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O longo século XIX

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Laís Olivato

on 18 February 2013

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Transcript of O longo século XIX

O longo século XIX Urbanização
- O homem na multidão (retomar a discussão de Poe e o flâneur)
- Reformas urbanas (Paris e Rio de Janeiro)
- A grande cidade e suas consequências Cientificismo
-Darwinismo social
-Teorias raciais e eugênicas
- Avanço na medicina e nas ciências sociais
- Teorias evolucionistas (positivismo, marxismo) Imperialismo
- Conceitos básicos - o fardo do homem branco
- Relação com o outro que atravessa a ciência
- A formação dos EUA - Conquista do Oeste Republicanismos
- O Brasil é uma República - organização da República Velha e panorama dos movimentos sociais
- Os EUA "Ao errar entre as galerias e bulevares, ao passear pelos mercados, o flanêur é o ser que vê o mundo de uma maneira particular, sem a pretensão de explicar, mas com a intenção de mostrar, levando a vida para cada lugar que vê. Sua paixão é a exterioridade, na rua encontra o seu refúgio, desvincula-se da esfera privada, buscando sua
identificação com a sociedade na qual convive. Ocorre, porém, que essa identificação resulta em grande parte complicada pela natureza complexa da sociedade moderna.
Nas ruas das metrópoles, o flanêur constata que o homem moderno é vitimado pelas agressões das mercadorias e anulado pela multidão, estando condenado a vagar pela cidade como um embriagado em estado de abandono. É essa angústia que o flanêur representou no século XIX."
MASSAGLI, Sérgio R. Homem da multidão e o flâneur no conto "O homem da multidão" de Edgard Allan Poe In: Terra roxa e outras terras, Revista de estudos Literários, Jun/2008 "A velha Paris não existe mais (a forma de uma cidade muda mais depressa, ai! Do que o coração de um mortal) Paris muda! Mas nada se moveu em minha melancolia! Palácios novos, andaimes, blocos, velhos subúrbios, tudo para mim se torna alegoria, e minhas caras lembranças são mais pesadas do que rochas"

(Baudelaire - Le cygne- 1857) Reforma de Paris
- Empreendida pelo barão de Haussmann a pedido de Napoleão III para iniciar a modernização de uma cidade com estrutura medieval entre 1853 e 1870.
- Reestruturação arquitetônica da cidade após várias tentativas de levantes revolucionários.
- Erupção de epidemias de cóleras
-Bois de Boulonne e de Vencenes, parques Monceau e Montsouris.
- Inspirou a Reforma de Pereira Passos no Rio de Janeiro. "Quem escreve estas linhas rondou por muito tempo pelos arredores de Paris, e isso é para ele uma fonte de profundas recordações. A erva rasa, os trilhos pedregosos, a areia, a argila, a áspera monotonia dos terrenos baldios e dos alqueires, as plantas seródias, as hortas surgindo de repente no fundo dos terrenos pantanosos, aquela mistura de selvagem e burguês, aquelas vastas superfícies desertas onde barulhentos tambores da guarnição fazem seus treinos, como que ensaiando uma batalha, aquelas tebaidas que à noite se transformam em covis de ladrões, o moinho desconjuntando girando ao sopro o encanto misterioso dos grandes muros sombrios cercando imensas áreas vazias inundadas de sol, cheias de borboletas, tudo isso o atraía" (HUGO, Victor [1802-1885] Os Miseráveis, Cosac Naify, 2009) Reforma Urbana no Rio de Janeiro

