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Pragas dos Citros

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by

Luane Bosetto

on 30 August 2015

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Transcript of Pragas dos Citros

Agronomia
Entomologia Agrícola
Introdução
Pragas dos Citros
18 de agosto de 2015
Camila Freitas, Jéssica Viatroski de O., Keren Jemima A. Maciel, Luane Bosetto, Yasmin T. Scheremetta
Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG) - PR
Pragas-chave
Programas
Auxílio Didático
Laranja
(
Citrus sinensis
)
Limão
(
Citrus Limon
)
Lima
(
Citrus limettioides
)
Tangerina
(
Citrus reticulata
)
Pomelo
(
Citrus paradisi
)
Ordem: Sapindales;
Família: Rutáceas (Rutaceae);
Gênero:
Citrus
.
Fonte: EMBRAPA.
Fenologia
A.
Desenvolvimento Vegetativo
V1
V2
V3
V4
V5
V6
V7
B.
Florescimento
C.
Frutificação
1º. Indução floral;
2º. Evocação floral,
3º. Iniciação floral;
4º. Morfogênese da inflorescência;
5º. Antese.
1º. Fase I;
2º. Fase II;
3º. Fase III.
Fonte: FERREIRA, 2014; Fundecitrus, 2014.
Citricultura Brasileira
Citricultura
Ácaro da Leprose
Ácaro da
Falsa Ferrugem

Mosca das Frutas
Bicho Furão
Minador
dos Citros

Cigarrinhas
Psilídeo
Mosca
Negra dos Citros

Pulgões
(Phyllocoptruta oleivora)
Família: Eriophyidae;
0,15 mm de comprimento;
Apenas dois pares de pernas verdadeiras;
Coloração entre amarelo e marrom claro.
Biologia
Biologia
Disseminação através do vento;
Ciclo: 7 a 10 dias;
Ovo - ninfa - adulto.
Danos e Sintomas
Ataque em folhas novas, ramos e frutos;
Principais sintomas: bronzeamento dos frutos, manchas irregulares e escuras na superfície inferior e margens das folhas.
Monitoramento
Amostragem em 1% do total da lavoura;

Semanalmente ou a cada 15 dias;

Auxílio de lupa ;

Vistoriar 1 fruto por quadrante da planta, folhas e ramos;

Nível de controle:
30% dos frutos com 5 ou mais ácaros por 2 cm².
Implantação de quebra ventos;
Restrição do uso de agrotóxicos não seletivos;
Mentrasto (
Ageratum conyzoides
): plantio intercalar.
Controle
Biológico
Ácaros: lphiseiodes zuluagai
Euseius citrifolius
E. concordis;
Fungo: Hirsutella thompsonii.
Controle
Químico
Ingridientes ativos a base de Enxofre.
Controle
Cultural
Fonte: Agrolink
Cochonilhas
Caixa Entomológica
Fonte: Citrus BR
Fonte: Citrus BR
Fonte: MMUK
FONTE:Anuário Brasileiro de Fruticultura, Embrapa e IBGE.
FONTE:Anuário Brasileiro de Fruticultura, Embrapa e IBGE.
FONTE:Anuário Brasileiro de Fruticultura, Embrapa e IBGE.
(Brevipalpus phoenicis)
Ácaro da leprose
(
Brevipalpus phoenicis
)
Ordem: Acari
Família: Tetranichidae
Fonte: Agrobyte
Características
0,3mm de comprimento
Coloração avermelhada
Manchas escuras no dorso
Achatado
Macho é menor e sem manchas escuras
Disseminação
: Vento, aves, insetos, homem.
Ciclo
Sofre influência da temperatura;
Duração: 14,4 a 43,5 dias.
Fonte: Agrobyte
De cor alaranjado brilhante e forma irregular
Cor alaranjada brilhante, com três pares de pernas
Com quatro pares de pernas.
Infesta os pomares durante todo o ano;
Maior ocorrência nos meses de seca;
Transmissor do Citrus leprosis vírus (CiLV): causador da leprose;
Adquire o vírus.
Fonte: Fundecitrus
Danos
Sintomas: aparecem 17 a 60 dias após a transmissão do vírus, pelo ácaro, nas folhas, frutos e ramos;
Localizado (ao redor dos locais de alimentação do ácaro).
Danos nas Folhas
Lesões arredondadas e lisas;
Fonte:Agrolink
Fonte:Agronomicabr
Fonte:Fundecitrus
Danos nos Ramos
Com o tempo, assumem a cor marrom avermelhada;
Se tornam escamadas;
Grande quantidade: morte dos ponteiros e seca dos ramos.
Danos nos Frutos
A medida que ele amadurece, as lesões se tornam escuras e pouco deprimidas;
Ataques intensos provocam a queda dos frutos.
Fonte: Fundecitrus
Fonte: Agrolink
Monitoramento
Com a constatação da leprose:
Monitorar semanalmente nos meses mais quentes
Quinzenalmente nos meses mais frios.
Observar pelo menos 20 plantas e 3 frutos ou folhas por planta
Com uma lupa de 10 aumentos
NC é de 15% com 1 ou mais ácaros ou 5% em talhões que houve infestação na safra anterior.
Controle
O controle da leprose é baseado em medidas de redução das fontes de vírus e da população do ácaro.
Controle Cultural
Mudas sadias livres de ácaros e de vírus;
Poda de limpeza (ramos afetados);
Erradicação das plantas;
Desinfestação de materiais;
Quebra-ventos;
Colheita prioritária (talhões sem ácaro e doença);
Retirada de frutos com sintomas ou caídos;
Eliminação de plantas daninhas.
Controle Biológico
Inimigos naturais
Fungos entomopatogenos:
Hirsutella thompsonii
e
Beauveria bassiana
Acaros da família Stigmaeidae:
Agistemus brasiliensis, Agistemus floridanus
e
Zetzellia malvinae.
Controle Químico
O ideal é que ocorra, também a rotação dos ingredientes ativos;
A pulverização deve ser feita de modo a obter uma boa cobertura e deposição do acaricida na planta.
Fonte: AGROFIT; SEAB.
Ordem: Diptera - Família: Tephritidae;
Grande adaptação em diversas regiões;
Principais pragas da fruticultura mundial;

