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HABITAÇÃO COLETIVA, VERTICALIDADE E CIDADE. MODERNIDADE SEM ESTILO.

Apresentação baseada no texto de Leandro Medrano.
by

ariane chiaranda

on 7 January 2013

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Transcript of HABITAÇÃO COLETIVA, VERTICALIDADE E CIDADE. MODERNIDADE SEM ESTILO.

Projeto WOZOCO´S
(1994 - 1997) Edifício MITRE
(1959 - 1964) Charles Fourier
(1772 - 1837) MVRDV Francisco Barba Corsini
(1916 - 2008) HABITAÇAO COLETIVA, VERTICALIDADE E CIDADE. MODERNISMO SEM ESTILO. verticalidade e modernismo vigília da razao cidade, lugar e transformaçao consideraçoes finais análise das habitaçoes coletivas verticalizadas, em suas variaóes formais e urbanas (pós-revoluçao industrial) reflexao sobre o percurso histórico da formaçao do programa (hab. coletiva) e suas consequências tipológicas. desenvolver um estudo crítico de 2 exemplares de épocas e contextos distintos. uma das tipologias mais significativas e questionasas do Movimento Moderno. FACULDADES BARDDAL
DISCIPLINA: PROJETO DE ARQUITETURA E URBANISMO V
PROFESSORA: ARIANE CHIARANDA (baseado no texto de Leandro Medrano) Charles Fourier
(1772 - 1837) "Caos e casinhas que rivalizam em sujeira e deformidade nossas pequenas cidades." Choay, 1965. necessidade de adensar os espaços habiáveis FALANSTÉRIO: Palácio Comunitário dedicado à humanidade, um laboratório social.. ORÇAMENTO REDUZIDO:
1. racionalizaçao dos métodos construtivos:
2. eliminaçao de gastos supérfluos com materiais e adornos. problema da moradia novos domínios espaciais reduçao dos processos de produçao e, consequentemente, adequar-se às novas demandas urbanísticas e orçamentárias. propiciar densificaçao do espaço Le Corbusier
(1887 - 1965) Unidade de Habitaçao (Marseille)
1945 - 1952 - papel fundamental na estrutura urbanística moderna organizada e divulgada pelos CIAM’s (e mais precisamente pela carta de Atenas), em que a organização sectária e funcional proposta às cidades resultaria na necessidade de estruturar a habitação em blocos unitários, verticais e de grande densidade.

- verticalização (solução ideal): poupar o uso do solo + propiciar a criação de grandes áreas verdes + desenho urbano funcional, setorizado e integrado. a idealização “utópica” na concepção de cidades e desenvolve novos sistemas urbanos e tipológicos baseados, sobretudo, na tecnologia e na preocupação de estabelecer paradigmas sem precedentes na história da arquitetura. utopia surto tecnológico
+
otimismo científico arquitetura e urbanismo de imágens futuristas (muitas vezes, radicalmente fantasiosas e irrealizáveis) CONJUNTOS HABITACIONAIS: cores e formas da cultura pop e multimidiática Plug-in-city, 1964 Walking cities, 1964 (Archigram) se baseiam na formação de megaestruturas pensadas para suportar unidades habitacionais e todos os equipamentos, funções e necessidades de uma cidade, e sempre se mostram condicionados por uma visão futurista e “utópica” sobre as possibilidades da ciência em corresponder à imaginação do homem. estes projetos não demonstravam qualquer intenção de corresponder a uma ideologia social – sua finalidade resumia-se em especular criticamente questões espaciais em função das perspectivas apresentadas pelas emergentes possibilidades da tecnociência. DENSIDADE - AUMENTO DO VALOR DE MERCADO DO SOLO - REALIDADE ECONÔMICA Archigram
(1961 - 1974) habitações coletivas - necessidade implícita na “metropolização” das cidades como resultado do processo de industrialização.

