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Strongyloides stercoralis

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by

Andressa Proenca

on 24 October 2013

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Transcript of Strongyloides stercoralis

Strongyloides stercoralis
Histórico
S.stercoralis é um helminto causador da estrongiloidíase uma helmintíase predominantemente intestinal sendo o homem seu hospedeiro definitivo, além da principal fonte de infecção

As larvas deste helminto foi descrito pela primeira vez em 1876 pelo médico francês Louis Normand, no material fecal de soldados regressavam da Conchichina (atual Vietnam).

No Brasil foi salientada primeiramente por Ribeiro da Luz, em 1880 como agente etiológico da estrongiloidíase.

Epidemia
Epidemiologia
Tratamento

Tiabendazol
Atua somete sobre as femeas partenogenéticas, provavelmente inibindo o desencadeamento das vias metabólicas do parasito.
Na estrongiloidíase crônica é recomendado na forma liquida para crianças, na dose de 30mg/kg/dia e, na forma de comprimidos, para adultos, na dose de 50mg/kg/dia divididos em quatro tomadas, após as refeições.
Em ambos os esquemas não se deve ultrapassar a dose diária de 3g.
A eficácia é maior que 90%.
Efeitos colaterais observados são: náuseas, vômitos, diarreia, tonturas, cefaleia, sonolência, etc...

Cambendazol
Atua sobre femeas partenogenéticas e sobre larvas.
Apresentado sob as formas liquidas e comprimidos, sendo recomendada a dose única de 5mg/kg tanto para crianças como para adultos.
A eficácia também é maior que 90%.
São raros os efeitos colaterais, quando presentes, observam-se cólicas, náuseas, vômitos, diarreia e sonolência.

Albendazol
Atua sobre as femeas partenogenéticas e sobre larvas.
Apresentado sob as formas liquidas e comprimidos.É recomendado tanto para crianças acima de 2 anos, como para adultos na dose de 400mg/dia durante três dias consecutivos .
Com eficácia em trono de 50%.
Ou 800mg/dia durante três dias, com eficácia de 90%
Não deve ser administrado nas formas disseminadas.
Os efeitos colaterais são cefaleia, tonturas e desconforto gastrointestinal.

Ivermectina
Droga inicialmente de uso veterinário, recentemente também foi registrada para uso em humanos.
Compõe a lista de drogas essenciais ao tratamento de S. stercoralis.
Recomendada em dose única oral de 200um/kg.
Eficácia de 80%.

Transmissão
Ciclo Evolutivo
As larvas rabditoides eliminadas nas fezes do indivíduo parasitado podem seguir dois ciclos: direto ou partenogenético, no qual as larvas rabditoides chegam ao exterior junto com as fezes e em condições propícias transformam-se em larvas filarioides infectantes em 24-48 horas, e o indireto, sexuado ou de vida livre, no qual as larvas rabditóides eliminadas junto com as fezes, alcançando o terreno, transformam-se em machos e fêmeas de vida livre.

As fases dos ciclos que se passam no solo exigem certas condições, tais como: solo arenoso, umidade alta, temperatura entre 25ºC e 30ºC e ausência de luz solar direta, e a própria constituição cromossômica das larvas.
Essas larvas não se alimentam e, devido á ausência de bainha, é menos resistentes que as larvas filarióides dos ancilostomídeos, podendo permanecer no solo durante quatro semanas dependendo de suas reservas energéticas

O ciclo direto e indireto se completam pela penetração ativa da larva L3 na pele ou pela mucosa oral, esofágica ou gástrica do hospedeiro. Estas larvas secretam melanoproteases, que auxiliam tanto na penetração quanto na migração através dos tecidos, que ocorrem numa velocidade de 10 cm por hora. Algumas morrem no local, mas o ciclo continua através das larvas que atingem a circulação venosa e linfática e através desses vasos atingem o coração e os pulmões. Ao chegarem aos capilares pulmonares essas se transformam em larvas l4, atravessando os alvéolos a através de migração pela arvore brônquica, chegam à faringe. Ao chegarem à faringe podem ser eliminados na expectoração ou serem deglutidas alcançando assim o intestino delgado, onde se transformam em machos e fêmeas partenogenéticas. Os ovos são depositados na mucosa intestinal e as larvas que eclodem alcançam a luz no intestino sendo eliminadas pelas fezes.

Profilaxia
Ciclo biologico
Hospedeiro parasitado:
Eliminação de larvas rabditóides nas fezes do hospedeiro
que podem realizar dois ciclos:

Ciclo direto ou partenogenético
Realizado pela eliminação de larvas rabditóides 3n que darão origem à fêmeas partenogenéticas no hospedeiro

Ciclo indireto, sexuado ou de vida livre:
Realizado pelas larvas rabditóides 2n e 1n que darão origem a
fêmeas e machos de vida livre respectivamente.
Ciclo direto
Ciclo indireto
-
Patologia
Patologia
Formas:
Cutânea: ponto de penetração das larvas. Reação celular
apenas no local onde as larvas estão mortas.

Pulmonar: tosse, febre, dispnéia, hemorragia pela
travessia das larvas e formação de infiltrado inflamatório
constituído de linfócitos e eosinófilos.

Intestinal: causa enterites em diversos pontos do intestino.

Disseminada:
- rins(larvas na urina),
- coração(larvas no líquido pericárdico) ,
- cérebro (LCR),
- pâncreas,
- fígado
- linfonodos
- tireóide, próstata...
- complicações decorrentes de infecções bacterianas secundárias
Diagnóstico
-
Strongyloides stercoralis
- Reino: Animalia
- Filo: Nematoda
- Classe: Secernentea
- Superfamilia: Rhabdiasoidea
- Família: Strongyloididae
- Gêneros: Strongyloides
- Espécie: S.stercoralis
Morfologia
Os S. stercoralis podem ser dividido de acordo com seus aspectos morfológicos.
- Fêmea Partenogenética Parasita.
- Fêmea de Vida Livre.
- Macho de Vida Livre.
- Ovos
- Larva Rabdióides
- Larva Filarióide
Seminário de parasitologia
Alunos:
Ariane Hirata
Camila Bonfim
Fagner Antonio Fiorillo
Katia Cndito
Professora:
Ariella Andrade Marchioro
Outubro 2013
Referência bibliográfica


Epidemiologia
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