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Relações entre Comunicação e Educação

De autoria de Regina Xavier (Editado por Cristian Cechinel)
by

Cristian Cechinel

on 21 March 2013

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Transcript of Relações entre Comunicação e Educação


O´REILLY, T. What is web 2.0. Disponível em http://oreilly.com/web2/archive/what-is-web-20.html. Acesso em: 06 mai. 2011.
PRENSKY, Marc. Digital natives, digital immigrants. On the Horizon, MCB University Press, v.9, n. 5, out. 2001. Disponível em: http://www.marcprensky.com/writing/Prensky%20-%20Digital%20Natives,%20Digital%20Immigrants%20-%20Part1.pdf Acesso em: 05 mai. 2011
RECUERO, Raquel. Redes Sociais na Internet. Porto Alegre: Sulina, 2009.
SANTAELLA, Lucia. Matrizes da linguagem e pensamento: sonora, visual, verbal. São Paulo: Iluminuras; FAPESP, 2001.
SANTAELLA, Lúcia. O fim do estilo na cultura pós-humana. In: TRIVINHO, E.; CAZELOTO, E. (orgs.). A cibercultura e seu espelho. São Paulo: ABCiber; Instituto Itaú Cultural, 2009.
SANTOS, E. O. Educação online: cibercultura e pesquisa-formação na prática docente. Tese de doutorado. Salvador: FACED-UFBA, 2005.
SIBILIA, Paula O show do EU. Rio de Janeiro: Editora Nova Fronteira, 2008.
SIBILIA, Paula. Redes ou paredes. São Paulo: Editora Contraponto, 2012.
SILVA, Marco. Indicadores de interatividade para o professor presencial e online. Revista Diálogo Educacional, v.4, n.12, p.93-108, maio/agosto 2004.
SILVA, Marco. O que é interatividade. Disponível em http://www.senac.br/informativo/BTS/242/boltec242d.htm, 1998. Acesso em maio de 2011.
TAPSCOTT, Don. Geração Digital: a crescente e irreversível ascenção da geração Net. São Paulo: Makron, 1999
VALENTE, José Armando. Mudanças na Sociedade, mudanças na educação: o fazer e compreender. In VALENTE, José Armando (org). O computador na sociedade do conhecimento. Campinas: UNICAMP/NIED, 1999.

Cooperação
Criatividade
Sensibilidade
Trabalho em equipe (fim do trabalho solitário do professor em uma sala de aula de portas fechadas???)
Controles internos, cultura baseada na responsabilidade e na confiança
... Mas, que formação seria???

Só questões “digitais”? Para os alunos, mas e os professores??? )

Os professores puderam – em seus processos de formação – desenvolver estas capacidades que hoje “tem” que desenvolver em seus alunos?

E agora???? (continuação)


capacidade para trabalhar em grupo,
gerenciar processos para atingir metas,
trabalhar com prioridades,
lidar com as diferenças,
enfrentar os desafios das mudanças permanentes,
resistir a pressões,
desenvolver o raciocínio lógico-formal aliado à intuição criadora,
buscar aprender permanentemente (...)” (p.18-19).
Para os alunos, mas e os professores??? )

competências
cognitivas superiores e de relacionamento
análise,
síntese,
estabelecimento de relações,
criação de soluções inovadoras,
rapidez de resposta,
comunicação clara e precisa,
interpretação e uso de diferentes formas de linguagem,
continua Kuenzer, (2001):


necessidade da
transformação de informações em conhecimento,
exige do indivíduo
novas competências e habilidades


continua

computadores pessoais conectados à Internet nas mãos de alunos e professores
novos projetos pedagógicos
currículos pensados de formas flexíveis
projetos de aprendizagem
AVA pessoais, customizados
games
simulações
games epistêmicos (ajudam a pensar)
mundos virtuais 3D, 4D ... Além disso:
convivência de professores e alunos - formados de maneiras tão distintas:
tendo desenvolvido habilidades muito diferentes nas formas de
tratar as informações,
se comunicar,
trabalhar
momentos de lazer
(Viver) E a EDUCAÇÃO? Mídias digitais

