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A Vestimenta como Lugar

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Karina Lopes

on 29 August 2013

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Transcript of A Vestimenta como Lugar

Marion Velasco Rolim
WEARABLE HOME
A VESTIMENTA COMO LUGAR

2.1 ESPAÇO, LUGAR, TERRITÓRIO
Para entender as mudanças no espaço contemporâneo e embasar o presente estudo, a autora expõe vários conceitos referentes a espaço, lugar e território.
A geografia conceitua espaço:
" Por sua materialidade (física, natural e construída, artificial) e pela vida que anima através do conjunto de sistemas de objetos e sistemas de ações, produzidos pelo homem (indivíduo) e pala sociedade (coletivo). (SANTOS, 2006:38/67)
Esses sistemas são interligados e estão em constante transformação.

Cada espaço se diferencia do outro pelo grau de fluidez das coisas, objetos e mensagens.

No entanto, o geógrafo observa uma crescente artificialidade dos objetos e dos seus significados quando diz que estes são "extremamente dotados de intenção" e que os sistemas de ações estão igualmente imbuídos de artificialidade, cada vez mais tendentes a fins estranhos ao lugar e seus habitantes." (SANTOS, 2006:39)
É esse "enganar a natureza por meio da técnica, substituir o natural pelo artificial e construir máquinas de onde surja um deus que somos nós mesmos" que Flusser define como design. (FLUSSER, 2007:184).

Santos (apud LEITE, 2007:157) também entende o espaço na sua forma múltipla, contígua, empírica, que se fundamenta na experiência, reforçando as questões materiais ao dizer que o espaço " se dá como algo que tem um corpo [forma] e conteúdo (...)".

Ainda explica que, em meio a toda espécie de fluidez, errânceas e deslocamentos , hoje, a corporeidade* vai se manifestar, justamente, no "corpo humano como uma certeza materialmente sensível diante de um universo difícil de apreender" (SANTOS, 2006:212).
* Corporeidade ou Mente Corpórea é um termo da filosofia para designar a maneira pela qual o cérebro reconhece e utiliza o corpo como instrumento relacional com o mundo.
Ainda reforça as características do espaço e começa a explicar o lugar e o território:
" O espaço tem que ser contínuo, no sentido físico, em que eu te cotovelo. O lugar é uma parte do território. O território acaba sendo uma agregação de lugares. Essa agregação é definida diferentemente segundo o momento histórico" (SANTOS apud LEITE, 2007:163)
Santos entende as mudanças no conceito de lugar causadas pelo "fenômeno da informação" e explica que a "definição do lugar depende do cotidiano e a definição do cotidiano depende do lugar" (SANTOS apud LEITE, 2007:164).

Moreno (2002) levanta uma questão importante ao constatar que o "lugar já não é mais um imperativo- basta que o local esteja eletronicamente interconectado" (2002:103), mas não acredita no seu desaparecimento e aposta que o "lugar continuará existindo e tendo seu poder, sua atratividade e mesmo sua necessidade"(2002:106).

Para Duarte, o território é a porção do espaço codificado, onde os símbolos e suas ordens tendem a imantar o espaço, organizando o regime de forças que nele habitam ou que por ele passam não, necessariamente, controlados por um poder soberano, mas também por valores de determinada sociedade (DUARTE, 2002:46).
Desse modo, entendem-se as complexidades espaciais e a ideia de lugar como construções sociais e da cultura, ou seja, como espaço significado que permite inúmeras abordagens.
2. QUAL ESPAÇO? CONTEXTO E CONCEPÇÕES
Cartografia do cotidiano:
Emergências. Mudanças climáticas. Crises financeiras. Deslocamentos. Compartilhamento de informação com diversas partes do mundo. Simultaneidade. Mobilidade. Fronteiras. Senhas. Controle. Instabilidade. Instituições clássicas que serviam para sustentar o mundo industrial moderno esgotam-se ou não se encaixam mais, diversas corporações perdem a força. Sem certezas, o futuro próximo torna-se imprevisível. Rizoma. Qual a sua localização? Qual posicionamento assumir, já que se sabe que é pra lá... E para qualquer direção, também. Subjetividades. Mudanças de comportamento... Individual e coletivo. Mudanças nas metrópoles, nos modos de habitar e de viver.
Período de transição.