Ocorrem em três ambientes:
Descrição
Morfologia
Fonte: Cunha et al.,1996.
Ceratitis capitata
Ovo
Insetos multivoltinos;
7 a 12 gerações anuais;
Postura de aproximadamente 10 ovos;
Forma alongada com aproximadamente 1mm;
Fonte: EPAMIG – Citricultura, 2014.
Fonte:Jeffery Lotz - Division of Plant Industry.
Larva
Corpo retilíneo;
Medem cerca de 8 mm;
Vermiforme;
Fonte: EPAMIG – Citricultura, 2014.
Fonte: UFV.
Cor branca-amarelada;
Alimentam-se da polpa;
Pupa
Forma de pequeno barril;
Mede cerca de 5 mm;
Coloração marrom escura;
Fonte: EPAMIG – Citricultura, 2014.
Fonte: Jeffery Lotz - Division of Plant Industry.
Adultos
Medem 4 a 5 mm de comprimento, por 10 a 12 de envergadura;
Tórax preto com manchas;
Abdômen com listras acinzentadas;
Asas transparentes com faixas amarelas e castanhas;
Fonte: EPAMIG – Citricultura, 2014.
Fonte: Fundecitros.
Ovo
Alongado
1 mm de comprimento.
Fonte: EPAMIG – Citricultura, 2014.
Anastrepha obliqua
Fonte: Acta Zoologica.
Larva
Mede cerca de 8 mm;
Coloração branco-amarelada.
Fonte: EPAMIG – Citricultura, 2014.
Fonte:Agrolink.
Pupa
Forma de pequeno barril;
Mede cerca de 5 mm;
Coloração marrom escura.
Fonte: EPAMIG – Citricultura, 2014.
Fonte:Agrolink.
Adultos
Mede cerca de 6,5 mm de comprimento;
Coloração predominante amarela;
Manchas amarelas em forma de “S” e “V” invertido nas asas.
Fonte: Agrolink.
Fonte: EPAMIG – Citricultura, 2014.
Fonte: Modcamed.
Danos
Halo escuro na região onde é feita a postura dos ovos;
Entrada para infecção secundária de fungos e bactérias;
A larva se alimenta da polpa;
Apodrecimento e queda dos frutos;
Redução na produção de 30 a 50% onde há ataque;
Perda do valor comercial.
Fonte: EPAMIG – Citricultura, 2014.
Fonte: Fundecitrus.
Fonte: Atividade Rural.
Fonte: Todafruta.
Monitoramento
Armadilhas
Atrativos alimentares
Hidrolizados de proteínas;
Substâncias ricas em açúcar (melaços);
Vinagre de vinho;
Sucos de frutas.
Feromônios
Armadilha McPhail
Atrativo alimentar e água;
Captura de adultos;
Eficiência com
Anastrepha spp
;
Avaliação e troca do atrativo a cada 10 dias;
Nível de ação: Um adulto/Armadilha/Dia.
Armadilha Jackson
Iscas com feromônio sexual;
Captura de machos adultos;
Eficiência com
Ceratitis capitata
;
Armadilha e feromônio devem ser trocados a cada 6 semanas;
Avaliação a cada 10 dias;
Nível de ação: Dois machos/Armadilha/Dia.
Controle
Cultural
Retirar frutos com sintomas;

