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Teoria e prática tutorial em EAD

Teoria e prática tutorial em EAD
by

Luziana Quadros

on 28 April 2013

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Transcript of Teoria e prática tutorial em EAD

Teoria e Prática
Tutorial em EAD "O tutor na modalidade a distância é professor,
a quem cabe mediar todo o desenvolvimento do curso." Motivação do Tutor na EAD Estratégias Didáticas na EAD Teoria e Prática Tutorial em EAD O Papel do Tutor na Em 2007, com a atualização dos Referenciais de Qualidade para Educação Superior a Distância, os tutores passaram a ser compreendidos como sujeitos que participam ativamente da prática pedagógica, contribuindo, seja virtual ou presencialmente, com o processo de ensino e de aprendizagem e com o acompanhamento e avaliação do projeto pedagógico.
Carla Netto “ É preciso que os professores, não
apenas disponham de recursos
adequados, mas que reflitam
sobre suas práticas e
adotem atitudes estratégicas
em relação ao seu trabalho
para que os alunos possam
aprender a partir desses elementos.”

Carla Netto Carla Netto, Lucia M. M. Giraffa, Elaine T. Faria “Num ambiente de educação a distância, as interações são fundamentais aos processos de aprendizagem, tanto as interações entre aluno-aluno quanto aluno-processor. É por meio dessas interações que o processo de conhecimento é criado colaborativamente.”
...
A interação acontece de forma mais significativa, não quando simplesmente os recursos tecnológicos estão disponíveis, mas quando a afetividade está articulada no processo. Assim, para a efetividade da aprendizagem é essencial a construção de vínculos na relação pedagógica de todos os envolvidos a um contexto que propicie problematizações e discussões entre os alunos e professores.”
Carla Netto Vídeo: A Docência
Online As funções docentes podem ser agrupadas em três grandes grupos:
“o primeiro é responsável pela concepção e realização do curso e materiais; o segundo assegura o planejamento e organização da distribuição de materiais e da administração acadêmica (matrícula e avaliação); e o terceiro responsabiliza-se pelo acompanhamento do estudante durante o processo de aprendizagem (tutoria, aconselhamento e avaliação)”.
Belloni (2006) É importante destacar que nessa
modalidade de ensino,
o professor exerce um outro
papel fundamental que está relacionado
com uma função social, ou seja,
o fomento de um ambiente social
amigável, essencial à aprendizagem a distância.
É responsabilidade do professor tutor
facilitar e dar espaço aos aspectos
pessoais e sociais do ambiente virtual
de aprendizagem,
estimulando às relações humanas. Carla Netto Os fatores que interferem
na mediação do professor
tutor num ambiente virtual
de aprendizagem podemos destacar:
o tempo e o tamanho do grupo. Nas atividades síncronas, como chat, o ideal é que a turma seja dividida em pequenos grupos, de 5 a 10 participantes cada. Nas atividades assíncronas, como fórum, o tamanho do grupo pode ser de mais de 20 participantes O chat permite comunicação síncrona entre diferentes pessoas que se encontrarem
conectadas em um determinado momento. A principal característica do chat vem da sua
utilização para comunicação em grupo. O diálogo pode tomar qualquer direção, desde que
não existam regras ou uma mediação por parte de um professor, mas, dependendo do grupo e
do propósito da conversa, as pessoas conversam apenas amenidades. Por isso o chat, na
maioria das vezes, fica mais próximo da esfera do lúdico e do prazer.
Fonseca (2002) classifica os chats em: chats de texto livre (encontrados nas salas de
bate-papo dos portais e o tema é livre), chats de texto moderado (existe a presença e um
moderador e um tema definido) e chats de texto especial, estes tem as mesmas características
do anterior, contando ainda com o horário e a data, previamente combinados. Disponível em: http://www.colombiaaprende.edu.co/html/mediateca/1607/articles108372_archivo.pdf Chat A questão metodológica está diretamente relacionada aos referenciais epistemológicos adotados pelo professor, às crenças, aos seus conceitos, aos seus pressupostos, àquilo que ele acredita. Daí a necessidade de um constante questionamento em relação a esses referenciais, buscando sempre uma coerência entre objetivos sociais e objetivos de ensino.
Na mediação nos ambientes virtuais de aprendizagem (AVA) é necessário que o professor tenha habilidade para ler e escrever em meio digital, sem o uso do papel. Se levarmos em consideração os modelos de EAD que fazem uso de AVA, essa é uma competência que tem que vir a ser desenvolvida pelos docentes, principalmente pelo fator tempo.
Outra competência importante para a mediação é ser rápido para resolver problemas na modalidade EAD.

