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Cuidados de Enfermagem no Transoperatório

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by

Hannah Karina

on 20 March 2016

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Transcript of Cuidados de Enfermagem no Transoperatório

Cuidados de Enfermagem no Transoperatório
Prof.ª Hannah Karina
hannahkarina@hotmail.com
(96) 9 8117 6117

Transoperatório
Fase de Recebimento do Paciente no Centro Cirúrgico
Fase Intraoperatória
O Ambiente Cirúrgico
Complicações Intraoperatórias Potenciais

Obs.: Montagem da Sala e Anestesia são inseridos nessa etapa, porém trabalhados em aulas diferentes, conteúdo a parte.
Fase de Recebimento do Paciente no Centro Cirúrgico
Fase Intraoperatória
O Ambiente Cirúrgico
Princípios da Assepsia Cirúrgica:
Controle Ambiental
Diretrizes Básicas para Manter Assepsia Cirúrgica

Perigos para a Saúde Associados ao Ambiente Cirúrgico:
Risco do Laser
Exposição ao Sangue e ao Líquidos Orgânicos
Alergia ao Látex
Complicações Intraoperatórias Potenciais
Identificação do Paciente
Se apresenta
Compara dados de identificação do prontuário com pulseira e informações pessoais / cirúrgicas
Inicia/continua Check-List
Análise da ficha pré-operatória
Atentar para identificação de problemas de enfermagem para serem atendidos nesse período
Análise da Evolução e Prescrição de Enfermagem da Unidade de Origem
Analisar resultado do preparo pré-operatório
Efeitos da indicação pré-anestésica
Averiguar como paciente passou a noite, período anterior ao procedimento
Checar remoção de prótese, grampos de cabelo, adornos, lentes de contato, bolas de chiclete, esmalte, roupa pessoal
Observar preparo da área cirúrgica (tricotomia, antissepsia, proteção com compresa estéril)
Verificar existência e funcionalidade dos sistemas de infusão endovenosa e drenagem, horário da última micção e alimentação
Interação Enfermeiro-Paciente
Análise do Prontuário do Paciente
Atentar para comunicação verbal e não-verbal
Avaliar nível de ansiedade
Dispor a ouvi-lo
Reforçar orientações
Transmitir segurança
Assegurar-se da existência de toda documentação necessária
Consentimento, histórico de enfermagem e médico, resultados de exames, avaliação pré, prescrição médica e de enfermagem
Início e durante o procedimento:
Puncionar veia, auxiliar na instalação do soros
Auxiliar o anestesiologista na indução e manutenção da anestesia
Posicionamento correto do paciente
Cateterismo vesical, quando necessário
Paramentação da equipe cirúrgica
Antissepsia da área operatória
Colocação da placa dispersiva do gerador eletrocirúrgico
Colocação dos campos cirúrgicos
Provisão de artigos e equipamentos para o ato operatório
Ambiente asséptico, iluminado, calmo
Preenchimento de ficha transoperatória / check-list
Final do Procedimento:
Avisar paciente do término do procedimento
Curativo cirúrgico
Retirar equipamentos, campos que estão sobre o paciente
Posição dorsal
Verificar permeabilidade, fixação e drenagem de sondas, drenos e cateteres
Remover placa dispersiva
Cobrir, aquecer e promover conforto do paciente
Auxiliar anestesiologista na manutenção da permeabilidade das vias aéreas superiores
Controlar permeabilidade, fixação e gotejamento das infusões e irrigações
Organizar e realizar anotações/registros no prontuário
Avisar unidade de destino (RPA/UTI) do término do procedimento e transporte
Controle Ambiental
Diretrizes Básicas para Manter Assepsia Cirúrgica
Risco do Laser / Radioatividade
Exposição ao Sangue e ao Líquidos Orgânicos
Alergia ao Látex
Limpeza minunciosa
Esterilização com qualidade
Transmissão de bactérias pelo ar
Ventilação: 15 trocas de ar/hora
Filtros de ar de alta eficiência
Movimentação física restrita > circulação desnecessária
Temperatura: entre 20 a 24 ºC
Umidade: entre 30 a 60%
Vigilância constante
