Loading presentation...

Present Remotely

Send the link below via email or IM

Copy

Present to your audience

Start remote presentation

  • Invited audience members will follow you as you navigate and present
  • People invited to a presentation do not need a Prezi account
  • This link expires 10 minutes after you close the presentation
  • A maximum of 30 users can follow your presentation
  • Learn more about this feature in our knowledge base article

Do you really want to delete this prezi?

Neither you, nor the coeditors you shared it with will be able to recover it again.

DeleteCancel

Make your likes visible on Facebook?

Connect your Facebook account to Prezi and let your likes appear on your timeline.
You can change this under Settings & Account at any time.

No, thanks

Ditadura Salazarista

No description
by

Bárbara Marques

on 6 February 2013

Comments (0)

Please log in to add your comment.

Report abuse

Transcript of Ditadura Salazarista

Estado Novo Censura - Lápis Azul PIDE - DGS Testemunho da ditadura em Portugal
Preso pela PIDE É o nome do regime político autoritário e corporativista de Estado que vigorou em Portugal durante 41 anos sem interrupção, desde 1933, com a aprovação de uma nova Constituição, até 1974, quando foi derrubado pela Revolução do 25 de Abril.
Como regime político, o Estado Novo foi também chamado salazarismo, em referência a António de Oliveira Salazar, o seu fundador e líder. A Polícia Internacional e de Defesa do Estado, foi uma polícia existente em Portugal entre 1945 e 1969.
A PIDE desempenhava funções administrativas como funções de repressão e de prevenção criminal. Ditadura
Salazarista 25 de Abril a PIDE DGS Trabalho Realizado Por: - Ana Arez
- Bárbara Marques
- Ricardo Rebelo Salazar assumiu o cargo de Ministro das Finanças em 1928, tornou-se figura preponderante no governo da Ditadura Militar já em 1930 e ascendeu a Presidente do Conselho de Ministros em Julho de 1932, posto que manteve até ao seu afastamento por doença, acidente vascular cerebral, em 1968. Em 1970 acaba por morrer. Para proteger a ditadura, os cortes eram justificados como meio de impedir e limitar as tentativas de subversão e difamação.
Desde o Golpe Militar de 28 de maio de 1926 aos regimes de Oliveira Salazar e Marcello Caetano, o "lápis azul" servia para os censores decidirem o que devia ser noticiado ou divulgado.
A 22 de junho de 1926 é instituída a Comissão da Censura, passando os jornais a serem obrigados a enviar a esta comissão quatro provas de página e a não deixarem em branco o espaço das notícias censuradas. Em 1933, a Constituição Portuguesa institui legalmente a Censura, que permanece até à Revolução dos Cravos, a 25 de abril de 1974.
Até setembro de 1968, no governo de António de Oliveira Salazar, é a designada Comissão da Censura a responsável pelo "lápis azul". Durante o governo de Marcello Caetano esta comissão passa a chamar-se Comissão do Exame Prévio, mas, na prática, mantém o mesmo lápis com o mesmo sentido censório. A Censura em Portugal foi um dos elementos condicionantes da cultura nacional, ao longo de quase toda a sua história. Desde cedo, o país foi sujeito a leis que limitavam a liberdade de expressão, primeiro, em resultado da influência da Igreja Católica, desde o tempo de D. Fernando, que terá oficiado ao Papa Gregório XI para que instituísse a Censura episcopal (ou censura do Ordinário da Diocese). O poder civil passou, mais tarde, a regulamentar também a publicação de textos escritos.
O poder civil passou, mais tarde, a regulamentar também a publicação de textos escritos. O "lápis azul" foi o símbolo da censura e da época da ditadura portuguesa do século XX.
Os censores do Estado Novo usavam um lápis de cor azul nos cortes de qualquer texto, imagem ou desenho a publicar na imprensa. Em cinco séculos de história da imprensa portuguesa, quatro foram dominados pela censura. No entanto, a censura entrou também em outros domínios, como no teatro (desde Gil Vicente), na rádio, na televisão e no cinema.
Ao longo da história portuguesa foram muitas as formas de perseguição a intelectuais: a prisão e a morte foram também frequentemente o castigo de quem ousava expressar aquilo que pensava, contrariando o discurso oficial do Estado. A PIDE exercia atividade em todo o território português no sentido de evitar, que as pessoas se revoltassem contra o regime político usando meios e métodos baseados nas técnicas alemãs aplicadas na Gestapo (policia secreta), é considerada por muitos historiadores uma das polícias mais eficientes de sempre.
A PIDE era temida pela utilização da tortura e foi responsável por alguns crimes sangrentos, como o assassinato do militante do Partido Comunista Português (PCP) José Dias Coelho e do General Humberto Delgado, ultrapassando mesmo as fronteiras nacionais (não só o crime foi cometido em território espanhol como os informadores se encontravam instalados no Brasil, na França e na Itália). A DGS foi criada em 1969, para suceder à Polícia Internacional e de Defesa do Estado (PIDE), pelo Decreto-Lei n.º 49 401, de 24 de Novembro de 1969, do governo de Marcello Caetano.

Direção-Geral de Segurança - Organismo português de polícia criminal existente entre 1969 e 1974.

- Funções - Segurança do Estado,
- Fiscalização dos estrangeiros,
- Controlo das fronteiras e o combate ao tráfego ilegal de emigrantes.

A DGS foi, essencialmente, uma polícia política responsável pela repressão brutal, e sem controlo judicial, de todas as formas de oposição política ao Estado Novo.

Foi extinta no continente e ilhas em 1974, na sequência da Revolução de 25 de Abril, pelo Decreto-Lei n.º 171/74, de 25 de Abril. No Ultramar continuou a existir até 1975, com a designação de "Polícia de Informações Militares". Curiosidades Cavaco Silva pertenceu à PIDE. http://www.tsf.pt/paginainicial/Portugal/interior.aspx?content_id=1734665 Felizmente Há Luar - Censurado Denunciando a injustiça da repressão e das perseguições políticas levadas a cabo pelo Estado Novo, a peça Felizmente Há Luar!, publicada em 1961, esteve proibida pela censura durante muitos anos. Só em 1978, foi pela primeira vez levada à cena no Teatro Nacional, numa encenação do próprio Sttau Monteiro. Músicas Censuradas Zeca Afonso nasceu em Aveiro, em 2 de Agosto de 1929.
Estudou e começou a cantar fado em Coimbra tornando-se mais tarde professor. Foi um dos poetas e cantores que lutou contra a ditadura através das suas canções de intervenção, algumas censuradas, que chamavam a atenção para os problemas do país. Ele criticava a falta de liberdade de expressão, a Censura e o “lápis azul”; a repressão e opressão através de prisões e torturas da PIDE; a guerra colonial e a dura vida do povo a quem incitava também a reagir contra o regime.
Canções como Os Vampiros, Menino do Bairro Negro, proibidos pela Censura, ou A Morte Saiu à Rua, Cantar Alentejano, Menina dos Olhos Tristes, Filhos da Madrugada, Venham Mais Cinco, demonstram a sua luta.

Zeca Afonso ficou ligado ao 25 de Abril através de Grândola Vila Morena, um dos símbolos da Revolução dos Cravos, que serviu de senha ao Movimento dos Capitães e que traduzia o pensamento do cantor “O povo é quem mais ordena dentro de ti, ó cidade”.
Full transcript