Carla Netto "Em um curso a distância é preciso ter um espaço para questões pessoais.
...
Alguns alunos quando percebem que o elemento pessoal não está presente no curso, podem sentir-se isolados, sozinhos e, como resultado, poucos satisfeitos com a experiência. Assim como a educação presencial oferece lugares para que os alunos interajam socialmente, um ambiente virtual de aprendizagem também deve oferecer um espaço para assuntos informais."
Carla Netto, Lucia M. M. Giraffa, Elaine T. Faria AFETIVIDADE, MOTIVAÇÃO E APRENDIZAGEM
“O professor distribuidor de informações é substituído por um professor
provocador, dinamizador e orientador da construção do conhecimento do aluno
e da sua autoaprendizagem. Sua importância é potencializada e sua
responsabilidade social, aumentada.”
Anelise Pereira Sihler
Sandra Mara Bessa Ferreira “As emoções como manifestações de afetividade em sala de aula podem ser entendidas como um fenômeno essencialmente interativo, aqui entendido como fenômeno social em que há um encadeamento entre as ações dos interlocutores,
não necessariamente na direção de um sentido comum. Como situações comunicativas, essas ações devem provocar, em alguma medida, intervenção no processo e nos resultados dessa comunicação.”
DANIELA TEREZA SANTOS SERRA A Educação a Distância traz
necessariamente um novo conceito
de professor, não tendo espaço para o perfil “transmissor de conteúdos”. Além
de competência técnica e do conteúdo, o professor precisa ter competência de
metodologias em EAD, entre outras competências.
É importante ressaltar que o
professor assume uma posição secundária
e que o aluno é o centro do processo.
Assim, ao professor cabe a função de
mediação da construção do
conhecimento. Carla Netto, Lucia M. M. Giraffa, Elaine T. Faria “Nem todas as situações de aprendizagem ativam com a mesma eficácia os processos necessários para a construção do conhecimento. Dessa forma, é necessário que o professor planeje suas aulas utilizando diferentes estratégias didáticas e proponha tarefas de aprendizagem com problemas, onde os alunos necessitem buscar soluções e não apenas exercícios nos quais se trate apenas de repetir respostas.”
Carla Netto Elementos essenciais
no planejamento de programas em EAD De acordo com Corrêa e Ribeiro (2004), o planejamento e a avaliação em Educação a Distância - EAD surge numa nova perspectiva, onde o espaço e o tempo caracterizam-se por necessidades de reflexões e redirecionamentos de todo processo, assumindo caráter de redemocratização do ensino.

Ainda segundo as autoras, o planejamento enquanto articulador das ações no processo ensino-aprendizagem surge junto à avaliação, a qual problematizará as ações desenvolvidas pelos sujeitos envolvidos em todo processo, logo alguns elementos são necessários para construção de um fazer educação via modalidade à distância, tais como: a interação do sujeito com o conhecimento, a importância da proposta pedagógica, o acesso, os canais de interação, o tipo de inovação, os custos, o processo de avaliação e o processo ensino-aprendizagem.

Levamos em consideração na presente discussão, os elementos citados acima a partir da formação de um sujeito, enquanto eixo do processo, ou seja, a interação do sujeito com o conhecimento se dá a partir de uma proposta pedagógica contextualizada, a qual norteará nossa ação de planejar programas em EAD.
Na proposta pedagógica, interessante definirmos
os referenciais de nossa ação para intervenções significativas
ao público alvo, ou seja, levando em consideração a realidade
dos sujeitos envolvidos, devemos ser flexíveis redefinindo
nosso marco referencial (ideal), para em seguida diagnosticarmos (real)
o contexto do grupo, o qual orientará a elaboração do planejamento
de um programa de educação a distância de forma integrada.

