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Modelo OSI e TCP/IP

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by

Jose Palacios

on 23 July 2014

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Transcript of Modelo OSI e TCP/IP

MODELO OSI e TCP/IP
Arquitetura OSI
OSI é uma abreviatura para Open System Interconnection; conceitualmente é a arquitetura geral requerida para estabelecer uma comunicação entre nós.
OSI pode ser visto de duas formas como um standard, e como um modelo de referência.
OSI como um standard: No inicio das redes de computadores, os fabricantes tinham seus próprios conjunto de convenções para interconetar seus dispositivos; isso fazia difícil que equipamentos de diferentes fabricantes falassem entre eles.
A necessidade de interconetar equipamentos de diferentes fabricantes se fez necessária, um "standard" era necessário.
OSI como modelo de referência: OSI é um modelo de referência que mostra como se deve transmitir uma mensagem entre dois nós.
No que se fundamenta o modelo OSI?
A idéia primordial do modelo OSI, é que a comunicação entre nós pode ser dividida em camadas, no modelo OSI são definidas sete camadas.
Durante o processo de comunicação, cada camada coloca seu grão de areia.
Para que os nós possam estabelecer uma comunicação, eles precisam ter instaladas as camadas do modelo OSI.
Do lado do nó transmissor, a mensagem baixa através das camadas OSI.
Do lado do nó receptor, a mensagem sobe através das camadas OSI.
Camadas OSI
Camadas do Modelo OSI