Coleta e ensacamento de frutos caídos, que devem ser enterrados em seguida a, pelo menos, 30 cm de profundidade;

Evitar frutas silvestres nos arredores do pomar;

Não formar pomares perto de cafezal.
Químico
Fonte: Fundecitrus.
Iscas tóxicas;
A isca deve conter proteína hidrolisada ou melaço;
Adição de um hidrolisado de proteínas na calda do inseticida para atração das moscas;
Buchas de estopa ou panos embebidos em inseticida;
Pulverização parcial da copa das árvores;
Inseticidas liberados:
Fonte: Agrofit.
Biológico
Uso de inimigos naturais:
Parasitoides:
Predadores, vírus, fungos e nematóides.
Outro método de controle: TÉCNICA DO INSETO ESTÉRIL (Costa et al., 2005).
Fonte: Embrapa.
Tetrastichus giffardianus
(Hymenoptera: Eulophidae)
Parasitóide de larvas;
Entra no fruto por orifícios fendas ou áreas em decomposição (Costa et al., 2005);
Ceratitis capitata
.
Fonte: Paroffit.
Diachasmimorpha longicaudata
(Hymenoptera: Braconidae)
Parasitóide de larvas de 3º e 5º instar;
Anastrepha
spp. e
C. capitata
.
Fonte: Jeffery Lotz, Division of Plant Industry.
Fonte: Agrolink.
Fonte: Agrolink.
Fonte: Embrapa.
Anastrepha fraterculus
(Ceratitis capitata)
(
Anastrepha
spp.)
(Ecdytolopha aurantiana) (Gymnandrosoma aurantianum)
Bicho-Furão
(
Ecdytolopha aurantiana
)
(
Gymnandrosoma aurantianum
)
Ordem: Lepidoptera
Família: Tortricidae
Fonte: idtools.org
Descrição
17 mm de envergadura;
Coloração marrom-escura;
Fonte: GALLO et al., 2002
Fundecitrus.
Lagarta
Parda com a cabeça marrom;
Apresentam pontuações negras sob o corpo;
18 mm de comprimento.
Fonte: Fundecitrus.
Fonte: Megaagro.
Ciclo
Fonte: ESALQ.
coloca os ovos
larvas penetram nos frutos
completamente desenvolvidas descem até o solo;
fase de pupa ocorre no solo.
Fonte: Fundecitrus.
Danos
Os frutos afetados ficam amarelados e caem;
Fonte: Fundecitrus.
Bicho Furão X Mosca das Frutas
Fonte: Fundecitrus.
Fonte: Fundecitrus.
Mosca das frutas
Local mole e apodrecido
Monitoramento
Fonte:
Ferocitrusfurao
Fonte: ESALQ.
Armadilha Ferocitrus Furão:
Feromônio sexual + armadilha
Instalada no ponteiro da planta.
Fonte:
Coopercitrus.
Fonte:
Fundecitrus.
Armadilha:
1 à cada 350 metros
Trocar a cada 30 dias
Contagem semanal das mariposas
Nível de ação:
0-5 machos: FAIXA VERDE - “Livre”
6-8 machos: FAIXA AMARELA - Atenção
6-8 machos na próxima semana - Controle
9 machos ou mais: FAIXA VERMELHA - Controle
Controle
Cultural
Coleta e destruição dos frutos atacados;

Interromper o ciclo de vida do inseto;

Coletar principalmente os frutos ainda na planta e enterrar a pelo menos 30cm.
Biológico
Natural
: Parasitóide de ovos –
Trichogramma spp
.
Parasitóide de lagartas -
Hymenochaonia spp.
Predadores – Crisopídeos, Formigas, Aranhas.
Aplicado
: B
acillus thuringiensis.
Hymenochaonia spp.
, parasitóide de lagartas
Químico
Fonte: Agrofit, SEAB.
(
Phyllocnistis citrella
Stainton)
Favorece a incidência de oportunistas (pulgões, cochinilhas, ácaros e
Xanthomonas
spp.)
Ataca as brotações de plantas cítricas, principalmente as folhas
Hábito minador
Microlepidóptero
Descrição
Danos
Diretos
Minas e redução da superfície fotossintética através do enrolamento, necrose e queda de folhas.
Indiretos
Favorece o estabelecimento de pulgões, cochonilhas ou ácaros, além do aumento da incidência do cancro cítrico (
Xanthomonas
spp.).
Método de Amostragem
Divide-se a propriedade em talhões de, aproximadamente, duas mil plantas. Em cada um, escolha aleatoriamente 1% de árvores (em torno de 20) para fazer o levantamento das plantas (em formação ou em produção) que estejam na fase de vegetação. Examine em cada planta três a cinco ponteiros de ramos recém-brotados e anote se há ou não a presença da praga. A presença é positiva quando há na folha pelo menos uma lagarta que esteja no primeiro ou segundo estágio.
Controle
Químico
Os produtos de maior eficiência são: lufenoron (match), abamectin (vertimec) e imidacloprid (confidor ou winner);
Pomares adultos controle químico menos necessário;
Utilização de feromônios.

