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DIAGNÓSTICO SITUACIONAL EM UMA UNIDADE DE TERAPIA INTENSIVA

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by

Lázaro Nonato

on 3 November 2015

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DIAGNÓSTICO SITUACIONAL EM UMA UNIDADE DE TERAPIA INTENSIVA

Disciplinas: Estágio Supervisionado e Liderança, Gestão e Empreendedorismo

UTI
Adriana Campos Medeiros
Ana Cristina da Silva Fonseca Diniz
Ana Rita Valério de Oliveira
Josiane Gonçalves de Brito Lopes
Mariszélia Poliane Rodrigues
Natália Lucas de Souza
Renata Basílio Ribeiro da Silva
Suellen Cordeiro de Aguiar
Thaís Cristhine Santos Oliveira Lana
Thalles José Campos Zinato

INTEGRANTES
ORIENTADOR: Lázaro França Nonato
INTRODUÇÃO
As atribuições do enfermeiro são muitas e estão relacionadas não somente à assistência, mas também à gestão dos serviços.

PARA ESTES
O diagnóstico situacional é considerado como uma ferramenta de gestão no auxílio do enfermeiro para o direcionamento de suas ações.

DENTRO DESTE CONTEXTO, SABE - SE QUE


Atualmente há uma crescente necessidade de melhorar a qualidade do serviço oferecido ao cliente.

PARA ISTO

É necessário o planejamento das ações, estabelecer prioridades nas atuações de acordo com a realidade da instituição, para que as metas estabelecidas sejam alcançadas.

OBJETIVOS

GERAL

Realizar um diagnóstico situacional em uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI) de um hospital filantrópico de Belo Horizonte.

ESPECÍFICOS
Identificar as fragilidades e potencialidades existentes na UTI.
Aplicar as ferramentas de gestão.
Implementar um plano de ação.
Avaliar a implementação do plano de ação.
Verificar a efetividade das ações desenvolvidas.
(KLEBA et al., 2011; KURCGANT, 2005)
JUSTIFICATIVA

Essa pesquisa é de suma relevância uma vez que a abordagem teórica prática de conhecimentos e habilidades relacionados à gestão e gerência na formação dos enfermeiros, é essencial.

Além disso, esta possibilitará o conhecimento de fragilidades e potencialidades antes não diagnosticadas, tornando possível o tratamento das fragilidades visando o aprimoramento da assistência prestada pela instituição em questão.

Tipo de Estudo

Campo, descritivo e exploratório

Cenário do Estudo

Unidade de Terapia Intensiva de um hospital
filantrópico em Belo Horizonte

Coleta de Dados

Observação do setor e das tarefas desempenhadas.
Entrevista com estes colaboradores.
Roteiro baseado nas Resoluções 7/2010, RDC’s 36/2013, 63/2011, 50/2002, 307/2002; PNASS.


Análise dos Dados

Ferramentas gerenciais: GUT; Ishikawa e 5W2Hs.
Revisão da literatura.
Metodologia quantitativa/qualitativa.

METODOLOGIA
Diagnóstico Situacional

...Tudo começou em 1971

Possui reconhecimento em qualidade (ONA e ISO). Possui atendimento com referência reconhecida em Oncologia.

Além de 231 leitos, UTI, UCO, BC, Serviços de Diagnóstico, Hemodinâmica, Medicina Nuclear, Central de Endoscopia, Laboratório de Patologia Clínica, Pronto Atendimento/Consultórios e Serviços de Quimioterapia e Radioterapia.


(FONTE: SITE DA INSTITUIÇÃO, 2014)


Identidade: Oncologia

“Promover saúde através da assistência, do ensino e da pesquisa, com ênfase em oncologia, visando a melhoria da qualidade de vida com responsabilidade social e filantrópica."

Missão
“Defesa intransigente da vida; acolhimento fraterno; valorização do capital humano; respeito e gratidão aos doadores voluntários; legitimidade, moralidade e impessoalidade; prevalência do interesse publico sobre os interesses pessoais; transparência nas relações; equidade nas relações; eficiência e eficácia em gestão."


Princípios, valores e crenças
Visão
“Ser referência nacional em oncologia até 2015.”

Identidade Organizacional
Hospital geral com foco em oncologia que atende pacientes particulares, do SUS e de convênios.

Hospital filantrópico.

O Hospital é uma das três instituições de saúde de Minas Gerais classificadas pelo Ministério da Saúde como Centro de Assistência de Alta Complexidade em Oncologia (CACON).