Camada Física
Os protocolos deste nível são os que realizam a codificação/decodificação de símbolos e caracteres em sinais elétricos lançados no meio físico. O nível físico tem a função de transmitir uma seqüência de bits através de um canal de comunicação.
Camada de Enlace de Dados
Neste nível a camada receber/transmiti uma seqüência de bits do/para o nível físico e transformá-los em uma linha que esteja livre de erros de transmissão, a fim de que essa informação seja utilizada pelo nível de rede.
Camada de Rede
A camada de rede controla a operação da rede de um modo geral. Fazendo o endereçamento e roteamento dos pacotes entre fonte e destino, o controle de congestionamento e a contabilização do número de pacotes ou bytes utilizados pelo usuário, para fins de tarifação.
Camada de Transporte
A camada de transporte trata de questões do transporte entre nós, confiabilidade no transporte. Estabelece, mantén e termina circuitos virtuais, detecção e recuperação de falhas e controle de fluxos de informações.
Camadas do Modelo OSI
Camada de Sessão
A função da camada de sessão é estabelecer, gerenciar e terminar sessões entre aplicativos.
Camada de Apresentação
A função da camada de apresentação é assegurar que a informação seja transmitida de tal forma que possa ser entendida e usada pelo receptor.
Camada de Aplicação
A camada de aplicação fornece ao usuário uma interface que permite acesso a diversos serviços de aplicação, convertendo as diferenças que existem em diferentes fabricantes para um denominador comum. Esta camada de aplicação é o nível que possui o maior número de protocolos existentes, devido ao fato de estar mais perto do usuário e os usuários possuírem necessidades diferentes.
Implementação das camadas do modelo OSI
As duas primeiras camadas (física e enlace) geralmente são construidas com hardware e software.
O cabo, o conetor, a placa de rede o driver da placa de rede pertencem as camadas 1 e 2.
Os outros cinco niveis são construidos em software
Comunicação entre camadas
Cada camada oferece um conjunto de funções para a camada superior e utiliza as funções da camada inferior
Cama camada em um nó se comunica com seu igual no outro nó
Encapsulamento/Desencapsulamento
Palavras Chave
Navegadores.
Formatação de dados.
Diálogos e Conversações.
Qualidade de serviços e confiabilidade.
Seleção de caminhos, roteamento e endereçamento.
Quadros e controle de acesso ao meio.
Sinais e meios.
Protocol Data Unit PDU
Dados.
Dados.
Dados.
Segmentos.
Pacotes.
Quadros.
Bits.
Modelo de Referência TCP/IP
1969 - Advanced Research Project Agency (ARPA) financia a pesquisa e o desenvolvimento de uma rede experimental de comutação de pacotes (ARPANET)‏
O objetivo era estudar técnicas para implementar sistemas de comunicação de dados robustos e independentes de fornecedores
ARPANET foi tão bem sucedida que várias organizações ligadas à rede passaram a usá-la cotidianamente
1975 - ARPANET deixa o caráter experimental, transformando-se em uma rede operacional, quando a Defense Communications Agency (DCA) assume o seu controle
Modelo de Referência TCP/IP
DARPA financiou a implementação do TCP/IP na versão Berkley (BSD) Unix
Com muitos diferentes métodos de redes, alguma coisa era necessária para a unificação dos mesmos.Robert Kahn da DARPA e ARPANET recrutaram Vint Cerf da Universidade de Stanford para trabalhar com ele nesse problema
A especificação do protocolo resultante contém o primeiro uso atestado do termo internet, como abreviação de internetworking
Decorrentes das primeiras espacificações do TCP em 1974, TCP/IP emergiu em meados do final de 1978, em forma quase definitiva. Em 1981, os padrões associados foram publicados como RFCs 791, 792 e 793 e adotado para uso.
Em 1º de janeiro de 1983, data conhecida como Flag Day, o protocolo TCP/IP se tornou o único protocolo aprovado pela ARPANET.
Modelo de Referência TCP/IP
Modelo de Referência TCP/IP
1983 - ARPANET divide-se em MILNET e uma nova (e menor) ARPANET
1985 - A National Science Foundation (NSF) cria a NSFNet e a conecta a internet
1987 - NSF cria um novo e mais rápido backbone e uma topologia em três camadas que incluem o backbone, redes regionais e redes locais
1990 - ARPANET encerra suas atividades
1995 - NSFNet deixa de ser o principal backbone da Internet
Modelo de Referência TCP/IP
Modelo de Referência TCP/IP
Camada de Aplicação
A camada mais próxima do usuário.
Quando o usuário envia dados atráves da rede, ele o faz utilizando uma aplicação ou um programa.
Toda aplicação ou programa que envia dados pela internet esta associada a um protocolo.
Do ponto de vista do modelo OSI, um protocolo tem uma porta associada na camada 4 (transporte).
Por exemplo serviço web utiliza a porta 80, segundo o standard.
Camada de Aplicação
Algumas das aplicações em camada 7 que utilizamos são: web browsers (HTTP), internet explorer, firefox, chrome, opera etc; programar de transferência de arquivos (FTP), Filezilla, vsftpd etc.
Existem alguma aplicações que são executados em background, sem o usuário perceber, como DHCP.
Se vc quiser ver todos esses protocolos em ação basta utilizar um sniffer como o WireShark :)
Camada De Transporte
Na camada de transporte os dados que serão enviados pela internet, são quebrados em partes mais pequenas chamadas segmentos.
O PDU o protocol data unit nessa camada é chamado de "segmento"
Existem dois protocolos conhecidos TCP, Transmission Control Protocol, e UDP, User Datagram Protocol.
TCP
Transmission Control Protocol
A principal característica do protocolo TCP é sua confiabilidade e ser orientado a conexão.
Em TCP se fala de confiabilidade porque os dados são enviados depois de um processo inicial conhecido como "three way handshake".
Em TCP se fala de confiabilidade porque toda vez que enviamos um segmento esperamos por um reconhecimento (ACK) do outro lado.
TCP
Transmission Control Protocol
Em TCP se fala de confiabilidade porque para todos os segmentos enviados se utiliza um número de sequência, o número de sequência serve para saber quantos bytes foram enviados, em resposta um número de reconhecimento é enviado para saber quantos bytes foram recibidos corretamente.
Em TCP a confiabilidade é obtida através de flags SYN e ACK.
Em TCP nenhum segmento novo será enviado se previamente não tem se reconhecido o segmento anterior.
TCP
Transmission Control Protocol
Three Way Hanshake
Protocolo UDP
User Datagram Protocol
UDP é um protocolo não confiavél. Não orientado a conexão.
Não é preciso estabelecer uma conexão para enviar dados.
A principal vantagem de UDP é que o header, cabeçalho, é muito mais pequeno fazendo com que a transmissão de dados seja mais rápida, porém menos confiavél.
Header (Cabeçalho) TCP
Header (Cabeçalho) UDP
Alguns Protocolos
TCP e UDP
Porta - Protocolo
80 HTTP (TCP)
143 HTTPS (TCP)
23 TELNET (TCP)
20,21 FTP (TCP)
22 SSH (TCP)
25 SMTP (TCP)
161,162 SNMP (UDP)
53 DNS (TCP) (UDP
Número de Portas
Portas Conhecidas (Well Know Ports) 0 - 1023
Portas Registradas (Registered Ports) 1024 - 49151
Portas Dinamicas (Dynamic Ports) 49152 - 65535
O IANA Internet Assigned Numbers Authority, é a entidade encarregada de definir os blocos Ips para os diferentes ISP existentes no mundo; também é a encarregada de definir os números de porta para usos específicos.