contemplam as características de
interatividade
cooperação
construção coletiva da WEB2.0
contém mais possibilidades de
autoria,
manipulação,
expressão das subjetividades Vale lembrar os interacionistas (Piaget, Vygotsky, ...) para os quais:
o conhecimento se dá na interação do sujeito com o objeto de conhecimento,
assim como, através da interação com o objeto do conhecimento, o sujeito se constitui. Hiperatividade
Apatia
Dispersão
Saturação
Volatibilidade
Pensamento de base PERCEPTIVA Cultura midiática
baseada no “empurrar” a informação para o aluno

escola - linha de montagem
aluno - produto que está sendo “montado”
professores são os “montadores” - que adicionam informação ao produto
estrutura de controle do processo de “produção”
formada por diretores, supervisores que verificam se o “planejamento da produção” (métodos, currículo e disciplinas) está sendo cumprido
Valente (1999) A Educação no paradigma Fordista As escolas sempre existiram?
Em que formato?
Quadro negro sempre existiu?
Como era a “transmissão” do “saber”? Questões ... O que muda
(transforma???)

em termos de formas de
comunicação e de aprendizagem
a partir do momento em que a humanidade
(parte dela, pelo menos...)
passa a ter
acesso a dispositivos móveis,
conectados à Internet e
com tanta convergência de mídias?


As modificações nas formas de interagir causam transformações também nas formas como eu me constituo? Temos consciência destas mudanças? Os povos antigos também buscavam meios de registrar os acontecimentos e de comunicá-los.

Vamos “voltar no tempo” ... do que vocês estão fazendo exatamente agora! Muito Muita vontade
(política, pessoal, coletiva)

de mudar,
de aprender (e desaprender!!!),
de compreender as dificuldades e necessidades pessoais, coletivas e contextuais ...

Muita sensibilidade, apoio e parcerias!

Muito trabalho, muito estudo, muito TEMPO!!!
Mudanças pedagógicas e metodológicas radicais:
Revisão dos Projetos Políticos Pedagógicos das Escolas ((res)significação do papel da escola)
Flexibilização dos currículos (outra forma de pensar os conteúdos - transdisciplinaridade, complexidade)
Incentivo a inovações (projetos, aprendizagem a partir de metodologias científicas, diversas linguagens ...)
Trabalho em equipes multidisciplinares
Suporte absoluto das instâncias superiores (Governos, gestores, ...)
Parceriasssss (com Universidades, principalmente!) 6 - Algumas condições que podem favorecer um bom uso de mídias digitais interativas na Educação aprender,
desaprender,
reapreander ...

Permanentemente!!! Na realidade, processos constantes de Além de TEMPO para formação pedagógica, metodológica e tecnológica:
Equipamento(sss)
Estrutura nas escolas (e deslocamentos)
Condição permanente de manutenção dos equipamentos
Acesso a internet rápida

Só??? Oferecer suporte aos educadores?
Mattar (2012) De qualquer maneira, além dos modelos e das ferramentas utilizadas, é necessário

garantir tempo
e
oferecer suporte para os educadores aprenderem.

Caso contrário, programas de formação continuada para a utilização de games, mundos virtuais e simulações em educação não terão sucesso. Mattar (2012) Da mesma maneira que observamos a

necessidade de utilizar games, simulações e mundos virtuais na educação de nossos novos alunos,

envolvidos pela cultura midiática, observamos a


necessidade de inserir elementos de games, simulações e mundos virtuais nos programas de formação profissional para professores.
Educadores Formação,
no mundo digital
para desempenhar esta “ação muito mais complexa” que falamos.
Aprendizagens tão diferentes –