Posicionamento é o meio, no entre-mundos

Velho mundo moderno e novo mundo contemporâneo

Em face ás indefinições, dificuldades:

Manter a ideia de unidade e conjunto

Novidade/ Velocidade
Característica do período: Diversidade

Libertam-se de um pensamento único
Desenvolvem um pensamento crítico
Em momentos de instabilidade e crise que as "possibilidades se abrem em todas as direções".

Processos de trabalho, relações sociais e espaços geográficos estão inter-relacionados.

Períodos caracterizados pela:
Formas de ação
Conjunto de objetos desenvolvidos que atendem as novas funções
Tecnicidade: a técnica assume a maior importância.
Começo da civilização:
Configuração Territorial era o conjunto dos complexos naturais.

A medida que a história vai se fazendo:
Configuração Territorial vai sendo dada pelas obras dos homens: estradas, plantações, casas, depósitos, portos, fábricas, cidades, etc.


As mudanças e as novas configurações de mundo Têm sido protagonizadas pelas tecnologias da informação.

Mundo mais heterogêneo, múltiplo e privilegiado as questões espaciais.
Situação nova:

A algum tempo atrás, "o espaço foi tratado, como morto, o fixo, o imóvel"

Avanço nas áreas tecnocientíficas e biotecnológicas e as facilidades proporcionadas pelos sistemas de processamento de informações promovem a fragmentação e a descentralização dos espaços, pulverizando e enfraquecendo diversas instituições.
Martin-Bárbero Acumular é colocar em circulação.
Se tem um exemplo disso na internet.

As novas tecnologias tornaram possível a interligação entre os lugares e o rompimento com sua fixidez e instabilidade.

Ficaram mais acessíveis a comercialização de produtos, o compartilhamento de informações multimídia e outras formas de relacionamento virtuais com diferentes partes do mundo.
Tudo se inter-relaciona!
Os avanços gerados pelo mundo digital tem marcado o mundo físico e possivelmente darão origem a um novo urbanismo

Valores e comportamentos modificaram-se

Percebe-se e vive-se, simultaneamente, vários espaços.

Tudo isso promove a criação de alternativas de vida

Concocam à mobilidade e a uma vida nômade vivida, até mesmo, sem sair de onde se está
Esses assuntos e conceitos vem sendo discutidos por diversas áreas do conhecimento

As que tratam das questões espaciais: Geografia e Arquitetura.

Estas disciplinas vem repensando suas atuações.

Atuando de modo colaborativo com a arte, o design, a tecnologia, etc.

Entender a importância do design na vida contemporânea

A conexão que faz com outras disciplinas, a transdisciplinaridade está na base das suas questões, faz parte da sua origem.
3.2 ESPAÇOS MOVEDIÇOS
Jardim
Importância milenar na tradição do Oriente.




Assume significados profundos e sobrepostos
Esses significados chegam ao Ocidente através de escrituras "sagradas", onde o jardim assume a forma de começo dos tempos e primeiro espaço - o Éden.
Desdobra-se em outro espaço - o jardim que , por sua vez, busca traduzir a natureza e o mundo.

Logo,mundo e natureza estão contidos no tapete, criando um espaço "diferente, real e mítico", característica das heterotopias.
Constrói territórios

Se desterritorializa
TAPETE
Rizomático

Móvel

Múltiplo

Adaptável

Desdobrável

Conectável
As características do tapete de redução e síntese são encontradas nos artefatos tecnológicos:
Armazenamento, acumulação, concentração, simultaneidade e significação;
Aproximação da escala do corpo;
Portátil e facilita a mobilidade;
Não indica uma direção;
Cria desdobramentos espaciais.

Através do tapete e do navio propõem-se reduções, desdobramento do espaço físico em outros não físicos, que se aproximam da desmaterialização e favorecem a mobilidade; no entanto criam acúmulos e concentrações de outras ordens.


Os exemplos promovem um "estar em casa" temporário e criam espaços ilusórios que espelham os reais, mas são capazes de expô-los como mais ilusórios ainda.
Artista, arquiteto e designer norte-americano.

60's: vídeo-arte, fotografia, filmes, poesias e performances;
70's: instalações;
80's: design e construção
Atualmente: Arquitetura e design,
público x privado
Vito Acconci
Umbruffla
Redesenho de um guarda-chuva;
Contração das palavras umbrella e ruffles;
Em MYLAR semi-espelhado, funcionando como camuflagem;
Deixa a pessoa com as mãos livres
Abriga duas pessoas.
Hussein Chalayan
Designer turco radicado em Londres;

Seu trabalho transita por diversas
disciplinas e linguagens;

Investiga, conceitualmente, mudanças de aparência no corpo e suas inter-relações com a sociedade política, etc.