IDENTIDADE DA INSTITUIÇÃO
Cadastro Nacional de Estabelecimento de Saúde – CNES

ORGANOGRAMA INSTITUCIONAL
ORGANOGRAMA SETORIAL
CARACTERIZAÇÃO DO SETOR

Perfil da Clientela da UTI

Período da Coleta: 1º a 31 de julho de 2014.

Número da amostragem: 148 pacientes.

Gráfico 1: Gênero dos pacientes que foram internados na UTI da instituição no período de julho de 2014.

Gráfico 2: Faixa etária dos pacientes que foram internados na UTI da instituição no período de julho de 2014.

Gráfico 1: Patologias que motivaram a internação na UTI da instituição no período de julho de 2014.

Gráfico 4: Convênios utilizados pelos pacientes que internaram na UTI da instituição no período de julho de 2014.

N= 148
N= 148
N= 148
N= 148
RDC 7/2010
RDC/ANVISA
nº 50/2002

Recursos físicos estão de acordo com o preconizado pela RDC/ANVISA nº 50.

RECURSOS FISÍCOS


PLANTA BAIXA DA UTI

RECURSOS FÍSICOS
RECURSOS MATERIAIS

Em relação aos recursos materiais dispostos na unidade em estudo, no que se refere à quantidade, todos estão de acordo com o preconizado na legislação (RDC 7/2010), salvo o numero total de desfibriladores. Segundo a resolução supracitada deve conter um a cada cinco leitos e foram encontrados quatro desfibriladores para um total de 30 leitos.

RECURSOS MATERIAIS

Além da quantidade ideal de recursos, é importante que estes estejam em bom estado e para garantir isso existe um programa de manutenção corretiva e preventiva.

Manutenção Corretiva

É solicitada através de ordem de serviço (OS) no sistema informatizado (MV), de acordo com a necessidade. Os responsáveis por solicitar as manutenções são os enfermeiros, acadêmicos de enfermagem e a secretária da unidade.

RECURSOS MATERIAIS

Manutenção Preventiva

Um programa ou um plano de manutenção preventiva consiste em estabelecer uma lista de tarefas e um cronograma, que descreve o prazo necessário para a conclusão da atividade e o nome da pessoa responsável pela execução e finalização das tarefas.

RECURSOS HUMANOS


No setor em questão, pôde-se constatar que os recursos humanos estão de acordo com o preconizado pela RDC 7/2010.

Segundo Barbosa (2007) e França (2008) as dimensões e as competências dos recursos humanos em saúde afetam diretamente a organização de qualquer setor.
Sua premissa básica é assegurar a existência dos mesmos, disponíveis e adequados as suas operações, presentes e futuras.
RECURSOS ADMINISTRATIVOS

A Unidade de Terapia Intensiva possui um gerenciamento com implementações de planejamento estratégico, centro de custos divididos entre os setores e documentos de gestão de informações revisados e anexados nos quadros de gestão a vista e registros eletrônicos (prontuários, censo diário, indicadores, mapa de processos, mapa de riscos, relatório de alta hospitalar).

Plano diretor de obras

Planejamento Estratégico

Visão de processo (esquema horizontal)

Gestão de Custos (orçado / realizado)

Nível da Alta Direção

Nível Gerencial/Coordenação:

- Análise mensal de indicadores (estrutura, processo, resultado).
Gestão da informação: (Softwares: MV; Sigquali), quadro de gestão à vista, quadro de informações gerais.
- Notificação e análise de eventos adversos; notificação de acidente de trabalho.
- Auditorias internas (SCIH, SESMT, Pré-faturamento) e externas (Acreditadora e Convênios).
- POP’s; PRS; Protocolos Institucionais;
- Identificação e trabalho com a cadeia Cliente-fornecedor (contratos, conformidades e não-conformidades).
- Implementação do ciclo PDCA.

