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Serviço Social Crítico

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on 22 January 2014

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Transcript of Serviço Social Crítico

Identidade profissional
A identidade profissional é a ocupação de um determinado espaço ou campo de atuação, e vai permitir reconhecimento dessa mesma prática no terreno contribuindo assim para ajudar a definir a identidade da profissão (Amaro, 2008).
ÍNDICE
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Paradigmas

Assenta no pragmatismo da intervenção do serviço social e está focalizado no trabalho que o assistente social faz, no sentido de ser um mero gestor de recursos onde a sua função, é adequar recursos existentes às necessidades dos doentes, para os gerirem de acordo com o trabalho que desenvolvem (Amaro, 2008).


Apresenta uma prática profissional diferente (alternativa), centrada em valores com participação da população e criatividade que a mesma desenvolve, o empowerment e não a estandardização de respostas (Amaro, 2008).


Proposta para uma categorização
Proposta em que as teorias do serviço social estão centradas em pontos de contacto e de distanciamento com as teorias sociológicas, no qual serviço social não se pode desligar das grandes correntes das ciências sociais que com abordagens oponentes vão contribuir para produção epistemológica diferente (Amaro, 2008).
Serviço Social Crítico
Teorias do Serviço Social
A centralidade do Serviço Social
Discussões teóricas
Existem várias discussões teóricas, e uma das mais importantes nesse domínio é a que opõe estrutura e ação. Se o indivíduo tem ou não capacidade para modificar e construir as estruturas em que se insere. Na estrutura, é esta que determina a ação e vida dos indivíduos em geral pois a sociedade funciona como padrões estáveis que são exteriores ao indivíduo. Na ação o indivíduo é que determina a sua ação, é visto como fonte de produção, é um agente transformador das próprias estruturas (Amaro, 2008).
Docente:
Dr.Pedro Duarte

Discentes:
Carla Ferreira - 2366
Carlos Mercê - 2721
Cátia Carmo - 2762
Joana Fonseca - 2764
Silvia Silva - 2765

Sincretismo

Identidade profissional
A centralidade do Serviço Social
Paradigmas
Proposta para uma categorização
Discussões teóricas
Níveis da teoria do Serviço Social
Campos Paradigmáticos do Serviço Social