Educadores
Ação muito mais complexa 6 - Algumas condições que podem favorecer um bom uso de mídias digitais interativas na Educação

compreensão de várias linguagens

expressão (publicação)
em várias linguagens e
em vários suportes (mídias).
FANTIN (2008) Se é a partir das interações que me constituo, que aprendo
e, se as interações atualmente estão de formas diferentes das da época em que a escola surgiu
Então, estamos
nos constituindo diferente e
APRENDENDO DE FORMAS DIFERENTES Interações e transformações Comunicação e Educação Relação entre comunicação e educação
relação estratégica, estrutural
definidora das relações que existirão no ambiente educacional Mais centrada em caracteres semânticos
Aprenderam a ler só em preto e branco e de forma linear e estática
Aprenderam a fazer uma coisa de cada vez e em silêncio
Tudo tinha que ser ensinado
Comportamento passivo para a aprendizagem - valorizado. Educadores - Imigrantes digitais:

Aprendizagem: A educação encontra-se confusa
cenário de
excesso de oferta de meios
de informação,
de expressão e
de publicação
consumos aligeirados incessantes,
tendo que formar para um futuro que não se sabe como será ... E a EDUCAÇÃO no mundo digital? Ainda dá para ser assim??? Interações e transformações acesso às informações
troca de informações
comunicações coletivas
(a instantaneidade de tudo isto)

São determinantes de novos tempos que


exigem novas habilidades
e
conduzem a novos comportamentos. Interações e transformações Atuar no ciberterritório –

nova cartografia
novos sentidos e comportamentos


Surge um novo sujeito em um espaço que não é privado, nem público, mas
coletivo e midiático.
(FERRARA, 2009) Interações e transformações A PARTIR DE 1990 –
cultura digital
grande interação entre os usuários
novos canais de sociabilidade
novos canais de expressão cultural e de participação política

RECONFIGURAÇÃO DA VIDA COTIDIANA DOS INDIVÍDUOS Interações e transformações Cultura Digital
Atuações (interações) no ciberterritório exigem/levam ao desenvolvimento de diferentes:
habilidades
linguagens
códigos
meios de expressão
meios de publicação
formas de tratar linguagens e códigos Mídia tradicional
- (rádio, televisão, cinemas, jornais ...)
- oferece a grandes populações uma informação, em geral, fechada.

Mídia digital
possibilidades de manipulações,
transformando a informação enviada pelo receptor em: ponto de partida para a liberdade, a criatividade, para a expressão do próprio EU. HOJE aparelhos de controle remoto, aparelhos celulares, telas sensíveis ao toque, visualização em telas de celular, iPods, DVDs, capacetes de realidade virtual, plataformas de videogames ...
são tecnologias que despertam diversos sentidos e desafiam as capacidades ou habilidades
sensoriais,
perceptivas,
táteis,
de atenção,
de manuseio,
percepção seletiva para localizar a informação desejada
... Interações e Transformações Comunicação e Educação BABIN & KOULOUMDJIAN (1989) –
a linguagem escrita desenvolve mais
o espírito de análise, de rigor e de abstração

a linguagem audiovisual,
“faz ginástica” nos sentidos, na imaginação e na afetividade, modelando outro tipo de comportamento intelectual e afetivo. Progressos do comportamento ou a evolução do homem

(Piaget) Estão relacionados:
ao aumento de mobilidade do indivíduo no meio
(para pensar: conseqüências do uso de computador e Internet) Comportamento De acordo com Piaget, nossas tendências naturais nos levam a agir buscando:

alargar o meio cada vez mais
(Tendência a ultrapassar-se incessantemente = a evoluir sem cessar)

aumentar seus poderes de ação sobre esse meio.
(para pensar: uso de computador e Internet) Formas de comunicação diferentes
=
Formas de interação diferentes 4 - Interações e Transformações
Incompatibilidade
entre
Linguagens, culturas e subjetividades
dentro e fora da escola.
Concordam? Realidade na Escola Imagens
Sons
Escrita
Movimento
Percepções
Sensações
Excesso de informações e estímulos
... Linguagem Midiática
Cultura Digital Disciplina
Docilidade
Obediência
Interioridade
Concentração
Normatização
Rigor
Memorização
Pensamento de base REFLEXIVA Cultura da leitura e da escrita Na linguagem e na cultura da sociedade da época:
Linguagem oral e escrita
Cultura letrada

E hoje???? Vivemos esta mesma linguagem e nesta mesma cultura??? Em que linguagem e cultura as
primeiras escolas estavam embasadas? Estado
Família
Igreja Que fatores sustentavam a escolas nos moldes em que surgiu? Que razões nortearam a criação da escola?
Que tipos de corpos e subjetividades a escola queria “produzir” quando foi criada?
(como nós fomos produzidas/produzidos?)




