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A TRANSIÇÃO DO CICLO DO CAFÉ E A INDUSTRIALIZAÇÃO BRASILEIRA ATÉ 1930

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by

PAULO COSTA

on 24 November 2014

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Transcript of A TRANSIÇÃO DO CICLO DO CAFÉ E A INDUSTRIALIZAÇÃO BRASILEIRA ATÉ 1930

design by Dóri Sirály for Prezi

DIEGO DO VALE
ERNANDES JÚNIOR
FERNANDO MONTEIRO
JAIRO MATEUS
JÁRADES ARRUDA
JOÃO HEBERT
JOÃO SIMÃO
LUCAS RESENDE
PAULO ISRAEL
RODOLF AURIMAR
THIAGO ELIEL

Introdução..
Equipe:
O café foi introduzido no Brasil no início do século XVIII, suas primeiras mudas foram trazidas a essas terras, diretamente da Guiana Francesa por Francisco de Melo Palheta. Considerado inicialmente como um artigo de luxo/afrodisíaco, essa planta, de sabor amargo e intenso não demorou muito para incorporar à cultura cotidiana da população. Durante décadas o café foi o principal produto na pauta de exportação brasileira, o país detinha o controle sobre grande parte da oferta mundial desse produto e controlava facilmente os preços nos mercados internacionais, obtendo assim lucros elevados.

O Comércio de café e o crédito agrícola;
- Fazendeiros/Comerciantes;
- Casas comissárias;
O esgotamento do sistema de financiamento;
- Fazendeiros e Comerciantes X Exportadores;
A questão da mão-de-obra.
# A Economia Cafeeira
No Brasil a economia capitalista e as “outras economias” absorviam apenas uma parte da mão-de-obra, nesse período milhares de pessoas, principalmente nordestinos, foram praticamente reduzidos à forma de escravos. As estradas de ferro, que começaram a ser construídas em 1852, desempenharam um papel fundamental para o desenvolvimento da indústria.

# As condições para o
surgimento da indústria
UNIVERSIDADE FEDERAL DO PIAUÍ – UFPI
CAMPUS SENADOR HELVÍDIO NUNES DE BARROS – CSHNB
CURSO: ADMINISTRAÇÃO DE EMPRESAS
DISCIPLINA: ECONOMIA BRASILEIRA
PROFESSOR(A): EVANDRO

TRANSIÇÃO DO CICLO DO CAFÉ PARA A INDUSTRIALIZAÇÃO E A INDUSTRIALIZAÇÃO BRASILEIRA ATÉ 1930
Indústrias Votorantim
# O aprofundamento da crise da economia tradicional
Até a década de 30, a consolidação da economia tradicional, fora um dos maiores obstáculos para o desenvolvimento do capitalismo no país. Apenas algumas medidas adotadas pelo governo tiveram certos efeitos protecionistas, a exemplo da politica de desvalorização da moeda nacional, esse método juntamente com a cotação elevada da moeda estrangeira permitia o rendimento dos exportadores.


A produção industrial no Brasil se deu inicio por volta de 1885, fatores como a o surgimento da mão-de-obra assalariada, o fim da escravatura e a intensificação da deterioração das estruturas pré-capitalistas formaram o ápice para tal processo. A criação da Associação Industrial em 1880 fez intensificar a politica protecionista. Medidas mais energéticas em defesa da indústria foram tomadas pelo primeiro governo republicano, com Marechal Floriano Peixoto (1891-1894).

#A crise de 1930 e o avanço da industrialização no Brasil.

Após a crise econômica mundial, o café deixou de ser o produto determinante dos destinos da economia brasileira. Por décadas, o país ainda continuou a ter uma produção agrícola superior à industrial. Somente em 1956, a situação se inverteria. Na pauta de exportações, a superação se daria apenas no início da década de 1970. Esse processo foi denominado de industrialização por substituição de importações.
# A politica de defesa do café

Por volta de 1840, o café era o produto de maior importância na economia brasileira, o Brasil era responsável por 3/4 das exportações mundiais, às consequências da crise desse produto nos anos 1930 foram gravíssimas. A burguesia cafeeira desenvolveu vários mecanismos em defesa da produção, tais como: a depreciação da moeda nacional, mecanismo cambial e em 1906 criou o Convênio de Taubaté.



# O crescimento industrial durante a grande depressão

A Grande Depressão provocou uma queda no nível de renda e um aumento no índice de preços dos produtos importados. Parte da procura, antes satisfeita com importações, passou a ser atendido pela oferta interna. A indústria passou a ser o fator dinâmico na criação da renda interna, foram criadas medidas para a substituição de importações.

# A Formação da indústria
Tais ordens foram anuladas após a tomada do poder por Prudente de Morais (1894-1898), representante dos interesses da oligarquia do café de São Paulo. A politica do estado permaneceu ainda pró-oligárquica e anti-industrial nos governos de Campos Salles (1898-1902) e Rodrigues Alves (1902-1906).

Entre os anos de 1872 e 1891, foram criadas no Brasil inúmeras indústrias, dos mais diversos setores, tais como: Têxtil, refinarias de açúcar, algodoarias entre outros, com destaque para a família do Barão de Piracicaba, que construíram as primeiras empresas têxteis modernas no estado de São Paulo. O ciclo industrial do Brasil país era constituído em maioria pela elite cafeeira do país, a restante da nata industrial era constituído por empresários-imigrantes, também envolvidos com o café.

# A Classe industrial
Indústrias
Matarazzo
Referência:

FURTADO, Celso. Formação econômica do Brasil. 32. ed. São Paulo: Nacional, 2005;

LACERDA, Antônio corrêia de; et al. Economia brasileira. 3. ed. São Paulo: Saraiva, 2006.
Considerações
Finais..
Tchau!!
# A Grande Depressão
#
A Grande Depressão foi o período histórico de maior redução do nível de atividade em quase todos os países do mundo, com exceção da União Soviética. Houve uma queda de 60% no comércio mundial e de 90% nos empréstimos internacionais. No Brasil, a Revolução de 1930 ocasionou a perda da hegemonia política pela burguesia cafeeira em favor da classe industrial ascendente e o processo de industrialização no país intensificou-se a partir de então.
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