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Satélites Artificiais e Suas Órbitas

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by

Gabriel Vieira

on 24 March 2017

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Transcript of Satélites Artificiais e Suas Órbitas

1. CIRCULAR EQUATORIAL OU INCLINADA (Héliossíncrona):
ALTITUDE - de 300 a 1 000 km;
APLICAÇÃO - Meteorologia e experimentos científicos;
VELOCIDADE - 27.800 km/h.

2. POLAR:
ALTITUDE - cerca de 800 km;
APLICAÇÃO - Mapeamento;
VELOCIDADE - 26.800 km/h.

3- GEOESTACIONÁRIA (SEMPRE SOBRE O MESMO PONTO):
ALTITUDE - 35.786 km;
APLICAÇÃO - Telecomunicações (TV);
VELOCIDADE - 11 070 km/h (a mesma da Terra).
Desde a época pré-histórica o homem se
interessa pelo espaço sideral, interesse
este que passou-se através das gerações.
No assunto específico de satélites artificiais,
chegamos aos séculos XVI e XVII, que através dos
trabalhos de Galileu, Brahe, Kepler e Newton obtivemos
o conhecimento necessário para o lançamento de foguetes
e satélites, porém, a tecnologia da época não permitiu
tal façanha.
Apenas com a possibilidade do uso de satélites para fins militares a Alemanha, URSS e EUA passaram a se interessar por essa tecnologia. E após a 2º Guerra Mundial houve a "corrida espacial" entre EUA e URSS até que, em outubro
de 1957 foi lançado o 1º satélite artificial,
"Sputnik 1", desde então obtivemos grandes avanços na
área de foguetes e satélites artificiais.
Tanto que hoje somos praticamente 100% dependentes
de tal tecnologia, visto que comunicações, GPS's,
Internet, estudos climatológicos etc.
dependem diretamente desta tecnologia.
ASPECTOS
FÍSICOS
Newton foi o primeiro a
refletir sobre como colocar um satélite em órbita da Terra. Como
a força gravitacional do planeta continuaria a atuar sobre o satélite durante seu movimento ao longo de sua órbita, ele idealizou um canhão capaz de lançar projéteis a grandes distâncias e velocidade para que o objeto lançado não fosse facilmente atraído pela Fg e que deveria estar cerca de 150km acima do nível do mar.
TIPOS DE
ÓRBITAS
SATÉLITES
E SUAS UTILIDADES
Comunicação:
Tipo mais conhecido. Distribui
sinais de telefonia, Internet e televisão. A
maioria usa a órbita geoestacionária.

Navegação:
Existem 24 satélites, a cerca de 20.000km de altitude, forma o GPS. Esse sistema é controlado pelos Estados Unidos.

Meteorológico
: Usado para monitorar o tempo e o clima da Terra. Os SCDs e o próprio CBERS integram o SBCDA.

Militar
: É equipado com câmeras que funcionam no infravermelho. Consegue fotografar territórios com grande precisão.

Exploração do universo
: Carrega telescópios para observar o céu.

Observação da Terra
: Tem como missão monitorar
o território e, para isso, carrega câmeras
que registram imagens com diferentes
resoluções espaciais.
CONCLUSÃO
Verifica-se através dos estudos
realizados a grande importância da
física quanto ao desenvolvimento das
teorias que levaram à tecnologia de satélites.
Tecnologia esta que teve e tem grandes
implicações para o avanço dos estudos do espaço e
dos planetas, bem como das tecnologias de
informação e comunicação utilizadas cotidianamente
por nós. Não podemos nos esquecer, que essa
tecnologia é largamente empregada pela grande maioria
dos países, e como visto temos quadro preocupante e bastante provável de ocorrer no futuro, que é a
Sindrome de Kessler.
É necessário maior conhecimento para maior e melhor entendimento do tema, para que possamos entender
os seus riscos, para que tenhamos maior
capacidade de opinarnmos e debatermos
sobre ele.
ROTEIRO
1. INTRODUÇÃO:
Um pouco de história e o que são satélites artificiais;

2. ASPECTOS FÍSICOS:
Estudos realizados sobre o ponto de vista da Física;

3. ÓRBITAS DE UM SATÉLITE:
Como um satélite fica em órbita? Quais os tipos de órbitas?