- Empreendida pelo prefeito Pereira Passos
- Previa a revitalização do Rio de Janeiro e a modernização
- Brigadas mata-mosquitos e vacinação obrigatória faziam parte da política higienista do prefeito.
- Ocasiona a Revolta da Vacina em 1904
(Para saber mais: http://globotv.globo.com/rede-globo/video-show/v/revolta-da-vacina-no-rio-de-1904-agitou-os-bastidores-de-lado-a-lado/2192188/) "O progresso da raça humana resulta do trabalho conjunto de todos os homens, o que deve se constituir no objetivo final de cada um. Contribuindo para uma empresa, nós estaremos cumprindo a vontade de Deus todo poderoso e sua glória." (Extraído do catálgo oficial da exposição universal de Londres, 1851) "O imperialismo é filho da industrialização. Nos países ricos, onde o capital abunda e se acumula rápido, onde a indústria se expande de forma constante (...), onde a agricultura inclusive deve mecanizar-se para sobreviver, as exportações constituem um fator essencial para a prosperidade pública e as oportunidades para o capital e a demanda de mão de obra refletem a magnitude do mercado externo" (Jules Ferry, primeiro ministro da França na década de 1880, discurso na Câmara dos Deputados em 28 de julho de 1885) O escocês David Livingstone, médico, missionário calvinista e explorador, cruzou a África, a partir de 1853, e foi um dos pioneiros na denúncia da escravidão na atual Zâmbia.
"Nossa expedição é a primeira que viu o tráfico em todas as suas fases em seu local de origem. Eu me sinto cada vez mais disposto a não permitir o comércio de escravos nas regiões que tenho percorrido." Theatre du Vaudeville, Antoine Blachard, Paris, 1900 “Pode-se descobrir os outros em si mesmo, e perceber que não se é uma substância homogênea, e radicalmente diferente de tudo o que não é si mesmo; eu é um outro. Mas cada um dos outros é um eu também, sujeito como eu. Somente meu ponto de vista, segundo o qual todos estão lá e eu estou só aqui, pode realmente separa-los e disntngui-los de mim. Posso conceber os outros como uma abstração, como uma instância de configuração psíquica de todo o indivíduo, como o Outro, outro ou outrem em relação a mim. Ou então como um grupo social concreto ao qual nós não pertencemos." (TODORV, Tzetan A Conquista da América São Paulo: Martins Fontes, 1991 p 3) Capitalismo Socialismo Comunismo - Sistema político e econômico consolidado com as Revoluções burguesas no final do século XVII.
- Segundo Marx era baseado no fetiche da mercadoria, na exploração do proletariado pela burguesia e na desigualdade social. Após o Capitalismo conseguir alcançar seu ponto máximo de desenvolvimento, surgiria o socialismo para Marx baseado na iguadadel social. Segundo Marx, era o ápice do desenvolvimento social, sociedade apátrida,propriedade comum, democracia plena e sociedade livre. -Filosofia de Augusto Comte que via o amor como princípio, a ordem como base e o progresso como objetivo.
-Pregava uma educação moralizante da sociedade para o desenvolvimento da nação.
- A História era vista como um instrumento científico de busca da verdade dos fatos. Positivismo Darwinismo social - Herbert Spencer, filosofo e sociólogo ingês, aplicou as teorias de Charles Darwin ao contexto da vida do homem em sociedade.
- A seleção natural se aplica a sociedade quando pensada em termos de cooperação entre indivíduos em prol da supremacia de um gripo
- Um grupo mais coeso e forte pode se tornar hegêmonico e, portanto, a elite diriginte de uma civilização.
- O problema da humanidade é a natureza defeituosa de alguns indivíduos que não conseguem se adaptar à civilização - Doutrina Monoroe:
- Presidente James Monroe em 1823 determinou a supremacia estadunidense na América.
A não intervenção nos assuntos internos da América por países europeus.
A não criação de novas colônias por países europeus na América.
- Conquista do Oeste - colonização de áreas indígenas na América do Norte
- Destino Manifesto - Política que diz que os EUA foram escolhidos por Deus para conquistar territórios. Ideia religiosa de predestinação e missão civilizatória.
- Homestead Act - incentivo imigratório que exigia 5 anos de cultivo na mesma terra para torna-la propriedade privada
- Divergências entre Norte e Sul levam à Guerra da Secessão
- Roosevelt e o Big Stick - Fale suave, mas tenha nas mãos um grande porrete que será bastante útil. Imperialismo estadunidense O socialismo de Marx
Quando deixou a Renânia, sua região nativa, e foi para Paris, o filosófo Karl Marx (1818-1883) conheceu Friedrich Engels (1820-1895), filho de um fabricante de produtos têxteis. Os dois iniciaram uma colaboração que durararia a vida toda e tornaram-se membros de grupos socialistas.
Marx acreditava que a história humana, como as operações da natureza, era governada pela lei científica, e rejeitava todas as interpretações religiosas, tanto da natureza como da História.
Segundo ele, o mundo poderia ser entendido e mudado racionamente. As pessoas teriam liberdade de criar sua própria história, mas para isso deveriam compreender o significado da História e suas leis. Os fatores econômicos e tecnológicos - o modo pelo qual os bens são produzidos e a riqueza é distribuída - seriam as forças que movem a História e constituiram a base de toda a cultura: política, lei, religião, moral e filosofia.
A tecnologia material - os métodos de cultivo da terra e os instrumentos para a fabricação de bens de consumo - determinaria os arranjos sociais e políticos da sociedade e as perspectivas intelectuais. O exemplo clássico que Marx utilizou para ilustrar essa ideia foi a Revolução Francesa, cujos líderes, os burgueses, atacaram os remanescentes deufais e promoveram a livre competição, a expansão comercial, e transferiram o poder da aristocracia proprietária de terras para os poderosos das finanças e da indústria. Essa mudança, segundo ele, era necessária porque as bases econômicas da sociedade tinham sido radicalmente alteradas desde o feudalismo medieval.
A classe dominante usaria o poder político para proteger e incrementar sua propriedade e oprimir a classe trabalhadora. O Estado criado pelas revoluções burguesas seria o instrumento nacionalista da exploração do trabalho assalariado pelo capital. A classe que controlava a produção material, também controlaria a produção intelectual. John O’Sullivan Annexation Revista Democratic Review, em 1845
O jornalista exigia a anexação da República do Texas, recentemente separada do México