https://en.wikipedia.org/wiki/List_of_TCP_and_UDP_port_numbers
Camada De Rede (IP)
Camada IP
É a camada que fala das redes, dos endereçamentos e do encaminhamento dos pacotes.
É a camada mais conhecida, a camada da "Internet".
O protocolo IP é não orientado a conexão (connectioless); não existe um estabelecimento de conexão antes de enviar a informação, assim como o three way handshake em TCP.
Ip é um protocolo não confiavél, a informação é enviada e não se espera por uma confirmação. O protocolo que se encarrega de fazer isso é o TCP.
Camada IP
O cabeçalho da camada de rede, contém os endereços ip fonte e destino.
Os endereços fonte e destino não mudam na medida que elas trafegam por diferentes redes.
Os endereços Ip tem uma estrutura hierárquica, fazendo com que seja possivél representar redes grandes e pequenas. Essa hierárquia é chamada de Clases.
Um endereço IP consta de duas partes a parte que faz referência a rede e que faz referência ao host. Isso é possivél pela utilização de uma máscara de rede.
Camada IP
Imaginemos que vc escreve uma carta, para Joãozinho Silva. E inserimos como destino únicamente o nome.
Se inserimos essa carta no correio a mesma nunca vai chegar no seu destino, isso pq não sabemos a cidade, o estado o país. Não temos informação para "encaminhar" (rotear) a carta.
O mesmo processo acima se aplica para o protocolo IP.
Exemplo o endereço IP 192.168.1.118/255.255.255.0 , tem como informação para encaminhamento a cidade, estado e país 192.168.1 (rede) , e como destino o host 118.
Quem define qual é a parte de rede e qual é a parte de host é a máscara de rede, no caso 255.255.255.0. Os zeros definen qual é o host.
Camada IP
192.168.1.118 Esse é o endereço IP
255.255.255.0 Essa é a máscara de rede

192.168.1.
118
A parte verde é a rede e

a vermelha o host. .pq??

255.255.255.
0
A parte verde os 255 define
a rede os 255 e os
0s em

vermelho define o host.


Camada IP
192.168.1.0 O primerio endereço é o
endereço de rede, e o mesmo
não se utiliza.

192.168.1.255 O último endereço é o endereço
de broadcast, tb não se utiliza.

192.168.1.1-254 Todos esses endereço podem ser
utilizados.

Camada IP
Se convertimos a máscara 255.255.255.0 para código binário os 1s representam a parte de rede e os zeros representam a parte do host.
11111111.11111111.11111111.00000000 Binário
255.255.255.0 Decimal
O endereço exemplo pode ser representado como:
192.168.1.118/24 (24x1s)
Protocolos da Camada de Rede
IPV4 - 32 bits
IPV6 - 128 bits
ICMP
IPSEC
IPX - Novell
AppleTalk
CLNS - Utilizado em grandes ISP
Formato de um endereço IP
Um endereço IP pode ser escrito de duas maneira:

Decimal:
192.168.1.1

Binário:
11000000.10101000.00000001.00000001
Formato IPv4
Um endereço IP é formado por quatro octetos separados por pontos.
Existem três tipos de endereços IP: Network, Host e Broadcast.

