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Proteção, controlo, e gestão ambiental para o desenvolviment

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Cristiana Alhinho

on 26 May 2016

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Transcript of Proteção, controlo, e gestão ambiental para o desenvolviment

Proteção, controlo, e gestão ambiental para o desenvolvimento sustentável
Catarina Cruz nº5
Cristiana Alhinho nº7

Desenvolvimento Sustentável
É o modelo de desenvolvimento que prevê o uso de recursos de forma equilibrada, de modo a não comprometer a capacidade de as gerações futuras satisfazerem as suas próprias necessidades.
Resiliência
É a capacidade de uma comunidade responder positivamente a eventos catastróficos, superando-os e recuperando o estado anterior à catástrofe.
Cooperação Internacional
A importância da cooperação internacional da defesa do ambiente e na promoção do desenvolvimento sustentável é a promoção da proteção do ambiente e do desenvolvimento sustentável e é responsável pela realização de várias convenções e cimeiras sobre o ambiente, das quais se destacam:
1979 - Convenção de Genebra
Objetivos:
Proteger o ambiente dos efeitos negativos e da poluição atmosférica;
Prevenir e reduzir gradualmente a degradação da qualidade do ar e os seus feitos (chuvas ácidas, acidificação das massas de água e dos solos e a eutrofização).
Medidas:
Fixação dos limites máximos de emissão de enxofre, óxido de azoto, compostos orgânicos voláteis e amoníaco;
Aplicaçaõ de técnicas disponíveis para manter as emissões em níveis baixos.
1980 - Convenção de Viena
Objetivos:
Reconhecer os compostos químicos mais nocivos à camada de ozono;
Promover a cooperação e troca de informação científica.
Medidas:
Fixação dos limites máximos de emissão de clorofluorcarbonetos.
1992- Cimeira da Terra, Rio de Janeiro
Objetivos:
Diminuir a degradação ambiental e garantir a sobrevivência das gerações vindouras (desenvolvimento sustentável).
Medidas:
Elaboração da Carta da Terra;
Declaração dos princípios sobre as florestas;
Criação da Agenda XXI que estabelece os critérios sustentáveis a que cada país se comprometerá e que desenvolverá localmente.
1997- Protocolo de Quioto
Objetivos:
Reduzir em, pelo menos, 5.2% em emissão de gases que provocam o Efeito de Estufa em relação aos níveis de 1990.
Medidas:
Reformulação dos setores da energia e dos transportes;
Promoção do uso de fontes de energia renováveis;
Proteção das florestas e de outros ecossistemas que capturam caborno;
Limitação das emissões de metano na eliminação de resíduos e nos sistemas energéticos.
2014 - Cimeira do Clima, ONU (Nova Iorque)
Objetivos:
Estabelecer um novo acordo climático para conter as emissões de gases para a atmosfera e para substituir o Protocolo de Quioto.
2007 - Cimeira de Bali
Objetivos:
Estabelecer um novo acordo que subsitua o Protocolo de Quioto.
Medidas:
Definição de políticas que contribuam para a redução das alterações climáticas e da desflorestação;
Atribuição de ajuda financeira a nações pobres para que possam enfrentar os problemas gerados pelas alterações climáticas.
Poluição atmosférica na zona industrial em França
Desflorestação na Tailândia
Poluição atmosférica, Espanha
Poluição, Praia em Bali
Principais medidas de defesa ambiental dos acordos internacionais e a sua aplicação à escala mundial e em Portugal
Novo plano de expansão do sistema eletroprodutor
Novas centrais de ciclo combinado o gás (CCGN) com um consumo cífico de 0,1656 metros qúbicos N/kWh para os três primeiros grupos (entral do Ribatejo).
Programa de água quente solar para Portugal
Entrada em vigor de nova legislação sobre os edifícios, em 2006.
Melhoria da eficiência energética nos sistemas de oferta de energia, tendo em vista a geração de eletricidade a partir de cogeração (residências privadas)
Eletricidade gerada a partir de sistemas de cogeração com 2000 mW de capacidade, instalada em 2010.
Produção de eletricidade a partir de fontes de energia renováneis (E-FRE)
Aumentar a meta de geração de eletricidade a partir de fontes de energia renováveis (E-FRE) de 39% do consumo bruto de eletricidade para 45% em 2010.
Co-combustão de biomassa nas centrais termoelétricas de Sines e Pego
Introduzir biomassa equivalente a valores entre 5% e 10% do consumo total de combustível (equivalência energética) em substituição de carvão para queima, nas centrais de SInes e Pego, a partir de 2010.
Organizações Não Governamentais Ambientais (ONGA) a nível mundial e nacional
Liga para a Proteção da Natureza (1948)
World Wide Fund for Nature (1961)
Greenpeace (1971)
Melhoria da eficiência energética do setor eletroprodutor
Taxa de 8,6% perdas no transporte e na distribuição de energia emitida na rede, em 2010.
Cumprimento: 100%
Cumprimeto: 90,90%
Cumprimento: 105,26%
Cumprimento: 90,47%
Cumprimento: 144,32%
Cumprimento: 5%
Medidas coletivas e individuais necessárias a promoção da resiliência e a sustentabilidade ambiental
Estímulo à reciclagem e à redução do desperdício;
Políticas públicas integradas a que adotem tecnologias limpas;
Divulgação de produtos biodegradáveis, como alguns plásticos.
Ecoponto
Carro recarregado através de energia solar
Localização dos países com maior pegada ecológica mundial
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