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Exames Laboratoriais e de Imagem

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by

Marcelo Ribeiro

on 25 May 2016

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Transcript of Exames Laboratoriais e de Imagem

62
ECG
bpm
Thank You!
Eletrocardiograma
Exames complementares
Exames laboratoriais e de imagem, equilíbrio ácido básico, hidro-eletrolítico e endócrino
25% do diagnóstico
O que são?
Pra que serve?
Como Usar?
1- O que são ?
2- Pra que Serve?
3- Como Usar?
Anemias
Acidose
Alcalose
Lesões celulares
Disfunções orgânicas
Infecções
Neoplasias
Hipóxia
Bio-Psico-Social
- Eritrograma
- Leucograma
- Plaquetas
Hemáceas
Hematócrito
Hemoglobina
Hemograma
Leucócitos
Plaquetopenia
Plaquetopenia
O ácido acetilsalicílico (AAS), presente em muitos analgésicos e antitérmicos, pode interferir em exames da coagulação causando:
(A) diminuição da contagem de plaquetas
(B) diminuição da dosagem de fibrinogênio
(C) prolongamento do tempo de protrombina
(D) prolongamento do tempo de sangramento
(E) prolongamento do tempo de tromboplastina parcial ativada
Durante o exame físico a Prova do Laço deve ser realizada, obrigatoriamente, em todos os casos suspeitos de
(a) Trombose Venosa Profunda.
(b) Lúpus Eritematoso Sistêmico.
(c) Dengue.
(d) Anemia Falciforme.
(e) Hanseníase.
Exames laboratoriais e de imagem, equilíbrio ácido básico, hidro-eletrolítico e endócrino
Prova do Laço
Como é feito??
TEMPO DE SANGRAMENTO – TS
TEMPO DE COAGULAÇÃO - TC
PROVA DO LAÇO - PL
CONTAGEM DE PLAQUETAS - CP
TEMPO DE PROTROMBINA - PTT
TEMPO DE TROMBOPLASTINA PARCIAL ATIVADA - TTPA

Hemostasia – É a resultante do equilíbrio entre proteínas pró-coagulantes, na qual estão envolvidos os vasos, as plaquetas, as proteínas da coagulação e da fibrinólise e os anticoagulantes naturais. Todos esses sistemas estão inter-relacionados, constituindo os sistemas da coagulação, da anticoagulação e da fibrinólise.
Reis, C. V. et al – JBPML, 2003
Prova do laço
Prova de Resistência capilar;
Prova do Torniquete;
Prova de Fragilidade capilar;
Prova de Fragilidade vascular;
Prova de Rumpel-Leede.
1) Verificar na região da dobra do cotovelo e no braço do paciente a presença de petéquias.
2) Avaliar a pressão arterial do paciente.
3) Fazer média aritmética entre os valores das pressões diastólica e sistólica. (pSis + pDias/2)
4) Manter o manguito insuflado na pressão média por cinco minutos.
5) Após este tempo, desinsuflar o manguito. Verificar o aparecimento e contar o número de petéquias formadas durante o teste.
.

PROCEDIMENTO:
Prova do laço
Valores referência:
- 150.000 a 450.000
Plaquetas
Abaixo de 150.000 -- Plaquetopenia
Acima de 480.000 -- Plaquetose
Transfusão somente em 2 casos atualmente
Abaixo de 30.000 com qualquer tipo de sangramento
Abaixo de 10.000
Fatores da cagulação
Durante o exame físico a Prova do Laço deve ser realizada, obrigatoriamente, em todos os casos suspeitos de
(a) Trombose Venosa Profunda.
(b) Lúpus Eritematoso Sistêmico.
(c) Dengue.
(d) Anemia Falciforme.
(e) Hanseníase.
Para indicar que o paciente apresenta clinicamente fragilidade vascular como exame complementar o enferfeiro deverá realizar o o teste, exceto?
(a)
Prova do Torniquete.
(b)
Prova de Fragilidade capilar.
(c)
Prova de Resistência capilar.
(d)
Prova cruzada.
(e)
Prova de Rumpel-Leede.
Para indicar que o paciente apresenta clinicamente fragilidade vascular como exame complementar o enferfeiro deverá realizar o o teste, exceto?
(a)
Prova do Torniquete.
(b)
Prova de Fragilidade capilar.
(c)
Prova de Resistência capilar.
(d)
Prova cruzada.
(e)
Prova de Rumpel-Leede.
Durante o exame físico a Prova do Laço deve ser realizada, obrigatoriamente, em todos os casos suspeitos de, exceto?
(a) Doença de Von Willebrand.
(b) Deficiência de vitamina K.
(c) Dengue.
(d) Leishmaniose.
(e) Leptospirose.
Hemostasia-Coagulação, processo inflamatório e fibrinólise são processos seqüenciais.