Network: O endereço que identifica a rede. Utiliza o primeiro endereço na rede. O endereço de rede não pode ser utilizado por nenhum host. Todos os hosts na rede vão ter o mesmo endereço de rede.
Broadcast: O endereço que faz referência a todos os hosts da rede. Não pode ser utilizado por nenhum host.
Host: O endereço atribuido ao dispositivo final na rede. Esse endereço é único, e se encontra entre o endereço de network e de broadcast.
Classes de endereços IP
Classe A: Primeiro bit é 0 (zero)
Classe B: Primeiros dois bits são 10 (um, zero)
Classe C: Primeiros três bits são 110 (um, um, zero)
Classe D: (endereço multicast): Primeiros quatro bits são: 1110 (um, um, um, zero)
Classe E: (endereço especial reservado): Primeiros quatro bits são 1111 (um, um, um, um)
Classes de endereços IP
Classes de Rede IPv4
Classe Gama de Endereços De Rede Nº de Endereços Por Rede
A 1.0.0.0 até 127.0.0.0 16 777 216
B 128.0.0.0 até 191.255.0.0 65 536
C 192.0.0.0 até 223.255.255.0 256
D 224.0.0.0 até 239.255.255.255 Multicast
E 240.0.0.0 até 255.255.255.254 Uso futuro.

Endereços Públicos e Privados
Endereços Privados são aqueles que não são roteavéis na internet. Eles servem exclusivamente para uso interno.
10.0.0.0 to 10.255.255.255
172.16.0.0 to 172.31.255.255
192.168.0.0 to 192.168.255.255
Endereços Públicos e Privados
Para que os endereços privados tenham acesso a internet é preciso transladar esses endereços privados para públicos.
Dita translação é feita nos roteadores ou firewalls utilizando uma tecnologia chamada de NAT (Network Address Translation).
Endereços públicos são utilizados em hosts que querem ser accesíveis pela internet.
Camada de Enlace
A camada de enlace é a encarregada de dar acesso ao meio. Para isso ela encapsula os pacotes de acordo ao meio de transmissão utilizado.
Nessa camada acontece o intercambio de quadros entre hosts de um mesmo segmento de rede; para isso se faz uso de endereços fisicos.
Nessa camada ficam definidos os tipos de topologia de rede.
Camada de Enlace de Dados
Cabeçalho IP
Topologia Física: é a forma como os dispositivos estão fisicamente conetados.

Topologia Lógica: é a forma como os dados são transferidos de um dispositivo a outro.

Não necessáriamente a topologia física bate com a lógica. Exemplo em um switch os computadores se conetam fisicamente na forma de uma estrela, porém logicamente eles trabalham como se estivessem conetados a um barramento.
Controle de Acesso ao Meio
Ethernet/Wireless Token Ring/FDDI
Baseado em Competição
Quem chega primeiro, ganha o acesso ao meio
Colisões
Dados são enviados a qq hora.
Topologia Física Estrela
Topologia Lógica Bus (Multi-acesso)
Uso eficiente do Ancho de Banda.
CSMA/CD Ethernet
Carrier Sense Multi-Access with Collision Detection
CSMA/CA Wireless
Carrier Sense Multi-Access with Collision Avoidance
Deterministico.
Cada dispositivo tem sua vez para tx.
Sem colisões
Cada dispositivo espera à sua vez para transmitir.
Token Ring: Topologia Física estrela, lógica em anél.
FDDI: Topologia Física de dois anéis, lógica em anél.
Uso ineficiente do ancho de banda.
Token
Equipamentos que trabalham até a camada IP
Roteamento/Encaminhamento
Controle de Acesso ao Meio
Acesso Baseado em Controle: Cada dispositivo envia seus quadros baseado em uma determinada sequência. Se um dispositivo vai colocar seus dados no meio de transmissão, ng mais pode enviar. Ineficiente uso do ancho de banda. Não temos colisões.
Acesso Baseado em Competição: Todos os dispositivos podem enviar seus quadros a qq momento, isso ocasiona colisões. Para que as transmissões não virem um caos é preciso um processo que verifique se o meio de transmissão esta livre antes do quadro ser enviado. Esse processo é chamado de CSMA Carrier Sense Multiple Access.
Carrier Sense Multiple Access - CSMA
CSMA/CD: Collision Detect, o processo de CD se encarrega de escutar o meio de transmissão, se o meio esta livre, então o quadro é enviado. Pode acontecer de duas máquinas enxergarem o meio de tx livre e começar a transmitir seus dados simultaneamente; quando isso acontece uma colisão é gerada. Os dispositivos detectan essa colisão e executam um algoritmo com o propósito de saber quanto tempo devem esperar antes de começar o processo de escuta novamente.

