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NÍVEIS DE ANALISE DAS RELAÇÕES INTERNACIONAIS

POR LEONILDO CUNHA
by

leo cunha

on 24 January 2013

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Transcript of NÍVEIS DE ANALISE DAS RELAÇÕES INTERNACIONAIS


Sistema.
É o pressuposto de que os humanos, quer enquanto seres individuais quer associados em grupos, agem de tal forma que é possível identificar padrões de conduta nas suas relações mútuas.


Outras utilizações do conceito de sistema.
Um tudo que funciona em virtude da interdependência das suas partes. Estruturalismo e estruturação.
A existência de estruturas que são prementes e imutáveis.
Estruturação é toda acção humana que é realizada no contexto de uma estrutura social pré-existente, que é regida por um conjunto de normas e/ou leis que são distintas das de outras estruturas sociais.
Mostra como os atores se relacionam uns com outros e ponto de interacção entre agentes e estrutura. Os sistemas e interdependência em cascata e política pós-internacional.
Padrões de interacção que se encontram em constante mudanças e que afectam fenómenos como a escassez de recursos, e o subgrupismo. E a política pós-internacional pode desenvolver-se tanto à volta de padrões caóticos como Padrões coerentes.


Complexidade dos sistemas.
Caracterizados por níveis maiores ou menores de complexidade. Talcott Parsons
O mais importante estudioso da teoria dos sistemas no século XX.





David Easton e outros.
Estes académicos dão destaque ao sistema politico defendido por Gabriel Almond «no sistema de interacções que pode ser encontrado em todas as sociedades independentes» Analise estruturalista-funcionalista
Procura examinar o desempenho de certos tipos de funções no interior de entidades aparentemente tão diferentes como um organismo biológico e um sistema politico.


Os sistemas a nível internacional
Visto como um instrumento que fornece a base para o exame das conexões, sequencias recorrentes de comportamento que são originadas num sistema e provocam reacção noutro.
Teorias da polaridade e da estabilidade
Diz respeito a relação entre a estrutura do sistema internacional, baseado no número e caracter das unidades e na distribuição do poder através do sistema internacional.


Estrutura do sistema e estabilidade
Consiste na balança e distribuição do poder no pós Guerra Fria. Um claro exemplo disso é a OTAN e o pacto de Varsóvia. Sistemas regionais no seio do sistema internacional
Define o que são os subsistemas do sistema internacional. Como o exemplo os sistemas regionais a União Europeia, União Africana, Mercosul. Incluem atores em determinados contextos geográficos regionais.
Caracterizados mediante a utilização de 3 variáveis-padrão e definidos em cada subsistema o sector central, sector periférico e sector intruso.


Perspectiva do sistema-mundo
Aspecto fulcral na análise dos sistemas é o estudo das suas estruturas e processos. Mahan, os Mares e o poder nacional

A obra de Alfred Thayer Mahan corresponde ao período da última grande vaga de expansionismo e imperialismo europeus e de ascensão dos Estados Unidos à posição de potência mundial. As suas ideias influenciaram fortemente Theodore Roosevelt, o homem que, primeiro como secretário- adjunto da Armada e mais tarde como presidente, contribuiu decisivamente para a ascensão dos Estados Unidos à posição de potência marítima dominante.
A análise da história marítima feita por Mahan, em especial o crescimento da influência global britânica, levou-o a concluir que o controlo dos mares, e em especial o controlo de passagens marítimas de importância estratégica, constituía um elemento crucial para alcançar o estatuto de grande potência. Mahan baseou a sua teoria na observação de que a ascensão do Império Britânico e o desenvolvimento da Grã-Bretanha enquanto potência marítima havia ocorrido simultaneamente. Desenvolvimentos a partir da obra de Mahan



Há outros autores que também conceberam o poder marítimo como uma parte essencial da projecção do poder dos estados. Desde o século XVI que as armadas dispuseram de um papel crucial na preservação do território nacional face a ataques exteriores bem como no estabelecimento de vias comerciais e de intercâmbios pacíficos que pudessem impedir o acesso dos inimigos aos mares.
Partindo da obra de Mahan, George Modelski e William R. Thompson desenvolveram a relação entre poder marítimo e política global, concluindo que o poder marítimo havia representado, ao longo da história, a condição sinequa non para o envolvimento dos estados no plano global. 12 questões fundamentais
Segundo Karl W. Deutsch.

Os 12 binómios das relações internacionais 1. NAÇÃO, E MUNDO.
Quais as relações de uma nação com o mundo à sua volta?

a) Nação e Mundo
Aborda os problemas relativos ao surgimento, permanência (manutenção) e morte dos povos, estados e as suas relações com outros povos, estados, nações, com os grupos e os indivíduos que cada um contém, e com organizações internacionais.


2. PROCESSO TRANSNACIONAL E INDEPENDENCIA
INTERNACIONAL.
Em que extensões podem o governo e o povo de qualquer estado-nação decidir do seu próprio futuro, e em que extensões os resultados das suas acções dependem de condições e eventos exteriores às suas fronteiras nacionais?

b) Processo transnacional e independência internacional. Aborda a questão da independência nacional, averiguando até que ponto as decisões tomadas pelos dirigentes de uma unidade política são ou não independentes, e relacionando as possíveis respostas com a situação de maior ou menor interdependência entre os diversos estados-nação. 3. GUERRA E PAZ.
O que é que determina a guerra e a paz entre nações?

c) Guerra e Paz.
Refere-se à teoria geral da guerra: explicação das suas origens, desenvolvimento e fim.



