Loading presentation...

Present Remotely

Send the link below via email or IM

Copy

Present to your audience

Start remote presentation

  • Invited audience members will follow you as you navigate and present
  • People invited to a presentation do not need a Prezi account
  • This link expires 10 minutes after you close the presentation
  • A maximum of 30 users can follow your presentation
  • Learn more about this feature in our knowledge base article

Do you really want to delete this prezi?

Neither you, nor the coeditors you shared it with will be able to recover it again.

DeleteCancel

Make your likes visible on Facebook?

Connect your Facebook account to Prezi and let your likes appear on your timeline.
You can change this under Settings & Account at any time.

No, thanks

GEOGRAFIA C

No description
by

Inês Cardoso

on 22 November 2013

Comments (0)

Please log in to add your comment.

Report abuse

Transcript of GEOGRAFIA C

Susana Didelet

Inês Cardoso - nº 15
Joana Almeida - nº 17
Marina Popovic - nº 22

A Afirmação do Japão como potência económica após a 2ª Guerra Mundial
A crise do pós-guerra e a ajuda americana
Em quatro décadas (1950-1990), o Japão transformou-se na segunda maior potência económica do mundo. O PNB aumentou 150% em termos constantes.
A recuperação económica do Japão
O "milagre" económico japonês
A afirmação do poderio económico, comercial e financeiro do Japão só foi possível pela conjugação
GEOGRAFIA C
Trabalho realizado por:
Docente:
Albufeira, Ano letivo 2013/2014
JAPÃO
Fatores externos:
ajuda americana
participação do Japão na guerra com a Coreia
limitações orçamentais para a defesa impostas pelos EUA
ciclo duradouro de expansão da economia mundial

Fatores internos:
as características dos recursos humanos
o papel do estado
uma base industrial sólida e variada
a indústria japonesa atravessou várias fases...
O Toyotismo
Baseia a organização da produção na flexibilidade do processo produtivo através de:
multifuncionalidade da mão de obra
implementação de sistemas de controlo de qualidade
promoção do sistema just in time
Os recursos humanos
Os recursos humanos e a sua qualidade constituem um dos suportes da estratégia de afirmação do Japão como grande potência económica. A população japonesa com um vasto mercado de consumidores e uma mão-de-obra abundante, aceitou os sacrifícios que o estado e as empresas lhe exigiram:
devoção ao trabalho
férias limitadas
competição escolar severa
grande espírito empreendedor
A segunda economia mundial
Os choques petrolíferos e a alteração da estrutura económica
A internacionalização da produção e a presença do Japão no mundo
Um modelo económico dualista
A crise do modelo
nipónico
As reformas necessárias
As limitações político-militares do poderio japonês
A evolução industrial do Japão
Este forte crescimento económico deveu-se aos seguintes fatores:
Às alterações estruturais verificadas nas economia, que passou a ser dominada por empresas inovadoras e fortemente competitivas, as quais se impuseram o mercado interno e o mercado mundial;
À ajuda económica dos EUA;
À capacidade demonstrada pelo povo japonês para superar os acontecimentos da guerra.

Entre 1958 e 1961, foram criadas três milhões de novos empregos.
A estrutura da população ativa do PIB alterou-se, acentuando-se o peso das atividades associadas aos setores secundário e terciário. Os mercados também se alteraram, passando os EUA a ser o principal cliente e fornecedor.
Em 1945, um quarto das cidades Japonesas encontravam-se destruidas pelos bombardeamentos e a frota mercantil afundada, quando o imperador ditou a capitulação.
Ainda em 1948, a produção agricola diminuira 60%, o consumo 55% e a produção industrial 65%, assim, a inflação tornou-se incontrolável eo mercado negro expandiu-se.
Apesar da grande perda de militares, cerca de 2 milhões, e de civis, cerca de 700 mil, o Japão teve de suportar uma pressão demográfica devido ao regresso de milhões de japoneses.
Aumentou o desemprego e o iene, moeda nacional, deixou de ser cotado no mercado mundial. O Japão teve, ainda, que pagar indeminizações de guerra ficando à mercê dos vencadores.
Estava, agora, ocupado pelos EUA que lhes impuseram a constituição, desmilitarizando-o. O Japão começou a concentrar-se exclusivamente na reconstrução.
Através do Plano Dodge, chegou a ajuda americana, com objetivo de promover a recuperação da economia nipónica e garantir um aliado na região.

A alteração da estrutura económica japonesa foi acelerada pelos choques petrolíferos verificados no século XX.
O Japão desenvolveu indústrias de maior valor acrescentado, mais lucrativas, associadas à eletrónica e à automatização, abandonando setores onde a procura mundial era reduzida e o consumo de energia elevado, o que provocou uma forte dependência energética, mas que provocou uma diversificação de fontes de energia e a investir na energia nuclear, esta começou a contribuir, nos anos 90, com 29% para a produção de eletricidade.
Deslocalizaram-se os setores com maior utilização de mão de obra para os NPI asiáticos onde esta era mais barata. Ainda se desenvolveram as chamadas indústrias de inteligência, positivas para a agricultura.