Perguntas de Paula Sibilia em Redes ou Paredes (2012)
Para que serve a escola? Aluno - deve “puxar” os conteúdos e:
crítico,
saber utilizar reflexão e depuração para atingir níveis cada vez mais sofisticados de ações e idéias,
capaz de trabalhar em equipe
desenvolver novas habilidades
Escola - deve ser capaz de atender às demandas e necessidades dos alunos
Professores e alunos - devem ter mais autonomia
Conteúdo - não pode ser mais fragmentado ou descontextualizado da realidade ou do problema que está sendo vivenciado ou resolvido pelo aluno
Valente (1999) Educação no paradigma da produção “enxuta” organização do currículo (também baseada no paradigma da produção em massa) -
Conteúdos complexos são fragmentados, categorizados, hierarquizados e devem ser ministrados em uma ordem crescente de complexidade, dentro de um período predeterminado.
Valente (1999) A Educação no paradigma Fordista Escolas - ante-sala das fábricas:
já funcionavam como linhas de montagem.
classes em fileiras, passividade dos “participantes”, superioridade do professor, controle e punição, uniformidade e DISCIPLINA dos “participantes”... E as escolas? Como surgiram? Inventado quase dois mil anos depois da invenção da escola (época dos livros e bibliotecas) Quadro negro Mas, desde essa época, as escolas,
embora fossem para poucos,
embora não tivessem livros (nem quadro negro),
já tinham a figura de um PROFESSOR. E as escolas? Como surgiram? Século IV a.C. -
na época dos filósofos gregos,
a escrita aparece como instrumento da educação nas escolas atenienses
Platão manifesta sua preocupação com a palavra escrita:
poderia prejudicar a memória. E as escolas? Como surgiram? Vimos que o homem das cavernas também se preocupava em transmitir seus conhecimentos registrando-os como era possível. No início ... Relação entre comunicação e educação
Estratégica –
mudou a comunicação
mudaram as formas de aprender Como a vida digital está transformando nossas vidas Como a vida digital está influenciando nossas vidas Como a vida digital está transformando nossas vidas A DM9DDB, uma das maiores e mais relevantes agências do País - estudo inédito Perfis Digigráficos,
Concluiu - mudanças trazidas pelo digital pouco ou nada tem a ver com sexo, idade ou classe social, mas sim com três novos critérios: Valores diferentes
Formas de interação diferentes

Estruturantes de um tipo diferente
de infância, de educação e de sociedade Cultura Digital
Cibercultura
As formas de comunicação mudaram.
As formas de aprender mudaram.
As formas como eu me constituo mudaram.

As formas de ensinar mudaram??? 2 - Relação entre comunicação e educação
Estratégica –
mudou a comunicação
mudaram as formas de aprender WEB 2.0:

Ferramentas estimulam a experimentação e a geração de conhecimentos individuais e coletivos, sempre de forma colaborativa. WEB 2.0: Novas aplicações web:
fáceis,
gratuitas e
Colaborativas

Respondem ao princípio de não requerer uma “alfabetização tecnológica” avançada. Computadores conectados à rede mundial (Internet)

segundo grande marco na evolução humana. As transformações do homem ao longo dos tempos sempre ocorreram associadas a:

- ferramentas capazes de ampliar sua capacidade e
- difusão destas ferramentas para o maior número de pessoas possível. (COMUNICAÇÃO) Computadores (1936)
Internet (1969). Marco As máquinas de impressão –
possibilitaram a imprensa - representaram um marco na evolução humana.