Biológico
Ageniaspis citricola
: mais eficiente;
Inimigos naturais: Parasitóides (
Galeopsomyia fausta, Cirrospilus
) e predadores (formigas e aranhas).
Desenvolvimento
Descrição
Ordem Hemíptera
Insetos sugadores
Se alimentam em vários tecidos vegetais, principalmente no sistema vascular;
Pouco impacto econômico.
Biologia
3,4mm até 22mm;
Aproximadamente:
Fase de ovo: 9 dias;
Ninfa: 45 dias possuem 6 estágios;
Adulto: 70 dias.
Espécies transmissoras da CVC
Dilobopterus costalimai
Acrogonia citrina
Oncometopia facialis
Bucephalogonia xanthophis
Plesiommata corniculata
Macugonalia leucomelas
Sonesimia grossa
Ferrariana trivittata
Homalodisca ignorata
Acrogonia virescens 
Fingeriana dúbia
Família Cicadellinae
Vetores da bactéria
Xylella fastidiosa
;
Bacteria causadora da CVC – Cloreose Varigada dos Citros;
Obstrui o Xilema.
CVC (amarelinho)
Frutos Duros, pequenos;
Amadurecimento precoce;
Perda de 75% do peso;
Queda de produção;
Frutos Queimados.

Principais Espécies
Dilobopterus costalimai
Brotações e folhas novas;
Ovos amarelos, depositados nas nervuras;
5 estágios ninfais – 65 dias;
Mede cerca de 0,8 cm;
linhas escuras na cabeça e os olhos são grandes e negros.

Acrogonia citrina
Folhas mais tenras e novas
Medem 0,9 cm
barriga e pernas amarelas e as asas marrons com nervuras verdes
Ovos alongados
Ninfas brancas – 50 dias

Bucephalogonia xanthophis
Pomares em formação
Maior responsável pela transmissão da CVC para mudas;
Coloração esverdeada e a terminação de suas asas é transparente.

Monitoramento
Armadilha adesiva amarela;

Rede entomologica;
Observação visual.
Controle
Predador
: Aranhas (
Latrodectus
sp.)
Biológico
Parasitóides
: Ovos parasitados por vespinhas da família Mymaridae (
Gonatocerus
spp.);
Fungos
: Metarhizium anisopliae
Beauveria bassiana
Zoophthora sp.
Químico
Tiacloprido e Acetamiprido (neonicotinóide);
Lambda-cialotrina (piretróide);

