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Grupo de Jovens

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by

Inês Machado

on 2 May 2016

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Transcript of Grupo de Jovens

Jovens À Margem
Uma experiência de grupo da Associação Nós
Lúcia Paço; Marco Gomes; Inês Machado; Guida Mendes Bernardo; & Paula Encarnação
Fundada em 1982, por iniciativa de um grupo de pais de crianças e jovens com deficiência.

Desde então, a NÓS tem vindo a intervir na área da deficiência e alargou o seu campo de atuação a crianças, jovens e famílias em situação de desvantagem social.

A Associação NÓS tem como missão promover a inclusão social de pessoas com deficiência e apoiar crianças, jovens e famílias em situação de risco e/ou desvantagem social.

Atua nos concelhos do Barreiro e Moita.

Âmbito de Ação
Ao longo dos anos, e de forma a responder às necessidades identificadas na comunidade, a Nós alargou o seu campo de atuação à intervenção no risco e a outras formas de desvantagem social.

Dispõe atualmente de dez respostas sociais, entre elas o Centro de Apoio Familiar e Aconselhamento Parental (CAFAP) e o Rendimento Social de Inserção (RSI).
Serviço com uma resposta específica na intervenção com crianças e jovens em risco e suas famílias, baseando-se no pressuposto que a família é o meio privilegiado para o desenvolvimento saudável e harmonioso das crianças e jovens.

Associação de Pais e Técnicos para a Integração do Deficiente
Áreas de Atuação
CAFAP - Nós

O objetivo central do protocolo do RSI visa desenvolver ações de acompanhamento que contribuam para a promoção da inserção pessoal, social e profissional dos beneficiários do RSI, com vista à sua progressiva autonomização.
RSI - Nós
gRUPO DE JOVENS
Grupo de Jovens
Em
2009
, o CAFAP e o RSI uniram-se na experiência “Grupo de Jovens”.

Baseado em
pressupostos teóricos
sistémicos, ecológicos e de linguagem colaborativa.
Origem
Grupo de Jovens
Intervenção com jovens dos
12
aos
18 anos
(Famílias em Situação de Desvantagem).

Promoção de
Competências de Vida
.

Encontro com o Eu interno numa descoberta do Nós social.
Objetivos
Grupo de Jovens
Criar oportunidades para os jovens desenvolverem os seus
interesses
e
talentos
, adquirirem
novas

competências
e construírem um
sentido de pertença.


5 c´s: competência, confiança, conexões, carácter e cuidado.

Proporciona, mais do que actividades específicas, oportunidades para lidar com desafios reais, participação activa e contacto com novas realidades (Roth & Brooks-gunn, 2003).
Objetivos
Grupo de Jovens
Pretende-se que o grupo se vá
construindo a si próprio
,
das suas margens para o seu interior
, provocando
resiliência
e alargando as fronteiras do conhecimento do
Eu
e do
Tu
.
Objetivos
Metodologias e Intervenções
Metodologias
Activas
;
Focadas nos
Factores Protectores
;
Centradas nas
soluções
;
Reconhecendo a
promoção de competências

de vida
como sendo
transversal
a todas as intervenções.

O Trabalho em Gpupo
A intervenção grupal como uma resposta com elevado potencial na promoção do
desenvolvimento psicológico
;

Potencialidades assentes na riqueza do contacto com “diversos discursos,” na partilha de diferentes perspectivas, na promoção da descentração, no contacto com alternativas de resolução dos dilemas pessoais e familiares e no contacto com níveis de desenvolvimento diferentes (Cruz & Pinho, 2006).

A promoção da
criatividade
como elemento base das actividades desenvolvidas.

“(…) a exploração criativa abre espaço para conhecimentos alternativos, para novas possibilidades, e para a mudança” (Barragar-dunne, 1997, p.71)

Pensar as intervenções como
oportunidades
para a construção de
significados
e exploração de
narrativas
alternativas.

Intervenções
Intervenções
Os pressupostos ...

Promover a “acção” que abre depois caminho à “reflexão”;

O recurso a exercícios analógicos e a técnicas onde uso da linguagem não é dominante (Caillé & Rey, 2003);

O uso das expressões como principais mediadores, recorrendo a técnicas expressivas integradas (conjugar expressão plástica, musical, escrita, dramática e corporal) (Ferraz, 2009).

Intervenções
Os mediadores...

O recurso ao jogo...
… como portas de entrada ou mediadores de um trabalho com os jovens (…) um espaço de criação e imaginação que potencia a descoberta (Caillé & Rey, 2003).
… inerente ao ser humano, sendo através do jogo consigo próprio e com os outros que este se desenvolve.

O recurso ao teatro...
… porque teatro e intervenção psicológica, apesar de utilizarem metodologias diferentes, têm em comum o mesmo objecto: o ser humano, as relações, emoções, sentimentos e comportamentos (Cruz & Pinho, 2006). 

Intervenções
As perspetivas...
 
A
avaliação
como estando sempre presente ao longo de todo o processo, podendo esta tomar várias formas, nomeadamente a auto-avaliação.

A
Motivação
como “barómetro” desta avaliação e como elemento chave para o desenvolvimento do grupo.


XXII Encontro da Adolescência

6 de Março de 2015
Reflexões
As boas práticas…

A promoção da
partilha
e a
construção

de

significados
através de mediadores que privilegiam a “acção” e a linguagem analógica;

O concreto como ponte para a abstracção…a abstracção (exploração de alternativas) como caminho(s) para o concreto… a
circularidade
;

A
confiança
e
identidade
(intra e inter pessoais);

O foco nos
factores

protectores
, não deixando de “olhar” o risco;

Os dinamizadores do grupo como “
co
-
construtores
”, mantendo uma atitude colaborativa.

Reflexões
Resultados…
 
O grupo como essencial no potenciar da
rede

de

suporte
,
formal
e
informal
(estabelecimento de relações de amizade com pares, com adultos de referência e com os serviços);

O trabalho com o grupo como promotor da
capacitação
e
valorização

pessoal
(“sou capaz...”) no processo de construção do Eu—da margem para o interior;

O trabalho ao nível da
pertença
e do
sentido

de

autoria
que favorece a intervenção com as famílias multidesafiadas — jovens “à margem” que funcionam como a ponte entre serviços e família…porque pertencem;  

O trabalho com o grupo como promotor da
motivação

escolar
e essencialmente da construção e significação de
projecto(s) de vida

"Para tudo... Com Amor"
Referências Bibliográficas
Roth, J. & Brooks-gunn, J.(2003). Youth Development Programs: Risk, Prevention and Policy. Journal of adolescent health, 32, 170–182.
Melo, A. (2011). As Forças dos Profissionais e da Família Multidesafiada na Proteção da Criança: Um modelo de Avaliação e Intervenção Familiar Integrada para os CAFAP. Dissertação de Doutoramento. Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação da Universidade de Coimbra, Coimbra.
Cruz, H & Pinho, I. (2006). Pais uma Experiência. Porto: Papiro Editora.
Caillé, P.& Rey, Y. (2003). Os Objectos Flutuantes. À redescoberta da relação de ajuda. Lisboa: Clemepsi.
Ferraz, M. (2009). Terapias Expressivas Integradas. Venda do Pinheiro: TuttirévEditorial, lda
Gonçalves, O. (2002). Viver Narrativamente. A Psicoterapia como Adjectivação da Experiência. Coimbra: Quarteto.
Obrigado!
cafap@nos.pt
rsi@nos.pt
www.nos.org.pt
www.facebook.com/nos.associacao
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