Inicia-se desde o momento de uma lesão vascular

Finalizando com a regeneração (reparação) tecidual
VASOS DE PEQUENO CALIBRE
A maior parte da vasculatura humana é composta em 95% de vasos com pequeno calibre, incluindo capilares, arteríolas e vênulas, e 5% de vasos médios e grandes.
CADEIA DA COAGULAÇÃO
FIBRINA
Fator II – Protrombina
Fator I - Fibrinogênio
Valores de Referência: 135 – 145 mEq/L;
Íon extracelular;
Monovalente (1 mEq/L = 1 mmol/L);
Aspectos Gerais
Sódio
Correlacionar com volemia
(PVC; Edema; Mucosas; hipotensão postural)
Hipernatremia

Sódio
Hiponatremia
Sódio
Sódio Sérico > 145 mEq/L;
Desidratação Celular;
Sintomatologia SNC
(Letargia, fraqueza, irritabilidade, convulsões, coma)
POTÁSSIO
Sintomatologia SNC
(Náuseas, cefaléia, torpor, convulsões, coma)
Sódio Sérico < 135 mEq/L;

Descartar falsa hipernatremia
(por aumento da porção não-aquosa do plasma)
Correlacionar com volemia
(PVC; Edema; Mucosas; hipotensão postural)
1 mEq/L sérico equivale a 100 a 200 mEq de potássio corporal;
Valores de Referência: 3,5 – 5,5 mEq/L;
Íon intracelular (baixa correlação da dosagem sérica);
POTÁSSIO
Deficiência de Mineralocorticoide;
Drogas: AINES, IECA, Digitálicos, BRA, Aldactone
Hiperpotassemia
HiperKalemia
Etiologia Hemólise da amostra;
Iatrogênica (Reposição fixa na prescrição, NPT);
Shift transcelular:
Acidose, Deficiência de Insulina, B/Bloq;
Diminuição da excreção renal:
Insuficiência Renal;
POTÁSSIO
Arritmias cardíacas: ESV; TV; FV; BAVT;
Hiperpotassemia
Sintomatologia Paralisia flácida;
Alterações eletrocardiográficas
POTÁSSIO
Estabilizar membrana dos miócitos Gluconato de Cálcio;
Shift do K + para o intracelular Glico-Insulina; Beta-Agonista;
Bicarbonato;
Redução do K + corporal Diurético, resinas, diálise
Hiperpotassemia
Tratamento
POTÁSSIO
Hipopotassemia
Alcalose, Insulina, Beta-Agonistas;
Etiologia
Aumento das perdas Renais – Diuréticos; Manitol;
Hipomagnesemia;
Drenagem da SNG;
GI – Diarréia;
Diminuição da ingesta Shift transcelular:
Hiperaldosteronismo secundário:
ICC, Cirrose, Desidratação
Magnésio
Magnésio
Cálcio
Cálcio
POTÁSSIO
Tratamento Reposição de Potássio Enteral Dieta, Xarope de KCL, Slow K ®; Reposição de Potássio Endovenosa No máximo 40 mEq/L em AVP; No máximo 60 mEq por hora;
Hipopotassemia
CAD
Fisiopatologia – Sem insuliuna o corpo esta em um estado catabólico exagerado, lançando na circulação grande quantidade de ácidos graxos que serão transformados em corpos cetônicos no fígado – E as consequências deletérias da acidose...
Aumento da osmolaridade Hiperglicemia > 400 mg/dl aumenta a osmolaridade do plasma e leva à desidratação neuronal – Espoliação hidroeletrolítica Glicemia > 180 m/dl surge glicosúria, que atua como diurético osmótico, levando à poliúria e depleção volêmica e hidroeletrolítica – Acidose metabólica
Clínica – Dispnéia Hiperventilação para compensar acidose Respiração de Kussmaul – Rebaixamento do nível de consciência Hiperosmolaridade levando à desidratação neuronal Acidemia grave: pH < 7,0
Clínica – Sintomas GI Dor abdominal, náuseas, vômitos – Poliúria, polidipsia, emagrecimento e desidratação – Hálito de cetona Dado não confiável.
Distúrbios hidroeletrolíticos – Intensa poliúria osmótica leva à perda de grande quantidade de Na e água, além de K e Mg – Surge: hipovolemia e desidratação
Por que hipercalemia e hiperfosfatemia?
Há depleção de K e Mg, mas há... 3 estímulos que promovem a saída de K e Mg de dentro da célula para o plasma: Hiperosmolaridade, acidemia e depleção de insulina – Situação revertida com início da insulinoterapia
Por que hiponatremia com hiperosmolaridade?
Hiperglicemia acentuada aumenta a osmolaridade efetiva do plasma, provocando a saída de água das células, diluindo o Na plasmático – de 100 mg/dl na glicemia 1,6 mEq/l Na

