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GESTÃO DE ESTOQUE:“As ferramentas gerenciais da logística no processo administrativo do estoque"

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Alessandro Ribeiro

on 23 June 2015

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Transcript of GESTÃO DE ESTOQUE:“As ferramentas gerenciais da logística no processo administrativo do estoque"

“As ferramentas gerenciais da logística no processo administrativo do estoque.”
GESTÃO DE
ESTOQUE
Trabalho desenvolvido na área de Gestão de Estoque na empresa: Apexfil.
INTRODUÇÃO
Logística;
Estoque
Estoque mínimo;
Just in Time e
MBM
Apresenta dificuldades em gerenciar seus estoques:
Grandes quantidades de materiais obsoletos;
Desorganizados;
Não codificados e a
Falta de interatividade entre seus colaboradores e setores.
"Implantação das ferramentas da logística que possam administrar de forma inteligente o estoque, eliminando assim, custos com excedentes".
LOGÍSTICA
A expressão logística vem do grego
logos
, que tem como definição: razão, discurso, notadamente da palavra grega
logistiki
, significando: organização financeira e contabilidade.
“A logística se originou na Segunda Guerra Mundial, quando estava relacionada à movimentação e coordenação de tropas, armamentos e munições para os locais necessários”.(SLACK, 2006)
"É o ramo da gestão da qual suas atividades estão direcionadas para a Programação, Planejamento, Controle da Produção (PPCP)".
Revolução Industrial
(XVIII e XIX)
Desenvolvimento do capitalismo;

Empresa no contexto competitivo.
CADEIA DE SUPRIMENTOS
“A gestão das relações a montante e a jusante com fornecedores e clientes, para entregar mais valor ao cliente, a um custo menor para a cadeia de suprimentos como um todo”.Christopher (2009).
CUSTO X NÍVEL DE SERVIÇO
Transporte:
Modal
*Produto
Marítimo;
Ferroviário;
Dutoviário;
Rodoviário e
Aeroviário.
Instalação/ Localização:
Locais menores;
Descentralização
Capacitação dos trabalhadores;
Taxas e tarifas e
Condições da infraestrutura
Informação:
"As informações , proporcionam decisões eficientes nas operações das organizações".
C
MBM
Custo acessível;
Registra entrada e saída de mercadorias;
Insere métodos de codificações de produto;
Integra vários setores da empresa.
ESTOQUES
“Os estoques são pilhas de matérias-primas, insumos, componentes, produtos em processo e produtos acabados que existem em numerosos pontos ao longo dos canais logísticos de uma cadeia produtiva.” (FLEURY,2000)

UTILIDADE DOS ESTOQUES
TIPOS DE ESTOQUES
Matérias primas (MPs);
Produtos em processamento ou vias;
Semiacabados;
Materiais acabados e
Produtos acabados.
“A gestão de estoques planeja e controla materiais ou produtos que passarão pelo processo de produção ou que já se encontram prontos para serem vendidos para os clientes.”Slack et al.(2001)

Fornecedores:
Prazo;
Confiabilidade;
Qualidade.
Produto:
Tempo de produção;
Sazonalidade;
Depreciação.
Clientes e demanda;
Programa;
Recursos Humanos.
O QUE LEVAR EM CONTA NA HORA DE GERIR OS ESTOQUES
PRINCIPAIS FUNÇOES DA GESTÃO DE ESTOQUES
Lote de Compras
Lote é uma remessa composta por várias unidades de um mesmo material ou produto.
Lote Mínimo;
Lote Múltiplo;
Lote por lote;
Lote fixo;
Lote Econômico de Compras (LEC).
ESTOQUE MÍNIMO/SEGURANÇA
É a quantidade mínima para se estocar, garantindo a que a linha de processo produtivo não pare decorrente da falta de material, sem riscos de faltas. O que gera as faltas:
Oscilações no consumo;
Atraso no tempo de reposição;
Quando o controle de qualidade reprova um lote;
Quando há divergências no inventário.