A mensagem passou, então, a ter a possibilidade de ser enviada sem a presença do emissor.
(mas ainda – mensagem que parte de poucos emissores para muitos receptores) Tecnologias e transformações ... As transformações do homem - ao longo dos tempos - sempre ocorreram associadas a:

ferramentas capazes de ampliar sua capacidade e
difusão destas ferramentas para o maior número de pessoas possível.
(COMUNICAÇÃO) Um pouco de história... Átomos ou bits?
Como chegamos nesse nível de convergência de mídias digitais? Como é a comunicação hoje?

(acesso às informações –
interação com o objeto de conhecimento)

Como era antes? Átomos?
Bits?
TIC? Mundo dos átomos X Mundo dos bits Dinheiro é átomo ou bit?
Relacionamentos (amores, traições) são possíveis no mundo dos bits?
Duplicação de “objetos” no mundo dos átomos e no mundo dos bits? Simulações?
Educação é possível com átomos e/ou bits?

O que muda nas formas de aprender e de ensinar (de interagir) quando as informações estão no mundo dos bits? Como se modifica a comunicação? Como eu me transformo? Átomos ou bits? O que muda (mudou)? Qual a diferença?

Quais as vantagens para a área da Educação quando tratamos com bits e não com átomos?
Quais as desvantagens?

(Ver: A Vida Digital de Nicholas Negroponte (1995) - http://www.i3g.org.br/experienciadocente/presencial/2006_TopicosEspeciaisEmSociedadeDaInformacao/Biblioteca/6_AVidaDigital.pdf) Mundo Digital Mas, sabemos os reflexos dessa imersão em um mundo digital?
Como nossas vidas são transformadas?
Como o nosso “eu” é transformado?

Como as formas de aprender estão se transformando?
Como as formas de ensinar estão (ou deveriam estar) se transformando? Mundo Digital Com certeza, vivemos em um mundo digital!
Nossa vida
social,
doméstica,
profissional
educacional,
atividades rotineiras (compras, pagamentos, comunicações, ...) Sociedade do conhecimento (Drucker, 1994)

Sociedade informática (Shaff, 1995)

Cibercultura (Levy, 1999; Lemos, 2002)

Era digital (Santaella, 2001)