Todos os materiais e equipamentos inseridos no campo devem ser estéreis, contato único/contaminação
Capotes: estéreis na parte frontal (tórax à nível do campo), mangas > 5 cm acima do cotovelo até punho
Campos estéreis: mantém somente superfície superior estéril
Artigos e suprimentos dispensados no campo estéril
Movimentos da equipe cirúrgica: estéreis e não estéreis, delimitação de área
Movimento ao redor não deve contaminar, distância mínima de 30 cm
Barreira estéril rompida = área contaminada
Na dúvida = não estéril = troca
Medidas de segurança
Sinais de advertência: claros, identificáveis
Redução da exposição
Proteção
Risco de incêndio, fontes elétricas
Parametros modificados: SIDA
Utilizaçao de luva dupla: trauma, fragmentos osseos
Escovaçao rotineira
Botas de borracha, avental impermeavel, protetores de manga
Oculos, capacete com escudo facial ou com mascara
Identificaço precoce
Preparaço de carrinho de suprimentos
Manutençao das precauçoes contra a alergia durante toda a experiencia cirurgica
Produtos isentos de latex
Náuseas e Vômitos
Engasgo: vira-se o paciente de lado, abaixa a cabeceira, recipiente para coletar vômito
Aspiração: remover saliva e conteúdo gástrico
Novos anestésicos: redução da incidência (sem maneira única de evitar)
Administração de antieméticos no pré ou intra
Se aspira vômito: crise semelhante a asma, espasmos brônquicos graves e sibilância > pneumonite, edema pulmonar = hipóxia extrema
Volume e acidez: extensão da lesão pulmonar
Anafilaxia
Substância estranha > reação anafilática
Medicamentos: causas mais comuns (estar ciente de usos)
Reação em resposta à medicamentos, látex, etc.
Reação alérgica aguda com risco de vida
Selantes de fibrina (uso em suturas): grande prevalência
Observar: alteração nos sinais vitais e sintomas
Hipóxia e Outras Complicações Respiratórias
Anestesia geral: ventilação inadequada, oclusão de via aérea, intubação inadvertida do esôfago e hipóxia
Troca de gases comprometida: depressão respiratória (anestésicos), aspiração de secreções, posição do paciente na mesa cirúrgica
Variação anatômica: dificultar visualização (intubação)
Asfixia: corpos estranhos, espasmo de cordas vocais, relaxamento da língua, aspiração
Lesão cerebral em minutos
Monitoração de SpO2
Verificação de perfusão periférica
Hipotermia
Anestesia: Temperatura cai
Metabolismo da glicose é reduzido = acidose metabólica
Hiportermia: < 36,6ºC
Resultado de temperatura baixa na sala de cirurgia, infusão de líquidos frios, inalação de gases frios, cavidades/feridas abertas, atividade muscular diminuída, idade avançada ou agentes farmacêuticos
Intencionalmente induzida: cirurgias cardíacas - para reduzir taxa metabólica e demandas energéticas
Acidental > Intervenção: minimizar ou reverter o processo fisiológico
Intencional: retorno seguro ao padrão (temperatura da sala, infusões aquecidas, campos molhados são removidos)
Aquecimento de maneira gradual, sem rapidez
Monitoração: temperatura, débito urinário, ECG, PA, gasometria arterial
Hipertermia Maligna
Distúrbio muscular herdado e raro
Quimicamente induzido pelos agentes anestésicos
Pessoas suscetíveis: músculos volumosos e fortes, história de cãibras musculares, fraqueza muscular, elevação de temperatura inexplicada
Manifestações clínicas: taquicardia (>150bpm), arritmia ventricular, hipotensão,débito cardíaco diminuído, oligúria, parada cardíaca
Rigidez de movimentos, mandíbula
Elevação da temperatura: sinal tardio
1 a 2ºC a cada 5 minutos, pode exceder a 42ºC
Coagulação Intravascular Disseminada
Denominada como Coagulopatia
Condição com risco de vida
Formação de trombo na microcirculação e depleção de proteínas da coagulação > hemorragia
Causa exata desconhecida
Fatores predisponentes: trauma maciço, transfusão maciça, envolvimento renal ou hepático, eventos embólicos e choque
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