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Roma: Monarquia, República, Império e a vida cultural

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Ricardo Silva dos Santos

on 21 February 2017

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Transcript of Roma: Monarquia, República, Império e a vida cultural

Experiência e trabalho
Período republicano
Organização administrativa e cargos
Tribunato da Plebe
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Os plebeus fazem reivindicações aos patrícios de forma organizada, as vezes violenta.
Em 494 a.C. os plebeus se recusam a defender Roma de uma ameaça estrangeira.

Criaram uma liga de cidades que influenciou o período monárquico da história de Roma, a formação foi uma lenta mistura de (etruscos,latinos,sabinos, entre outros)
Os três últimos reis desse tempo eram de origems etrusca:
Tarquínio, o Velho, Sérvio Túlio e Tarquínio, o Soberbo.
Código Civil
códigos legislação leis
A necessidade de estabelecer uma organização administrativa para a Roma republicana deu origem às magistraturas, cargos públicos ocupados, na maioria das vezes, pela elite patrícia.
450 a.C. a
Lei das Doze Tábuas

A reforma política
O povo romano estava dividido em 21 tribos (distritos) urbanos e rurais. O número de tribos rurais aumentava à medida que o território romano (
ager romanus
) se expandia por meio das conquistas militares.
Período monárquico
Por volta do ano 900 a.C. região central da península Itálica era dominada pelos etruscos, praticavam agricultura e a metalurgia também organizaram o comércio local.
445 a.C. foi instituída a Lei Canuleia
Conflitos sociais e a conquista de direitos políticos.
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Era permitido o casamento entre patrícios.
Roma: Monarquia, República, Império e a vida cultural.

Estrutura político-social
A organização política de Roma era composta do Senado e da Assembleia popular, órgãos que reuniam as três principais tribos romanas:
Tícios (sabinos), a dos Ramnes (romanos) e a dos Luceres. Ambos tinham caráter consultivo, cabia a rei as funções políticas, religiosas e militares.
A coleta de impostos e recrutamento militar tinha nas tribos a sua base, as quais dispunham de assembleias próprias para discussão pública e votar leis.
Sai Tarquínio, o Soberbo, e, entram os magistrados, no de 509 a.C. foi instituída a República romana, o povo livre estava dividido entre
Patrícios e Plebeus
.
A construção de um povo
Patrícios, descendentes dos fundadores da cidade (famílias ricas dominavam grande parte das propriedades.
Plebeus, pequenos proprietários, comerciantes e artesãos, que não tinham direito à participação política.
Alguns plebeus tornaram-se dependentes dos patrícios, criando relações de subordinação e proteção, apesar de livres eram chamados de
clientes
.
Havia ainda outro grupo social: os escravos (capturados durante as guerras)
Res publica

(em latim res publica,coisa pública, propriedade do povo)
Com a República, o Senado romano tornou-se a instituição política mais importante.
O cargo de senador, desempenhado pelos homens mais velhos das famílias patrícias, era vitalício.
Em seu governo, os patrícios foram mantidos à margem do poder político.
Por essa razão, eles o derrubaram do poder em 509 a.C., por meio de um golpe de Estado, e instituíram a República.
Esta organização política da República de Roma, era marcada pelo relativo equilíbrio entre os três poderes: o dos magistrados - o do Senado e o do povo (ou Assembleia Popular).
A Assembleia Centuriata outra instituição republicana, composta pelas centúrias, batalhões constituídos em média 100 homens, sua função era indicar magistrados e tomar decisões sobre conflitos.
Expansionismo republicano
Era necessário um exército forte e combativo, os plebeus eram o maior contingente.
As vitórias se acumulavam no decorrer das batalhas:
Conquistas ficavam com a elite patrícia

Os plebeus se queixavam, vitória não eram acompanhadas de benefícios materiais, custos sociais aumentavam.

Foi criado o
Tribunato da Plebe
(
Concilium Plebis
), era uma nova magistratura com direito de veto às decisões do Senado, houve pressão sobre o Senado a favor dos plebeus culminando com a elaboração das leis escritas para Roma.

A proibição do casamento era resultado tanto da tradição polític quanto religiosa de Roma.
Entre os anos 367-366 a.C., os tribunos da plebe Licínio e Séxtio criaram leis que foram chamadas de
Leis Licínias
Após essas leis, novas terras conquistadas foram distribuídas principalmente entre os plebeus, e o consulado, já restaurado, abriu-se então à mesma classe: tanto plebeus quanto patrícios podiam ser eleitos para ele.
Nesta época todos os cidadãos romanos receberam o direito, conhecido como jus provocationis, apelar para a asembleia popular contra uma sentença de morte aprovada pelos cônsules.
A
Lei das Doze Tábuas
constitui a origem do direito romano.

