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Filosofia na cidade

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by

antonio renca

on 14 April 2016

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Transcript of Filosofia na cidade

Filosofia na Cidade
design by Dóri Sirály for Prezi
Introdução
O que é ser Cidadão?
O que é o Espaço Público do Estado de Bem-Estar Social?
O que é o Espaço Público?
Quais as razões que levaram a Esfera Pública a perder Vitalidade, no Século XX?
Ghandhi
Novo espaço público
A forma de agir de cada Ser Humano é influenciada pela cultura, meio, sociedade e pelas relações que estabelece com outros indivíduos.
No entanto essa convivência nem sempre é fácil ...
Desde muito cedo que os filósofos admitem a existência de duas esferas: a Pública e a Privada, na vida do indivíduo.
Considera-se
Espaço Privado
a esfera da família. É o espaço da conduta privada, distante e protegido do que é público.
O que é a esfera Privada ?
O
Espaço Público
caracteriza-se por ser um espaço de uso
comum
acessível á participação de todos os cidadãos, cuja função se expressa pelo controlo social e político que vai desempenhar.

Para os gregos, o cidadão é aquele que participa, nas decisões públicas da polis. Para além de cumprir com as suas obrigações naturais, ligadas à sua sobrevivência e à da sua família , o cidadão é um homem livre, capaz de se autogovernar e de se realizar politicamente.


Para os gregos o espaço público sobrepõe-se ao privado pois é neste que o ser humano realiza plenamente a sua natureza, enquanto ser livre, social e político.--> AINDA NÃO FALÁMOS DO ESPAÇO PUBLICO E PRIVADO...
Trabalho realizado por:
Ana Beatriz Renca, nº 2
Ana João, nº 5
Catarina Renca, nº 16

Meios de Comunicação em Massa e Manipulação da Opinião Pública
Transformação da População em Consumidores
Promoção do Estado de Bem-Estar Social e a Apatia das Populações
As grandes entidades aproveitaram-se dos meios de comunicação e, através de táticas manipuladoras, formataram a mente das pessoas de forma a criarem nelas uma opinião pública que lhes fosse favorável, ou seja, condicionaram o pensamento livre.
O esforço em garantir o bem-estar social tornou as populações politicamente apáticas, ou seja, o poder garantiu escolaridade, saúde, etc..., que permitiram melhorias significativas ao nível de vida dos cidadãos, mas refeudalizaram a esfera pública, controlando-a e transformando os cidadãos em consumidores.
Por outro lado os interesses económicos, ligados à produção de bens de consumo, serviram-se da publicidade para criarem um público constantemente incentivado ao consumo e negligente em relação aos interesses públicos, cujo lema da vida passou a ser "trabalhar para consumir".
Ataques Terroristas
Manifestações no Brasil contra o Governo
Refugiados
Temas de Debate
O tema “ Filosofia na cidade” tem como objetivo realçar a importância da filosofia na construção da cidadania.
Este tema é fundamental para que seja possível conhecer a enorme importância da tolerância e do diálogo na atualidade e esclarecer de que forma é que a filosofia pode contribuir para formar cidadãos livres e conscientes.
Para os gregos, o cidadão é aquele que participa nos assuntos de interesse comum, nas decisões públicas da polis.
Para além de cumprir com os seus deveres naturais, o cidadão é um homem livre, capaz de se sustentar e de se realizar politicamente.
O que é então ser cidadão?
VIDA PESSOAL
FRASES CÉLEBRES
PRINCÍPIOS
Mohandas Karamchand Gandhi, também conhecido por
Mahatma (Grande Alma) Gandhi
, nasceu a 2 de outubro de 1869 e morreu aos 78 anos no ano de 1948, assassinado, mas sem antes ter deixado a sua marca no Mundo, nomeadamente na Índia.
Esteve preso 6 anos, ao longo da sua vida.
Defendia a Não-Violência e dizia que a máxima “ olho por olho” levaria o mundo à cegueira. O objectivo era humilhar o adversário e tocar-lhe o coração
-
Principio do Satyagraha
Verdade:

honestidade acima de tudo e aprendizagem através dos próprios erros e realização de experiências sobre si mesmo;

Não-violência
:
a não-resistência ligada de alguma forma à religião;

Vegetarianismo:

esculpido nas tradições hindus e jainistas na Índia;

Brahmacharya:

pureza espiritual e prática;

Simplicidade
:
abandono dos gastos desnecessários, dos bens materiais;