O acesso aos meios disponibilizados no espaço de educação a distância
deve ter como princípio à atuação efetiva do sujeito envolvido no processo de ensino-aprendizagem considerando os recursos tecnológicos utilizados como meio de formação para a construção do conhecimento de um sujeito social, comprometido com o processo, ou seja, protagonista de sua própria caminhada em busca da aprendizagem, dando significado ao conhecimento construído.

De acordo com Belloni (2001, p. 53)

‘Qualquer que seja a definição que utilizemos (e existem),
um elemento essencial deve estar presente nesta análise das
relações entre tecnologia e educação: a convicção de que o uso de uma “tecnologia”
(no sentido de um artefato técnico),
em situação de ensino e aprendizagem, deve estar acompanhado
de uma reflexão sobre a “tecnologia” (no sentido do conhecimento
embutido no artefato e em seu contexto
de produção e utilização)’. Os canais de interação, meios contextualizados,
nortearão a aprendizagem, problematizando
o conhecimento, ou melhor, o sujeito encontrará significado a partir da autonomia que será construída ao longo do processo.

Segundo Netto (2006, p. 67):

“É preciso que o professor entenda o que é educação a distância, indo além do nome, do conceito e percebendo a essência do trabalho mediado por tecnologias. É necessário que tenha claro que por trás do monitor e do teclado existe um ser humano e que existe a possibilidade de mudança de percepção de mundo e ampliação de horizontes”.

A inovação é um fator relevante na elaboração de um programa em EAD, portanto os custos são consideráveis na implementação de um planejamento para educação a distância, em que os recursos tecnológicos e os materiais didáticos surgem como mediadores da interação necessária para construção de uma comunidade de aprendizagem. O processo de avaliação deve ter como princípio um
aspecto somativo, o qual deve considerar desde
a elaboração/execução/controle de todo o processo a participação ativa
de todos envolvidos e estruturação de um programa de EAD.
A concepção de avaliação norteará seu processo,
no que se refere à tomada de decisões a partir
das dimensões apresentadas no planejamento.

Portanto, devemos considerar os elementos anunciados de forma adequada no decorrer do processo de ensino-aprendizagem a distância, a partir de um planejamento consistente, como forma de fazer educação comprometida, os quais concebam ao sujeito significado e autonomia na construção do conhecimento. Referências Bibliográficas

[1] BELLONI, Maria Luiza. Educação a Distância. 2. ed. Campinas, SP: Autores Associados, 2001.
[2] CORRÊA, J.; RIBEIRO, V. M. B. Competências, planejamento e avaliação. In: SENAC. Rio de Janeiro: SENAC. Versão 3.0. 2004.
[3] NETTO, Carla. Interatividade em ambientes virtuais de aprendizagem. In: FARIA, Elaine Turk. Educação presencial e virtual: espaços complementares essenciais na escola e na empresa. Porto Alegre: EDIPUCRS, 2006.
Por Rodiney Marcelo Braga dos Santos
Colunista Brasil Escola
Licenciado em Matemática (UECE). Especialista em Educação a Distância (SENAC). Especialista em Engenharia de Sistemas (ESAB). Especialista em Gestão Escolar (UECE). Técnico em Microinformática (CEPEP). Docente na área Ciências Naturais Matemática e Suas Tecnologias.
Fonte: Educação - Brasil Escola REFERENCIAIS DE QUALIDADE PARA
EDUCAÇÃO SUPERIOR A DISTÂNCIA Num ambiente virtual de aprendizagem, alguns fatores destacam-se como interferência na interatividade, entre eles, uma modelagem bem planejada e implementada, professores capacitados para serem mediadores, alunos colaboradores, equipe do curso formada por profissionais também capacitados e facilidade de acesso a essa equipe.

Outro fator que interfere na interatividade é a mediação do professor. Muitas vezes o que mais dificulta a interatividade em ambientes virtuais é o próprio professor. Na medida em que o professor não tem bem presente o quanto ele deve ser interativo para, assim, estimular/motivar seus alunos a serem cada vez mais interativos, o processo tende a ir arrefecendo, "esfriando".