Principais indicadores assistenciais da UTI

MACROPROCESSO

ANÁLISE DOS DADOS

Potencialidades da UTI

Fragilidades da UTI

PLANO DE AÇÃO

FERRAMENTA 5W2Hs

CLASSIFICAÇÃO DOS PACIENTES CONFORME CUIDADOS INTENSIVOS
FÓRMULA PARA CALCULAR O TEMPO GASTO NO CUIDADO DIRETO AO PACIENTE
Aprovação pelo Comitê de Ética
do hospital em estudo....
Adriana Campos Medeiros;
Ana Cristina da Silva Fonseca Diniz;
Ana Rita Valério de Oliveira;
Josiane Gonçalves de Brito Lopes;
Lázaro França Nonato;
Mariszélia Poliane Rodrigues;
Natália Lucas de Souza;
Renata Basílio Ribeiro da Silva;
Renata Cristina Silva;
Suellen Cordeiro de Aguiar;
Thaís Cristhine Santos Oliveira Lana;
Thalles José Campos Zinato.
DIAGNÓSTICO SITUACIONAL EM UMA UNIDADE DE TERAPIA INTENSIVA
RESUMO
O diagnóstico situacional constitui a fase inicial do planejamento estratégico situacional, configurando-se um método de análise e identificação da realidade e das necessidades da prática diária. Este busca identificar problemas; estabelecer prioridades; observar fatores que limitam o desenvolvimento das atividades; estabelecer diretrizes para a definição de ações a serem implementadas; proporcionar aprendizagem; identificar e reorganizar o serviço como um todo e, principalmente, tornar clara a realidade da instituição para todos e, assim, possibilitar que o planejamento, coordenação e controle sejam realizados corretamente (RIBEIRO et al., 2008). O presente estudo tem como objetivo realizar um diagnóstico situacional em uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI) de um hospital filantrópico de Belo Horizonte. Trata-se de uma pesquisa de campo, descritiva e exploratória a ser realizada em uma unidade de terapia intensiva de um hospital filantrópico situado no município de Belo Horizonte/Minas Gerais. Atualmente há uma crescente necessidade de melhorar a qualidade do serviço oferecido ao cliente, e isso não é diferente quando se trata do serviço de saúde. E para que a assistência oferecida seja realizada com maior qualidade é necessário o planejamento das ações, para tanto o diagnóstico situacional configura-se uma ferramenta de suma importância, uma vez que este estabelece prioridades nas atuações de acordo com a realidade da instituição, para que as metas estabelecidas sejam alcançadas. Nesse contexto, essa pesquisa é de suma relevância uma vez que a abordagem teórica prática de conhecimentos e habilidades relacionados à gestão e gerência na formação dos enfermeiros, é essencial. Além disso, esta possibilitará o conhecimento de fragilidades e potencialidades antes não diagnosticadas, tornando possível o tratamento das fragilidades visando o aprimoramento da assistência prestada pela instituição em questão.

Descritrores:
Terapia Intensiva; Carga de Trabalho; Enfermagem; Dimensionamento de pessoal.

ANÁLISE DOS DADOS
Ferramenta de Priorização de Problemas

Neste estudo optou-se por trabalhar com a 5º fragilidade que obteve maior pontuação na ferramenta GUT - Ausência de Classificação de Necessidade de Cuidados de Enfermagem, por ser uma demanda solicitada pela coordenadora do setor, uma vez que a primeira esta sendo trabalhada pela instituição em estudo.

DIAGRAMA DE ISHIKAWA

IMPLEMENTAÇÃO DAS AÇÕES

Realizado benchmarking
Identificado a ferramenta que mais se aplicava ao setor de estudo

Adaptação do instrumento: TISS-28

Confeccionado Instrumento de Trabalho (IT)

Realizado capacitação e aplicação do pré e pós teste

Realizado Avaliação de Satisfação do treinamento e expectativas sobre a implementação do TISS-28.

Todos os enfermeiros relataram que a implementação do TISS-28 vai auxiliar no dimensionamento de pessoal podendo impactar positivamente na qualidade da assistência de enfermagem prestada ao paciente crítico.
ANÁLISE DA PESQUISA DE SATISFAÇÃO
"Gostaria de parabenizar o grupo pelo trabalho e serviço prestado e incentivá-los a permanecer no ânimo de agora. Não são as dificuldades do setor que irão atrapalhar. Espero que funcione o nosso mecanismo. Obrigada." Begônia
"Bom, no início novidade a ser implementada é sempre complicada, mas acho sim necessária a implementação do TISS para termos melhor acompanhamento do paciente." Orquídea
"Uma proposta excelente para melhoria da assistência." Margarida
REFERÊNCIAS
BRASIL. Ministério da Saúde. Agência Nacional da Vigilância Sanitária. PNASS – Programa Nacional de Avaliação de Serviços de Saúde. Brasília, abr 2007. Disponível em: http://www. anvisa.gov.br/servicosaude/manuais /pnass.pdf. Acesso em: 07 set 2014.

BRASIL. Ministério da Saúde. Agência Nacional da Vigilância Sanitária. Resolução-rdc nº 7, de 24 de fevereiro de 2010. Disponível em: http://www.anvisa.gov.br/otsite/segurancadopaciente/ documentos/rdcs/RDC%20N%C2%BA%207-2010.pdf. Acesso em: 07 set 2014.

