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Saúde Bucal na ESF

Atenção Básica
by

Thaís Rossi

on 11 March 2013

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Transcript of Saúde Bucal na ESF

Atenção Básica Saúde Bucal How this could be useful in dental hygene?
Understanding patients emotional/ physical needs.
Good conversation with patients
Keep patients coming back by establishing positive relationships APS / AB Organização da SB Após a PNSB Aspecto fundamental para efetivação da Atenção Básica é a promoção de saúde, que é uma estratégia de articulação transversal que objetiva a melhoria na qualidade de vida e a redução da vulnerabilidade e dos riscos à saúde, por meio da construção de políticas públicas saudáveis, que levem a população a ter melhorias no modo de viver: condições de trabalho, habitação, educação, lazer, cultura, acesso a bens e serviços essenciais. Fundamentos: Fundamentos Saúde Bucal na Estratégia de Saúde da Família. Atributos da AP A Atenção Básica considera o sujeito em sua singularidade, na complexidade, na integralidade e na inserção sócio-cultural e busca a promoção de sua saúde, a prevenção e tratamento de doenças e a redução de danos ou de sofrimentos que possam comprometer suas possibilidades de viver de modo saudável. PLANEJAMENTO:

Compreensão da realidade, problemas e necessidades da população;
Permite análise dos problemas e plano de ação;
Ações estratégicas, implementação, monitoramento e avaliação. Monitoramento e Avaliação Durante muitos anos, a inserção da SB no SUS deu-se de forma paralela e afastada dos demais serviços.
Esforço de maior integração.
Revisão das práticas assistenciais que incorporam a abordagem familiar. Distorçoes no conceito de Atenção Primária (Alma-Ata).
No Brasil, o MS, denomina a AP de AB. O CD e sua equipe Primeiro contato.
Longitudinalidade.
Integralidade.
Abrangência.
Coordenação.
Competência Cultural.
Centralização na família.
Orientação cultural. I- Possibilitar o acesso universal e contínuo a serviços de saúde de qualidade e resolutivos, caracterizados como a porta de entrada preferencial do sistema de saúde, com território adscrito de forma a permitir o planejamento e a programação descentralizada, em consonância com o princípio da equidade.

II- Efetivar a integralidade em seus vários aspectos, a saber: integração de ações programáticas e demanda espontânea; articulação das ações de promoção à saúde, prevenção de agravos, vigilância à saúde, tratamento e reabilitação, trabalho de forma interdisciplinar e em equipe, e coordenação da rede de cuidados e serviços.

III-Desenvolver relações de vínculo e responsabilização entre as equipes e a população adscrita garantino a continuidade das ações de saúde e a longitudinalidade do cuidado.

IV- Valorizar os profissionais de saúde por meio do estímulo e do acompanhamento constante de sua formação e capacitação.

V- Realizar avaliação e acompanhamento sistemático dos resultados alcançados, como parte do processo de planejamento e programação.

VI- Estimular a participação popular e o controle social. Destaque:
O cuidado como eixo de reorientação do modelo.
A Humanização do processo de trabalho.
A co-responsabilização dos serviços.
O desenvolvimento de ações voltadas para as linhas do cuidado, como por exemplo, da criança, do adolescente, do adulto, do idoso.
Desenvolvimento de ações complementares e imprescindíveis voltadas para as condições especiais de vida como saúde da mulher, saúde do trabalhador, portadores de necessidades especiais, hipertensos, diabéticos, dentre outras. REFERÊNCIAS: Profa. Thaís Aranha Atenção básica é definida por conjunto de ações, individual ou coletivo, situadas no primeiro nível de atenção dos sistemas de saúde, voltadas para a promoção da saúde, a prevenção de agravos, o diagnóstico, o tratamento, a reabilitação e a manutenção da saúde (Brasil, 2006). Outros princípios: O êxito do planejamento depende da implicação de profissionais, lideranças e/ou representantes da comunidade. Além da compreensão do “por que” planejar, é preciso saber “como” planejar. Não se planeja individualmente, de forma intuitiva e pouco sistematizada, sem socializar institucionalmente os projetos elaborados. O planejamento necessita ser realizado em linguagem compreendida e compartilhada por todos, objetivando a parceria em todos os momentos Epidemiologia Para subsidiar o planejamento com dados da realidade populacional recomendase a realização de levantamentos epidemiológicos, levantamento de necessidades imediatas e a avaliação de risco. Importância do SI. Rotina das Equipes de Saúde da Família:

- A realização e atualização de mapeamento da área de abrangência com identificação das áreas de risco e vulnerabilidade.
- O cadastro das famílias e a atualização constante das informações.
- A identificação de pessoas e famílias em situação de risco e vulnerabilidade.
- A análise situacional da área de abrangência.
- Acompanhamento mensal das famílias, a partir de visitas domiciliares realizadas Brasil. Ministério da Saúde. Diretrizes da Política Nacional de Saúde Bucal. Brasília: Ministério da Saúde, 2004.
Brasil. Ministério da Saúde. Caderno de Atenção Básica 17. Brasília: Ministério da Saúde, 2006.
Giovanella, L. Políticas e sistemas de saúde no Brasil. Editora Fiocruz, 2010.
Starfield, B. Atenção Primária: Equilíbrio entre necessidades da saúde, serviços e tecnologia. Ministério da Saúde/Unesco. Brasília, 2004. A avaliação em saúde tem como propósito fundamental dar suporte a todo processo decisório no âmbito do Sistema de Saúde e por isso deve subsidiar a identificação de problemas e a reorientação de ações e serviços desenvolvidos, avaliar a incorporaçãode novas práticas sanitárias na rotina de profissionais e mensurar o impacto das ações implementadas pelos serviços e programas sobre o estado de saúde da população. Papel dos Sistemas de Informação Sistema de Informação em Saúde é “um conjunto de mecanismos de coleta, processamento e armazenamento de dados, visando à produção e à transmissão de informações para a tomada de decisões sobre as ações a serem realizadas, avaliando os resultados da sua execução e o impacto provocado na situação de saúde” (ENSP/FIOCRUZ, 1998). Ao município compete alimentar regularmente os sistemas de informação do Ministério da Saúde. Estes sistemas têm papel fundamental na avaliação e monitoramento das equipes de saúde e devem servir como ferramenta de intervenção nos planejamentos locais. Sistema de Informações da Atenção Básica (SIAB) SI da ESF;
Conhecimento da população acompanhada;
Na SB, deve ser alimentada pela ESB;
Atenção para preenchimento diário correto de todos os procedimentos e atividades realizadas;
Adoção de mapas diários individuais faz com que cada um dos membros da ESB possa discutir sua atuação;
Conceitos importantes: família, domicílio, peridomicílio, área, microárea, área.
Instrumentos de coleta:
cadastramento das famílias - ficha A;
acompanhamento de gestantes - ficha B-GES;
acompanhamento de diabéticos - fichaB-DIA;
acompanhamento de pacientes com tuberculose - Ficha B-TB;
acompanhamento de crianças - Ficha C (Cartão da criança);
registro de atividades, procedimentos e notificações - Ficha D. Indicadores de Saúde Bucal na Atenção Básica * Encaminhamento da Saúde Bucal Equipe de SB Modalidades: CD TSB ASB Historicamente, as práticas da Saúde Bucal no Setor Saúde indicam que ela foi desenvolvida a distância, sendo feita praticamente entre quatro paredes, restrita à prática do cirurgião dentista com seu equipamento odontológico. Atualmente, a incorporação das ações de Saúde Bucal pelas Equipes da Família visa transpor esse modelo de organização e prática anterior, sendo altamente desafiador e difícil, na medida em que procura integrar a prática dos profissionais da equipe. Competências do CD: Competências do TSB: Competências do ASB: Organização da demanda Campo de atuação Unificar a porta de entrada com a área médica e de enfermagem:
Promoção da saúde;
Prevenção de doenças;
Apropriação do território-família-comunidade;
Planejamento conjunto das ações;
Ações da SB integradas às outras da USF. Garantir acesso à demanda espontânea:
A SB deve acolher a demanda espontânea e casos de urgência;
Acolhimento em todos os locais do serviço, reorganizar a porta de entrada - repensar fichas, triagem, ordem de chegada, etc... Desenvolver ações programadas em grupos prioritários;
Reordenar a Atenção secundária;
Organizar a atenção domiciliar:
Visitas domiciliares devem ser agendadas e realizadas quando necessário; Ações Intersetoriais:
Impacto social e ambiental
Desenvolvimento social;
Fluoretação das águas;
Saneamento básico;
Combate ao fumo e álcool;
Dietas saudáveis;
Proteção ao trabalho;
Educação em SB ao escolar. Ações educativas:
Fortalecer a autonomia dos usuários.
Abordar: principais doenças bucais - como se manifestam e se previnem; importância do autocuidado, da higiene bucal; orientações gerais sobre dieta; orientações sobre auto-exame da boca; cuidados imediatos após traumatismos dentários; prevenção à exposição do sol sem proteção; prevenção ao uso de alcool e fumo. Ações de Promoção da Saúde:
Criação de ambientes saudáveis que conduzam à saúde;
Construção de Políticas saudáveis;
Fortalecimento de ações comunitárias;
Desenvolvimento de habilidades pessoais;
Reorientação dos serviços de saúde;
Reduzir desigualdades sociais. Ações Assistenciais:
Intervenções Clínicas curativas, de cunho individual ou coletivo, o fertadas de maneira a impactar os principais problemas de saúde da população.
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