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Design japones.

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Tom Albano

on 27 September 2013

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Transcript of Design japones.

Design japones.
Histórico
O Japão começou sua transformação de sociedade agrária para sociedade industrial depois de Reforma Meiji, todo sucesso e desenvolvimento acelerado foram baseados na produção em maça após a segunda guerra mundial.

Apesar do milagre econômico pós-guerra, a criação do sistema industrial japonês iniciou-se após o fim do isolamento agrário, no fim do Século XIX.

No início do século XIX o Japão demonstrava conhecimento tecnológico em áreas como construção de navios, munição e locomotivas, com produtos de estética sempre funcional. O desenvolvimento da comunicação e dos transportes proporcionou as bases para o desenvolvimento pesado da indústria.
O design industrial configurou-se como parte da estratégia de modernização industrial já no início do século, nos anos 1910 a 1920, quando foi criada a Sociedade Imperial de Artes e Ofícios (ONO, 1998, 59).

Em 1928 foi estabelecido o Instituto de Artes Industriais, sob o controle do Ministério do Comércio e da Indústria. No mesmo ano foi promovida uma campanha de embelezamento dos produtos industriais e criou-se o Instituto de Pesquisa de Produto (atual Instituto de Pesquisa de Produtos Industriais) (ONO, 1998, 60)

Em 1930, enquanto a maioria dos países industrializados sofria com a Grande Depressão, a produção industrial crescia 5% por ano e 30% da produção do país saía das indústrias, enquanto menos da metade desta quantidade era produto da agricultura. Em 1935, aconteceu na cidade de Osaka a Primeira Exposição de Artes Industriais. Porém a expansão da força militar ainda era a razão do crescimento industrial (ONO, 1998, 60).
A Segunda Guerra arrasou grande parte das conquistas alcançadas desde a Reforma Meiji, destruindo 40% das indústrias e conduzindo a economia do Japão a níveis de 15 anos mais cedo. Percebendo o estabelecimento do design industrial como ferramenta de marketing na América no período entre guerras, o Ministério do Comércio e da Indústria (MITI) começou a promovê-lo energicamente.

Formada por uma equipe de vinte ex-funcionários da Japan Precision Instrument Company, que durante a guerra produziam e testavam novos equipamentos militares, a Sony foi fundada em 1946. Objetivando o desenvolvimento e produção de equipamentos para comunicação.

A Honda Motor Company nasceu em 1948, fundada por Soichiro Honda que dois anos antes já havia iniciado o Honda Technical Research Institute.

Em 1951 a Sony foi a primeira empresa a montar um setor exclusivo de design, apesar de contar com apenas um destes profissionais. Na década de 80, o número de designers era de aproximadamente 500 profissionais.


Ainda em 1950, a recém-fundada Universidade de Chiba monta o Departamento de Design Industrial.

No ano de 1952 acontece a Competição de Design Industrial do Novo Japão, promovida pelo Instituto de Artes Industriais e pela Associação de Designer Industriais do Japão.

Nesta época a renda per capita estava em U$ 227, e o chamado “período pós-guerra” acabou, com a consolidação de uma nova sociedade industrial (ONO, 1998, 65).

Os designers Frank Lloyd Wright, Bruno Taut e Walter Gropious faziam parte do conjunto de profissionais ocidentais que falavam com profunda admiração sobre o ambiente construído japonês, no qual identificavam características do Movimento Modernista. Para esses profissionais, a produção japonesa lhes oferecia insights e informava explorações próprias de forma e espaço.

1957 é um ano de destaque para o design no Japão, com a criação do Conselho de Promoção do Design e a criação do principal selo de qualidade de design japonês – a Good Design Selection, conhecida como GMark. . O G-Mark existe até os dias de hoje, sendo que em 2006 aconteceu sua quinquagésima edição.

Em 1958 criação do Departamento Policial de Design.

Em 1959, a Lei de Design de Commodities para Exportação é aprovada.

