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Eduardo César

on 1 August 2013

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A Economia Criativa pode ser definida como um conjunto de atividades econômicas baseadas no conhecimento, que fazem uso intensivo do talento criativo incorporando técnicas e/ou tecnologias e agregando valor ao capital intelectual e cultural. Através da cultura, ela gera riqueza e se constitui num poderoso instrumento de alavancagem do desenvolvimento socioeconômico.
Cad. de Economia Criativa- Sebrae ES



CONCEITO
EVOLUÇÃO HISTÓRICA e CONTEXTUALIZAÇÃO
O conceito de Economia Criativa vem de “indústrias criativas” que apareceu pela primeira vez em um discurso chamado “Nação Criativa”, do Primeiro-Ministro da Austrália em 1994. O discurso falava sobre a importância de aproveitar as oportunidades que a globalização traz, e também sobre as mídias digitais como meio de informar e dar valor à criatividade e sua ajuda para o desenvolvimento do país, mas o conceito só tomou fôlego em 1997, na Inglaterra quando o Primeiro-Ministro Tony Blair,criou a Força-Tarefa Ministerial das Indústrias Criativas e nomeou, em março de 2006, um ministro das IndústriasCriativas e Turismo, que lançou o Programa de Economia Criativa do Reino Unido.
NO BRASIL

O debate foi marcado por ter sido tema, em 2004, da XI reunião ministerial da Conferência das Nações Unidas para o Comércio e Desenvolvimento (UNCTAD). A esse evento seguiram-se o I Forum Internacional de Indústrias Criativas, organizado em 2005 por iniciativa do Embaixador Rubens Ricupero (então Secretário-Geral da UNCTAD) e do Ministro Gilberto Gil, em Salvador; o módulo de Economia Criativa de três dias inserido no Fórum Cultural Mundial do Rio de Janeiro, em 2006; e de dois seminários internacionais, em dezembro de 2007, no Ceará e em São Paulo, coroados pelo do Espírito Santo. Em paralelo, BOVESPA e do BNDES também promoveram conferências sobre o tema.
QUAL A LIGAÇÃO ENTRE A ECONOMIA E CRIATIVIDADE ?
Para a UNCTAD "É aí que nasce as indústrias criativas, onde o ciclo de criação, produção e distribuição de produtos ou serviços comercializados, usa a criatividade como insumo principal."

ONDE ATUA A ECONOMIA CRIATIVA?
Segundo Santos-Duisenberg, a economia criativa atua em vários segmentos da sociedade, envolvendo tanto o setor público como o privado, unindo indivíduos de interesses distinto ao juntar as empresas com fins lucrativos e organizações sem fins lucrativos, que compõem o leque de construção de desenvolvimento de um país.

A ECONOMIA CRIATIVA É VIÁVEL?
“ Embora não seja uma panaceia, a economia criativa pode ser uma opção viável para a promoção do desenvolvimento humano sustentável, ao melhorar a qualidade de vida das pessoas, não apenas por meio do crescimento socioeconômico, mas também por meio da cultura e da educação”. (Santos-Duisenberg, 2004, p.73).

Novos modelos de consumo
A economia criativa se baseia em uma ampliação dos modelos de consumo existentes, a partir do amálgama entre as tecnologias que dão ao consumidor o protagonismo de suas decisões de consumo e a identidade cultural que confere aos bens e serviços um caráter único. Cria-se assim um novo estágio de relacionamento das pessoas com seu ambiente e com a cultura à sua volta.

Papel das micros e pequenas empresas
A promoção de micros e pequenas empresas (incluindo as individuais) fornecedoras ou distribuidoras de produtos e serviços oferece um canal de inclusão econômica e de atuação em mercados diferenciados, imprimindo agilidade a toda a economia.

Novas Tecnologias participam da economia criativa sob três formas :

1) como parte das indústrias criativas (software, games, mídias digitais, comunicações);

2. Impactando na produção (oferecendo a possibilidade de novos produtos e serviços com base na mídia digital) e no consumo (possibilitando ao consumidor direcionar sua busca por bens e serviços criativos e acessá-los diretamente do produtor, por exemplo, através de download)
3. Transformando os processos de negócio e a cultura de mercado, incluindo a formação de redes e os modelos colaborativos já descritos.
4.Amplo espectro setorial
A economia criativa abrange um amplo espectro, da economia solidária ligada ao artesanato às novas mídias e tecnologias, cuja seleção segue as especificidades, talentos e vantagens competitivas de cada região.