Sociedade em rede (Castells, 1999, 2002) 1 - Mundo Digital Sumário Mundo digital
Relação entre comunicação e educação
E as escolas?
Interações e Transformações
Aprendizagens no mundo digital
Algumas condições que podem favorecer um bom uso de mídias digitais interativas na Educação http://web2educacaosuperior.blogspot.com/2008/11/mudana-de-paradigmas.html
http://www.universia.com.br/
www.itcboselli.it/SlidesVeen.ppt
http://www.slideshare.net/milreu/o-impacto-das-novas-mdias-digitais-no-comportamento-do-consumidor-grupo-rpc-presentation
http://www.gm.org.br/novosite/_upload/_case/16_jobs3.pdf
Todas as imagens foram obtidas na internet a partir de pesquisa no google imagens
Outros bons livros que foram fontes:
Homo zappiens: educando na era digital (Wim Veen e Bem Vrakking – Editora Artmed)
Second Life e WEB2.0 na Educação: o potencial revolucionário das novas tecnologias (Carlos Valente e João Mattar – Editora Novatec) Fontes desse MASHUP
(Um mashup é um website ou uma aplicação web que usa conteúdo de mais de uma fonte para criar um novo serviço completo) ARAÚJO, Yara Rondon Guasque. Os espaços perceptivos nos quais interagimos. In: TRIVINHO, E.; CAZELOTO, E. (orgs.). A cibercultura e seu espelho. São Paulo: ABCiber; Instituto Itaú Cultural, 2009.
BARBIER, R. A pesquisa-ação. Trad. Lucie Didio. Brasília: Editora Plano, 2002.
BAUMAN, Zygmunt. Amor Líquido: sobre a fragilidade dos laços humanos. Rio de Janeiro: Zahar, 2004.
BAUMAN, Zygmunt. Mundo Consumo: ética Del individuo en la aldea global.Buenos Aires: Paidós, 2010.
BUARQUE, Cristóvan. Formação e invenção do professor no século XXI. São Paulo: Pearson, 2012.
CASTELLS, Manuel. A Sociedade em Rede - A era da informação: economia, sociedade e cultura; v. 1, 3a. Editora São Paulo, Paz e Terra, 1999.
CASTELLS, Manuel. A Era da Informação: o Poder da Identidade. São Paulo: Paz e Terra, 2002.
CORREA, E. Cibercultura: um novo saber ou uma nova ciência? In: TRIVINHO, E.; CAZELOTO, E. (orgs.). A cibercultura e seu espelho. São Paulo: ABCiber; Instituto Itaú Cultural, 2009
DRUCKER, P. The post-capitalist society. New York: HarperBusiness, 1993.
FANTIN, Mônica. Liga, Roda, Clica.Campinas, SP: Papirus, 2008.
FERRARA, Lucrécia D`Alessio. O espaço líquido. In: TRIVINHO, E.; CAZELOTO, E. (orgs.). A cibercultura e seu espelho. São Paulo: ABCiber; Instituto Itaú Cultural, 2009.
FERRENTINI, Fábio; ELIA, Marcos.(orgs). Projeto um computador por aluno: pesquisas e perspectivas. Rio de Janeiro : NCE/UFRJ, 2012.
LEMOS, André. Cibercultura como território recombinante. In: TRIVINHO, E.; CAZELOTO, E. (orgs.). A cibercultura e seu espelho. São Paulo: ABCiber; Instituto Itaú Cultural, 2009.
LEMOS, A. Cultura das redes: ciberensaios para o século XXI. Salvador: EDUFBA, 2002.
LEMOS, A. A cibercultura e seu espelho. Disponível em (http://abciber.org/publicacoes/livro1/a_cibercultura_e_seu_espelho.pdf)
LÉVY, P. Cibercultura. São Paulo: Ed. 34, 1999.
NEGROPONTE, N. A vida digital. São Paulo: Companhia das Letras, 1995. Referências Além da formação em mídias digitais interativas –

Conhecimentos sobre aprendizagem (conhecer profundamente pelo menos uma teoria de aprendizagem!!!)

Compreensão crítica e radical (das raízes) do contexto educativo (paradigmas) 6 - Algumas condições que podem favorecer um bom uso de mídias digitais interativas na Educação Estrutural (estrutura física das escolas, transportes, ...)
Tecnológico (equipamentos, instalações, manutenção)
Pedagógico (muitas mudanças (radicais!!!) na forma de ver como acontece o conhecimento, como as pessoas aprendem)
Sociabilidade (necessidade de muito trabalho em conjunto e muitas parcerias)
Gestão (suporte das gestões e suporte para gestão - do tempo, dos equipamentos, dos programas, das interações, do seu trabalhos, dos seus estudos,... da sua vida!) SUPORTE Dinâmica muito rápida na evolução do conteúdo.
Novos (e mais novos)
equipamentos e programas
Ausência dos fatores de controle
(Família, Igreja, Estado)
Presença de mídias (profusão!!!)

MENTE DOS ALUNOS
(baseado em Buarque (2013) e Sibilia (2012) Realidades na Escola por imersão
teoria vivida na ação
a emoção no centro de tudo (vivências)
tomadas de decisão
criação
autoria
...

Tudo bem diferente de sentar e ouvir,
de estruturas lineares, estáticas, escritas em preto e branco, sem tomadas de decisão, sem intervenção, sem CONTROLE ... Aprendizagens diferentes
Novas habilidades cognitivas?
Fátima Régis (2010)