CSMA/CA: Collision Avoidance, esse protocolo é utilizado nas redes wireless. A diferença de collision detect, o dispositivo faz uma reserva do meio de transmissão. Dessa maneira não acontecem colisões.
Topologias de Rede
Barramento - cada nó é ligado em "série" (um nó é conectado atrás do outro) em um mesmo backbone. As informações enviadas por um nó trafegam pelo backbone até chegar ao nó de destino.

Anel - como uma rede de barramento, os anéis também têm nós ligados em série. A diferença é que a extremidade da rede volta para o primeiro nó e cria um circuito completo. Em uma rede em anel, cada nó tem sua vez para enviar e receber informações através de um token (ficha). O token, junto com quaisquer informações, é enviado do primeiro para o segundo nó, que extrai as informações endereçadas a ele e adiciona quaisquer informações que deseja enviar. Depois, o segundo nó passa o token e as informações para o terceiro nó e assim por diante, até chegar novamente ao primeiro nó. Somente o nó com o token pode enviar informações. Todos os outros nós devem esperar o token chegar.

Estrela - em uma rede em estrela, cada nó se conecta a um dispositivo central chamado hub. O hub obtém um sinal que vem de qualquer nó e o passa adiante para todos os outros nós da rede. Um hub não faz nenhum tipo de roteamento ou filtragem de dados. Ele simplesmente une os diferentes nós.
Sub-Camadas da Camada de Enlace
LLC Logical Link Control: Serve para indicar qual é o protocolo de rede que esta sendo utilizado.

MAC Media Access Control: Provê o endereçamento físico. Esses endereços são de 48 bits e usualmente são representados em hexadecimal. Esses endereços vem configurados de fábrica.
Topologias de Rede
Camada Física
A camada Física OSI fornece os requisitos para transportar pelo meio físico de rede os bits que formam o quadro da camada de Enlace de Dados. Essa camada aceita um quadro completo da camada de Enlace de Dados e o codifica como uma série de sinais que serão transmitidos para o meio físico local. Os bits codificados que formam um quadro são recebidos por um dispositivo final ou por um dispositivo intermediário.
Camada Física
Codificação

Codificação é um método de converter um fluxo de bits de dados em um código predefinido. Os códigos são grupos de bits utilizados para fornecer um padrão previsível que possa ser reconhecido pelo remetente e pelo receptor. Usar padrões previsíveis auxilia a diferenciar bits de dados de bits de controle e fornece uma detecção melhor de erros no meio físico.

Além de criar códigos para os dados, os métodos de codificação na camada física também podem fornecer códigos de controle, como identificar o início e o fim de um quadro. O host de transmissão enviará os padrões específicos de bits ou um código para identificar o início e o fim de um quadro.

Sinalização

A camada Física irá gerar os sinais elétricos, ópticos ou sem fio que representam o "1" e "0" no meio físico. O método de representação de bits é chamado de método de sinalização. Os padrões da camada Física devem definir que tipo de sinal representa o "1" e o "0". Isso pode ser tão simples quanto uma alteração no nível de um sinal elétrico ou de um pulso óptico ou um método de sinalização mais complexo.
Camada Física
Camada Física
Codificação
Camada Física
Sinalização
Camada Física
Velocidade de Transmissão
Tipos de Meio Físico
O meio físico mais utilizado para a comunicação de dados é o cabeamento que usa fios de cobre para sinalizar dados e controlar bits entre os dispositivos de rede. O cabeamento utilizado para a comunicação de dados geralmente consiste em uma série de fios de cobre individuais que formam circuitos dedicados para funções específicas de sinalização.

Esses cabos podem ser utilizados para conectar nós de uma LAN a dispositivos intermediários, como roteadores e switches. Os cabos também são utilizados para conectar dispositivos WAN a provedores de serviços de dados, como uma companhia telefônica. Cada tipo de conexão e dispositivos possuem exigências de cabeamento estipuladas pelos padrões da camada Física.

Os dados são transmitidos por cabos de cobre como pulsos elétricos. Um detector na interface de rede de um dispositivo de destino deve receber o sinal que poderá ser decodificado com êxito para corresponder ao sinal enviado.