1 .Governança

Um dos maiores desafios para o fomento à economia criativa nos países em desenvolvimento é a articulação de um pacto social, econômico e político entre os setores público, privado, a sociedade civil, a academia e as organizações multilaterais, no qual cada um tem um papel muito claro.
2. Financiamento
A intangibilidade dos bens e serviços criativos, ao mesmo tempo em que lhes confere valor, representa um ativo de difícil valoração por parte dos investidores. Como resultado, os empreendimentos criativos são usualmente associados a alto risco, gerando taxas de juro escorchantes.

3. Direitos de propriedade intelectual
Embora as ideias sejam reconhecidas como recurso primordial da economia criativa, conferindo aos direitos de propriedade intelectual relevância ímpar, o marco regulatório é excessivamente rígido para lidar com o conflito entre os direitos individuais de remuneração financeira do criador e os direitos de acesso público ao conhecimento gerado.

4.Abismo digital
A alfabetização tecnológica que caracteriza não só a inclusão, mas a emancipação digital requer um processo de capacitação e familiaridade com o uso das novas mídias que é adicional à garantia de acesso e constitui, mais do que alfabetização, emancipação digital.
5.Classe criativa e novas profissões
São cientistas, engenheiros, artistas, músicos, designers e profissionais que trabalham com base em conhecimento
Através da adoção de um modelo de gestão da Economia Criativa:
1.Uma perspectiva de seu ecossistema global de setores e instituições (arte,cultura, pesquisa, desenvolvimento, empresas de todos ostamanhos, universidades etc).


"Economia Criativa seria uma abordagem holística e multidisciplinar, lidando com a interface entre economia, cultura e tecnologia, centrada na predominância de produtos e serviços com conteúdo criativo, valor cultural e objetivos de mercado, resultante de uma mudança gradual de paradigma." Edna dos Santos-Duisenberg -chefe do programa de Economia e Indústrias Criativas da UNCTAD
CARACTERÍSTICAS
Da Cadeia setorial às redes de valor
Assim como as organizações hierárquicas caracterizaram a economia industrial, a economia criativa se estrutura em forma de rede. A produção e o consumo, impulsionados pelas novas tecnologias, em vez de seguirem o modelo tradicional de um para muitos, desdobram-se em uma gama de possibilidades de muitos produtores para muitos consumidores. Na estrutura em rede cada participante se beneficia com a entrada de novos colaboradores. Por exemplo: nas produções colaborativas multiplicam-se do campo musical aos softwares livres, promovendo uma forma mais democrática de produção, distribuição e acesso.
Da Cadeia setorial às redes de valor
Assim como as organizações hierárquicas caracterizaram a economia industrial, a economia criativa se estrutura em forma de rede. A produção e o consumo, impulsionados pelas novas tecnologias, em vez de seguirem o modelo tradicional de um para muitos, desdobram-se em uma gama de possibilidades de muitos produtores para muitos consumidores.
Valor agregado da Intangibilidade
O intangível da criatividade gera valor adicional quando incorpora características culturais, inimitáveis por excelência. A noção de criatividade é também associada à cultura pela sua unicidade, capaz de gerar produtos tangíveis com valores intangíveis. Por isso a diversidade de culturas, portanto, de idéias é vista como um grande alavancador de criatividade.
DESAFIOS E OPORTUNIDADES
Trabalhar com base em uma lógica realmente multidisciplinar.
Buscar as cumplicidades e compromissos públicos, privados e do terceiro setor.
Promover cenários urbanos ou rurais nos quais a tradição se mescle com a inovação.
Aplicar o princípio de subsídios.
Planejar a curto, médio e longo prazos.

Construir consensos para garantir a viabilidade e a continuidade dos
projetos.
Promover uma cultura gerencial, desenvolvendo ambientes de gestão orientados a resultado com soluções despadronizadas.
Reduzir a burocracia, utilizando figuras jurídicas de gestão que facilitem a cooperação público-privada, ágeis e transparentes.
Aplicar critérios de gestão relacional.

Fomentar a integração dos objetivos de mudança econômicos, sociais, culturais, urbanísticos, criativos e lúdicos.
Garantir um ambiente propício ao desenvolvimento de indústrias criativas: liberdade,alta atividade cultural, atividade social intensa e diversifi cada.

IMPORTÂNCIA DA ECONOMIA CRIATIVA FRENTE AO SÉCULO XXI
Representa grande estratégia de desenvolvimento sustentável.
Representa uma nova ferramenta para a promoção social, por gerar emprego e renda.
Houve uma releitura do conceito de economia, onde o grande ativo é a criatividade humana.
Desempenha um papel importante na promoção do equilíbrio de gêneros.
Promove a inclusão social, a diversidade cultural e o desenvolvimento humano.
criação de canais alternativos de produção, distribuição e consumo.
-valorização dos aspectos intangíveis.
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