Fé:
crença num poder superior e na crença de que todas as religiões são reais e iguais.
"A alegria está na luta, na tentativa, no sofrimento
envolvido e não na vitória propriamente dita."
"Olho por olho, e o mundo acabará cego."
"A força não provém da capacidade física.
Provém de uma vontade indomável."
O que é o Empreendedorismo?
Empreendedorismo
é identificar oportunidades e transformá-las em realidade, gerando riquezas, promovendo o crescimento e o desenvolvimento.
“Ser um empreendedor é executar os sonhos, mesmo que haja riscos. É enfrentar os problemas, mesmo não tendo forças. É caminhar por lugares desconhecidos, mesmo sem bússola. É tomar atitudes que ninguém tomou. É ter consciência de que quem vence sem obstáculos triunfa sem glória. É não esperar uma herança, mas construir uma história... Ser um empreendedor não é esperar a felicidade acontecer, mas conquistá-la."
Frase de
Augusto Cury
FEITOS
Marcha do Sal -
Organizou uma marcha (385km) de protesto contra a Lei Inglesa que impedia a produção de sal, para obrigar o povo a pagar taxas sobre este . Os indianos deixaram-se espancar pela policia, sem responder e Gandhi foi preso com mais de 50 mil indianos;
Jejuns -
Entrava em jejum sempre que existiam conflitos que comprometiam a paz, e só os quebrava quando os conflitos acabavam;
Greve de 24h -
Organizou uma greve nacional com o objectivo de parar o país para jejum e oração. Todos os indianos aderiram, mas não correu bem;
“Antes de quebrarmos as regras, temos de saber obedecê-las”
Lutou pelos Direitos -
Fez renascer a tecelagem tradicional de forma a dar emprego ás mulheres e graças a ele um intocável foi eleito presidente da Índia em 1997;

Chamamos espaço público do estado de bem-estar social ao conjunto de fatores necessários para a existência de uma boa qualidade de vida. Este abrange todos os fatores que melhoram a nossa forma de viver como um
emprego
, uma
casa
, entre outros.
No entanto este conceito de bem-estar é
subjetivo
.

No século XX a burguesia controlava a comunicação social e, de forma a responder aos seus interesses de desenvolvimento económico, estimulou o consumo e adquiriu o controlo social através dos media de entretenimento.
refeudalizar - voltar ao feudalismo ( sistema onde os camponeses eram explorados pela nobreza )
Com isto, os cidadãos deixaram de participar na vida pública desenvolvendo o individualismo e fazendo com que se passasem a centrar no seu espaço privado.
O que é um empreendedor?
Para os gregos este espaço
sobrepõe-se
ao privado pois é neste que o ser humano realiza plenamente a sua natureza, enquanto ser livre, social e político.
Qual a diferença entre estas duas esferas?
O espaço público
distingue-se
do privado por oferecer condições para o exercício das liberdades individuais e para a afirmação dos indivíduos que, quando integrados na esfera privada, encontram muito maior dificuldade para se afirmarem.
São 4 as referências que integram as transformações históricas do espaço público:
A “
Ágora Ateniense
”,
O “
Burguês/Económico
”,
O “
Mediatizado e de Massas

O “
Novo espaço público
”.
"Ágora Ateniense"
Burguês/ Económico
Mediatizado e de Massas
São vários os temas que marcam a atualidade informativa e que, de uma forma ou de outra, preocupam os europeus, incluindo os portugueses.
O terrorismo é, porventura, o mais preocupante, tanto mais que nos últimos dias Portugal aparece referenciado, nos órgãos de comunicação social, como um dos possíveis alvos de ataques terroristas.

O Homem tem capacidades para organizar as suas relações de forma pacífica, conseguindo criar instituições de governação locais, estatais ou globais que promovem relações humanas baseadas na
liberdade

e na

justiça
.


O que pode fazer a filosofia pela paz mundial ?
É uma pessoa que começa um negócio;
Os

empreendedores
veem possibilidades para provocar

alterações na sociedade e não se limitam aos recursos que têm no momento.
Mahatma Gandhi

foi um importante ativista social que apelava á mudança através de meios não violentos. Levou a Índia a tornar-se independente dos britânicos em 1947
,
utilizando uma

política

de

diálogo

e

tolerância
,
sem NUNCA

recorrer á força.

Gandhi

defendia e pregava a não-violência como caminho para se atingirem as mudanças sociais. Para ele, este princípio era indispensável para garantir a honra e os direitos dos homens, ou seja, para garantir a

cidadania
.
Mas como é que Gandhi está relacionado com o empreendedorismo?
Gandhi tinha como objetivo fundamental conseguir a libertação e independência do seu país do jugo inglês, mas para isso precisava que muçulmanos e hindus se unissem, e isso só poderia acontecer se estas duas crenças religiosas dialogassem entre si, uma vez que tinham objetivos comuns. Gandhi é por isso considerado um
empreendedor
, pois tinha um projeto, e para além de o conseguir realizar, também conseguiu melhorar as condições de vida dos indianos.
Como é que Gandhi foi empreendedor?