Os valores de tempo e de voltagem desses sinais estão suscetíveis a interferência ou "ruído" externos ao sistema de comunicação. Esses sinais não esperados podem distorcer e corromper os sinais de dados transportados pelo meio físico de cobre. As ondas de rádio e os dispositivos eletromagnéticos, como luzes fluorescentes, motores elétricos e outros dispositivos são fontes de ruído em potencial.

Os tipos de cabo com isolamento ou com pares trançados de fios são desenvolvidos para minimizar a degradação do sinal devido ao ruído eletrônico.
Meio Físico de Cobre
Meio Físico de Cobre
Cabo de Par trançado:
O cabeamento por par trançado (Twisted pair) é um tipo de cabo que possui pares de fios entrelaçados um ao redor do outro para cancelar as interferências eletromagnéticas de fontes externas e interferências mútuas (linha cruzada ou, em inglês, crosstalk) entre cabos vizinhos. A taxa de giro (normalmente definida em termos de giros por metro) é parte da especificação de certo tipo de cabo. Quanto maior o número de giros, mais o ruído é cancelado. Foi um sistema originalmente produzido para transmissão telefônica analógica que utilizou o sistema de transmissão por par de fios. Aproveita-se esta tecnologia que já é tradicional por causa do seu tempo de uso e do grande número de linhas instaladas.
A matéria-prima fundamental utilizada para a fabricação destes cabos é o cobre, por oferecer ótima condutividade e baixo custo, portanto deve-se analisar com bastante cuidado a segurança contra descargas elétricas. Um acidente com descarga elétrica em qualquer ponto da rede pode comprometer toda a rede local.
Cabos UTP
Existem três tipos de cabos Par trançado:

Unshielded Twisted Pair - UTP ou Par Trançado sem Blindagem: é o mais usado atualmente tanto em redes domésticas quanto em grandes redes industriais devido ao fácil manuseio, instalação, permitindo taxas de transmissão de até 100 Mbps com a utilização do cabo CAT 5e; é o mais barato para distâncias de até 100 metros; Para distâncias maiores emprega-se cabos de fibra óptica. Sua estrutura é de quatro pares de fios entrelaçados e revestidos por uma capa de PVC. Pela falta de blindagem este tipo de cabo não é recomendado ser instalado próximo a equipamentos que possam gerar campos magnéticos (fios de rede elétrica, motores, inversores de frequência) e também não podem ficar em ambientes com umidade.
Shielded Twisted Pair - STP ou Par Trançado Blindado (cabo com blindagem): É semelhante ao UTP. A diferença é que possui uma blindagem feita com a malha metálica em cada par. É recomendado para ambientes com interferência eletromagnética acentuada. Por causa de sua blindagem especial em cada par acaba possuindo um custo mais elevado. Caso o ambiente possua umidade, grande interferência eletromagnética, distâncias acima de 100 metros ou exposto diretamente ao sol ainda é aconselhável o uso de cabos de fibra óptica.
Screened Twisted Pair - ScTP também referenciado como FTP (Foil Twisted Pair), os cabos são cobertos pelo mesmo composto do UTP categoria 5 Plenum, para este tipo de cabo, no entanto, uma película de metal é enrolada sobre o conjunto de pares trançados, melhorando a resposta ao EMI(interfêrencia eletromagnética) , embora exija maiores cuidados quanto ao aterramento para garantir eficácia frente às interferência
Cabo UTP
Categorias Cabo UTP
Norma EIA/TIA-568-B
A norma EIA/TIA-568-B prevê duas montagens para os cabos, denominadas T568A e T568B. A montagem T568A usa a sequência branco e verde, verde, branco e laranja, azul, branco e azul, laranja, branco e castanho, castanho.
A montagem T568B usa a sequência branco e laranja, laranja, branco e verde, azul, branco e azul, verde, branco e castanho, castanho.
As duas montagens são totalmente equivalentes em termos de desempenho, cabendo ao montador escolher uma delas como padrão para sua instalação. É boa prática que todos os cabos dentro de uma instalação sigam o mesmo padrão de montagem.
Um cabo cujas duas pontas usam a mesma montagem é denominado Direto (cabo), e serve para ligar estações de trabalho e roteadores a switches ou hubs. Um cabo em que cada ponta é usado uma das montagens é denominado Crossover, e serve para ligar equipamentos do mesmo tipo entre si.
Cabo Cruzado
A norma utilizada para fazer cabos directos é a T568A ou T568B. Para fazer cabos cruzados usamos a norma T568A num dos lados e a norma T568B na outra extremidade.

