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Reforço das Economias Nacionais e Tentativas de Controlo do

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by

Teresa Nogueira

on 24 January 2014

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Transcript of Reforço das Economias Nacionais e Tentativas de Controlo do

Reforço das Economias Nacionais e Tentativas de Controlo do Comércio
O Mercantilismo em França
Colbert, ministro de Luís XIV, implementou o Mercantilismo em França. Preocupado com a quantidade de mercadorias que chegava da Holanda, empenhou-se no desenvolvimento das manufaturas. Colbert deu uma grande importância ao setor manufatureiro, bem como a sua feição altamente dirigista. Este fatores caracterizaram o Mercantilismo francês (Colbertismo).
As manufaturas reais nasceram com a introdução de novas indústrias por parte de Colbert, que recorriam à mão de obra estrangeira e a novas técnicas. No que toca ao comércio, Colbert investiu no desenvolvimento da frota mercante e da marinha guerra. Inspirado nos modelos ingleses e holandeses, passou à criação de companhias monopolistas que tinham direitos sobre determinadas zonas.
O Colbertismo é a corrente mais dirigista de todo o Mercantilismo.
O Sistema Mercantil em Inglaterra
Em Inglaterra, assumiu-se um carácter mais flexível no desenvolvimento do Mercantilismo, que foi mais lento pois procuravam resolver as dificuldades económicas que iam surgindo. Para além disso, valorizaram a marinha e o setor comercial e desenvolverem medidas medidas protecionistas mais fortes devido ao poderio da Holanda. Com isto, criaram os Atos de Navegação (proibição de transportar produtos em navios estrangeiros). Apenas transportavam em navios ingleses.
O setor comercial foi reforçado com várias companhias de comércio. Um exemplo dessas companhias foi a Companhia das Índias Orientais, que recebeu poderes soberanos de justiça civil, organização militar e direção de guerra no Oriente
Reforço das Economias Nacionais: o Mercantilismo
O Mercantilismo era uma teoria económica que defendia a forte intervenção do Estado na economia.
Destaca-se assim o protecionismo económico, que fomentava a produção e salvaguardava os produtos e as áreas de comércio da concorrência estrangeira.
Desta forma, a atuação do governo passava por três pontos essenciais: o fomento da produção industrial; a revisão das tarifas alfandegárias e o incremento e reorganização do comércio externo.
O Equilibrio Europeu e a Disputa das Áreas Coloniais
Desenvolveram-se, então, vários conflitos de motivações económicas, pois durante o Capitalismo comercial, dominar os mercados tornou-se uma prioridade política. As colónias eram o centro das rivalidades, valorizando-se o sistema de exclusivo colonial, em que eram reservados para a metrópole os recursos e o mercado das colónias.
A disputa da supremacia dos mares travou-se essencialmente entre a Holanda, a Inglaterra e a França, sendo a Inglaterra o país vencedor, vitória reconhecida no Tratado de Paris.
E foi desta forma que a Inglaterra se tornou a maior potência colonial e marítima da europa.
O Tempo do Grande Comércio Oceânico
Nos Séculos XVII e XVIII, Portugal, Espanha, Holanda, França e Inglaterra detinham a maior fracção do comércio internacional. O objectivo destes países era gerar capital, investi-lo e aumentá-lo, privilegiando o comércio. Assim, a economia europeia entra claramente na era do capitalismo comercial.
A América ganha um maior destaque pois os seus colonos cultivavam açúcar, café, tabaco e algodão, criam gado e extraem ouro. Assim, nasce a rica rota atlântica, que une a Europa, a Africa e a America.
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