Durante a década de 60 realizou-se a Exposição de Design para Exportação (1963), o 1°Congresso de Design Industrial do Japão (1965) – no qual chegou-se à conclusão de que “o design industrial deve contribuir para a evolução da qualidade de vida das pessoas”.

Em 1965 surge o fenômeno dos três “C”: o carro, o televisor a cores e o ar-condicionado eram produtos que simbolizavam status. Quatro anos depois, em 1969, surgiria o novo fenômeno dos três “C”, dessa vez destacando sistemas de produtos integrados: a cabana, o controle central de temperatura e a cozinha.

Assim, a década de 60 termina registrando a maior alta de PIB alcançada entre os países industrializados.

“Os japoneses foram os primeiros (entre os países asiáticos) a despertar, (...) na década de 1860. O Japão foi considerado pela primeira vez desenvolvido, e mais ou menos aceito como igual, em 1902” (MAHBUBANI, 1999, p. 122).
Japão pós guerra
Frank Lloyd Wright
Bruno Taut
Walter Gropious
Em 1970 acontece a Expo’70, em Osaka, com o tema "Progresso e Harmoniapara Humanidade". A exposição durou seis meses, recebeu mais de sessenta milhões de visitantes e é considerada símbolo do rápido desenvolvimento japonês na década de 60. Começa nesta época a tendência da miniaturização dos produtos.

A economia japonesa experimentou seu primeiro declínio pós-guerra na década de 70, com a crise do óleo de 1973, já que dependia exclusivamente de petróleo estrangeiro.
O mercado automobilístico também é destaque no campo da gerência de produtos no Japão.

1973 marca o “Ano do Design” no Japão. Organizados pela JIDPO, acontecem o ICSID’73 em Kyoto e a Competição Internacional de Cycle Design. O design visto até então como uma ferramenta para expansão de vendas, passa a ser considerada uma estratégia básica de desenvolvimento de produtos.

Expo'70
ICSID'73
Em 1975 a JIDPO lança um programa de promoção do design de produtos regionais.

A década de 80 é marcada por atividades mais complexas de promoção do design.

Pesquisas passaram a funcionar como importante guia na criação de novos produtos cada vez mais específicos para os novos consumidores japoneses

Em 83, realizou-se o Simpósio Internacional de Design, cujo tema foi “O Papel dos Designers no Século XXI”. Um novo objetivo é estabelecido para os designers, nos anos seguintes: o planejamento de estratégias de competição no mercado. Com o maior número de fabricantes civis do mundo, as empresas que não podem diminuir o preço melhoram seus serviços.

“Os concorrentes japoneses cortam mutuamente suas gargantas, e é justamente essa concorrência tão acirrada dentro do país que faz nossas empresas tão competitivas no exterior” 2 MORITA, 1986, p. 222.
Outro fator decorrente do vigoroso espírito competitivo japonês é o encurtamento do ciclo de vida dos produtos.

Apontado como o momento ideal para expansão das atividades de design por todo o Japão, o ano de 1989 foi anunciado pelo governo como o segundo “Ano do Design”. Na ocasião foram organizados quatrocentos workshops, conferências e centros de design, distribuídos entre todas as prefeituras do país.

Década de 90 – o dia 1 de outubro é determinado o “Dia do Design”.

O Japão tem se esforçado na promoção do design, e com ajudas governamentais, privados e de organizações não governamentais é que hoje preocupam seus concorrentes mundiais e são sinônimos de tecnologia, design e qualidade.


Novas questões como: a busca pelo mínimo de desperdício esta nas fabricas e nas pesquisas por novas tecnologias. Os japoneses, devido a escassez dos seus recursos estão cientes dos cuidados com o ambiente. Sob orientação do Ministério do Meio Ambiente japonês existem agora regras e multas para se criar uma sociedade voltada a reciclagem. Até mesmo no fim do ciclo de vida de automóveis existe a obrigação do recolhimento do mesmo, e são cobradas taxas de reciclagem na compra de carros novos.