4. O PODER E FRAQUEZA.
Qual é a natureza do poder e da fraqueza de um governo ou de uma nação, em política internacional?

d) Poder e fraqueza. Coloca o problema do Poder, seu âmbito e limites. 5. POLITICA INTERNACIONAL E SOCIEDADE INTERNACIONAL
O que é a política, em relações internacionais, e o que é que não
É? Qual é a relação da política internacional com a vida da sociedade das nações?

e) Política internacional e sociedade internacional. Averigua até que ponto é que a política internacional origina o desenvolvimento histórico, ou se, pelo contrário, o processo histórico ultrapassa e/ou decorre à margem da acção política internacional.


6. POPULAÇÃO MUNDIAL VERSUS ALIMENTOS, RECURSOS E AMBIENTE.
Encontra-se a população mundial a crescer mais depressa do que a quantidade mundial de alimentos, energia e outros recursos, e mais depressa do que a «capacidade de absorção» do nosso ambiente no que respeita a ar limpo, água e espaço de vida não poluído?

f) População mundial versus alimentos, recursos e ambiente. Coloca em foco o problema malthusiano e algumas das suas principais questões: a possibilidade de o mundo evoluir para uma idade de ouro ou de miséria, e a influência que a disponibilidade e a escassez de recursos têm na segurança nacional. 7. PROSPERIDADE E POBREZA
Qual é a amplitude na desigualdade de distribuição da riqueza e do rendimento entre nações? Qual a amplitude de desigualdade relativamente a outros valores, tais como esperança de vida e de educação?

g) Prosperidade e pobreza. Trata-se 'do enunciado de um possível discurso sobre a desigualdade entre países, grupos, classes e pessoas. Refere-se à existência de classes de países (países ricos e países pobres, Norte e Sul).

8. LIBERDADE E OPRESSÃO
Quais os cuidados que os cidadãos de um país devem ter com a sua independência face a outros povos ou regiões, e que cuidados devem ter com a sua liberdade no próprio país?

h) Liberdade e opressão. Aborda a questão da liberdade como valor, valor objectivo ou valor instrumental, fim ou meio. Indaga das relações entre a independência nacional e as situações democráticas e totalitárias. 9. PERCEPÇÃO DA REALIDADE E ILUSÃO
Quantos líderes e cidadãos têm percepção das suas próprias nações, e quantos a têm de outras nações? São estas percepções realísticas ou ilusórias?

i) Percepção da realidade e ilusão. Põe em destaque o problema da verdade e da influência que nele tem a informação: foca as relações mundo político- mundo real, país político -país real.

10. ACTIVIDADE E APATIA
Que parte e que grupos da população têm interesse activo na política? Que parte e que grupos actuam nos negócios internacionais?

j) Actividade e apatia. Avança com o problema da maior ou menor participação dos indivíduos na gestão da «cidade» ou seja da sua própria vida. 11. REVOLUÇÃO E ESTABILIDADE
Em que condições estão os governos sujeitos a ser derrubados? Quando, sob que condições e em que extensão estão as elites dirigentes ou classes privilegiadas sujeitas a perder a totalidade ou parte do seu poder e posição?

k) Revolução e estabilidade. Procura indagar das causas, efeitos, benefícios, custos (internos e internacionais) das mudanças do poder pela força.

12. IDENTIDADE E TRANSFORMAÇÃO
Como, e através de que mudanças, os indivíduos, grupos, povos e nações preservam a sua identidade? Em que consiste esta identidade, com que elementos ou aspectos da sua estrutura interior estão relacionados, e que diferença faz do seu comportamento visível?

l) Identidade e transformação. Coloca o problema da origem e fundamentos da identidade nacional. As 12 questões são interdependentes: abrangem, praticamente, a totalidade da realidade político-social; vão do geral para o particular e do particular para o geral.

Para Deutsch, o ponto central e chave é o Estado-Nação. Tudo é a ele referido: no seu interior e no seu exterior. Influencia e é influenciado. Sistema Mundo Subsistemas e sistema uno actores e agentes, interacções Simplificação de interacção entre actores e agentes na óptica de Karl Deutsch Simplificação sobre a interacção de agentes e actores no sistema internacional
na óptica de Karl Deutsch Karl Wolfgang Deutsch (1912-1992) foi Checoslovaco e mais tarde naturalizou-se americano. Cientista político e social, vem de uma família alemã. Seu trabalho se concentrou no estudo da guerra e da paz, o nacionalismo, a cooperação e comunicação. Ele é também conhecido pelo seu interesse em introduzir métodos quantitativos e formal a análise de sistema e modelo de pensamento no campo das ciências políticas e sociais, e é um dos mais conhecidos cientistas sociais do século XX.
Nascido em Praga em 21 de Julho 1912, quando a cidade era parte do Império Austro-Húngaro , Alemão tornou-se um cidadão de Checoslováquia após a I Guerra Mundial . Sua mãe Maria Leopoldina Scharf Deutsch, foi uma social-democrata , e a primeira mulher a ser eleita para o parlamento da Checoslováquia (1918), onde se tornou conhecida pela sua resistência ao nazismo . Seu pai, Martin Morritz Deutsch possuía uma loja de óptica em Praga Praça Venceslau , e era também activo no partido Assistente Social Democrata da Checoslováquia . Seu tio Júlio Deutsch era um importante líder político do Partido Social-Democrata da Áustria .
Karl estudou Direito na Universidade Alemã de Praga, onde se graduou em 1934 In
História e Teorias das
Relações Internacionais
1º ano da Licenciatura de Ciência Política e Relações Internacionais. Leonildo Cunha Janeiro, 21 de 2013 elaborado por:
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