As leis eram aplicadas na República Romana pelos pontífices e representantes da classe dos patrícios que as guardavam em segredo.

Em especial, eram majoritariamente aplicadas contra os plebeus. Por esse motivo, um plebeu de nome Terentílio propôs no ano de 462 a.C. que houvesse uma compilação e publicação de um código legal oficial.

A iniciativa visava permitir que os plebeus também conhecessem as leis e impedir o abuso que era feito delas pelos pontífices e patrícios.
A expansão territorial de Roma se intensificou no período republicano, tanto pela força militar quanto pela habilidade diplomática estabelecendo alianças e "reinos-clientes".

As conquistas foram gradativas, entre os séculos VI
a.C e
II a.C Roma consolidou o poder na península Itálica.

As Guerras Púnicas e a afirmação do poderio romano além da área peninsular.

A região ocidental do Mediterrâneo, como o norte da África e a península Ibérica caíram sob o domínio romano.

A expansão romana levou riqueza à cidade, mas também aumentou os conflitos entre patrícios e plebeus.

A desigualdade entre ricos e pobres [...] aumentaram as tensões sociais.

Os resultados da expansão territorial.
Como resultado das campanhas militares romanas, as áreas conquistadas foram transformadas em províncias, seus habitantes (não escravizados) socialmente eram controlados pelo Estado romano.
O aumento do número de escravos se tornou a base produtiva da economia romana, assim o aumento do número de propriedades e da produção não beneficiou a maioria da população, a aristocracia concentrava toda riqueza produzida.
Os sinais de colapso da economia romana, o aumento da oferta na cidade empurrou os preços para baixo, provocando uma crise de deflação que penalizaria principalmente a camada popular.

A política expansionista e o intenso comércio com as províncias originou um novo segmento social,
ordem equestre
, formado por plebeus enriquecidos, que passariam a pressionar a elite patrícia por poder.
A guerra civil do Estado romano contra a classe senatorial. Além dos conflitos entre patricios e plebeus, havia também revoltas nas cidades aliadas de península itálica (Guerra Social ou Guerra dos Aliados)
A insatisfação das camadas populares, o grande número de pobres nas grandes cidades, somado aos pequenos proprietários das províncias que não resistiram à concorrência dos latifundiários, deixou o sistema republicano em crise.
O Primeiro Triunvirato
Pompeo
Julio Cesar
Crasso
Os triunviratos
O Primeiro Triunvirato, visava fortalecer seus membros para que pudessem assumir o poder e organizar uma nova forma de governo. (Júlio César 100-44 a.C. / Pompeo 106-48 a.C. e Crasso)
Em 53 a.C. Crasso morre em uma batalha no Oriente, Pompeo que tinha o apoio do Senado (com o passar do tempo perdeu poder e popularidade) entrou em conflito com César e morreu em uma batalha. Cesar tem o apoio popular e é proclamado ditador.
A insatisfação do Senado, o poder de César e o assassinato.
Em 44 a.C César foi morto.
Tu quoque, Brute, fili mi?
(Até tu, Brutus, meu filho?)

Era o início de mais uma guerra civil em Roma, com essa crise política foi possível o estabelecimento do
Segundo Triunvirato
.

Marco Antônio (83-30 a.C), Otávio (63 a.C à 14 d.C, sobrinho-neto de César) e Marco Lépido (-77 a.C, o novo triirato não foi eficaz - a República já demonstrava sinais de conflito, resultando na morte de Marco Antonio, em 27 a.C.
O apogeu de Roma: o Império
Alto Império
- o auge do império (séculos I a.C. a III d.C)
- a crise do Império (século III a V d.C), denominado
Baixo Império
.
Manteve algumas estruturas republicanas para acalmar
os ânimo da elite patrícia (Senado e algumas magistraturas.
Em 27 a.C., Otávio foi aclamado pelo Senado, tornou-se o único governante de Roma. Recebeu o título de Augusto (sagrado) e foi reconhecido como
princeps senatus
(primeiro do Senado).
Os vários títulos garantiram o reconhecimento de Otávio Augusto como imperador. Tornou-se comandante supremo do exército.
O apoio do Exército e a
guarda pretoriana
.
A crise do Estado romano
A partir de 133 a.C estes conflitos agravaram o risco de desequilíbrio político entre os três núcleos de poder estabelecidos antes: povo - Senado - magistrados.
Pax Romana
Estava assentada em um tripé de ações:

> No âmbito interno, o Estado passou sistemáticamente a distribuir trigo, de forma gratuita à plebe urbana.
Paralelamente um número cada vez maior de circos (Coliseus) era construído nas províncias.