Sistêmicos em períodos chuvosos e de contato durante a seca.
(Diaphorina citri)
Descrição
Ordem: Hemiptera – Família: Liviidae;
Sugadores de seiva;
Ovíparos.
Fonte: EPAMIG – Citricultura, 2014.
Fonte: Fundecitrus
Ciclo
Ovos
0,3 mm
alongados;
são colocados em dobras ou na inserção das folhas;
coloração pálida (POSTURA) amarela laranja (PERTO DA ECLOSÃO DA NINFA);
período de incubação: três dias;
800 ovos no ciclo.
Fonte: EPAMIG – Citricultura, 2014.
Fonte: Fundecitrus
Ninfa
Achatadas de coloração amarelo-alaranjado e de pernas curtas;
Alimentam-se exclusivamente nos brotos novos;
Eliminam substâncias açucaradas e brancas em grande quantidade.
Fonte: EPAMIG – Citricultura, 2014.
Fonte: Fundecitrus.
Adulto
Mede de 2 a 3 mm;
Corpo manchado de marrom e cabeça marrom clara;
Asas transparentes com bordas escuras;
Fica na posição de 30 º;
Apresentam três ocelos, antenas filiformes relativamente longas, rostro curto com três segmentos, e possuem pernas saltatórias;
Longevidade: 2 a três meses.
Fonte: EPAMIG – Citricultura, 2014.
Fonte: Fundecitrus.
Fonte: Unicamp.
Danos
Danos decorrem da alimentação (saliva tóxica);
Deformação de folhas jovens;
Abscisão de folhas e brotos;
Fumagina;
Vetor de
Candidatus liberibacter
, agente do “greening” (Huanglongbing/HLB).
Fonte: EPAMIG – Citricultura, 2014.
Fonte: Fundecitrus.
Fonte: Agrolink.
Fonte: Fundecitrus.
Fonte: Fundecitrus.
Danos: Huanglongbing (HLB)
Amarelecimento desfolha, seca e morte de ramos.
Fonte: Fundecitrus.
Fonte: Fundecitrus.
Frutos apresentam maturação irregular, redução do tamanho, deformação e queda intensa.
Monitoramento
Inspeção visual semanalmente em brotos novos e folhas maduras;
1 % das plantas, avaliando de 3 a 5 ramos novos;
Uso de armadilhas adesivas;
Podem ser de cor amarela ou verde;
Plantas da borda do talhão e na bordadura da propriedade.
Fonte: EPAMIG – Citricultura, 2014.
Fonte: Agrofit.
Fonte: Fundecitrus.
Fonte: Fundecitrus.
Controle
HLB
:
Mudas sadias e controle do psilideo (vetor);
Inspecionar e eliminar as plantas doentes.
Químico
Aplicação de inseticidas sistêmicos em plantas jovens e no período de chuvas;
Inseticidas de contato para plantas em produção;
Uso de inseticidas seletivos aos inimigos naturais;
Inseticidas liberados:
Fonte: Agrofit.
O controle químico do vetor deve ser intensificado na primavera e verão, períodos de aumento populacional de
Diaphorina citri
.
Fonte: Yamamoto, 2001
Biológico
Ectoparasitóide -
Tamarixia radiata
Fonte: Fundecitrus.
Fonte: Agrofit.
Endoparasitóide -
Diaphorencyrtus aligarhensis
Predadores:
mastigadores (joaninhas, carabídeos etc);
sugadores (crisopideos, percevejos predadores, etc);
carregadores (formigas da família Formicidae, vespas, etc).
Fonte: Agrofit.
Fonte: Agrofit.
Fonte: Centrodecitricultura.
(Aleurocanthus woglumi)
Ovo
(Larvas) Lagartas
Pupa (prepupa)
Adulto
Fonte: Agrobyte
Descrição
É uma praga quaternária presente no Brasil.
Alimentando-se de grandes quantidades de seiva elaborada.
Aparelho bucal tipo sugador labial.
Desenvolvimento
Ovo
Adulto
Pupa
Ninfa
Danos
Diretos
Sucção continua de nutrientes das folhas, causando o depauperamento das plantas (ninfas e adultos).
Indiretos
Fumagina (
Capnodium
sp.).
Monitoramento
O seu nível de controle pode estar associado com a presença de fumagina.
Controle
Químico
Neonicotinóides
: imidacloprid;
Chlorantraniliproles
: Ampligo (antranilamida) + lambda-cialotrina (piretróide).