Risco de um estoque mínimo baixo:

Falta de matérias;
Perda de vendas;
Despesas para entregar no prazo.

JUST IN TIME- NA HORA CERTA
Sistema Toyota de produção;
Nada deve ser produzido, transportado ou comprado antes da hora certa;
Auxilia na redução de custos no estoque e nos custos decorrentes do processo produtivo.
FLOW-RACK
Utilizado geralmente para armazenagem manual de caixas plásticas em conjunto com linhas de transportadores para produtos que serão embalados e posteriormente expedidos;
PUSH-BACK
Sistema de armazenamento por acumulação.
Ótimo aproveitamento do espaço;
Cada nível pode armazenar uma referência distinta.
Vantagens:
O sistema utilizado é o UEPS (último que entra primeiro que sai);
O estoque tem de ter uma grande ou media rotatividade.
Desvantagens
GESTÃO DE ESTOQUES
Classificação dos Estoques
"Os estoques das organizações são programados devido ao desequilíbrio entre o fornecimento e a demanda acarretando em diferentes classificações para os estoque conforme Slack, Chambers e Johnston (2007)".
Estoques de Proteção:
Estoques de Ciclo:
Estoque de Distribuição:
Visa compensar as incertezas de fornecimento e demanda.
Ocorre quando um ou mais estágios nas operações não conseguem fornecer simultaneamente todos os itens que produzem.
Em casos que não se podem transportar constantemente os materiais entre o ponto de fornecimento e o ponto de demanda, forma-se um estoque em trânsito ou estoque de canal de distribuição.
Estoque de distribuição ou Estoque em trânsito:
São aqueles que estão no canal de distribuição uma vez que se encontram entre o local da produção ou de estocagem original até o ponto final de estocagem ou exposição.
Estoque com Terceiros:
Quando determinado material está sob proteção de outra empresa, assim como quando os produtos estão sobre os cuidados de uma transportadora.