> As províncias foram pacificadas, os encargos tributários sobre elas foram reduzidos e o sistema de cobrança de impostos foi alterado, além disso grandes obras nas cidades para embelezá-las e também melhorar a condição de vida dos habitantes: pontes, aquedutos e estradas foram construídas. As estradas espalhavam-se por todo o império Romano, o que facilitou a comunicação e a circulação de mercadorias e pessoas.
Foi estimulado o uso do latim e à extensão da cidadania romana aos habitantes do Império, formavam assim a segunda vertente do tripé de ações da Pax
Romana.

> Expansão territorial para a região do rio Danúbio, e, a partir do século II d.C. o fechamento das fronteiras a fim de garantir a paz e a prosperidade a todos os habitantes do Império.
A queda de Roma
A consequência rápida da consolidação das fronteiras foi a diminuição do número de escravos. O desabastecimento, seguido de um processo inflacionário e do lento abandono da política do Pão e Circo, gerou uma crise político-econômica.

A parte oriental do Império sentiu os efeitos dessa crise em uma escala bem menor, já que não dependia diretamente da mão de obra escrava, assim se organizou de forma mais eficaz.

Tamanha diferença econômica resultou na separação da região de domínio romano em duas estruturas administrativas.

A crise escravista abalou a economia de diversas cidades romanas, principalmente no Ocidente. A instabilidade e o clima de incerteza provocou o abandono das cidades em busca de proteção e melhores condições de vida no campo, muitos indivíduos se submeteram aos latifundiários em troca proteção.
O imperador Constantino decreta a
Lei do colonato
.
As lutas pelo poder.
Não era a primeira vez em Roma que havia lutas pelo poder e gerras civis, num período de menos de 20 anos, 18 imperadores foram assassinados.

As disputas pelo poder eram lideradas pelo Exército romano, que o buscavam por meio de golpes, processo denominado
anarquia militar
.

O banditismo tomava contas de regiões como a Gália e a Espanha, a violência urbana e a corrupção pública em Roma eram alarmantes.

O Exército já envolvido nos conflitos pelo poder, não protegia as fronteiras que ficaram sucetíveis a invasões de
bárbaros
.

Ao conjuto de crises, fizeram o imperador Diocleciano dividir o império em
Império Romano do Ocidente
e o
Império Romano do Oriente
.

Roma continuava a capital da parte ocidental, enquanto Bizâncio, cidade de origem grega e reformada no início do século IV pelo imperador Constantino, tornou-se a capital da parte oriental, do futuro Império Bizantino.
O cristianismo
A partir do século II d.C.uma nova força moral e religiosa passou a influenciar o comportamento dos romanos.
A estratégia política de dominação estava alicerçada na tolerância religiosa dos povos dominados.
A princípio o cristianismo foi visto como uma ameaça à unidade do império, calacada no culto ao imperador,
Divus
, ápice de um sistema religioso politeísta tradicional.
Os cristãos reconheciam um único Deus, se recusavam a usar armas e ser magistrados. No começo atraía os excluídos - pobres, mulheres e escravos, foi adotado também por membros das elites cultas do império.
Em 313 durante o reinado de Constantino, a edição do Édito de Milão para a liberdade do culto religioso.
Constantino percebeu na religião uma forma de unificar as bases do poder político romano e tornar-se menos dependente do exército.
A religião oficial do império romano a partir de 391, e a proibição de Teodósio de qualquer outro culto.
O imperador necessitava firmar-se em um novo tipo de liderança, e o caráter universal do cristianismo era conveniente.
O surgimento de uma nova estrutura social e religiosa que se baseava em uma igreja hierarquizada e, na prática, submetida ao poder imperial, metas do império Romano para superar a crise.
Estas foram as bases políticas e culturais para um mundo que surgia na Europa: a cristandade medieval.
Crise, desagregação ou transformação
Roma havia resistido a Átila, rei dos hunos, embora a capital do Império Romano do Ocidente (Ravena) desde 402 - não tivesse sido invadida, as incursões dos hunos deslocou os godos que adentraram mais nos domínios romanos, muitas vezes de forma violenta.
Rômulo Augústo, último imperador romano do Ocidente foi deposto em 476 por Odoarco, líder dos hérulos, este não interfiriu nos interesses da Igreja e permitiu as práticas do cristianismo.
Em 493, Teodorico, rei dos ostrogodos, depôs Odoarco e se tornou rei de Roma (ocidente). A crescente crise do império: a ruralização da população, transformações sociais que puseram fim ao escravismo, crise das trocas comerciais e as mudanças culturais trazidas pelo critianismo.
As transformações de ordem política, social e econômica marcariam o fim da Antiguidade e o início da Idade Média.
das leis romanas
Romano.
apenas levavam
do, o único
outros eram
cada cidadão
mou Upiano
a guerra
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