Podemos ver

inovação
e
empreendedorismo

na forma como

Gandhi conduziu a luta pela emancipação política da Índia. Utilizou

métodos

não violentos que passaram pela recusa de colaboração administrativa e económica para com os ingleses que passava pela inércia dos funcionários indianos nas instituições de governo e administração inglesas e pelo incentivo ao não consumo de produtos ingleses
(
Gandhi

chegou a tecer pessoalmente os tecidos com que

confecionava

o seu vestuário e

incentivou

os indianos a desenvolverem manufacturas caseiras).
Desta forma irritava a grande potência colonial que, por diversas vezes prendeu o agitador social. Este facto foi superiormente aproveitado por Gandhi pois ele sabia perfeitamente que a sua prisão iria aumentar a agitação social e unir a população em torno do ideal comum que era a independência do país. Assim, utilizando esta estratégia de “
empreendedorismo

social
”, Gandhi contribuiu, decisivamente, para alcançar os seus objetivos políticos e de
cidadania
.
O que é a filosofia?
Para além de ser uma disciplina, é uma
atitude natura
l
do

homem em relação ao universo e á sua forma de ser. Foca questões da existência humana, com base na
compreensão

do ser.
Mas o que pode ela fazer pela paz mundial?

Se o filosofar

contribuir

para que cada pessoa possa
julgar

por si mesma a realidade em que está inserida, poder-se-á dizer que o filosofar opera como prática da
cidadania
.
O filosofar

permite
formar pessoas com pensamento crítico, solidário, criativo, que saibam fundamentar posições e tomar decisões, habilidades que são
necessárias

no mundo prático.
Assim, ao contrário do que muitas pessoas pensam, a filosofia trás um enorme contributo para esta temática:
consciencializa

para a paz;
favorece

a abertura do espírito, o que permite que cada indivíduo fique mais

tolerante e compreensivo
face a outras culturas e religiões que não as dele; Pode fazer com que uma pessoa
aprenda

a pensar por si mesma, aumentando o seu espírito crítico face aos problemas da sociedade,
mudando

o seu comportamento em relação a tudo o que a rodeia.
Prepara
o cidadão

para assumir as suas responsabilidades e forma-o no sentido de melhorar os seus julgamentos, ou seja, para além de o preparar para a vida política também faz com que o indivíduo seja

melhor

para com os outros
.
Esta área do saber pode, por isso,
atenuar
as guerras, conduzindo á
paz
mundial, uma vez que esta permite que as pessoas se tornem mais
tolerantes
e
compreensivas
perante as opiniões e decisões dos outros.

A “Ágora Ateniense” era considerada a praça pública. Nela encontravam-se os cidadãos, homens livres e cultos, que realizavam debates políticos sobre todo o tipo assuntos de interesse geral, e onde todos tinham igual acesso á palavra.
Estava presente um regime
esclavagista,
onde

Mulheres
,
comerciantes
e
escravos
não eram considerados cidadãos.
Era constituído por burgueses normalmente cultos.
É caracterizado pela contestação do princípio absolutista de Hobbes, onde “a autoridade, e não a verdade, faz a lei”.
Defende o princípio da ilustração onde “ a verdade, e não a autoridade faz a lei.”.
Neste espaço todos os argumentantes eram vistos como iguais e quase todos tinham um elevado nível de instrução.
Ainda assim ocorreu uma redução apreciável da esfera pública à reclamação de liberdade de comércio.
O mediatizado e de massas estava aberto a todos os cidadãos interessados nas questões públicas.
Passou a existir uma comunicação vertical, unidirecional e à distância, o Reino da crítica foi substituído pelo reino da opinião e a argumentação pela persuasão/sedução.
Claro que isto teve consequências. Nomeadamente: o desinteresse de muitos cidadãos pelo espaço público e consequentemente a preferência pelo espaço privado.
Baseava-se num conjunto de princípios que deveriam formar uma comunidade ideal de argumentação. Entre eles:
Universalidade
, a
Igualdade
dos intervenientes, a
Liberdade
, e a
Argumentação
.
Passou-se a considerar cidadão, todos aqueles que fossem livres e responsáveis. No debate usava-se somente a argumentação e eram discutidos todo o tipo de assuntos de interesse geral.
Como resolver este problema?


É necessário que as sociedades compreendam as ideologias que movem as práticas terroristas e os discursos construídos sobre essas práticas. A cada ano que passa, a humanidade sente-se mais temerosa de ataques. Os Estados têm que refletir sobre o terror como prática e o discurso sobre o terror.
A separação dessas ações é fundamental para a compreensão da prática terrorista e para a análise dos discursos construídos sobre o terrorismo. Feito isso, será possível entender as questões políticas e ideológicas que estão por trás das práticas e discursos sobre o terror. Porém, é preciso compreender que não é uma tarefa fácil.
É necessário que os Estados lancem mão de todos os recursos ao seu dispor, nomeadamente os recursos humanos, envolvam os cidadãos e apelem às suas capacidades individuais em prol de si mesmos e da sociedade.
Os indivíduos têm, assim, possibilidade de mostrar e desenvolver as suas capacidades empreendedoras e colocá-las ao serviço do bem-estar social, ajudando a encontrar soluções para problemas que os governantes não conseguem resolver. Estaremos, desta forma, perante uma reacção do empreendedor para com o mundo, nutrindo o sentimento que as coisas podem sempre ser melhoradas.
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