Escórias nitrogenadas
Ur e Cr podem estar elevadas na hipovolemia grave

Pode haver leucocitose com
neutrofília
com até 25.000 Hipertrigliceridemia – Leve aumento da amilase
Hiperglicemia acentuada >250 mg/dl
Acidose metabólica pH<7,3
Bic < 15 mEq/L
Cetose importante Cetonemia ou cetonúria de 3+ ou 4+
- Reposição volêmica
- Insulinoterapia
- Reposição de K
Tratamento
Diagnóstico
Marcador da oxigenação tecidual
Eleva-se no metabolismo anaeróbio
0,93 a 1,65 mEq/L (mmol/L)
Exercício físico intenso
Choque, hemorragia, sepse
IAM, embolia pulmonar
Ingestão de álcool ou paracetamol em altas doses

Lactato

Acidose metabólica
Diminuição do pH
Redução do bicarbonato
Nefropatia, hepatopatias
Perdas do TGI – diarreia e fístulas
Produção excessiva de ácidos
Cetoacidose , choque
Intoxicação exógena

Gasometria arterial

Alcalose metabólica
Elevação do pH
Aumento do bicarbonato
Perda de ácido – vômitos
Perda de potássio
Ingestão excessiva de substâncias básicas

Gasometria arterial

Acidose respiratória
Exemplos de situações que devemos nos lembrar de possível elevação de pCO2?

Gasometria arterial

Acidose respiratória
Diminuição do pH
Aumento do pCO2
Hipoventilação, depressão respiratória
Alteração em via aérea
Shunt pulmonar (redução da área de troca gasosa eficaz)
Retenção de CO2 - DPOC

Gasometria arterial

pH
paO2
pCO2
Bicarbonato

Gasometria arterial

Mede o estado ácido-básico do organismo
pH: 7,35 – 7,45
Acidose: < 7,35
Alcalose: > 7,45
pH é determinado pelo equilíbrio entre CO2 e bicarbonato

Gasometria arterial

Alcalose respiratória
Aumento do pH
Diminuição do pCO2
Hiperventilação

Gasometria arterial

Derivações bipolares – D1; D2; D3 Derivações Precordiais – V1; V2; V3; V4; V5; V6 Derivações Unipolares aumentadas – aVr; aVl; aVf
Quais as medidas (derivações) realizadas pelo ECG?

A) Medir as concentrações de oxigênio no sangue
B) Avaliar a ventilação pulmonar
C) Avaliar o equilíbrio ácido-básico
D) Verificar frequência cardíaca
E) Medir as concentrações de gás carbônico

O termo gasometria arterial refere-se a um tipo de exame de sangue colhido de uma artéria que possui por objetivo, exceto:
A) pH, SatO2, HCO3, PaCO2, BE
B) pH, NAOH, PaCO2, HCO3
C) pH, PA, PaCO2, HCO3, BE, Sat02
D) PA, FR, FC, pVC, SatO2
E) PA, FR, FC, BE, pH