Em muitos casos, eram projetadas como “elemento modelo” de uma complexa estrutura urbana – vinculada às necessidades advindas da “era da máquina”. Contudo, ao idealizar propostas que articulam uma vasta diversidade de elementos que compõem a própria estrutura das cidades (como lazer, serviços, comércio, esportes etc...), estes projetos assumem uma especial importância no espaço urbano, resultando em verdadeiras “cidades verticais”.



redução de distâncias de que os emaranhados urbanos necessitavam para viabilizar as relações de comércio, trabalho e lazer de seus habitantes A partir dos anos 60 - o programa habitacional idealizado desde os Falanstérios de Fourier persiste como uma importante tipologia urbana. Mesmo com formas, princípios filosóficos, sociais, antropológicos e urbanos bastante antagônicos, as habitações multifamiliares não deixaram de existir como um importante programa na estrutura das cidades.

Envolver o sentido de habitar em um espírito comunitário e reconhecer a necessidade de otimização do uso do solo sempre foi um ideal recorrente nestes projetos. A idéia da construção de edifícios “auto-suficientes”, que incorporassem na verticalidade de seu programa os serviços necessários ao cotidiano de uma célula habitacional, foi um dos mais importantes legados do Movimento Moderno. HOJE:

- projetos e obras arquitetônicas que, embora nitidamente distantes (conceitualmente) do projeto moderno, adotam esta tipologia e programa habitacional.

- mais que da busca pela sistematização do espaço urbano, as novas propostas de habitações multifamiliares partem da consciência de que a cidade contemporânea forma-se pela qualidade de seus espaços livres, de caráter público ou semipúblico, mas reconhecedores da importância da diversidade que envolve seu universo multicultural.

- na cidade moderna, os vazios entre os edifícios, e não os edifícios em si, são uma fonte de inspiração espacial.

- (célula residencial): não vemos mais propostas sistematizadoras que representam a “planta tipo” como unidades elementares susceptíveis à repetição infinita – legado do Movimento Moderno. É comum, entre os trabalhos mais recentes, a busca pela criação de diversos subtipos combinados para corresponder à heterogeneidade da demanda, resultado das novas famílias e/ou núcleos sociais do mundo contemporâneo. Essas células residenciais ainda buscariam uma maior polifuncionalidade e flexibilidade de seus espaços em relação às suas dimensões e usos.

- (ponto de vista urbano): edifícios de programas híbridos - fundamentais à formação da metrópole contemporânea.

- monofuncionalidade gerou, nas grandes cidades, a formação de periferias degradadas e dependentes que se transformaram em redutos excluídos da sociedade cívica. Diferentemente das cidades tradicionais em que existia a possibilidade de estabelecer uma satisfatória relação de usos entre trabalho, lazer, serviços e habitação, hoje vemos como inevitável a coexistência de programas, usos e tipologias para satisfazer as novas e crescentes demandas urbanas.

- independentemente das especulações e ações do tempo, as “habitações coletivas” (entendidas por sua participação na questão habitacional, pela densificação e sobreposição de programas em um único edifício) ainda persistem como um importante paradigma arquitetônico. Não obstante, que fique claro: Sua ideologia afasta-se da insistência modernista pela prototipização do homem e pela racionalização obsessiva da forma, mas busca na diversidade (e não na unidade) elementos que fortaleçam seus atributos.

- O edifício “Mitre” (1964) e o edifício “WOZOCO’S” (1995) são projetos que representam estes edifícios habitacionais isolados e unitários em relação ao entorno e à cidade. Suas análises buscam revelar – além de sua importância tipológica – parte das transformações ideológicas, formais e programáticas que as chamadas “habitações coletivas”, em sua busca por novas soluções para a questão habitacional, sofreram desde o início do Movimento Moderno até os dias de hoje. Barcelona, Espanha Amsterda, Holanda O mecanismo da permutabilidade de uso em espaços reduzidos representa uma certa esperança em harmonizar as linhas e estratégias da ação contínua da reforma conjugal, higiênica e estética. Transparência, mobiliário fixo e privacidade significam o insistente do ferro, vidro e concreto armado enquanto se condiciona uma mobilidade do usuário, e garante a independência dos membros da família. A casa desenha a geometria moderna do casal, enquanto a planta aberta, articulada e flexível, impede a parede de sua missão de clausura, de limite espacial fixo, dando-lhe função e qualidade de móvel (Sabater, 1987).
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