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DEMONSTRAÇÃO DE FLUXO DE CAIXA

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Aline Cardoso

on 6 November 2012

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Transcript of DEMONSTRAÇÃO DE FLUXO DE CAIXA

DEMONSTRAÇÃO DE FLUXO DE CAIXA CONCEITOS
A demonstração dos fluxos de caixa evidencia as modificações ocorridas nas disponibilidades da companhia, em um determinado exercício ou período, por meio da exposição dos fluxos de recebimentos e pagamentos. Apesar do nome, além das modificações ocorridas no saldo da conta Caixa, a DFC deve expor as alterações sofridas pelas demais disponibilidades, inclusive a conta Bancos Conta Movimento e os investimentos de elevada liquidez.
Equivalentes - Caixa - São denominados equivalentes-caixa os investimentos imediatamente conversíveis em moeda e que apresentam baixo risco de alteração de valor. A companhia deve expor em notas explicativas os critérios adotados para identificar as aplicações em equivalentes-caixa
A Demonstração do Fluxo de Caixa (DFC) passou a ser um relatório obrigatório pela contabilidade para todas as sociedades de capital aberto ou com patrimônio líquido superior a R$ 2.000.000,00 (dois milhões de reais).
Esta obrigatoriedade vigora desde 01.01.2008, por força da Lei 11.638/2007, e desta forma torna-se mais um importante relatório para a tomada de decisões gerenciais.
De forma condensada, esta demonstração indica a origem de todo o dinheiro que entrou no caixa em determinado período e, ainda, o Resultado do Fluxo Financeiro. Assim como a Demonstração de Resultados de Exercícios, a DFC é uma demonstração dinâmica e também está contida no balanço patrimonial.
A Demonstração do Fluxo de Caixa irá indicar quais foram às saídas e entradas de dinheiro no caixa durante o período e o resultado desse fluxo.
A Lei citada, porém, não estabeleceu um modelo para a DFC, nem determina se esta demonstração deverá ser elaborada pelo método direto ou indireto. A Exposição Justificativa da lei sugere que a DFC discrimine em três grupos os tipos de fluxos de caixa:
1 - os fluxos das atividades operacionais;
2 - os fluxos das atividades de financiamento;
3 - os fluxos das atividades de investimento.
Essa classificação é baseada nas normas do FASB (Financial Accounting Standards Board) e será comentada em seguida. As Atividades Operacionais são explicadas pelas receitas e gastos decorrentes da industrialização, comercialização ou prestação de serviços da empresa. Estas atividades têm ligação com o capital circulante líquido da empresa.

As Atividades de Investimento são os gastos efetuados no Realizável a Longo Prazo, em Investimentos, no Imobilizado ou no Intangível, bem como as entradas por venda dos ativos registrados nos referidos subgrupos de contas.

As Atividades de Financiamento são os recursos obtidos do Passivo Não Circulante e do Patrimônio Líquido. Devem ser incluídos aqui os empréstimos e financiamentos de curto prazo. As saídas correspondem à amortização destas dívidas e os valores pagos aos acionistas a título de dividendos, distribuição de lucros. MÉTODOS DE ELABORAÇÃO
Existem dois métodos de elaboração da DFC:
1 - o método direto;
2 - o método indireto.
As diferenças entre os métodos direto e indireto são limitadas, exclusivamente, aos fluxos das atividades operacionais. Os fluxos das atividades de financiamento e de investimento são demonstrados de forma igual nos dois métodos MÉTODO DIRETO
No método direto, a DFC é elaborada a partir da movimentação diretamente ocorrida nas disponibilidades. Nesse método, são apresentados todos os itens que tenham provocado entrada ou saída de disponibilidades, vale dizer, todos os pagamentos e recebimentos.
MÉTODO INDIRETO