Biológico
Cultural
Micro-himenópteros:
Encarsia
sp.
Alta mobilidade na procura da praga;
Sobrevivem até 6 semanas;
Única abertura na pupa.
Delphastus pusillus
:
Larvas da joaninha consomem ovos e ninfas dos últimos ínstares;
Adultos alimentam-se tanto de ovos como de ninfas, preferência para as ninfas de 2° e 3° instar.
Fungos entomopatogenos:
Aschersonia aleyrodis
;
Aegerita webberi
;
Fusarium
sp.
Molhar as linhas de plantio (agua ou óleo);
Manter barreiras naturais;
Atenção com as mudas;
Podar e queimar ramos e galhos atacados.
Descrição
Fonte: EPAMIG – Citricultura, 2014.
Fonte: EPAMIG – Citricultura, 2014.
Fonte: Minhas Frutas.
Fonte: ADAB.
Fonte: ADAB.
Fonte: Atividade Rural.
Fonte: Nordeste Rural.
Fonte: Megaagro.
Fonte: EPAMIG – Citricultura, 2014.
Fonte: EPAMIG – Citricultura, 2014.
Fonte: EPAMIG – Citricultura, 2014.
Fonte: Fundecitrus.
Fonte: Fundecitrus.
Fonte: Fundecitrus.
Fonte: Fundecitrus.
Fonte: Agrobyte.
Fonte: Fundecitrus.
Fonte: Dia de Campo
Fonte: Agrobyte.
Fonte: Via Rural.
Fonte: GALLO et al., 2002; Fundecitrus.
Fonte: Fundecitrus.
Fonte: GALLO et al., 2002.
Fonte: Agrobyte.
Fonte: Fundecitrus.
Fonte: cisr.ucr.edu
Fonte: philocnistis_citroella_2.
Fonte: Embrapa.
Fonte: edcentaurus.com.br; infoagro.
Fonte: SÁNCHEZ et al., 2002.
Fonte: SÁNCHEZ et al., 2002.
Fonte: SÁNCHEZ et al., 2002.
Fonte: SÁNCHEZ et al., 2002.
Fonte: SÁNCHEZ et al., 2002.
Fonte: SÁNCHEZ et al., 2002.
Fonte: Fundecitrus; infoagro.
Fonte: GREVE e REDAELLI, 2006.
Fonte: GREVE e REDAELLI, 2006.
Fonte: GREVE e REDAELLI, 2006.
Fonte: apsnet.org
Fonte: Fundecitrus.
Fonte: Embrapa; PEDRAZZOLI et al., 2009.
Fonte: GALLO et al., 2002.
Fonte: Embrapa; Fundecitrus.
Fonte: Fundecitrus.
Fonte: Fundecitrus.
Fonte: Fundecitrus.
Fonte: Fundecitrus.
Fonte: Fundecitrus.
Fonte: Fundecitrus.
Fonte: Fundecitrus.
Fonte: Fundecitrus.
Fonte: Fundecitrus.
Fonte: Fundecitrus.
Fonte: Agrofit.
Fonte: Revista Abril.
Fonte: Fundecitrus.
Fonte: cpqda.unicamp
Fonte: GALLO et al., 2002.
Fonte: LOCALI et al., 2004.
Coloração verde-pálida a amarela;
Anéis necróticos no centro podem ocorrer;
Grande quantidade: queda prematura das folhas.
Fonte: Fundecitrus
LOCALI et al., 2004.
Fonte: Embrapa.
Ramos novos: lesões iniciais amareladas;
Fonte: Fundecitrus
Fonte: Fundecitrus
Fonte: Fundecitrus
LOCALI et al., 2004.
Lesões rasas e necróticas;
Frutos verdes: halo amarelo em torno da lesão;
Fonte: Fundecitrus
LOCALI et al., 2004.
Acaros da família Phytoseidae:
Iphiseiodes zuluagai, Euseius citrifolius
e
Euseius concordis.
Asas posteriores mais claras que as anteriores (se assemelha a casca seca);
No período diurno fica mais imóvel;
Ao entardecer há uma movimentação maior para o acasalamento.
Fonte: Fundecitrus.
Fonte: Fundecitrus.
Fonte: Fundecitrus.
O orifício de penetração da lagarta fica evidente;
Observam-se secreções, que endurecem e ficam grudadas na casca do fruto.
Fonte: Fundecitrus.
Fonte: SÁ et al., 2008.
Fonte: SÁ et al., 2008.
Fonte: RAGA e COSTA, 2005.
Fonte: RAGA e COSTA, 2005.
Fonte: FLETAHER, 2004.
Fonte: SILVA et al., 2011.
Fonte: Embrapa.
Fonte: SILVA et al., 2011.
Ordem
: Hemiptera 
Família
: Aphididae
Insetos pequenos;
Corpo mole e piriforme;
Desenvolvimento paurometabólico;
Inseto sugador.
Fonte: Embrapa
Fonte: Ciência Hoje
Principais Espécies
Fonte: CM-Cascais

Pulgão verde (
Aphis spiraecola
)
Pulgão preto (
Toxoptera citricidus

Globoso;
Tamanho: 1,2 a 2,2 mm;
Ocorrência: início da fase vegetativa e plantas jovens;
Alimenta-se da seiva e injeta substâncias tóxicas (reduz crescimento).
Fonte: Defesa Vegetal; Fundecitrus.
Fonte: ApID
Formas:
Áptero
Alado
Coloração amarelo-esverdeado
Cabeça marrom
Sifúnculo marrom-escuro.
Fonte: BUGGUIDE
Fonte: Defesa Vegetal.
Coloração amarelo-esverdeado;
Tórax, cabeça e sifúnculos de cor marrom-escuro.
Fonte: Defesa Vegetal.
Fonte: BUGGUIDE
Jovem: marrom;
Adulto: preto;
Danos principalmente em plantas jovens;
Ataca os brotos terminais, folhas em desenvolvimento e os botões florais.
Fonte: weblio
Fonte: brisbaneisects
Fonte: GALLO et al., 2002; Fundecitrus.
Formas:
Áptero
Alado
1,5 – 2,4mm
Preto brilhante
Antenas e patas com manchas negras.
Fonte: Brisbaneinsects.
Fonte: nbair.res.in.
Fonte: CORRÊA, 2006.
2 mm;
Abdômen preto brilhante;
Asa anterior com pterostigma pálido;
Nervura média com duas ramas.
Fonte: CORRÊA, 2006.
Fonte: nbair.res.in.
Danos
Simbiose com formigas (honeydew)
Murchamento generalizado, encarquilhamento e paralisação do desenvolvimento das folhas
Tristeza dos citros
Fumagina
Fonte: Embrapa.
Citrus Tristeza Virus (CTV)
Fonte: invasive.org.
Fonte: UFRGS.
Fonte: Embrapa.
Fonte: objetoseducacionais2.mec.gov.br.
Fonte: nbair.res.in
Fonte: ESJGS
Fonte: formigasbrasil
Monitoramento
Armadilhas adesivas amarelas;
Bandejas amarelas com água.

