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Jornalismo de Revista

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by

Silvana Fernandes

on 11 May 2015

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Transcript of Jornalismo de Revista

Identidade
Estilo
.
Periodicidade

Velocidade do noticiário diário
A forma de ler notícias sofreu modificações e hoje os usuários da internet podem obter informações através de dispositivos móveis, como tablets e smartphones.
Hoje, os sites, tablets e smartphones não estão determinando o fim do jornalismo impresso, mas sim condicionando uma nova forma de se fazer jornalismo.
Scalzo (2003) e Vilas Boas (1990) afirmam que é inconcebível exigir a mesma técnica de cobertura de um fato para todos os canais de informação.
O fator tempo também dará ao jornalista de revista a condição de trabalhar com um maior número de fontes.
Daí, implicitamente, surge o conceito de credibilidade do estilo magazine

“A melhor notícias não é a que se dá primeiro, mas a que se dá melhor”. (Gabriel Garcia Márquez (2003)
Estilo
magazine
“Era touch”
SOCIAL
Revistas na era da mobilidade
Para Vilas Boas (1990), o jornalismo de revista para sobreviver jamais poderá ser superficial ou distante do leitor. O caminho a ser trilhado obrigatoriamente será aquele a oferecer conhecimento e informação de forma inesgotável.
Outra característica que torna singular o estilo
magazine
é com relação a narrativa.
“Mais que jornais e menos que os livros” (
SCALZO, 2003
)

O estilo magazine
MAGAZINE = redes de lojas que vendiam de tudo um pouco.
Segundo Scalzo (2003), um dos maiores trunfos do estilo é a possibilidade infindável de se conciliar uma simples nota ou até mesmo um jornalismo preciso a um conceito de
design gráfico
que, além de valorizar a estética do noticiário pode, assim como deve, acresce de informação o conteúdo da matéria.
Erbauliche Monaths-Unterredungen -

Edificantes Discussões Mensais (1663-1668)

Revista nasceu com a proposta de explorar vários assuntos sobre um mesmo tema.

Revistas especializadas por tema não é novidade.

A segmentação não é invenção da pós-modernidade.

Nas revistas monotemáticas europeias está a origem das revistas segmentadas na atualidade. (Viagem e turismo, Quatro rodas, Exame, Nova, entre outras).

Vilas Boas (1990) relembra que os primeiros vestígios de revista surgiram a partir do entretenimento. Assumindo um pouco dessa “magia”, o texto de revista moderno e ideal será aquele que absorver as atenções do leitor e torná-lo cada vez mais voraz pela informação, como se ele estivesse passando as páginas de um bom livro em busca do próximo episódio.
A
Newsweek
, segunda revista semanal de informação mais importante dos Estados Unidos publicou seu último exemplar impresso no 31 de dezembro de 2013. Depois disso, a revista, que completou 80 anos em 2013, circula apenas na forma digital.
Jornalismo de Revista
O estilo magazine e sua diversidade editorial
“[...] as revistas cobrem funções culturais mais complexas que a simples transmissão de notícias. Entretêm, trazem análise, reflexão, concentração e experiência de leitura” (SCALZO, 2004, p. 13).
versus
The Gentleman's Magazine

Publicada na Inglaterra por Edward Cave, em 1731, é considerada a primeira revista moderna.

Foi a primeira vez que a palavra
magazine
foi usada para esse tipo de publicação.
A revista tinha formato de livro, mas com vários autores e assuntos variados sobre um mesmo tema (monotemática) = “teologia”.

“É difícil demarcar uma divisória entre a narrativa literária e jornalística. Então, ser expressivo significa, dentre outras coisas, que a sua reportagem narrativa tem a obrigação de informar sempre do modo mais transparente. Por outro lado, ser literário significa, grosso modo, narrar com efeito, com beleza e com imaginação. Sem perder de vista os fatos”. (VILAS BOAS, 1990, p.60)
O Google do passado

Em 1690, foram criadas as revistas Athenian Mercury.

Os leitores faziam perguntas sobre questões literárias e científicas, que eram respondidas por intelectuais.
“Na televisão, fala-se para um imenso estádio de futebol, onde não se distinguem rostos e multidão; no jornal, fala-se para um grande teatro, mas ainda não se consegue distinguir quem é quem na plateia; já numa revista semanal de informação, o teatro é menor, a plateia é selecionada”. (SCALZO, 2008, p. 14)
No Brasil, as revistas aparecem no começo do século XIX
‘As Variedades’ ou ‘Ensaios de Literatura’ (1812) - Salvador (BA)

As revistas com tiragens grandiosas surgiram a partir de 1928 com O Cruzeiro, de Assis Chateaubriand.

