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Hipertensão Arterial

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by

Patrícia Marques

on 18 October 2012

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Transcript of Hipertensão Arterial

Hipertensão Arterial O que é? É quando a pressão que o sangue faz na parede das artérias, para ele se movimentar, é muito forte, ficando acima dos limites normais. Como assim? O sangue circula pelo corpo humano graças ao efeito impulsor do coração... ...Que atua como se fosse uma bomba. O coração trabalha em dois tempos Graças a esses movimentos de contração e dilatação o sangue circula permanentemente pelos vasos sanguíneos Então, a pressão arterial é a pressão que exerce na parede das artérias. E é medida em milímetros de mercúrio. Ao se medir essa pressão se determinam duas pressões Quais são as causas da hipertensão arterial? Na maioria das vezes não conseguimos saber com precisão, mas sabemos que existem muitos fatores tanto modificáveis e os não modificáveis, que podem ser igualmente responsáveis. Fatores não modificáveis Hereditáriedade Algumas pessoas herdam a predisposição à hipertensão arterial, que pode apresentar-se em vários membros de uma família. Idade O envelhecimento aumenta o risco da hipertensão arterial em ambos os sexos. Raça A hipertensão é mais comum em pessoas de pele negra. Fatores modificáveis Obesidade É um fator de risco para hipertensão arterial. Tabagismo Não está ligado diretamente à pressão arterial, porém é um fator de risco em doenças cardiovasculares. Excesso de sal Cloreto de sódio, pode facilitar e agravar a hipertensão. Bebida alcoólica O uso abusivo de bebidas alcoólicas se associa à hipertensão arterial. Falta de exercício A vida sedentária contribui para o excesso de peso. Estresse Excesso de trabalho, angústia, preocupações e ansiedade, podem ser responsáveis pela elevação da pressão arterial. Classificação da Hipertensão Arterial Primária ou essencial: É aquela onde os níveis de pressão sistólica e diastólica encontram-se, respectivamente, acima de 140 mm Hg e 90 mm Hg. Sistólica isolada: Ocorre quando somente os níveis da pressão arterial sistólica se elevam e os da diastólica se mantêm normais, o tratamento deve ser o mesmo que o da hipertensão primária. Secundária: Tem causa definida, ocorre em consequência a outra patologia, é apenas uma complicação de uma patologia já existente (patologias renais, distúrbios endócrinos, coarctação da aorta). Também é considerada secundária aquela causada pelo uso de medicamentos que podem ter influência sobre a pressão (estrogênios, simpaticomiméticos, antidepressivos e esteroides). Maligna ou acelerada: Trata-se de uma elevação dos níveis de pressão arterial de modo extremamente rápido, colocando em risco um ou mais órgãos-alvo: cérebro, rim e coração. Essa forma de hipertensão arterial se não for tratada leva a morte dentro 1 ou 2 anos. A síndrome clinica totalmente desenvolvida de hipertensão maligna consiste em hipertensão grave (pressão diastólica > 120 mm Hg), insuficiência renal, hemorragias, exsudatos retinianos, com ou sem papiledema. Esta forma de hipertensão pode surgir em indivíduos previamente normotensos; todavia, com mais frequência, superpõe-se a uma hipertensão preexistente, essencial ou secundária. Qual é o tratamento? Existem duas abordagens terapêuticas para a hipertensão arterial:
•Não farmacológico (que consiste em modificações no estilo de vida);
•Farmacológico (terapia medicamentosa) O tratamento é escolhido de acordo com o risco a que o cliente está exposto ou estágio da doença em que ele se encontra.
O cliente que estiver fazendo uso da terapia medicamentosa necessita também se enquadrar nas modificações no estilo de vida. Não farmacológico
Modificações no estilo de vida:
•Controle de peso
•Adoção de hábitos alimentares saudáveis
•Redução do consumo de bebidas alcoólicas
•Abandono do tabagismo
•Pratica de atividade física regular Farmacológico
Agentes anti-hipertensivos – exercem seus efeitos nos diversos mecanismos fisiológicos, podendo ser usados de forma monoterápica ou em terapia combinada. São eles:
•Diuréticos
•Inibidores adrenérgicos
•Vasodilatadores diretos
•Antagonistas do sistema renina-angiotensina
•Bloqueadores dos canais de cálcio FIM Alunas: Amanda Letícia Marengone Franciele Aparecida de Almeida Graziela Belizário Patrícia Marques da Paz Laíza Pereira Quais são os sintomas? Geralmente essa morbidade não apresenta sintomas.
Pode haver cefaleia, tonteiras ou/e turvação da visão quando a pressão arterial estiver muito elevada, mas essas são manifestações clínicas gerais que não auxiliam muito no diagnóstico da hipertensão arterial sistêmica.
As leituras da pressão arterial devem ser utilizadas (dentre outros procedimentos médicos) para diagnosticar os casos. Consequências: De forma prolongada a hipertensão causa lesões nos vasos sanguíneos dos órgãos-alvo (coração, rim e cérebro) e dos olhos, aumentando o risco de acidente vascular cerebral, anginina, cegueira e insuficiência cardíaca e renal.
Arteriosclerose e aterosclerose são co-morbidades importantes na HAS. São o endurecimento das artérias (esclerose das artérias) e o acumulo de lipídeos na túnica íntima das artérias (placa de ateroma).
É preciso ter cautela antes de rotular alguém como hipertenso, tanto pelo risco de um diagnóstico falso-positivo, como pela repercussão na própria saúde do indivíduo e o custo social resultante.
Este diagnóstico requer que se conheça a pressão usual do indivíduo, não sendo suficiente uma ou poucas aferições casuais. A aferição repetida da pressão arterial em dias diversos.
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