A nível social, o Japão entrou numa era de consumos em massa e adotou modos de vida ocidentais. No entanto a sua população ativa divide-se em trabalhadores das grandes empresas, sindicalizados, benefeciando uma forte proteção social e de um emprego garantido para a vida e de trabalhadores das pequenas e médias empresas, constituindo a maior parte da mão de obra, e por último em assalariados rurais, camponeses.
O Japão continua dependente da conjuntura mundial a nivel económico. Recorre à importação massiva de matéria primas para produzir e consumir, no entanto, para pagar esta dependência necessita de exportar em grande qantidade, o que se traduz num fator de fragilidade nos periodos de recessão da economia e de diminuição da procura mundial.
O sucesso do Japão não ficou indiferente aos EUA e à UE que logo se manifestaram contra a plitica protecionista nipónica em relação ás importações e à moeda nacional.
Associada à alta do iene, provocada pela pressão dos EUA e UE que fez diminuir as exportações e iene valorizado, a desregulamentação provocou uma crise de sobreinvestimento e uma bolha financeira que trouxe consigo uma década de fraco crescimento e recessão.


Empresas abriram falência incapazes de se adaptarem ás regras da globalização e todo o sistema nipónico se foi abaixo provocando o desemprego a mais de 4 milhões de japoneses.
A permanência de um modelo de desenvolvimento dualista económico contribuiu para o aumento das desigualdades sociais. O desemprego e a precariedade do emprego contribuiu para o aumento da pobreza, violência, o suicidio cuja taxa é a mais elevada dos paises desenvolvidos, xenofobia e ultranacionalismo.
Depois de um longo periodo de recessão, o Japão tem procurado adaptar-se levando a cabo algumas reformas necessárias à retoma económica.
O Japaão começou a abrir portas à concorrência e aos capitais estrageiros, sendo por isso acusado de não respeitar as regras da economia mundial.
Está, também, a remodelar o seu modelo toyotista, as empresas como a NEC e a Canon estão a vender patentes aos seus paises vizinhos por não poderem competir com eles em matéria de custos de produção. O ssetores publicos e privados estão a aumentar as suas despesas com a I&D continuando a orientar a sua produão para setores de ponta.
Os excedentes comerciais, as elevadas taxas d epoupança internas e o dinamismo de consumo interno constituem os fatores dinamizadores do investimento e os pilares da estratégia industrial do Japão.

A seguir aos EUA, o Japão é a maior potência económica do mundo.
O Japão conheceu o período de maior crescimento, transformando-se rapidamente numa potência comercial, com base na exportação massiva dos seus produtos.
A acumulação de excedentes comerciais associada às elevadas taxas de poupança interna permitiu ao Japão transformar-se, também, numa potência financeira.

No interior da maior economia do mundo
O Japão, aliado dos EUA, a quem foi concedido auxílio económico após a Segunda Guerra mundial, é hoje um dos seus maiores concorrentes.
A criação de excedentes financeiros permitiu a exportação de capitais, que foram investidos não só na compra de acções e obrigações no estrangeiro, mas também nos setores da manufatura e no terciário.
Progressivamente, o espaço de produção japonesa alargou-se à escala mundial.
Nesta estratégia de expansão económica, os países vizinhos assumiram cada vez mais o papel de plataformas intermédias da população japonesa.
Nos países da região do Pacifíco, o país promoveu um importante fluxo de bens, serviços e capital para os países do Sudoeste Asiático.
À medida que o processo de industrialização se intensificou e que se desenvolveram alguns paises, o investimento japonês e as “deslocalizações” da indústria dirigiram-se a um número de países significativamente mais numeroso.
À escala regional, o Japão consolidou-se como potência industrial dominante.
Os fluxos de capital provenientes do Japão assumiram várias formas:
• Investimento direto no exterior
• Empréstimos obrigacionistas a curto prazo
• Construção de infra-estruturas
• Outros investimentos sob forma de títulos

A diplomacia nipónica parece ser, em
primeiro lugar uma
diplomacia da economia, da exportação e dos cad
ernos de encome
ndas. Ojapão não desempenhou qualquer papel polít
ico na condu
ção da operação militar das forças multinacionais c
ontra o Ira
que, mas, em compensação, foi
um dos principais finan
ciadores.
No plano militar, o
Estado Japonês mantém a
sua política antibelicista baseada n
uma forte consciência p
acífica. As terríveis bombas atómicas lanç
adas, em Agosto de
1945, sobre Hiroxima e Nagasáqui não saíram
da memória do povo
japonês e continuam a dominar politicamente
este país. A c
onstituição proíbe a venda de armas ao exterior e o envio de tropas para o estrangeiro.

Contudo, apesar de continuarem a depender dos EUA em termos de segurança, os japoneses desenvolveram a partir dos anos 50, a pedido de Washington, forças de autodefesa e, nas últimas décadas, nem sempre têm respeitado o compromisso de consagrar apenas 1% do seu PNB à defesa.
O Japão associa as grandes empresas com as pequenas e médias empresas (PME)
Como se organiza o tecido empresarial
Os grandes grupos económicos (Keirutsu, antigos Zaibatsu) associam empresas industriais e comerciais independentes umas das outras que se reagrupam em torno de um banco do grupo
Os grandes grupos económicos preferem subcontratar
pequenas empresas



Garantem o fornecimento de matérias-primas ou efetuam outras fases do processo de fabrico

As
grandes empresas
pagam altos salários aos seus operários em regra muito qualificados
As
PME`s
responsáveis por cerca de ¾ da mão-de-obra pagam salários mais baixos
Mercado Interno
Assegura o escoamento de uma parte considerável da produção devido às medidas protecionistas do Estado e também à preferência dos japoneses pelos produtos nacionais
Mercado Externo
A maioria das empresas entrega os seus produtos aos
Sogo Sosha
Sociedades responsáveis por colocar os produtos nos mercados que transportam e distribuem, assim como, realizam a maioria das importações, exportações e trocas comerciais internas
Full transcript