Quinzenalmente.
Fonte: TOLEDO, 2006.
Fonte: EM.
Fonte: Revista Plantio Direto.
Fonte: CASSINO e RODRIGUES, 2004.
Controle
Químico
É viável? É necessário?
Prevenção:
Inseticidas sistêmicos:
Tronco
Drench


Uso de inseticidas fosforados associados a óleo de mineral.
Biológico
Fonte: Fundecitrus; Embrapa.
Principais inimigos naturais:
Entomopatogeno: fungo do gênero
Verticillium
.
Fonte: Embrapa.
Parasitoides
Aphidius
sp.
Lysiphlebus
sp.
Fonte: nathistoc.bio.uci.edu.
Fonte: ipm.ucdavis.edu
Fonte: Fargro
Fonte: obchod.biotomal.sk
Predadores
Joaninhas (
Cycloneda sanguinea
L.,
Hippodamia convergens
Guérin-Meneville);
Crisopídeos (
Chrysopa oculata
).
Fonte: aptaregional.sp.gov.br
Fonte: scienceblogs.com.br
Cultural
Restos culturais não devem ser queimados ou incorporados para propiciar um refugio aos parasitoides.
Fonte: grupocultivar
Outros
Natural
Chuva
Inimigos naturais



Alternativo
Extrato de pimenta (
Piper nigrum
)
Calda de fumo
Água com sabão
Fonte: Fundecitrus.
Fonte: Portal da horticultura.
Descrição
Fonte: Centro de Citricultura
Ordem
: Hemiptera;
Podem causar danos às raízes, caules, ramos, folhas e frutos;
Ciclo de vida incompleto;
Aparelho bucal: sugador;
São divididas em:
Fonte: EPAMIG – Citricultura, 2014
Desprovidas de Carapaça
Providas de Carapaça
Principais Espécies
ESCAMA-FARINHA
(Pinnaspis aspidistrae, Unaspis citri)
Cochonilha Provida de Carapaça
ORTÉZIA ou PIOLHO-BRANCO
(Praelongorthezia praelonga)
Cochonilha Desprovida de Carapaça
Descrição
Biologia
Fêmea:
Corpo recoberto por uma substância cerosa branca;
10mm ;
Machos:
Coloração azulada;
Alados;
Filamentos cerosos na parte posterior do abdome.
Fonte: EPAMIG – Citricultura, 2014
50 dias aproximadamente;
Fêmea adulta: 80 dias;
200 ovos;
Machos:
Vivem escondidos nos troncos (larvas);
Após 4º estágio larval: formas aladas (6 dias);
70 a 100 ovos: saco alongado - larvas nascem: ficam protegidas.
Fonte: EPAMIG – Citricultura, 2014
Descrição
Biologia
Fêmea:
Escudo protetor (marrom) - recobre o corpo;
2mm ;
Machos:
Carapaça semelhante a risquinhos de cor branca, recobrindo o corpo;
Confere aspecto polvilhado.
Fonte: EPAMIG – Citricultura, 2014
34 dias aproximadamente;
Fêmea adulta:
200 ovos.
Fonte: EPAMIG – Citricultura, 2014
Danos
ESCAMA-FARINHA
(Pinnaspis aspidistrae, Unaspis citri)
Cochonilha Provida de Carapaça
ORTÉZIA ou PIOLHO-BRANCO
(Praelongorthezia praelonga)
Cochonilha Desprovida de Carapaça
Diretos
Indiretos
Infestação atinge os ramos;
Desfolhamento lento e crescente - enfraquecimento;
Queda dos frutos (>50%):
Remanescentes ficam ácido, com baixo teor de açúcares e aguados.
Fonte: EPAMIG – Citricultura, 2014; Fundecitrus
Fumagina (
Capnodium
sp.).
Fonte: EPAMIG – Citricultura, 2014; Fundecitrus
Diretos
Indiretos
Injeção de toxinas - folhas e frutos caem;
Ramos e raízes podem secar;
Troncos racham e secam;
Desvalorização do fruto - manchas cloróticas.
Fonte: EPAMIG – Citricultura, 2014; Fundecitrus
Fumagina (
Capnodium
sp.)
Fonte: EPAMIG – Citricultura, 2014; Fundecitrus
Monitoramento
ESCAMA-FARINHA
(Pinnaspis aspidistrae, Unaspis citri)
Cochonilha Provida de Carapaça
ORTÉZIA ou PIOLHO-BRANCO
(Praelongorthezia praelonga)
Cochonilha Desprovida de Carapaça
Controle
ESCAMA-FARINHA
(Pinnaspis aspidistrae, Unaspis citri)
Cochonilha Provida de Carapaça
ORTÉZIA ou PIOLHO-BRANCO
(Praelongorthezia praelonga)
Cochonilha Desprovida de Carapaça
Importância do MIP
Praga de difícil controle;
Identificação dos focos iniciais;
Obtenção de informações: momento adequado de aplicação das medidas de controle;