Estoque de Terceiros:
São os materiais que são de fornecedores ou clientes que estão estocados na empresa.
Estoque Obsoleto:
São materiais que se deterioraram, já passaram do prazo de validade, foram danificados ou que foram reprovados pelo controle de qualidade.
Tempo de Reposição
O tempo de reposição consiste quando se vai verificar o que seu estoque necessita de se repor, até a entrega efetiva deste material no almoxarifado da empresa. Assim este tempo pode ser dividido em três partes:
Emissão do pedido:
É tempo que leva desde que se emite um pedido de compra até ele chegar ao fornecedor.
Preparação do Pedido:
É o tempo que se leva o fornecedor para fabricar um produto e o deixá-lo pronto em condições de ser transportado
Transporte:
É o tempo de saída do fornecedor até a chegada do recebimento dos materiais até a empresa.
A armazenagem de materiais compreende dois tipos de custos:
Custo do estoque
Quando a empresa mantém estoques que não são necessários, ocorre um desaproveitamento de estoque, o que vai significar uma perda de espaço físico assim como perdas de investimento.
Custos variáveis:
São os custos de operação das maquinas manutenção dos equipamentos, manutenção com estoques, instalações e deterioração
Custos fixos:
Equipamentos de armazenagem e manutenção, seguros, folha de pagamentos e utilização do imóvel e mobiliário. Espaço utilizado.
Em relação aos custos associados à gestão de estoques, estes podem ser separados em duas áreas principais:
Custo de manutenção de Estoque
Custos proporcionais a quantidade armazenada e ao tempo que esta fica em estoque.
Custo de falta
Custos derivados de quando não existe estoque suficiente para satisfazer a procura dos clientes em um dado período de tempo.
Gestão de Demanda
“O termo “Gestão de Demanda” tem como objetivo coordenar e controlar todos os fatores da demanda para que o sistema produtivo possa ser utilizado com eficiência e para que os prazos de entrega de produtos sejam cumpridos. A longo prazo, a Gestão de Demanda serve como base para decisões estratégicas, tais como criação de novos produtos ou ampliação das instalações” (Cox et al. 1998).
Prever a demanda
É a função do negócio que se preocupa em predizer as vendas e o uso de produtos de forma que eles possam ser comprados ou manufaturados adiantadamente nas quantidades apropriadas.
Prazos de entrega
Para que a data de entrega do produto seja confiável, é necessário que se tenha dados corretos de data, quantidade e qualidade, e também previsão de entregas de matéria-prima e que o sistema da empresa esteja em um funcionamento de conceito.
Priorizar e alocar
A ideia por trás da Gestão de Demanda e da programação mestre é satisfazer toda demanda dos clientes. De qualquer forma, se acontece uma situação em que não há produto suficientemente disponível ou que os materiais e recursos necessários para produzir o produto requerido não estão disponíveis, a decisão de qual cliente atender e de qual terá de esperar deverá ser tomada.
Nível de serviços ao cliente
O conceito de planejamento do nível de serviços aos clientes relaciona-se, basicamente, com a disponibilidade do produto final, principalmente em termos de quantidade e de confiabilidade dos prazos de entrega. (Vollmann et al., 1997).
ESTUDO DE CASO APEXFIL
A História da Apexfil
Apexfil , empresa atuante no ramo de filtração industrial;
Fundada no ano de 1992, na vila Guilherme-SP e posteriormente com sua expansão transferiu-se para Vila Maria-SP no ano de 2001 e 2002;
Ficou entre as “Top Five” da revista Nei (Revista do ramo);
Em 2002 conquistou as certificações ISSO 9001-2000,
No ano de 2012, por motivo estratégico, transferiu-se para cidade de Atibaia-SP .
O sistema do estoque da empresa atualmente
No dia 15 de setembro de 2014, foi realizada uma entrevista com gestor.
Realiza as compras da matéria primas, antes mesmo da aprovação do cliente.
Caso ocorram mudanças nos projetos, a matéria prima se torna obsoleta.
Não há um controle rígido do estoque, fazendo com que os colaboradores não tenham um real conhecimento do mesmo;
O método de controle é apenas planilha de Excel, e não se tem controle de entrada e saída de qualquer tipo de material.
O inventario é feito uma vez por ano.
A sugestão de sistemas
Estoque mínimo: Para produtos utilizados continuamente;
Just in Time: Para materiais específicos;
MBM: integração dos departamentos onde os colaboradores terão o real conhecimento do que precisa ser realizado e comprado.
CONCLUSÃO
"A gestão de estoque, possui uma importância relevante, tendo em vista que esta trata de uma parcela do ativo da organização".
Ferramentas proposta pelo grupo:
Estoque mínimo
Just in Time e
MBM
"Uma empresa pode apresentar maior faturamento e um excelente serviço ao cliente com o uso de ferramentas corretas de controle de estoque e de um bom sistema de informação que consiga captar o real contexto da organização".
... a expectativa construída ao término deste trabalho é que o mesmo possa contribuir para:

Aprimorar os métodos de armazenagem;
Captar novos clientes por consequência das sugestões do grupo e o
Crescimento da empresa no ramo atuante.
Alessandro;
Clecio e
Letícia.
Antes do processo de melhoramento da gestão de estoques da empresa
Galpão antes do processo de melhoria
Prateleiras desorganizadas
Durante o processo de melhoramento da gestão de estoques
Parafusos, porcas e arruelas durante processo de melhoramento
Materiais em processo de separação
Depois da implantação dos sistemas
Peças arrumadas
Galpão arrumado
Imagens:
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS E WEBGRÁFICAS
ARNOLD, J. R.; CHAPMAN, S. N. Introduction to Materials Management. Columbus: Prentice Hall, 2001.
BALLOU, Ronald H. Logística empresarial: transportes, administração de materiais e distribuição física. São Paulo: Atlas, 1993.
BALLOU, Ronald H- Gerencia da cadeia de suprimentos: planejamento, organização e logística empresarial, trad. Elias Pereira. – 4. ed. – Porto Alegre: Bookman, 2001.
BALLOU, Ronald H. Gerenciamento da cadeia de suprimentos: planejamento, organização e logística empresarial. 4. ed. Porto Alegre: Bookman, 2001. p. 249-252.
CAMPOS, Luiz Fernando Rodrigues. Logística: Teia de Relações / Luiz Fernando Rodrigues, Caroline V de Macedo Brasil - Curitiba :Ibpex, 2007.
CHASE, R. B.; AQUILANO, N. J. Dirección y Administración de la Producción y de las Operaciones. Cidade do México: McGraw-Hill, 1995.
CHING, Hong Yuh – Gestão de estoques na cadeia de logística integrada – supply chain – 2a ed. São Paulo: Atlas, 2001.
CORRÊA, H. L.; GIANESI, I. G. N. Just in Time, MRP II e OPT - um enfoque estratégico. São Paulo: Atlas, 2. ed., 1996.
COX, J. F.; BLACKSTONE, J. H., Jr. APICS Dictionary - Ninth Edition. Alexandria, VA: APICS, 1998.
FERREIRA, José Ângelo – Custos industriais: uma ênfase gerencial [Em linha]. São Paulo: Editora STS, 2007.
FLEURY, P. F., WANKE P., FIGUEIREDO K. F., 2000, Logística Empresarial: A Perspectiva Brasileira. 4ª ed., São Paulo, Editora Atlas.
GOMES, Carlos Francisco Simões; RIBEIRO, Priscilla Cristina Cabral – Gestão da cadeia de suprimentos integrada à tecnologia da informação [Em linha]. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, 2004.
PROUD, J. F. Master Scheduling. New York: Jonh Wiley & Sons, 1999.
SANTA Eulália, L. A. Uma Contribuição para a Formalização do Processo de Gestão de Demanda no Âmbito do Planejamento e Controle da Produção. 2001. 151p. Qualificação (Mestrado) - Escola de Engenharia de São Carlos, Universidade de São Paulo, São Carlos, 2001.
SLACK, Nigel, CHAMBERS, Stuart, HARLAND, Christine, HARRISON, Alan, JOHNSTON, Robert. Administração da Produção, São Paulo – SP: Editora Atlas S.A., 1997.
SLACK, N. CHAMBERS& S. JOHNSTON, R. Administração da Produção. São Paulo: Atlas, 2007.
VENDRAME, F. C. Administração de Recursos Materiais e Patrimoniais, 2008. Apostila da Disciplina de Administração, Faculdades Salesianas de Lins.
VOLLMANN, T. E.; BERRY, W. L.; WHYBARK, D. C. Manufacturing Planning And Control Systems. New York: Irwin/McGraw-Hill, 1997.
https://www.tsestoque.com.br/blog/index.php/voce-sabe-o-que-e-peps-e-como-ele-auxilia-na-gestao-seu-estoque/.Acessoem: 15/11/2014.
http://www.suapesquisas.com/o_que_e/logisticas.htm .Acesso em 21/03/2015;
http://www.significados.com.br/logistica/.Acesso em 21/03/2015
http://queconceitos.com.br/logistica.Acessoem 27/10/2014
http://www.logisticadescomplicada.com/o-que-e-logistica/.Acesso em:15/02/2015
http://www.logisticadescomplicadas.com/da-logistica-integrada-a-gestao-da-cadeia-de-suprimentos/.Acesso em 17/03/2015
EQUIPE:
Retira se na sequência em que foi colocado (FIFO);
É um sistema ideal para rotação de pequenos volumes fracionados.
Tópicos
abordados
Aumento da produtividade.
Estudo de caso e
Conclusão.
Promovem uma maior satisfação dos clientes:
Diminuir o tempo de entrega do produto ao cliente:
Controlam as oscilações de preços e a sazonalidade dos produtos.
Contabilizar o número de itens;
Quantidade de estoque que será necessário para um período pré-determinado;
Acionar o departamento de compras;
Receber, armazenar e atender;
Manter inventários.
Orientado pelo Professor: Tudela.
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