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A ética de Kant: o imperativo categórico

2º Ano - 3º Bimestre - Aula 5
by

Jean Pierre

on 19 January 2016

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Transcript of A ética de Kant: o imperativo categórico

A ética de Kant: o imperativo categórico
Prof. Ms. Jean Pierre
Introdução
O movimento intelectual do século XVIII conhecido como Iluminismo, Ilustração ou Aufklärung e que caracteriza o chamado Século das Luzes exaltava a capacidade humana de conhecer e agir pela "luz da razão''. Critica a religião, que submete o indivíduo à heteronomia, que o subjuga a preconceitos e o conduz ao fanatismo. Rejeita toda tutela baseada no princípio de autoridade. Em contraposição, defende o ideal de tolerância e de autonomia.
Kant e o formalismo moral
A máxima expressão do pensamento iluminista encontra-se em Immanuel Kant (1724-1804), que, além da
Crítica da razão pura
, escreveu a
Critica da razão prática
e a
Fundamentação da metafísica dos costumes
, nas quais apresenta sua teoria moral. Enquanto na Critica da razão pura indaga sobre ''o que podemos conhecer", na Crítica da razão prática trata das possibilidades do ato moral ao perguntar sobre "
o que podemos fazer
".
Ora, enquanto tudo na natureza age segundo leis, apenas o ser humano age segundo princípios, o que exige dele a capacidade de escolha: portanto, só ele tem uma vontade. E como para agir racionalmente precisa de princípios, a vontade é a razão prática, o instrumento para compreender o mundo dos costumes e orientar o indivíduo na sua ação.
A vontade e os princípios humanos
Imperativo
Analisando os princípios da consciência moral, Kant usa o conceito de imperativo, que pode ser:
Uma ordem
Segundo um tempo verbal, uma ordem: "Faça!", "Retire-se!"
Um dever
Na linguagem comum, o que se impõe como um dever: "Respeitar as pessoas é um imperativo para mim".
Mandamento da Razão
Para Kant, o imperativo é um mandamento da razão que serve para orientar a ação e se exprime pelo verbo dever.
Imperativo hipotético
Ordena uma ação como meio de alcançar qualquer outra coisa que se queira; ou seja, a ação é boa porque me possibilita alcançar outra coisa além dela (por exemplo, um objeto, o prazer, o interesse, a felicidade).
Imperativo categórico
É o que visa a uma ação como necessária por si mesma, ou seja, a ação é boa em si, e não por ter como objetivo outra coisa; portanto, é assim chamado por ser incondicionado, absoluto, voltado para a realização da ação tendo em vista o dever.
Ao distinguir os imperativos hipotéticos dos imperativos categóricos, Kant conclui que a vontade humana é verdadeiramente moral apenas quando
regida por estes últimos.
Pelo imperativo categórico, o agir do ponto de vista moral funda-se exclusivamente na razão.
Mais ainda, a lei moral que a razão descobre é universal, pois não se trata de descoberta subjetiva. Ela é necessária, pois toma por base a pessoa como ser racional e preserva a dignidade humana.
Age apenas segundo uma máxima tal que possas ao mesmo tempo querer que ela se torne lei universal.
A autonomia da razão para legislar supõe a liberdade e o dever. Todo imperativo impõe-se como dever, mas essa exigência não é heterônoma - exterior e cega - e sim livremente assumida pelo sujeito que se autodetermina. A ideia de autonomia e de universalidade da lei moral leva a um outro conceito: o da dignidade humana, e, portanto, do ser humano como fim e não como meio para o que quer que seja.
Autonomia e dignidade
Filme: Não me abandone jamais
Isso significa que a moralidade por excelência é a que respeita qualquer ser humano como fim em si mesmo e não meio para o que quer que seja. Portanto, apenas os seres humanos - e qualquer um deles - têm dignidade.
Conclusão
Age de tal maneira que uses a humanidade, tanto na tua pessoa como na pessoa de qualquer outro, sempre e imultaneamente como fim e nunca simplesmente como meio.
http://www.jphylosophia.org/
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