BRASIL. Ministério da Saúde. Agência Nacional da Vigilância Sanitária. Resolução-rdc nº 36 de 25 de julho de 2013. Disponível em: http://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/anvisa/2013/ rdc0036_25_07_2013.html. Acesso em: 07 set 2014.

BRASIL. Ministério da Saúde. Agência Nacional da Vigilância Sanitária. Resolução-rdc nº 63 de 25 de novembro de 2011. Disponível em: http://portal.anvisa.gov.br/wps/wcm/connect/3fcb208049 af5f1e96aeb66dcbd9c63c/RDC+36+de+25_11_2011+Vers%C3%A3o+Publicada.pdf?MOD=AJPERES. Acesso em: 07 set 2014.
Disponível em: http://www2.datasus.gov.br/DATASUS/index.php. Acesso em: 07 set. 2014.

KLEBA, Maria Elisabeth; KRAUSER, Ivete Maroso; VENDRUSCOLO, Carine. O Planejamento Estratégico situacional não ensino da Gestão em Saúde da Família.Texto contexto - enferm. Florianópolis, v. 20, n.1, março 2011.Disponívelem:<http://www.scielo.br/scielo.php?script =sci_ arttext&pid=S0104 -07072011000 100022&lng=en&nrm=iso>. Acesso em: 01 de set 2014.

KURCGANT, P. Gerenciamento em enfermagem. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2005.

O resultado da pesquisa de satisfação sobre a capacitação mostrou que a maioria (81%) dos enfermeiros avaliou a capacitação como excelente e 63% acredita que o conhecimento repassado foi bom.


ANÁLISE DA PESQUISA DE SATISFAÇÃO
Gráfico 6: Percentual de acertos das respostas do pré-teste
Gráfico 7: Percentual de acertos das respostas do pós-teste

Através do pré e pós-teste foi possível verificar que a capacitação realizada agregou conhecimento tanto para os enfermeiros que não conheciam o TISS-28 como para os que conheciam. Não foi possível treinar 100% dos enfermeiros da UTI, porém, com o percentual obtido de 75% será possível que a unidade trabalhe com multiplicadores do conhecimento adquirido através da capacitação.

AVALIAÇÃO DAS AÇÕES
Implementação do TISS-28
Implementação da Ferramenta de Classificação de Necessidades de Cuidados de Enfermagem

RDC 07/2010
2011
- foi adaptado formulário impresso do TISS-28
2012 -
foi adquirido pelo Hospital o sistema Epimed
UCO => CTI 1(Geral) => CTI 3 (Cirurgico)
Com esta aquisição, foi possível migrar para o NAS
2013/2014
- Implementado NAS no CTI 1

Responsável pelo preenchimento

Acadêmicos de enfermagem do CTI

Análise

Mensal:
dados compilados que vão além do NAS são analisados mensalmente com a gerência de enfermagem, coordenação (enfermagem e médica), supervisão (enfermagem) e um representante da equipe assistencial.

Trimestral:
os dados são apresentados pela coordenação (médica e de enfermagem) trimestralmente para diretoria.

Armazenamento dos dados

Não está sendo obrigatório a evolução no prontuário uma vez que, o Epimed armazena todas as informações por paciente.

Aplicabilidade

O redimensionamento da equipe não depende rigorosamente da aplicação do NAS. Hoje no CTI segue a RDC 07/2010, que preconiza 1 técnico para cada 02 pacientes, mas há uma margem de segurança técnica para remanejamento, quando necessário. A aplicação do NAS exerce uma função de demonstrar o perfil da unidade e fazer cumprir a legislação.

Realizado em um hospital filantrópico de alta complexidade, referência em cardiologia, neurologia e ortopedia, localizado em Belo Horizonte.

Missão
Cuidar da saúde integral dos Clientes por meio de equipe qualificada, recursos tecnológicos, comprometimento ético e sustentabilidade.

Visão
Ser sinônimo de qualidade no cuidado à saúde, reconhecido internacionalmente pela excelência dos serviços prestados com responsabilidade social e ambiental.

Benchmarking
Benchmarking
ANÁLISE DO PRÉ-TESTE
VANTAGENS
Facilita o dimensionamento de pessoal de acordo com a gravidade do paciente.
Estudos científicos mostram que o TISS- 28 é um instrumento fácil, prático, baixo custo e viável para obtenção de dados úteis na clínica e na administração hospitalar.
Permite identificar a complexidade da doença do paciente de acordo com a classe em que este se enquadra.
Auxilia no processo de avaliação da performance dos credenciados.
Não  necessita de um sistema patenteado para ser implementado no setor.

