Loading presentation...

Present Remotely

Send the link below via email or IM

Copy

Present to your audience

Start remote presentation

  • Invited audience members will follow you as you navigate and present
  • People invited to a presentation do not need a Prezi account
  • This link expires 10 minutes after you close the presentation
  • A maximum of 30 users can follow your presentation
  • Learn more about this feature in our knowledge base article

Do you really want to delete this prezi?

Neither you, nor the coeditors you shared it with will be able to recover it again.

DeleteCancel

BIOFÍSICA APLICADA À ULTRASSONOGRAFIA

No description
by

VivianeFernandes

on 7 March 2017

Comments (0)

Please log in to add your comment.

Report abuse

Transcript of BIOFÍSICA APLICADA À ULTRASSONOGRAFIA

Introdução
Resolução
Ecos difuso e especular
Fornece informações sobre as estruturas do corpo.
É uma técnica não invasiva.
A imagem deve-se aos ecos que são produzidos.
Os ultrassons são sons com frequência acima de 20kHz.
Na ultrassonografia usam-se ultrassons na faixa de 2 a 10 MHz.
Podem ser obtidas informações quanto à distancia, à velocidade e à densidade do objeto.

RESOLUÇÃO E SUAS COMPONENTES

É a capacidade que o equipamento possui de distinguir duas interfaces refletoras situadas muito próximas.
É medida em unidades de distância.
Pode ser resolução axial
resolução lateral

BIOFÍSICA APLICADA À ULTRASSONOGRAFIA
Arthur Déda, Vívian Fernandes, Maíra Faro, Mariana Bezerra, e Marcelo Paes.

INTERAÇÃO DOS ULTRASSONS COM OS TECIDOS BIOLÓGICOS

O pulso pode ser contínuo ou pulsátil.
O eco se forma sempre que a onda passa de um meio para outro com impedância acústica diferente;



Nos tecidos moles a velocidade é aproximadamente constante: 1540 m/s.
Interface acústica.
O Princípio do Pulso-Eco

Não térmicos
Micromassagem
Permeabilidade da membrana celular
Mudança do diâmetro dos vasos
Vasodilatação
Vasoconstrição
Efeitos pressóricos:
Δp = √2 . P. I
Cavitação progressiva estável

Efeitos biológicos do ultrassom
Difuso
Ocorre quando o feixe de ondas colide contra uma superfície irregular ou quando o objeto tem dimensões pequenas em relação ao diâmetro do feixe emitido (aproximadamente 10mm).







A maioria das ondas espalhadas não retorna ao transdutor.
O ruído reduz a qualidade da imagem.
A formação da imagem é possível porque os ecos dos raios espalhados têm intensidade muito menor do que os ecos especulares.

Principais interfaces biológicas:
Gordura – Músculo
Músculo – Fáscia
Tendão – Periósteo
Ligamento – Periósteo

O som que se propaga em meio heterogêneo, interage com as estruturas e é parcialmente absorvido, refletido ou refratado.
A reflexão pode ser especular
difusa
RESOLUÇÃO AXIAL

Permite distinguir objetos próximos situados no eixo de propagação das ondas.
A resolução axial de um sistema não pode ser maior do que a metade da sua largura de pulso.

A resolução axial não pode ser maior do que o comprimento de onda.
RESOLUÇÃO LATERAL

Permite distinguir objetos situados num plano perpendicular ao eixo de propagação dos ultrassons.
Depende do diâmetro do feixe.

Divisão geral do aparelho
A- Gerador e receptor de ultra-sons
B- Recepção, amplificação, compensação e discriminação dos ecos
C- Processador de vídeo e display de imagem
D- Registro de imagem
E- Sincronização de imagem
Gerador e receptor de ultra-sons
Recepção, amplificação, compensação, e discriminação dos ecos
Processamento de vídeo, conversão A-D e display de imagem
Registro da imagem e sincronização dos sinais
Ecodoppler-ultra-sonografica
Efeito doppler
Permite a medição de fluxo nos vasos e medição do movimento das paredes e das válvulas do coração
Vf=v * deltaF
2 * F0 * cos de teta
Ecodoppler de alta frequência de repetição de pulsos
Ecodoppler de onda continua
Eecodoppler com fluxo de cores
Ecos difuso e especular

Especular
Ocorre sempre que a largura da estrutura alvo é maior que 25% do comprimento de onda do ultrassom.
É o elemento básico para produzir a imagem do objeto estudado.
O eco especular só se transformará em sinal para a geração da imagem se ele retornar à fonte.
Os ecos podem produzir sinais fortes ou fracos a depender do tamanho do alvo refletor e da diferença de impedância acústica entre ele e o meio.

Aplicações clínicas
Frequencia x Penetração
Fatores que influenciam no aquecimento tissular:
Frequencia do ultrassom
Tempo de aplicação
Condutividade termica

Contra-indicações relativas
Fraturas não consolidadas
Ruptura ou cirurgia recente de tendão ou ligamento

Osteoporose
Implantes plásticos ou metálicos
Contra-indicações absolutas
Tromboflebite
Infecção
Pacientes em tratamento com radiacao ionizante
Gravidez
Epífise em crescimento
Doenças cardíacas
Tumores
Utilização de marca-passo
Atenuação dos ultrassons
À medida que percorre as estruturas do corpo , a onda sofre absorção, reflexão especular e espalhamento.
Efeitos biológicos do ultrassom
Térmicos
Energia superior a 100mW/cm²
- térmicos
- não-térmicos
Energia sônica em térmica
- Compressão e expansão da onda sonora (pouca importância)
- Absorção da onda ultrasônica pelo tecido
- Patologias musculares, tendinosas ou ósteo-articulares


Absorção de energia dos ultrassons
Lei de Lambert-Bier

Absorção de energia dos ultrassons
Energia absorvida por meios de mesma espessura

Absorção de energia dos ultrassons
Coeficiente de absorção e quantidade de proteínas
- colágeno

Escala decrescente de absorção
- osso
- nervo periférico
- músculo esquelético
- gordura
- sangue atenuação efeito térmico
- água
Absorção de energia dos ultrassons
Absorção de energia dos ultrassons
Aplicação:
- Destruição/ablação de vias anormais de condução (favorecem o aparecimento e manutenção de arritmias cardíacas)

Tipos de ultrassonografia
Modo A
Modo B
Modo M
Tipos de ultracardiossonografia
Tipos de ultracardiossonografia
Obrigada pela atenção!
Full transcript