO


"O código pode ser formado por sinais de naturezas diferentes: sons (código linguístico), signos escritos (código gráfico), sinais gestuais (como o movimento de mãos) et cétera."




Dicionário de linguística, pág 114. CÓDIGO LINGUÍSTICO
Considerações acerca dos assuntos:

* Código
*Variedade linguística
"Os termos ‘variação lingüística‘ ou ‘diversidade linguística’ vieram, ampliar a dimensão dos aspectos lingüísticos, pela inclusão dos aspectos sociais relacionados com os aspectos linguísticos ou a atividade lingüística."

A linguagem é a característica que nos difere dos demais seres, permitindo-nos a oportunidade de expressar sentimentos, revelar conhecimentos, expor nossa opinião frente aos assuntos relacionados ao nosso cotidiano, e, sobretudo, promovendo nossa inserção ao convívio social.

dentre os fatores que a ela se relacionam destacam-se os níveis da fala, que são basicamente dois: O nível de formalidade e o de informalidade.

O padrão formal está diretamente ligado à linguagem escrita, restringindo-se às normas gramaticais de um modo geral. Razão pela qual nunca escrevemos da mesma maneira que falamos. Este fator foi determinante para a que a mesma pudesse exercer total soberania sobre as demais.

Quanto ao nível informal, este por sua vez representa o estilo considerado “de menor prestígio”, e isto tem gerado controvérsias entre os estudos da língua, uma vez que para a sociedade, aquela pessoa que fala ou escreve de maneira errônea é considerada “inculta”, tornando-se desta forma um estigma.

Variações históricas:

Dado o dinamismo que a língua apresenta, a mesma sofre transformações ao longo do tempo. Um exemplo bastante representativo é a questão da ortografia, se levarmos em consideração a palavra farmácia, uma vez que a mesma era grafada com “ph”, contrapondo-se à linguagem dos internautas, a qual fundamenta-se pela supressão do vocábulos.

Variações regionais:

São os chamados dialetos, que são as marcas determinantes referentes a diferentes regiões. Como exemplo, citamos a palavra mandioca que, em certos lugares, recebe outras nomenclaturas, tais como: macaxeira e aipim. Figurando também esta modalidade estão os sotaques, ligados às características orais da linguagem.
Variações sociais ou culturais:
Estão diretamente ligadas aos grupos sociais de uma maneira geral e também ao grau de instrução de uma determinada pessoa. Como exemplo, citamos as gírias, os jargões e o linguajar caipira.

As gírias pertencem ao vocabulário específico de certos grupos, como os surfistas, cantores de rap, tatuadores, entre outros.

Os jargões estão relacionados ao profissionalismo, caracterizando um linguajar técnico. Representando a classe, podemos citar os médicos, advogados, profissionais da área de informática, dentre outros.
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