"Nosso destino manifesto atribuido pela Providência Divina para cobrir o continente para o livre desenvolvimento de nossa raça que se multiplica aos milhões anualmente."


Discurso de posse do presidente James Buchanan, em 1857:

"A expansão dos Estados Unidos sobre o continente americano, desde o Ártico até a América do Sul, é o destino de nossa raça (...) e nada pode detê-la".

Discurso proferido pelo general Colin Powell, secretário de Estado do governo Bush, em 2004:


"O nosso objetivo com a Alca é garantir para as empresas norte-americanas o controle de um território que vai do Polo Ártico até a Antártida"... John Gast chamada Progresso Americano , 1872 Guerra da Secessão (1861 - 1865) Big Stick - Conflito do Norte industrializado com o Sul agrícola dos Estados Unidos.
- Questão que envolvia também os ideiais abolicionistas do Norte versus o conservadorismo do Sul.
- A vitória é do Norte do território.

(Verificar leitura prévia) Ocupação do Haiti, Cuba, República Dominicana e Nicaragua, no início do século XX
- Rooselvet afirmou:
"fale com suavidade e tenha à mão um grande porrete" Proclamação da República no Brasil
Símbolos da República(p.18 e 19) Tiradentes esquartejado, Pedro Américo, 1893 Pintura histórica:
Objetivo: "construir uma visualidade da nacionalidade brasileira incorporando uma revisao do seu passado colonial, com suas lutas e seus heróis,"

Método: "buscou-se fortalecer a identidade nacional apelando ao patriotismo com o trabalho de figuração em imagens alusivas ao pretendido passado comum, aos mitos de origem e de fundação, aos heróis venerados e, enfim, ao processo histórico da nação."

(SALGUEIRO, V. A arte de construir a nação: pintura de história e a Primeira República Revista Estudos Históricos, Vol. 2, No 30 (2002)) "Atravessando o século praticamente no anonimato, Tiradentes e outros nomes ligados às revoltas coloniais, como Felipe dos Santos e frei Caneca, foram enrão perdendo o estaruro de conspiradores, subversivos e inimigos da pátria, sendo reabilirados, gradativamente, aré o ponto de sua construção mítica como heróis republicanos. Assim, sem os constrangimenros do rmpério, o ardor A arte de construir n Iloção republicano passou a incentivar não apenas o culto de Tiradentes, mas também a restauração da história silenciada e de seus personagens nas diferentes regiões do país, valorizando o sentido dessa participação dos estados no projeto histórico da nação. Um olhar renovado sobre os exemplos de patriotismo e sacrilleio que
dele se podiam colher propiciava, enfim, um ambiente favorável para urna expressão artística visual de novos valores que pudessem fornecer exemplos de virtudes patrióticas às gerações futuras." SALGUEIRO, V. A arte de construir a nação: pintura de história e a Primeira República Revista Estudos Históricos, Vol. 2, No 30 (2002)
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