Manchete (1952), da Editora Bloch

Realidade (1966)

Veja (1968) - Editora Abril, que ainda hoje é a mais vendida e lida do Brasil
The Illustrated London News
também foi pioneira na cobertura jornalística de Guerra

Popularizaram as revistas, graças as ilustrações e o menor preço.

Em 1842 - Surge em Londres a primeira revista ilustrada
Illustrated London News
A primeira revista a publicar uma fotografia jornalística, sobre o incêndio de Hamburgo em 1842
O desafio proposto pelo chefe de redação, Henry Louis, era apresentar 28 páginas que poderiam ser lidas em meia hora.

Narrativa objetiva mais próxima da atualidade.

Resumo de notícias.

Crônicas e Opinião.
1923 - É lançada a primeira semanal de notícias,
Time
, que inaugura o estilo News Magazine.
Em 1808 o Brasil teve sua primeira gráfica oficialmente instalada. Era a Imprensa Régia, implantada no Rio de Janeiro por D. João VI.

Em 1812, surgiu a primeira revista nacional “As variedades ou Ensaios de literatura” foi feita por Diogo Soares da Silva de Bivar, de 24 anos, preso político que aportou na Bahia para cumprir pena.

'As variedades ou Ensaios de literatura' tinha uma publicação de 60 exemplares.

Alto índice de analfabetismo superior a 90% acabou por inviabilizar a continuidade da publicação, que morreu no mesmo ano de seu nascimento.

Primeira Revista no Brasil
Em 1827, surgiu a primeira revista destinada ao público feminino brasileiro: O Espelho de Diamantino.

A revista trazia temas como literatura, artes, teatro, política, moda, crônicas e anedotas, todos escritos de forma simples e didática para servir ao gosto das senhoras brasileiras.

A revista teve apenas 1 ano de circulação.
Primeira revista feminina no Brasil
Outro tipo de publicação que se destaca entre o final do século XIX e início do século XX são as chamadas “galantes”, revistas totalmente voltadas para o público masculino.

Em 1898, foi lançada a primeira revista erótica do Brasil "
O Rio Nu
".

As revistas eróticas desaparecem nos anos 1930 por conta da censura e da moral conservadora da época. Só voltam ao cenário na década de 1960.
O Cruzeiro foi lançada em 1928 – Primeira revista ilustrada nos moldes das alemãs.
Introduziu novos meios gráficos e visuais na imprensa brasileira.
No suicídio de Vargas, em 1954, a revista atingiu a marca de 720.000 exemplares. Até então, o máximo alcançado fora a marca dos 80.000. Daí em diante, o número se manteve.
Inaugurou o conceito de dupla repórter-fotógrafo.
No Brasil, os
jornais
foram os primeiros a migrar para a internet, em 1995, a exemplo de Jornal do Brasil, O Estado de S.Paulo, Zero Hora e Gazeta Mercantil.
Em relação às revistas, a
Manchete
tem sido a pioneira ao colocar na internet o conteúdo da edição 2275, de 11 de novembro de 1995.
e-zines
webzines
cyberzines
hyperzines
magazines on-line
eletronic magazines
"De acordo com Natansohn et al. (2010, p. 2), não há uma denominação específica no Brasil, apesar de ser conhecidas também como revistas on-line ou webrevistas". (
CUNHA, 2011, p.30
)
O leitor, agora no papel de navegador, é quem dita a ordem da leitura e a maneira como prefere ler a obra, representando uma nova realidade social a partir da mudança de suporte.
A mobilidade é tratada por Santaella (2010, p. 105) como uma das características marcantes da sociedade pós-moderna.
“A revista Realidade é um mito, especialmente entre os jornalistas, por suas grandes reportagens, primorosamente apuradas e editadas” (SCALZO, 2003,p. 11)
Influência do New Journalism no Brasil
Humanização
Reportagens em primeira pessoa
Observação participante
Repórteres passavam meses de pesquisa de campo
Em apenas 1 ano a revista passou de 250 mil a 500 mil exemplares
O ser humano como ponto de partida e de chegada do fazer jornalístico
Jornalismo Humanizado
"A notícia deve transformar, ir mais a fundo, descobrir a relevância humana em cada acontecimento. O processo de produção da notícia deve abranger os sentidos humanos; paladar, tato, olfato, audição. Já avançamos muito na escala evolutiva, é verdade, mas ainda não somos robôs. Queremos um jornalismo feito por pessoas e para pessoas".
(Cf. BORGES. Apud: IJUIN, 2008:01).
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