Os parâmetros avaliados na gasometria arterial são:
A) pH: 7.35 a 7.45
B) PaCO2: 35 a 45 mmHg
C) PaO2: 80 a 100 mmHg
D) BE: -2 a +2
E) HCO3: 24 a 28 mEq/l
A) Acidose mixtas
B) Acidose respiratória
C) Alcalose respiratória
D) Alcalose metabólica
E) Acidose metabólica
Qual a interpretação da gasometria arterial abaixo:
pH = 7.30 PaO2 = 86 paCO2 = 39 HCO3 = 18 BE = 7,5
São valores gasométricos normais, exceto:
A Gasometria arterial é um exame invasivo que mede as concentrações de gases sanguíneos, a ventilação e o estado ácido básico. A amostra é coletada na artéria radial, no punho, mas também pode ser coletada pela artéria braquial ou femoral.
A Gasometria arterial avalia o potencial de hidrogênio hiônico (pH), a saturação arterial de oxigênio (SatO2), o bicarbonato (HCO3), a pressão parcial de gás carbônico (PaCO2), a pressão parcial de oxigênio (PaO2) e o base excesso (BE).
Qual a intensidade da gasometria arterial abaixo:
pH: 7.51 PaO2 = 65 PaCO2 = 30 HCO3= 25 BE = 1 SatO2 = 92%
A) Acidose mixta
B) Acidose respiratória
C) Alcalose respiratória
D) Alcalose metabólica
E) Acidose metabólica

Qual a interpretação da gasometria abaixo:
pH 7,29 PaO2 = 95 PaCO2 = 48 HCO3 = 30 BE = -1 SatO@ = 93%
A) Acidose mixta
B) Acidose respiratória
C) Alcalose respiratória
D) Alcalose metabólica
E) Acidose metabólica

Qual a interpretação da gasometria arterialabaixo:
pH = 7.35 PaO2 = 82 PaCO2 = 43 HCO3 = 29 BE = -1 SatO2 = 96%
A) Acidose mixta
B) Acidose respiratória
C) Alcalose respiratória
D) Alcalose metabólica
E) Acidose metabólica

Bradicardia e Bloqueio Atrioventricular

DEFINIÇÃO
Bradicardia é a freqüência cardíaca menor que 60 batimentos/minuto (em adultos).

O bloqueio atrioventricular (AV) é um distúrbio de condução elétrica através do nó atrioventricular. O bloqueio AV pode ser classificado como primeiro grau (intervalo PR prolongado); segundo grau (Tipo I ou II intermitente com dissociação P-QRS) ou terceiro grau (bloqueio AV total).


Alterações do Eletrocardiograma
Troca de cabos
Arritmias
Morfologia
Desvio de eixo
Interferências
-
Graduação em Medicina pela Faculdade de Medicina de Barbacena (2005).
- Médico de emergência do Hospital Risoleta Tolentino Neves; -Médico do pronto Socorro do hospital São Lucas;
- Médico de Emergências clínicas do Pronto Socorro João XXIII(FHEMIG);
- Coordenador de plantão do Pronto Socorro João XXIII(FHEMIG);
- Professor da pós-graduação do curso de Urgência e Emergência da UNA;
- Preceptor da Residência Médica de Saúde da família e comunidade da UFMG;-Médico no SAMU(Serviço de Atendimento Móvel de Urgência), por 5 anos;
- Médico da Helimed UTI aérea, por 2 anos;
- Médico APH-UNIMED BH, por 1 ano e meio;
- Gerente de urgência e emergência da Prefeitura de Santa Luzia e na coordenação médica do SAMU Santa Luzia, por 2 anos;-Médico da força tarefa de Minas em atendimento da Dengue no Rio de Janeiro e no atendimento das enchentes em Minas;
- Membro da Sociedade Panamericana de Trauma.:
- Membro da força nacional do SUS;
- Pós graduado em emergências médicas pela Faculdade de Ciências Médicas de Minas;
- Pós graduado em Gestao em saúde pública, pelo Instituto Sírio Libanês.

mlrdoc@hotmail.com
Marcelo Lopes Ribeiro
Médico do SAMU BH - por 5 anos
Médico da UNIMED - por 3 anos
Médico da Helimed UTI aéreo - por 2 anos
Médico Risoleta Tolentino Neves - há 8 anos
Médico Hosp. João XXIII
Médico Hosp. São Lucas
Preceptor Residência Medicina de Família - UFMG
Professor da pós-graduaçao de Urgência e Emregência UNA
Instrutor do Protocolo de Manchester
Médico da Força Nacional do SUS
Coordenador de plantão do Pronto Socorro João XXIII(FHEMIG);
Membro da Sociedade Panamericana de Trauma.:
Pós graduado em emergências médicas pela Faculdade de Ciências Médicas de Minas;
Pós graduado em Gestão em saúde pública, pelo Instituto Sírio Libanês.
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