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MÉTODOS DE DIAGNÓSTICO EM ENDODONTIA.

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Francismar Migdalski

on 4 November 2012

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Transcript of MÉTODOS DE DIAGNÓSTICO EM ENDODONTIA.

MÉTODOS DE DIAGNÓSTICO EM
ENDODONTIA. Segundo Figueiredo et tal. (1999), o diagnóstico é a essência da estruturação do tratamento endodôntico. O processo e sua obtenção englobam a tabulação, interpretação e identificação de sinais e sintomas característicos de uma alteração tecidual. Cardoso e Gonçalves (2002) entendem a sua importância, e ressaltam a dificuldade de chegar ao correto diagnóstico, especialmente nas alterações pulpares, pois a polpa encontra-se envolta por paredes inelásticas de dentina, tecido que ela mesma formou. Ressaltando que o desafio da determinação da condição pulpar se torna maior quando o engano pode levar á perda do seu tecido, com a consequente fragilização do dente. Figueiredo e Figueiredo (2002) relatam os aspectos subjetivos da informação da dor, ou seja, uma alteração manifesta-se de maneiras diferentes no paciente, sendo que este valoriza mais ou menos que outro que apresenta o mesmo quadro, ainda tendo em mente que uma mesma alteração pode apresentar um grau mais ou menos severo para pacientes com diferentes condições de saúde geral. Concluindo que o maior número de informações que forem obtidas ajuda a compor a resposta (ou respostas) que levam ao correto diagnóstico. Barletta et al. (2002) conclui que para os testes clínicos endodônticos, alguns recursos auxiliares serão exigidos do profissional, bem como o conhecimento de como proceder com eles para identificar a condição pulpar e periapical dentro de uma classificação. Para Leonardo (2005), uma correta indicação do tratamento é de suma importância para o clínico o estabelecimento de um diagnóstico clínico/radiográfico da alteração patológica pulpar aguda ou crônica o mais preciso possível, uma vez que é este diagnóstico a base fundamental para a instituição da terapêutica correta. No exame clínico endodôntico, são fundamentais: Anamnese Inspeção Dentária Percussão Dentária Palpação Sondagem periodontal Mobilidade Dentária Barletta et al. (2002), relata que a determinação das condições pulpares reveste-se de grande importância na obtenção de um seguro diagnóstico, e que a definição da situação pulpar é complexa e depende de uma combinação de fatores incluindo a história do paciente, exame clínico e testes térmicos, concluindo que os testes de vitalidade (atualmente empregado o termo sensibilidade) pulpar, a despeito de fornecerem respostas subjetivas, constituem um grande recurso na determinação de um correto diagnóstico. Leonardo (2005), descreve a importância de entender que nesses testes de sensibilidade, nem sempre uma resposta positiva a dor (através de agentes térmicos e/ou elétricos), comprova uma normalidade ou uma alteração patológica, já que esses resultados envolvem o sistema nervoso central atingindo o limiar de sensibilidade á dor, portanto as respostas á esses testes pode ser influenciada pelo estado emocional do paciente. TESTES DE SENSIBILIDADE PULPAR Testes de sensibilidade pulpar ao frio. o frio deve ser empregado durante 4 segundos, a uma temperatura de -5°C (gelo) a -50°C (aerosoes congelantes), com o objetivo de determinar uma resposta dolorosa aguda e de curta duração no caso de dentes com vitalidade pulpar. Leonardo (2005) ressalta que esses testes utilizados em associação com outros testes, como a percussão vertical e o exame radiográfico periapical, podem oferecer subsídios para o diagnóstico das alterações patológicos pulpares. Cilindros ou lápis de gelo gases de congelantes como o Spray de diclorodifluorometano ou tetrafluoretano O teste pelo frio, empregando o dióxido de carbono, requer um equipamento especial para a produção do gelo seco comprimido uma vez que a temperatura atinge -78 °C. A utilização de gases de congelantes não pode ser feita diretamente sobre o dente, mas através de uma mecha de algodão, levada á superfície vestibular do dente suspeito. TESTES DE SENSIBILIDADE AO CALOR A exacerbação da dor pelo calor é dada pelo aumento de volume de gases purulentos pode sugerir a presença de micro abcessos pulpares. TESTES DE SENSIBILIDADE PULPAR PELO PREPARO CAVITÁRIO. é um método útil quando os outros testes não foram conclusivos; deve ser realizado sem anestesia, a ausência de dor pode significar necrose pulpar. TESTES ELÉTRICOS DE SENSIBILIDADE PULPAR TESTE PELA ANESTESIA PARA AVALIAÇÃO DA SENSIBILIDADE PULPAR último recurso para localizar o dente responsável pela dor, pois após a anestesia a realização de outros testes são inviáveis. Maior indicação é nos casos de Pulpite Aguda Irreversível com dor difusa. EXAME RADIOGRÁFICO Podem identificar alterações periapicais crônicas, onde ocorre o processo de reabsorção óssea próxima a região apical. Também podem evidenciar tratamentos endodônticos já realizados, pois os outros testes são incapazes de identificar essa situação, em que o dente também apresenta resposta negativa aos testes. CONCLUSÃO A maioria dos métodos de diagnósticos não é eficaz quando utilizado sozinho, portanto a melhor opção é a associação de métodos, aliada ao exame cliníco e anamnese. O acesso endodôntico no dente 23 proavelmente foi realizado pela resposta negativa do dente ao teste de sensibilidade pelo frio, indicando necrose pulpar. Porém ao realizar o teste de percussão horizontal o dente respondeu positivamente o que indica estar ocorrendo uma alteração periodontal nessa região. Assim o cirurgião dentista deveria atentar-se a esse resultado aliado a presença de profundidade cliníca de sondagem de 7mm e a presença de uma área radiolúcida no osso alveolar indica a presença de uma periodontite. Assim sendo o tratamento periodontal também deveria ser realizado juntamente com o tratamento endodôntico, por estas características representarem uma lesão endo/pério, só através da realização dos dois tratamentos aliados, é que haverá a resolução do quadro, A realização de um correto diagnóstico é essencial para a escolha de um tratamento eficaz, isso se faz com a união dos dados obtidos na anamnese, achados no exame cliníco e associação de exames complementares, pois esses dados isolados não apresentam significância cliníca.
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