TECNOLOGIAS DE COMUNICAÇÃO, ENTRETENIMENTO E COMPETÊNCIAS COGNITIVAS NA CIBERCULTURA
Em “A cibercultura em transformação”
Organização de Eugênio Trivinho. São Paulo: ABCiber ; Instituto Itaú Cultural, 2010. Estes recursos permitiram:

controle sobre o fluxo de informações,
mescla de comunidades virtuais e reais,
comunicaçao e
colaboração em rede,

de acordo com suas necessidades. Descobriram o mundo por meio de uma grande variedade de recursos tecnológicos:
muitos canais de televisão,
jogos de computador,
video games,
iPods,
sites,
Wikis,
blogs,
telefones celulares ... A
L
U
U
N
O
S Homo Zappiens (Ween, 2009)
Nativos digitais (Prensky, 2001)
Geração Digital (Tapscott, 1999) E a EDUCAÇÃO?
E os processos de aprendizagem?
E os processos de ensino? 5 – Aprendizagens no mundo digital Voltando para a história ... Hoje, que tipos de corpos e subjetividades a escola quer “forjar”? (como são os corpos e subjetividades hoje?)
Para que serve a escola? Valente (1999) –

Paradigma da produção em massa – do Fordismo - empurrar a produção – Push

Paradigma da produção “enxuta” – do puxar a produção - Pull E as escolas? Como surgiram? Na época da Revolução Industrial, a necessidade de ter
“corpos dóceis e úteis” (Foucault)
para trabalhar nas linhas de produção das fábricas, levou as crianças à escola. E as escolas? Como surgiram? Na Idade Média, escolas
reservadas para muito poucos,
sob a responsabilidade da Igreja,
funcionavam anexas às catedrais, ou nos mosteiros. E as escolas? Como surgiram? Por muito tempo, todo conhecimento era transmitido de  forma ORAL e para poucos. E as escolas? Como surgiram? Como a vida digital está transformando nossas vidas 1) Quanto e como as pessoas utilizam os recursos e equipamentos de tecnologia em sua vida?
2) Quais são as intenções que elas têm ao consumir os diversos produtos digitais?
3) Quanto os recursos digitais servem para moldar sua própria identidade. Papiro
Pergaminho
Papel
máquinas de impressão A história da tecnologia está intimamente relacionada com a história do homem. Mundo Digital Mas existiu mesmo um mundo que não era digital??? UMA EDUCAÇÃO PARA O SÉCULO XXI –
AS NOVAS TECNOLOGIAS NA EDUCAÇÃO
13ª CRE Regina Trilho Otero Xavier
Educação do Campo – Educação a Distância
UFPel Novas habilidades cognitivas?
novas competências cognitivas estão sendo desenvolvidas nas práticas comunicativas do entretenimento contemporâneo
cibertextuais,
lógicas,
criativas,
sensoriais e sociais.
(RÉGIS, 2010)

(estão sendo desenvolvidas FORA DA ESCOLA) Aprenderam a interpretar imagens antes de aprender a ler.
Possuem habilidades icônicas:
Telas coloridas
Imagens múltiplas
Som e movimento
Ícones piscantes
Hiperlinks
E até textos...

As estratégias para encontrar informação nesse mundo multimídia
são diferentes
das que os imigrantes digitais foram ensinados. - Geração que nasceu com o mouse e o controle remoto nas mãos (de 1990 para cá)

(Ween, 2009)
Zappiens – de zapear (ficar trocando de canais)

Aluno – pode ser (certamente será) um Homo zappiens Capacidades e habilidades desenvolvidas na época da TV e dos jogos (videogames) mais simples... Mais história (recente)...
3 - E as escolas? telégrafo ,
telefone,
rádio, televisão Átomos ou bits? A revolução dos bits Perguntas de Paula Sibilia em Redes ou Paredes (2012) Formas de interação diferentes
Estruturantes de um novo tipo de infância, de educação e de sociedade Homo Zappiens
Nativos digitais
Geração C Homo Zappiens
Nativos digitais
Geração C Homo Zappiens
Nativos digitais
Geração C Homo Zappiens
Nativos digitais
Geração C Homo Zappiens
Nativos digitais
Geração C Entender o mundo hoje – O mundo de "amanhã" dos educadores? Desenvolvimento de Aspectos de sociabilidade – Muito obrigada!!!
FIM
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