Teorias do Serviço Social
Serviço Social Crítico
O papel das teorias do serviço social é o de orientar e construir conhecimentos, então, constituem-se como importantes para a construção da identidade profissional, entre um raciocínio crítico e refleivo dá-se a construção epistemológica do que lhe é próprio (Restrepo, 2003 pp. 21-45 cit. por Amaro, 2008).
É resultado de um duplo aspeto no qual se cruzam dados da prática profissional e do campo teórico, estamos perante uma disciplina cruzada de diferentes horizontes para a prática e diferentes abordagens teóricas (Amaro, 2008).
A centralidade do serviço social é focalizada ao nível da prática e reconhecida e é delineada na prevalência da prática sob o saber. A produção científica procura evitar contaminação visto que a sua proximidade com a realidade é constante, procura neutralidade entre o campo da teoria e da prática, procurando sempre distanciamento para haver uma objetividade e rutura com o senso comum. Assim, o saber só pode ser construído se assentar nestas quatro ideias (Amaro, 2008).
Paradigma Vigente:
Paradigma Alternativo:
Existem várias discussões teóricas, e uma das mais importantes nesse domínio é a que opõe estrutura e ação. Se o indivíduo tem ou não capacidade para modificar e construir as estruturas em que se insere. Na estrutura, é esta que determina a ação e vida dos indivíduos em geral pois a sociedade funciona como padrões estáveis que são exteriores ao indivíduo. Na ação o indivíduo é que determina a sua ação, é visto como fonte de produção, é um agente transformador das próprias estruturas (Amaro, 2008).
Níveis da teoria do
Serviço Social
Podemos distinguir três níveis, o primeiro consiste na teoria que o serviço social utilizou e utiliza no âmbito das ciências Sociais. O segundo compreende a teoria sobre os sistemas de bem estar (Welfare-State). O terceiro são as teorias desenvolvidas pelos que trabalham em serviço social, com base na prática. Os dois primeiros níveis são um referencial teórico daquilo que o serviço social se serve, no terceiro reside a especificidade do conhecimento sobre e do serviço social, é o mais próximo do que será o serviço social (Collins Dictionary of social Work, 1999 cit. por Amaro, 2008).
Campos Paradigmáticos do Serviço Social
É possível definir quatro pólos cruzados, desde a ação à estrutura e o que vai do conflito á ordem, estes cruzamentos fazem emergir quatro campos paradigmáticos onde se inscrevem as teorias do serviço social que vão pensar o serviço social de forma diferenciada, contribuindo para a construção do serviço social e suas finalidades (a sua utilidade) (Amaro, 2008).
Serviço Social
Crítico
O Serviço Social Crítico tem por base dois eixos teóricos que tiveram uma grande influência, nomeadamente o marxismo e o feminismo. Estes eixos vão influenciar a teoria social crítica, onde se centra os problemas das pessoas, dos públicos-alvo. Este incide numa análise sobre as funções de controlo social profissional e nas funções do sistema de bem-estar (welfare state). O objetivo mais central desta corrente visa a mudança social (Amaro,2008).
Combate o determinismo, ou seja, proporciona que o sujeito tenha uma postura de autopromoção de modo a capacitar as suas capacidades e não de determinismo que decorre da perspetiva estruturalista (Amaro,2008).
Em termos do trabalho do serviço social é reconhecido que o assistente social deverá libertar-se da relação de poder que exerce sobre o cliente, na posição de especialista. O serviço social perspetiva os clientes sob o domínio da disciplina e vigilância. Neste sentido é importante que o processo de consciencialização e reflexão, seja iniciado pelo próprio assistente social, para que o seu saber seja colocado ao serviço da justiça social e económica (Amaro,2008).
O utente não deve ser olhado ou interpretado como um objeto passivo, mas sim como um objeto ativo com capacidades e potencialidades. Este é detentor de um poder que deve utilizar nas Estruturas Sociais, baseando-se no pressuposto que o mundo social é constituído, podendo dessa forma ser modificado ou manipulado (Amaro,2008).
Contrai uma relação entre o construtivismo e o relativismo, porque ao mesmo tempo que tenta minimizar as diferenças de poder entre o serviço social e o cliente, vai também dar sentido ao cliente relativamente às suas capacidades e possibilidades de mudança (Amaro,2008).
O Serviço Social Crítico integra outras formas de conhecimentos e propõem-se a uma prática que seja anti-utópica e anti-dogmática demarcada nos designos do empowerment e da consciencialização, onde cada individuo do serviço social crítico se deve apresentar, como uma proposta pragmática, de intervenção no serviço social (Amaro,2008).
Podemos distinguir três níveis, o primeiro consiste na teoria que o serviço social utilizou e utiliza no âmbito das ciências Sociais. O segundo compreende a teoria sobre os sistemas de bem estar (Welfare-State). O terceiro são as teorias desenvolvidas pelos que trabalham em serviço social, com base na prática. Os dois primeiros níveis são um referencial teórico daquilo que o serviço social se serve, no terceiro reside a especificidade do conhecimento sobre e do serviço social, é o mais próximo do que será o serviço social (Collins Dictionary of social Work, 1999 cit. por Amaro, 2008).
Obrigado pela vossa Atenção!
O papel das teorias do serviço social é o de orientar e construir conhecimentos, então, constituem-se como importantes para a construção da identidade profissional, entre um raciocínio crítico e reflexivo dá-se a construção epistemológica do que lhe é próprio (Restrepo, 2003 pp. 21-45 cit. por Amaro, 2008).
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