O destaque e qualidade da produção, geram conflitos com o resto do mundo, principalmente com os EUA, já que Japão e EUA detem juntos mais de 30% das mercadorias e serviços mundiais. Quando americanos tentavam vender no Japão, encontravam um mercado fechado, e alegavam que a venda massiva dos produtos japoneses tiravam os empregos do seu povo.

Morita, da Sony, defende a indústria japonesa dizendo que

“se as empresas estrangeiras têm seus problemas de concorrência com o Japão, muitas vezes isso se deve, de um lado, ao fracasso dessas indústrias; de outro, ao sucesso da indústria japonesa. E por essa razão, americanos e europeus não deveriam culpar os japoneses por fabricar produtos bons e atraentes. ...) Não gosto de ouvir queixas só porque nós, japoneses, enxergamos longe, somos ágeis e conquistamos o mercado”.

Atualmente a balança comercial entre os dois países encontra-se em equilíbrio, e não existem mais problemas entre Japão e Estados Unidos.

A cultura do Japão sempre presou muito pela natureza do País. O povo Japônes sempre respeitou a natureza.
Utiliza papéis, tesoura lápis em suas criações. Em 1963 abriu seu estúdio em Tóquio. Trabalhou 40 anos no design gráfico criando cartazes, logótipos e identidade visual, catálogos, exposições, apresentações artísticas, calendários e livros. Em alguns cartazes, não emprega ilustrações e utiliza apenas tipografia e cores primárias. Tanaka se destacou entre seus colegas que foram influenciados pela cultura Norte-americana nos anos 60, pois enquanto seus parceiros buscavam referências do outro lado do globo, o designer japonês buscou inspiração em seu próprio país para suas criações mantendo-se fiel as suas tradições. O Japão sendo um país com uma cultura e identidade tão forte e expressiva, seus trabalhos conseguiram ter uma linguagem universal. Tanaka mantinha a igualdade e delicadeza entre texto e imagem na comunicação de sua mensagem. Unificou 4 sistemas de escrita diferentes: os ideogramas japoneses (kanji), os alfabetos hiragana e katakana e ainda o alfabeto romano.
Ikko Tanaka
27 de fevereiro de 1939- Himeji, Japão.

Famoso estilista e perfumista Japonês.
• Frequentou a Universidade de Kobe mas desistiu contra a vontade dos pais.
• Em 1958 Bunka Fashion College de Tóquio.
• 1964 se estabeleceu em paris.
• Seu sucesso começou em 1970 com sua primeira exposição na Galeria Vivienne.
• Também em 1970 abriu sua primeira loja chamada Jungle Jap. Na mesma época uma de suas modelos aparece na capa da revista ELLE.
• Teve sua primeira coleção masculina lançada no ano de 1983
• No ano de 2000 lançou seu perfume mais conhecido: Flower
• Em 2005, ele reapareceu como um designer apresenta decoração "Gokan Kobo" ("oficina dos cinco sentidos"), uma marca de talheres, objetos de casa e mobiliário.
• Em 2011, Kenzo assinou uma coleção com mais de 40 peças de mesa exclusivas para Revista Caras.

Kenzo Tadaka
Shigeo Fukuda
1932 - 2009

¨Tecnicas de ilusionismo
"Escher do Japão"

"Design é entender, mesmo que não falem a mesma lingua"
Yohji Yamamoto
Estilista japonês reconhecido mundialmente.
• Graduou-se aos 26 anos em design de moda
• Em 1972 fundou sua primeira companhia de moda, lançando a linha y, destinada a senhoras
• Cinco anos mais tarde lança sua primeira linha de pret-a-porte
• Sua estreia em Paris foi em 1981, a qual teve criticas negativas, sendo sua coleção comparada a uma explosão atômica.
• No ano seguinte fez apresentou sua coleção em nova York onde teve maior aceitação
• Teve seu ápice em 1983 com sua coleção primavera/verão novamente em paris.
• Em 1984 deixou de produzir apenas linha feminina e dedicou-se também a criação de uma linha masculina
• Yamamoto, o único estilista japonês ordenado Cavaleiro da Ordem Francesa das Artes e Letras, é atualmente bastanterequisitado para desenhar vestuário para algumas das mais prestigiadas companhias de ópera e bailado.
• Em 1999 foi agradecido com o premio internacional da Associação de designers de moda da America.