Deve ser realizado a cada 10 dias
Examinar um ramo por quadrante da planta:
Face inferior das folhas;
Troncos.
Fonte: EPAMIG – Citricultura, 2014
Nível de Controle
<5% de plantas afetadas: controlar planta e reboleira;
6 - 20%: inspecionar todo o talhão;
>20%: controle em todo o talhão.
Nível de Controle
Plantio novo:
<10%: controle das plantas;
>10%:controle em todo o talhão;
Pomar adulto:
>30%: iniciar controle.
Fonte: SANTOS FILHO et al., 2010
Fonte: SANTOS FILHO et al., 2010
Químico
Biológico
Cultural
Monitorar a área: determinação do momento adequado de controle;
Pulverizações com:
Óleos, mineral ou vegetal, emulsionáveis;
Inseticidas fosforados de contato (bom poder de penetração);
Inseticidas sistêmicos.
Predadores
Parasitóides
Entomopatógenos
Crisopídeo (
Chrysoperla externa
)
Joaninhas (
Coccidophilus citricola
e
Pentilia egena
)
Fonte: EPAMIG – Citricultura, 2014
Fonte: PARRA, 2002
Fonte: PARRA, 2002
Fonte: PARRA, 2002
Encarsia
spp.
Aphytis
spp.
Colletotrichum gloesporioides
Metarhizium anisopliae
Beauveria bassiana
Recomenda-se o monitoramento periódico do pomar;
Demarcar as áreas infestadas;
Definir: tipo de controle e manejo com podas;
Controle de plantas invasoras hospedeiras:
Commelina benghalensis
L. (trapoeraba);
Conyza
sp. (voadeira);
Mimosa pudica
L. (malícia);
Digitaria insularis
(L.) Fedde (capim-amargoso);
Bidens pilosa
L. (picão preto).
Fonte: EPAMIG – Citricultura, 2014; BARBOSA et al., 2006.
Adulticidas + reguladores de crescimento e/ou óleo mineral;
Pulverização no tronco e nos ramos.
Controle apenas com óleo mineral: necessárias dosagens que variam de 1 a 2% da calda;
Evitar aplicações excessivas de inseticidas do grupo dos piretroides e neonicotinoides nas épocas mais secas.
Continuar o monitoramento;
Restringir a entrada de pessoas, máquinas e equipamentos no talhão;
Colher primeiro os talhões sem a praga;
Restringir as operações na área pulverizada;
Implantar cercas vivas.
Encontrar os focos;
Controlar as plantas invasoras nos focos (raio de 20m);
Aplicar inseticida de contato (ninfas e adultos) e/ou sistêmico (ninfas protegidas);
Reaplicar inseticida após 15 dias;
Reaplicar se necessário.
Controle
Prevenção
Fonte: Fundecitrus
Fonte: Fundecitrus
Referências
Citrus Pests Key (Android)
Citros Stoller (iOS)
ProCitrus (Android)
NPDN Citrus Pests (Android)
Fonte: YAMAMOTO, 2008.
Fonte: entnemdept.ufl.edu
Fonte: entomologiaufpel
Unaspis citri
Fonte: nuetzlinge.de
Pinnaspis aspidistrae
Fonte: Pragas das Frutíferas e Manejo
Fonte: Embrapa
Fonte: Embrapa
Fonte: Fundecitrus
Gomose (
Phytophthora
sp.)
Fonte: ruralcentro
Fonte: Fundecitrus
Fonte: valedomundoagricola
Fonte: Embrapa
Fonte: Embrapa
Fonte: Fundecitrus
Fonte: Pragas das Frutíferas e Manejo
Fonte: Fundecitrus
Fonte: Embrapa
Fonte: folha.uol
Fonte: Diário de biologia
Fonte: coleoptera-neotropical.org
Fonte: forestryimages.org
Fonte: Fundecitrus.
Fonte: Vectorcontrol.
Fonte: Fundecitrus; Vectorcontrol.
Fonte: Fundecitrus.
Fonte: PARRA, 2002.
Fonte: Fundecitrus.
Fonte: Revista época.
Fonte: taxondiversity.
Fonte: Embrapa; Fundecitrus
Fonte: PARRA, 2002.
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Fonte: Coopercitrus
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