Seus wearables são criados com tecidos e materiais que mudam de cor, forma e aparência, emanam luz e atendem comandos eletrônicos.
After Words:
inspirado em um lugar vazio, Chalayan criou uma situação mutante
e o trânsito entre vestimenta e mobiliário. Em 2008 integrou a mostra
Skin+Bones, relacionando arquitetura e moda.
Airbone:
inspirada em aeronaves, pode se modificar à distância, através de um controle remoto. Desse modo, inter-relaciona corpo, vestimenta, espaço e tecnologia.
Adrienne Pao e Robin Lasser
Artistas norte-americanas, criadoras da série de "wearable architecture" chamada Dress Tents;

Robin Lasser: professora de arte, colaboradora de outros artistas, escritores e comunidades;

Adrienne Pao: trabalha com fotografia.
Picnic Dress Tent (2005)
Dress Tents:
fotografias, vídeos e instalações de diversas tendas vestíveis que investigam as inter-relações entre sedução do corpo, da arquitetura e da paisagem, através do conceito de turismo e de paisagens fantásticas.
Ice Queen (2008)
Tanning a Hide Dress Tent (2004)
Yukinori Maeda
Criadora do projeto experimental e conceitual Cosmic Wonder;
Magic Village:
Yukinori criou um espaço com uma tenda de tecido, roupas e arbustos que, junto à luz e cores suaves, evocava o retorno a natureza e à liberdade de espírito. Assim, arte e design misturam-se.
Winnie Bastian
Jornalista e arquiteta paulista, editora da revista L+D e professora;

Investiga as inter-relações entre design de mobiliário e moda.
A capa do vestido dobra-se para virar uma rede de descanço.
Joo Youn Paek
Artista e designer de interação

Nascida em Seul (coréia do Sul).
Self-sustainable Chair:
vestido em polietileno que estabelece um loop entre caminhar e descansar/sentar na rua.
é um wearable, em forma de travesseiro, permitindo que os usuários durmam confortavelmente quando quiserem.
Pillowig
http://chuvaness.livejournal.com/807538.html
Teresa Almeida
Designer portuguesa que desenvolve o Projeto Modes for Urban Moods : criação de vestimentas para uso em situações específicas no cotidiano das grandes metrópoles.

Cria uma nova espacialidade para o corpo.

Space Dress
(em parceria com Michuri Marukami), para uso em lugares de grandes aglomerações, pensado especialmente para a hora do rush no metrô.
Bolsa Yuga
A bolsa ajuda a gerenciar sentimentos de frustração que possam ocorrer no espaço urbano, sendo um órgão externo que "grita por você", e o cinto lida com atenção, ele detecta a proximidade física e movimento e de acordo com os dados coletados, o que permite perceber a presença de outros ou chamar a atenção e interagir com o ambiente.


http://we-make-money-not-art.com/archives/2007/04/the-handbag-hel.php#.Uh4JNNKTiHg

Anna Maria Cornelia de Gersem
Designer belga, se autodenomina "criadora de situações"

cria um espaço isolador em meio às adversidades urbanas.

Design Mai (2006), Berlim.

Dress Life
Vestimenta como um "lugar de cultivo móvel"

Desenvolvimento de têxteis na área da medicina e desenvolvimento para vestimentas sustentáveis a partir de celulose, usando a cultura de bactérias.

Têxtil como bioreator para a bactéria fazendo a vestimenta "crescer".

Ingleses e trabalham junto desde 1990

(1991) apresentado pela primeira vez na passarela do London Hippodrome como parte da Lynx Anti-Fur Campagn.

Casaco de grama cultivada, em que isola algumas áreas para receberem menos luz e deixar a grama com uma coloração amarelada, e expor outras áreas para a afotossíntese completa, deixando a grama verde, criando um efeito camuflado, malhado como o pelo de um tigre.

http://www.artsadmin.co.uk/artists/ackroyd-harvey

Heather Ackroyd and Dan Harvey
Grass Coat
2.2 Espaços Deslizantes e a Configuração do Lugar
Sistema Filosófico nos conceitos de rizoma e platô:
Gilles Deleuze e Félix Guattari

Ajudam a entender a heterogeneidade e multiplicidade do espaço


Princípios associativos do Rizoma:
Conexão e Heterogeneidade;
Multiplicidade;
Ruptura;
Cartografia;
Decalcomania

Movimento
Sucessão de processos
Variáveis que determinem mutações

“não começa, nem conclui, ele se encontra sempre no meio, entre as coisas, inter-ser, intermezzo. (...). O rizoma é constituído de “e... e... e...”
(DELEUZE; GUATTARI, 2007:37).

