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A Felicidade Paradoxal - Capítulo 4

Trabalho de Filosofia I sobre o Livro A Felicidade Paradoxal - Ensaio sobre a sociedade de hiperconsumo de Gilles Lipovetsky -- Pedro Ferraz de Azevedo Marques
by

Pedro Marques

on 4 September 2013

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Transcript of A Felicidade Paradoxal - Capítulo 4

Menos variedade de produtos (em relação aos supermercados e hipermercados da Fase II), mas com maior amplitude em determinadas áreas. O consumidor final torna-se uma espécie de comandante do produtor, escolhendo as características do produto que ele deseja comprar. A CORRIDA À INOVAÇÃO - IMAGEM, PREÇO E QUALIDADE A Economia da Variedade AS REORIENTAÇÕES DE MARKETING DA GRANDE DISTRIBUIÇÃO Introdução ao tema Estratégias Tornar menos desagradável a "compra-corvéia": ajustamento de horários de abertura, créditos, redução de tempo de espera em filas. A Felicidade Paradoxal - Ensaio sobre a sociedade de hiperconsumo -
Gilles Lipovetsky Comerciais passam a mostrar menos o produto e se preocuparem mais com o estabelecimento de uma relação afetiva do cliente com a marca. Necessidade de elevados gastos com propagandas devido a intensificação da concorrência e semelhança de produtos. Reestruturação do sistema capitalista = Revolução de técnicas de informação + Globalização de mercados + Desregulamentação financeira. Redescoberta do cliente: de um mercado comandado pela oferta para um mercado dominado pela procura. Marketing global: produtos e serviços mais ou menos adaptados às especificidades locais, presente nos 5 continentes. Proliferação de variedade.
Produção personalizada. Capítulo 4 - A organização pós-fordista da economia Tipos de Consumo O inovacionismo suplantou o produtivismo repetitivo do fordismo. Grandes investimentos em pesquisa e desenvolvimento de novos produtos e serviços. Em torno de 3 mil grandes marcas mundiais emergem sobre a ruína do capitalismo regulamentado. Segmentação dos mercados, diferenciação extrema dos produtos e serviços, política de qualidade, aceleração do ritmo de lançamento dos produtos novos, preeminência do marketing e outras novas estratégias que chocaram-se de frente com o modo fordista de organização da produção, fornecendo a emergência de novos modelos de consumo. Os serviços passaram a tomar uma grande parcela da participação econômica. Richard S. Tedlow propõe que o capitalismo aderiu a segmentação de mercado desde 1950, quando passou a conquistar diferentes parcelas do mercado com estratégias de marketing diferenciados. Neste período, de acordo com Tedlow, o marketing já havia se inserido na Fase III, mas a produção demorou alguns anos a mais para se encaixar neste padrão. Incentivo à segregação de consumo. Diferentes variações baseadas em peças idênticas de um mesmo produto para atender diversos tipos de consumidores. Marketing de massa foi substituido pela estratégias de segmentação. Individualização dos produtos foi possível devido a alta tecnologia baseada na microeletrônica e na informática. Tais tecnologias permitiram o desenvolvimento da "produção personalizada de massa". Mudança do paradigma:
Produzir para vender X Vender para produzir. Serviços, assim como produtos, aderiram a segmentação tarifária, oferecendo serviços diferenciados, em características e preços, para atender várias parcelas do mercado. A época do hiperconsumo é inseparável à época da hipersegmentação dos mercados. O objetivo das empresas deixa de ser oferecer os preços mais baixos e se torna fidelizar os clientes, empregrando estratégias em desacordo total com o modelo fordista. A preocupação principal das empresas passa a ser a satisfação da pessoa do cliente. Maximizar o "compra-prazer": rotação rápida de coleções, animações, qualidade do ambiente e dos produtos/serviços. Mercado Especializado Ex: FNAC, Ikea, etc. Fun Shopping Espetacularização dos locais de venda para maximizar a satisfação de compra. Transformação das lojas em "locais de vida". Objetivo: descobrir o que o cliente deseja, mas que ele ainda não conhece. Quantidade enorme de novos produtos sendo oferecidos, com 90~95% de insucesso. A era da globalização é moldada pela explosão de diversidade e tende a abandonar os processos de padronização e de homogeneização. A indústria cultural adere, também, ao crescimento acelerado de produção de novos títulos. Produtos e obras passam a ter um ciclo de vida bastante curto. A Fase III passa a ser caracterizada pelo investimento financeiro que deve obedecer à obrigação de remuneração do capital empregado como um produto mercantil. Os atores da oferta, para estimular o consumo, deixam de produzir produtos de má qualidade e passam a renovar os modelos, fazendo os clientes se sentirem fora da moda oferecendo novas versões mais eficientes e diferentes. O tempo de inovação torna-se fator crucial de concorrência. Novos produtos passam a ser anunciados meses, ou até anos, antes de serem lançados no mercado. Qualidade dos produtos se impõe como uma condição necessária para a sobrevivência nos mercados. Produtos baratos conseguem ter mesma qualidade de durabilidade do que os tops de linha. O descarte de artigos passa a ser devido a novidades de um produto mais moderno em relação ao modelo antigo. "Marcas, não produtos." Sucesso de lojas low cost. O neocomprador não quer consumir menos, quer consumir o mesmo mais barato. Hiperconsumidor que controla certas despesas por um lado para poder ter acesso a consumos lúdicos. A comunicação passa a receber as mesmas influências que os produtos e serviços. A rapidez e variedade impõem-se como os novos imperativos das hipermarcas. Pedro Ferraz de Azevedo Marques
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