4. SATÉLITES E SUAS UTILIDADES;

5. CURIOSIDADES;

6. CONCLUSÃO;

7. BIBLIOGRAFIA.
Satélites Artificiais e Suas Órbitas
Claudson Saraiva Silva
Gabriel Andrade Vieira
Vitória Fagundes
INTRODUÇÃO
CURIOSIDADES
BIBLIOGRAFIA
Figura 1:
Esquema de lançamento de projétil pensado por Newton.
Então, Newton considerou que que a Fg (constante) exerceria o papel da Fc onde o comprimento da circunferência e o módulo da velocidade (V) não
mudam. Sendo assim, temos que:

Podemos concluir que a (Vo) proposta por Newton não depende da massa do corpo que vai realizar
o movimento circular uniforme, e sim apenas da massa do corpo que gera o campo gravitacional de maior intensidade e raio da trajetória.
ASPECTOS
FÍSICOS
Levando em consideração que a massa da
Terra é aproximadamente 6,0x1024 kg, o raio
6,37x106 m e a constante gravitacional
G é 6,67x10-11 N.m2/kg2, teremos que a velocidade
de escape será de aproximadamente 8 km/s.
Para encontrarmos o real valor da chamada velocidade de escape, ou seja, a V mín. que um corpo tem que ter para sair da Terra e passar a orbitar ao seu redor, devemos analisar o comportamento das Ec e Epg do corpo, de modo que quando o corpo acumule a Ep da órbita que queremos que ele permaneça, sua Ec seja nula. Então teremos que:





Dessa forma temos que a velocidade de escape
da Terra e que o objeto possa ëntrar em órbita
é de, na realidade, aproximadamente
11,3km/s.
Figura 2:
Sequência de lançamento de satélite em órbita.
Reforçando: Objetos só giram a partir de uma
altitude de cerca de 300 km e a velocidade é o
elemento-chave para pôr um satélite em órbita.
Se for impulsionado a uma velocidade muito baixa,
ele cai logo, sendo "puxado" pela gravidade da Terra.
Tendo isso em mente e o nosso satélite já em órbita,
podemos citar 3 formas de "vigiar o planeta":
Figura 3:
Exemplos de órbitas de satélites 1.
Figura 4:
Exemplos de órbitas de satélites 2.

A cadela Laika foi o primeiro ser vivo a sair do planeta Terra. *-*

A NASA foi fundada em 1958. Ano em que foi enviado com êxito pelos E.U.A seu primeiro satélite.
TIROS 1 é o nome do 1° satélite meteorológico colocado em órbita da Terra. Foi lançado em 1° de abril de 1960.
O estadunidense Edward Everett Hale foi a primeira pessoa a propor o conceito de satélite artificial.
Duas horas antes de o Sol nascer ou duas horas antes de o Sol se pôr, este é o melhor momento de ser ver os satélites artificiais a olho nu.
Um satélite russo desligado se chocou em 2009 com um satélite de comunicação a uma velocidade 50 vezes maior do que a de um
jato. Lógico... Eles viraram sucata. o.O
<http://www.inpe.br/acessoainformacao/node/422>

<http://www.inpe.br/acessoainformacao/node/405>

<http://mundoestranho.abril.com.br/materia/como-um-satelite-fica-em-orbita>

<http://www.hughes.com.br/artigos/como-funcionam-os-satlites>

<http://www2.ifrn.edu.br/ocs/index.php/congic/ix/paper/view/777/326>

<http://m1satelite.blogspot.com.br/p/observatorio-solar.html>

RODRIGUES, José Sinésio. Lixo espacial e seus
riscos para o meio ambiente e para a exploração espacial. Centro de Ciências Exatas. Departamento
de Geociências – Universidade Estadual de
Londrina (UEL), s/d.
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