Masuteru Aoba
(1939 2011)

Designer Gráfico
Aborda temas:
Meio Ambiente
ecologia
paz mundial
JAPAN STREET STYLE
- Visual Kei:
• Surgiu em 1980
• É um movimento musical que tem um estilo por si só.
• É um estivo mais “rock”.
-Lolita:
• Apareceu no fim da década de 1970
• Se dividem e vários subgêneros, sendo eles inspirado em alguma época ou período:
1. Sweet Lolita: procura inspiração na infância. Tem cores mais claras e tons pasteis. É um subgênero mais fofo, Kawaii, e “inocente.
2. Gothic Lolita: Mistura o gótico com o estilo fofo Lolita.Tem cores escuras e frias.
3. Classic Lolita: é o estilo clássico, tem como inspiração os períodos: Rococo e Vitoriano. As cores são envelhecidas.
-Gyaru:
• Iniciou mais ou menos no de 1991
• São conhecidas pela pele morena, muita maquiagem, cabelos claros e roupas curtas
• Assim como lolitas se dividem em subgêneros
1. Gyaru kei: é o mais geral, e não pede pele bronzeada e apesar de ser um subgênero, dentro dele existem outros subgêneros.
2. Gyaru Oh: Rapazes que seguem esse estilo.
3. Mamba: usam pele escura e uma maquiagem conhecida como “panda make up” e os cabelos tendem a ser loiros ou com cores fortes, neons
- Decora Kei:
• É um estilo muito exagerado.
• Usam muita sobreposição e acessórios com toque infantil



O primeiro anime da história foi criado em 1907 no Japão. Era um história cujo personagem principal era um menino marinheiro

“Momotaro no umiwashi“ (Taro Melocotón, o guerreiro divino dos mares): o primeiro longa metragem de anime com áudio feito em 1943

1958 - “Hakujaden”

Astroboy de Osamu Tezuka em 1963

Década de 60 - Gundam

Dragon Ball (de Akira Toriyama)

Os Cavaleiros do Zodíaco (de Masami Kurumada)

Inuyasha (de Rumiko Takahashi)

Yu-Gi-Oh! (de Kazuki Takahashi)

Sailor Moon (de Naoko Takeuchi), entre outros.

One Piece

Naruto

Pokémon, entre outros.

Hayao Miyazaki – produziu A viagem de Chihiro, Meu vizinho Totoro, A Princesa Mononoke, Ponyo, entre outros.

Inaugurado em 2001, em Tóquio

Os visitantes aprendem sobre os processos de animação acionando engenhocas divertidas que põem em ação seus personagens favoritos. 

Para encerrar a visita, a entrada dá direito a assistir uma sessão de um curta criado exclusivamente para passar no Teatro Saturno. A programação muda constantemente, uma visita nunca é igual a outra. 

Nasceu em 1931 em Oita, no Japão, lincenciou-se em Arquitetura pela universidade de Tokyo. Em seguida entrou para o atelier do arquiteto renomado Kenzo Tange. Algum tempo depois sai do atelier para abrir seu próprio espaço em Tokyo. Aderiu o movimento Metabolista (estilo que fazia abordagem biológica dos edifícios e das cidades que cresciam, para fazer frente ás novas exigências de uma maneira paralela á natureza, utilizando das novas tecnologias) mas no fim esse movimento passou para Nova Onda, no qual se destacou e ficou conhecido, em 1968.

O arquiteto tem tendências High tech, e é mestre em fundir materiais criando justaposições de pedra, madeira e metal.

Arata Isozaki
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