Para que um ambiente seja mais interativo, ele deve ser amigável, de fácil manuseio, auto-explicativo e que tenha os recursos de comunicação sempre priorizados. O processo de desenvolvimento de um ambiente virtual de aprendizagem inicia pela identificação do público-alvo, definição de objetivos, definição da área de conhecimento, para depois, num segundo momento, passar para a construção do ambiente propriamente dito, a modelagem computacional.

Na modelagem do ambiente virtual de aprendizagem é importante criar uma área comunitária, com ferramentas de informação e de comunicação, na qual os participantes do curso possam interagir em nível pessoal.
CARLA NETTO "A palavra tutor tem sua origem no latim tutore e significa indivíduo encarregado legalmente de tutelar alguém, protetor, defensor" • O professor-tutor presencial está junto
com os alunos num mesmo lugar, onde, por meio
do uso de tecnologias, eles têm contato com o conteúdo do curso;

• A tutoria presencial permite atendimento individualizado
e em grupo, facilita a organização de grupos
de trabalho cooperativo e colaborativo
e é essencial em aulas práticas;

• O professor-tutor a distância não precisa estar no mesmo
local de seus alunos para que haja comunicação
entre eles e para que a aprendizagem se efetive;

• O professor-tutor a distância utiliza as ferramentas
de comunicação síncronas (telefone, chats, etc.)
e assíncronas (fóruns, diários, etc)
para atendimentos individualizados
aos alunos; Tutor presencial e a distância: Disponível em: http://portaldoprofessor.mec.gov.br/storage/materiais/0000015329.pdf Ferramentas de interação: A utilização de ferramentas de interação possibilita interfaces que podem serutilizadas para facilitar a aprendizagem dos estudantes, por meio da mediação pedagógica que pressuponha a ação de um professor que ajuda a desenvolver no aluno a curiosidade, a motivação, a autonomia e o gosto pelo aprender por meio de (inter)ações colaborativas de aprendizagem. http://www.educonufs.com.br/vcoloquio/cdcoloquio/cdroom/eixo%2012/PDF/Microsoft%20Word%20-%20A%20INTERAcaO%20NA%20EDUCAcaO%20A%20DIST%C2NCIA%20O%20FoRUM%20COMO%20ESTRATeGIA%20DE%20ENSINO%20E%20DE%20APRENDIZAGEM.pdf Estudo de caso é um instrumento pedagógico que apresenta um problema mal estruturado.
E o que é um problema mal estruturado? É aquele que não tem uma solução pré-definida, exigindo empenho do aluno para identificar o problema, analisar evidências, desenvolver argumentos lógicos, avaliar e propor soluções.
Pode também ser definido como um problema que reproduz os questionamentos, as incertezas e as possibilidades de um contexto empresarial que dispara a necessidade de uma tomada de decisão. O processo de chegar a uma decisão, por meio da análise e discussão individual e coletiva das informações expostas no estudo de caso, promove o raciocínio crítico e argumentativo dos alunos.
Em função dessas características, o caso é considerado um valioso instrumento pedagógico, que desafia o aluno a raciocinar, argumentar, negociar e refletir – habilidades bastante demandantes do ponto de vista cognitivo e social.
Fonte: http://www.insper.edu.br/casos/estudo-caso/ “O fórum é uma ferramenta fundamental para a aprendizagem, viabilizando a manutenção do diálogo e da reflexão do grupo, que poderá ser sempre aprofundada e discutida, já que os autores das “falas” podem realizar pesquisas em arquivos, para aprofundar ideias, e, assim avançar na produção de conhecimento, não se limitando apenas a “concordar” ou “discordar” dos assuntos. Um dos aspectos positivos dos fóruns é a possibilidade de participação e de colaborações entre os membros da comunidade virtual.”
Juliana Janaina Tavares Nóbrega
Disponível em: http://www.partes.com.br/2012/10/29/a-mediacao-dos-tutores-no-forum-ead-em-cursos-de-licenciatura-entre-a-teoria-e-a-pratica/
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