DESVANTAGENS

A irregularidade na coleta das informações pode comprometer o resultado final.
Possui 28 itens de intervenções terapêuticas, o que pode demandar mais tempo na avaliação e classificação.

CONSIDERAÇÕES FINAIS
Acredita-se que a escolha da implementação da ferramenta TISS-28, para sanar a fragilidade priorizada, poderá contribuir além de classificar as necessidades de cuidados de enfermagem para ainda avaliar a carga de trabalho desempenhada pelos colaboradores de enfermagem da unidade em questão.
Desta forma, sugere-se ainda que o instrumento implementado sirva de subsídio para os gestores responsáveis na possível revisão do perfil dos pacientes assistidos na UTI e do quadro de profissionais necessários para prestar os cuidados a estes pacientes, de forma a preservar o bom desempenho profissional e a qualificação na assistência prestada.

(FONTE: SITE DA INSTITUIÇÃO, 2014)

(FONTE: SITE DA INSTITUIÇÃO, 2014)

(FONTE: SITE DA INSTITUIÇÃO, 2014)

(FONTE: SITE DA INSTITUIÇÃO, 2014)

(FONTE: DATASUS, 2014)

(FONTE: PRÓPRIOS AUTORES, 2014)
(FONTE: PRÓPRIOS AUTORES, 2014)
(FONTE: SISTEMA DE GERENCIAMENTO DE INTERNAÇÃO - MV2000 DA INSTITUIÇÃO EM ESTUDO)

(FONTE: SISTEMA DE GERENCIAMENTO DE INTERNAÇÃO - MV2000 DA INSTITUIÇÃO EM ESTUDO)

(FONTE: SISTEMA DE GERENCIAMENTO DE INTERNAÇÃO - MV2000 DA INSTITUIÇÃO EM ESTUDO)

(FONTE: SISTEMA DE GERENCIAMENTO DE INTERNAÇÃO - MV2000 DA INSTITUIÇÃO EM ESTUDO)

(FONTE: ENGENHARIA CLÍNICA DA INSTITUIÇÃO, 2014)

(FONTE: ENGENHARIA CLÍNICA DA INSTITUIÇÃO, 2014)
(FONTE: PRÓPRIOS AUTORES, 2014)

(FONTE: PRÓPRIOS AUTORES, 2014)

(FONTE: PRÓPRIOS AUTORES, 2014)

(FONTE: PRÓPRIOS AUTORES, 2014)

(FONTE: PRÓPRIOS AUTORES, 2014)

(FONTE: PRÓPRIOS AUTORES, 2014)

ANÁLISE DOS DADOS

Ferramenta de Priorização de Problemas - GUT

(FONTE: PRÓPRIOS AUTORES, 2014)

(FONTE: PRÓPRIOS AUTORES, 2014)

(FONTE: PRÓPRIOS AUTORES, 2014)

(FONTE: SITE DA INSTITUIÇÃO, 2014)

(FONTE: PRÓPRIOS AUTORES, 2014)

(FONTE: PRÓPRIOS AUTORES, 2014)

(FONTE: PRÓPRIOS AUTORES, 2014)

(FONTE: PRÓPRIOS AUTORES, 2014)
(FONTE: PRÓPRIOS AUTORES, 2014)
(FONTE: PRÓPRIOS AUTORES, 2014)
(FONTE: PRÓPRIOS AUTORES, 2014)
(FONTE: PRÓPRIOS AUTORES, 2014)
(FONTE: PRÓPRIOS AUTORES, 2014)
(FONTE: PRÓPRIOS AUTORES, 2014)
Temos de nos tornar a mudança que queremos ver.

Mahatma Gandhi
Gráfico 5: Percentual de colaboradores capacitados X não capacitados

Dos sete indicadores assistenciais citados no quadro 4, no mês de referência, cinco alcançaram as metas estabelecidas e dois não alcançaram. Cinco apresentaram tendência trimestral favorável, um apresentou tendência constante e um tendência desfavorável, este relacionado à sepse laboratorialmente confirmada relacionada à CVC, que segundo informações colhidas em entrevista com a enfermeira coordenadora do setor, refere-se a erro na coleta de dados por parte do SCIH, que está passando por mudanças de estrutura.
Principais indicadores assistenciais da UTI

>
PESQUISA DE SATISFAÇÃO
Gráfico 8: Percentual de satisfação

(QUEIJO, 2012)
(QUEIJO, 2012)
Ausência de
classificação de
necessidade de
cuidados
de enfermagem
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