Rizoma = Vários Platôs:

“Cada platô pode ser lido em qualquer posição e posto em relação com qualquer outro”

>>
Princípios e características aproximativas do Rizoma:
1o. e 2o.Princípios de conexão e heterogeneidade: "Qualquer ponto de um rizoma pode ser conectado a qualquer outro e deve sê-lo."

Rede
Internet



3o. - Princípio da multiplicidade:
“O múltiplo, só quando é efetivamente tratado como substantivo, como multiplicidade, deixa de ter qualquer relação com o Um como sujeito ou como objeto, como realidade natural ou espiritual, como imagem e mundo. [...]"

Multiplicidades Rizomáticas

4o. Princípio da ruptura assignificante: contra os cortes muito
significantes que separaDm as estruturas, ou atravessam uma delas.
Um rizoma pode ser rompido, quebrado em qualquer lugar que, em
seguida, ele retoma essa ou aquela de suas linhas e, em seguida,
outras linhas

Expandir territórios
Nomadismo

“O rizoma, ao se desterritorializar, não está mais ligado a uma terra precisa, mas a um território que passa a ser móvel.” (JACQUES, 2001:141)."


5o. e 6o. Princípio da cartografia e da decalcomania: um rizoma não
está sujeito à ação de qualquer modelo estrutural ou generativo.
É estranho a qualquer idéia de eixo genético ou de estrutura profunda.

Conectável
Reversível
Linhas de fuga

O pensamento dos autores Deleuze e Guattari ajuda a entender as novas configurações do mundo trata deste estar em si e com os 0utros,configurando mapas e se deslocando por diversos espaços, bem como autoriza a pensar na pertinência do lugar, hoje, sob outra perspectiva.

Entendimento de lugares:
"(...) não como pontos ou áreas em mapas, mas como integrações de espaço e tempo (...)" (MASSEY,2008:191).



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3. A vestimenta como lugar e heterotopia
Interrelacionar vestimenta, corpo e espaço

Vestimenta e Wearable - tudo o que se usa para cobrir o corpo

Vestimenta será abordada como lugar conceito de heterotopia de Michel Foucault

Mostrando a importância do espaço heterogênio e de coexistência.

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3.1 Travelling na transversal

Termo HETEROTOPIA usado por Foucault em "As palavras e as coisa" e na conferência "De outros espaços" apresentou-a.


Conferencia aconteceu na Tunísia Deve-se prestar atenção ao lugar que ocorreu, ou seja, em um lugar distante dos grandees centros.


Foucault usa o termo heterotopia para para se referenciar a LINGUAGEM e ao ESPAÇO. Abordando nestes dois momentos a produção de sentidos. Não os pensando em termos de representação, mas sim nas relações paradoxais que desafiam a construção de todo o pensamento do mundo.


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Noções de espaços ao longo da história:

1. Modelo criado na idade média : espaço dicotômico e hierarquizado

2. Modelo criado na idade moderna: conceito de espaço de alarga e passa a ser compreendido como extensão.

Noção de espaço se torna mais complexa e a experiência esta no lugar e na ideia de deslocamento.

LUGAR Relações de proximidade entre certos pontos , que codificados fazem parte de um todo.

TEMPO Quadjuvante , e aparece como varias operações possiveis entre elementos dentro do espaço.
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Simultaneidade entre as concepções de espaço.

Opocições espaciais "DICOTOMIAS INUTRAPASSÁVEIS": Se refere as lugares opostos ditos pela sociedade ex: publico e privado, familiar e social, lazer e trabalho.

Complexidade de experiência contemporanea no espaço: armazemnamento de informações bombardeadas a todo momento.



Existem dois lugares que interessa Foucault, destro destas caracteristicas heterogenias do espaço contemporâneo:

UTOPIAS Lugares sem "lugar real", ou seja, um lugar inventado, fantasioso. Invertendo o espaço real da sociedade.

HETEROTOPIAS se refere a lugares reais, mas que estão fora dos lugares aceitos.