Utilizado para conetar dois computadores por exemplo
Meio Físico de Fibra
Meio Físico de Fibra
O cabeamento de fibra óptica utiliza vidro ou fibras de plástico para orientar os pulsos de luz da origem ao destino. Os bits são codificados na fibra como pulsos de luz. O cabeamento de fibra óptica suporta amplas taxas de largura de banda. A maioria dos padrões de transmissão atuais já se aproximam do potencial de largura de banda desse meio físico.

Fibra Comparada ao Cabeamento de Cobre
Considerando que as fibras utilizadas no meio físico não são condutores elétricos, o meio físico estará imune à interferência eletromagnética e não conduzirá correntes elétricas indesejadas. Pelo fato das fibras ópticas serem finas e terem relativamente uma perda de sinal menor, elas podem operar em distâncias muito maiores do que o meio físico de cobre, sem a necessidade de repetição do sinal. Alguns padrões de fibra óptica permitem distâncias que podem chegar a quilômetros.

A implementação do meio físico de fibra óptica inclui:
Mais gasto (em geral) do que o meio físico de cobre pela mesma distância (porém, por mais capacidade)
Diferentes habilidades e equipamentos exigidos para conectar a infra-estrutura dos cabos
Mais cuidado na manipulação do que o meio físico de cobre
Estrutura da Fibra
Fibra Monomodo e Multimodo
Meio Físico sem Fio
O meio físico sem fio transmite sinais eletromagnéticos nas frequências de rádio e de microondas que representam os dígitos binários de comunicação de dados. Como um meio de rede, o sem fio não é restrito aos condutores ou caminhos, como são o meio físico de cobre e de fibra.

As tecnologias de comunicação de dados sem fio funcionam bem em ambientes abertos. No entanto, alguns materiais de construção utilizados em prédios e estruturas, e o terreno local, limitarão a eficácia da cobertura do sinal. Além disso, a tecnologia sem fio é suscetível à interferências e pode ser interrompida por dispositivos comuns, como telefones sem fio, alguns tipos de lâmpadas fluorescentes, fornos microondas e outras comunicações sem fio.

Além disso, pelo fato da cobertura da comunicação sem fio não exigir acesso físico ao meio, os dispositivos e usuários que não são autorizados a acessar a rede terão acesso à transmissão. Portanto, a segurança de rede é o principal componente da administração de uma rede sem fio.
Meio Físico sem Fio
Standares de comunicação sem fio
O IEEE e os padrões da indústria de telecomunicações para a comunicação de dados sem fio abrangem as camadas Física e Enlace de Dados. Os quatro padrões de comunicação de dados comuns que se aplicam ao meio físico sem fio são:
Padrão IEEE 802.11 - Geralmente conhecido como Wi-Fi, é uma tecnologia Wireless LAN (WLAN) que utiliza a contenção ou sistema não-determinístico com o processo de acesso ao meio físico Carrier Sense Multiple Access/Collision Avoidance (CSMA/CA).
Padrão IEEE 802.15 - padrão Wireless Personal Area Network (WPAN), conhecido como "Bluetooth", utiliza um dispositivo de processo em pares para se comunicar a distâncias entre 1 e 100 metros.
Padrão IEEE 802.16 - Mais conhecido como WiMAX (Worldwide Interoperability for Microwave Access), utiliza uma topologia ponto-multiponto para fornecer acesso de banda larga sem fio.
Global System for Mobile Communications (GSM) - Inclui as especificações da camada Física que permitem a implementação do protocolo Camada 2 General Packet Radio Service (GPRS) para fornecer a transferência de dados pelas redes de telefonia celular móvel.

Outras tecnologias sem fio, como a comunicação por satélite, fornecem conectividade por redes de dados para locais sem outros meios de conexão. Os protocolos que incluem o GPRS permitem que os dados sejam transferidos entre as estações terrestres e os links de satélite.
FIM
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