A Demonstração do Fluxo de Caixa pelo método indireto mostra quais foram às alterações no giro (Ativo Circulante e Passivo Circulante) que provocaram aumento ou diminuição no Caixa, sem explicar diretamente as entradas e saídas de dinheiro. o método indireto de elaboração da DFC trata da reconciliação do Lucro Liquido ao Caixa Liquido gerado pelas operações da empresa. Esse método é também conhecido por método da reconciliação, pois concilia o lucro liquido e o caixa desenvolvido pelas operações.
O método indireto caracteriza-se por apresentar o fluxo de caixa líquido oriundo da movimentação líquida das contas que influenciam na determinação dos fluxos de caixa das atividades operacionais, investimentos e de financiamentos.
Este método é estruturado por meio de um procedimento semelhante ao da Doar (Demonstração de Origem e Aplicação de Recursos) podendo mesmo ser considerado como uma ampliação da mesma. Resumidamente podemos dizer que:

Os aumentos no Ativo Circulante provocam uso do dinheiro (caixa); as reduções do Ativo Circulante produzem caixa (origem de caixa);
Aumentos em Passivo Circulante (como na conta Fornecedores) aumentam o caixa, na medida em que não há um desembolso imediato para os fornecedores que, nesse momento, estão concedendo crédito à empresa. Diminuição no Passivo Circulante traz como efeito adicional uma diminuição no Caixa, pois este deve ser utilizado para pagar os fornecedores, o que afeta o seu saldo final.
Outras transações que afetam o saldo final da conta Caixa se relacionam com a compra e venda de Ativos Permanentes. A compra de um Ativo à vista diminui o Caixa, enquanto a sua venda à vista tem o efeito inverso, ou seja, aumenta o saldo dessa conta.
Essa interpretação dos saldos inicial e final do Caixa, reportados no Balanço Patrimonial, e do Lucro Liquido, constante na DRE, pode ser claramente visualizada na Demonstração do Fluxo de Caixa, pois nela são identificadas as transações, passo a passo, para que se possa encontrar os elos que não são facilmente visíveis nas outras demonstrações financeiras.
Uma das observações importantes que repousa sobre o DFC é quando consideramos a depreciação como despesa. Na realidade, esse item não representa uma saída do caixa, por isso deve ser adicionado ao Lucro Liquido quando elaboramos essa demonstração, mas sim um fato econômico. Por analogia, as contas do passivo circulante e do exigível a longo prazo relacionadas às atividades operacionais que tiverem sofrido redução durante o exercício devem ter as reduções de saldos, diminuídas do lucro ou prejuízo líquido do exercício. Hoje, é preciso gerenciar com competência todos os recursos financeiros disponíveis na empresa, sendo assim, o Fluxo de Caixa assume importante papel no planejamento financeiro das empresas. Portanto, constitui-se num exercício dinâmico que deve ser constantemente revisto, atualizado e utilizado na tomada de decisões, pois é ela que indica o que ocorreu no período em termos de saída e entrada de dinheiro no caixa.

A boa utilização da ferramenta fluxo de caixa também possibilita o conhecimento do grau de independência financeira das organizações, com base na avaliação do seu potencial para geração de recursos para saldar seus compromissos e para pagar a remuneração dos seus empreendedores.

Em resumo, o fluxo de caixa é o instrumento que permite ao administrador financeiro planejar, organizar, coordenar, dirigir e controlar os recursos financeiros de sua empresa para determinado período.

Vale ainda ressaltar que a utilização da DFC é uma tendência mundial e o Brasil ao passar utilizar essa demonstração, demonstra se adaptar conforme a tendência das Normas Internacionais de Contabilidade, e que tal uniformidade facilitará o entendimento e a elaboração das demonstrações. - realização do capital em dinheiro, 1.000;
- compra à vista de móveis e utensílios, 50;
- compra a prazo de mercadorias, 100;
- compra à vista de mercadorias, 150;
- aquisição à vista de participações permanentes, 60;
- venda a prazo, por 120, de mercadorias cujo custo foi de 80;
- venda à vista, por 240, de mercadorias cujo custo foi de 160;
- pagamento dos salários do período, 70;
- obtenção de empréstimo bancário de longo prazo, 200;
- pagamento de parte da dívida com os fornecedores de mercadorias, 40;
- recebimento de parte dos créditos com clientes por venda a prazo, 60;
- registros de depreciação dos imóveis e utensílios, 5.
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