Espaços que têm múltiplas camadas de significação ou de relações à outros lugares e cuja complexidade não pode ser vista imediatamente.
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Não existe uma forma universal de heterotopia ( 6 princípios básicos)

Sociedade cria heterotopia ex: colégios internos, casas de repouso

Heterotopias podem sofrer mudança de função na história. ex: cemitérios

Num espaço real, pode-se sobrepor varios espaços e lugares. ex: treatros e jardins

Estão ligadas a momentos e acumulação de tempo Ex: bibliotecas e museus. Ou como efemeras e passageiras Ex : festivais e feiras

Não ha livre acesso como os lugares publicos. Suas aberturas e encerramentos são herméticas Ex: motéis e penções

Refere-se ao espaço que sobra, que está nos polos extremos: O espaço ilusório ou onde a vida é repartida. Ex: bordeis e o espaço da perfeição.

HETEROTOPIA POR EXELÊNCIA návio um pedaço flutuante de espaço, um lugar sem lugar, que existe por sí só.
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Lucy and Bart
Trabalham em colaboração na Holanda.

Por meio da manipulação genética, moda, arquitetura, criam performances e fotografias com imagens provocativas através de baixa tecnologia.

Lucy McRae também é colaboradora da Philips, no projeto que desenvolve eletrônicos flexíveis e sensores na escala nana.

http://barthess.nl/
segunda pele que se transforma e muda de aspecto a partir do crescimento da vegetação, criando uma imagem “primitivo e futurista.
Germination
Grow on you
Exploded View
Lucy and Bart/VOGUE
Susumu Tachi
Matemático, cientista da robótica e professor
da Universidade de Tóquio.

De acordo com Lee (2005:89) demonstrou o princípio da camuflagem ótica em uma capa transparente.

Sensação de poder ver através da roupa.

Martín Ruiz de Azua

Designer espanhol de produtos.

Casa Básica (1999): inflado com o calor do sol e/ou do corpo para se transformar num abrigo instantâneo.

MOMA, em Nova York.



Superficie: 6 mt2
Espacio interior: 8 mt3
Peso: 200 grs. ( desinflada )
Steve Mann
Canadense ativista, pioneiro na pesquisa de wearable computers, por volta dos anos 80.

WEAR COMP”, uma série de, pelo menos, sete modelos numerados, com câmeras de vídeo, processadores e acessórios acoplados ao corpo.
CuteCircuit
Empresa de design e wearable technology instalada na Inglaterra e nos
Estados Unidos.

, a peça tem sensores imbutidos que detectam estímulos e criam sensações, em 2006 ganhou o prêmio de melhor invenção.


HUG Shirt
Lucy Orta
Inglesa radicada na França, é formada em design de moda/têxtil e investiga as interrelações entre corpo, vestimenta e espaço.

Dentro de seus projetos destacam-se os itens de sobrevivência, as vestimentas que se desdobram em abrigos, as cabines/tendas vestíveis, assim como a vestimenta que se aproxima da arquitetura, por criar uma rede conectável, para uso coletivo e integrativo.

Ela questiona, expande, reagrupa e repensa o corpo humano como espaço pessoal, público e social.

Em 2008 participou da esposição Moradias Transitórias no SESC/SP
(1992) - desenvolvida em resposta a Guerra do Golfo, compõem-se de parkas que se desdobram em espaço pessoal de refúgio.

Refuge Wear
Refuge Wear. Intervention
propõe ações e intervenções através de macacões conectáveis que transformam o ato individual do vestir em experiência coletiva e estrutura arquitetônica orgânica.
Nexus Architeture - Colletive Wear
(1993-1996); e
(1997-1999), além de instalações entre 1993-1996

Body Architecture
Collective Dwelling Module
Lee (2005:43)
60's: pesquisas sobre “processamento de informação com corpo em movimento”;
70's e 80's: origem WEARABLE COMPUTER e o termo cyborg.

Alguns artistas pensaram a vestimenta como ferramenta capaz de reposicionar o indivíduo no espaço urbano (MULLER, 2000:6) em favor da comunicação entre os cidadãos.

Giacomo Balla acessórios com movimento que, quando acionados, sinalizavam o humor.

Hoje, a tecnologia digital vem sendo integrada ao tecido, compondo suas fibras e dotando os materiais de características humanas e realização de diversas funções (tecidos inteligentes).

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