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Sistema Nervoso Central

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by

joana marreiros

on 24 September 2013

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Transcript of Sistema Nervoso Central

Sistema Nervoso Central
Disciplina: Anatomofisiologia II

Sistema Nervoso Central


Docente: Prof. Dr.ª Ana Frias
Discentes: Ana Moreira nº30357
Joana Marreiros nº31068
Telma Neto nº31333
Renatta nº30998

1. Sistema nervoso
1.1 Sistema nervoso central
2. Tecido nervoso
2.1 Neurónios
2.2 Celulas da glia
3. Desenvolvimento embrionário do sistema nervoso central
4. Sinapse
5. Encéfalo
6. Cérebro
6.1 Meninges
6.2 Sistema límbico
6.3 Núcleos da base
6.4 Líquido cefalorraquidiano
6.5 Ventrículos
7. Diencéfalo
7.1 Tálamo
7.2 Subtálamo
7.3 Epitálamo
7.4 Hipotálamo
8. Cerebelo
8.1 Lobo floculonodular
8.2 Vermis
8.3 Hemisférios laterais
9. Tronco cerebral
9.1 Bulbo raquidiano
9.2 Protuberância
9.3 Mesencefalo
10. Medula Espinhal
10.1 Meninges
10.2 Secção tranversal da medula espinhal
11. Curiosidades
12. Jogo


Sumário

Sistema Nervoso

O sistema nervoso tem a função de receber, enviar e tratar informação proveniente de todos os locais do organismo.

1. Informação sensorial

2. Integração

3. Homeostase

4. Atividade Mental

5. Controlo dos músculos e glândulas

Funções do Sistema Nervoso

Imagem 1 – Sistema Nervoso
(Seeley, 2005)


Sistema Nervoso Periférico

- Rede de comunicação.
-Nervos, receptores sensoriais e gânglios.

Aferente ou sensorial

-Transmite os potenciais de ação dos órgãos sensoriais para o Sistema Nervoso Central.

Eferente ou motora
-Transmite os potenciais de ação do Sistema Nervoso Central para os órgãos efetores.

Sistema Nervoso Somático

- Acções musculares voluntárias.
- Neurónios sensoriais que recebem informações dos órgãos dos sentidos e neurónios motores que controlam os músculos esqueléticos.

Sistema Nervoso Autónomo

- Acções musculares involuntárias.
- Neurónios sensoriais que recebem informações de órgãos viscerais e neurónios motores que controlam o músculo cardíaco, músculo liso e glândulas.

Sistema Nervoso Simpático

-Mobiliza rapidamente energia e respostas para exercício e situações de resposta rápida/emergência.

Sistema Nervoso Parassimpático

- Trabalha para a conservação de energia e promove actividades de não emergência e funções do organismo, como a digestão.


Constituído por o encéfalo e a medula espinhal.

É o mais importante local de processamento da informação, integração dos processos mentais e iniciação da resposta.

Pode produzir ideias, emoções e outros processos mentais.

Sistema Nervoso Central
Imagem 2- Constituintes do Sistema Nervoso Central (http://tamarareinosa.blogspot.pt/2012_01_01_archive.html)
Encéfalo
É o centro de controlo para muitas funções corporais.

Necessita de uma tremenda quantidade de sangue para manter as suas funções normais.

“(…) o encéfalo representa apenas cerca de 2% do peso total do corpo, ele recebe aproximadamente 15% a 20% do sangue bombeado pelo coração.” (Seeley 2005)

Simultaneamente necessita de proteção – Barreira hemato-encefálica.

É constituído pelo: Tronco cerebral; Cerebelo; Diencéfalo e Cérebro.

Localização dos constituintes do Encéfalo
Cérebro

Cerebelo

Tronco cerebral

Diencéfalo

É uma estrutura localizada entre o tronco cerebral e o cérebro hemisférico.

É dividido em várias porções, sendo estas:
1. Tálamo
2. Subtálamo
3. Epitálamo
4. Hipotálamo

Diencéfalo

Maior porção do diencéfalo.
No centro contém a massa intermédia.
Constituído por núcleos pares e simétricos.

Tálamo
Integração e distribuição de informação motora do cerebelo e dos núcleos basais para o córtex.

Distribuição de todas as sensações ás zonas corticais especificas (excepto o olfacto).

Percepção do tacto, temperatura e dor.

Nível de alerta e padrões de sono.

Percepção agradável ou desagradável.


A maior parte dos estímulos sensoriais atingem o tálamo onde os neurónios aferentes fazem sinapse com os neurónios talâmicos, que enviam projeções do tálamo para o córtex cerebral.

“O tálamo também influência o humor e os movimentos globais do corpo associados a emoções fortes como o medo e a raiva.” (Seeley, 2005)

Pequena área inferior ao tálamo.

Contém feixes ascendentes e descendentes, também como núcleos subtalâmicos.

Função motora

Subtálamo

Epitálamo
Pequena área postero-superior ao tálamo.

Consiste nos núcleos da habénula e epífise.

Hipotálamo
Pequena estrutura, localizada inferiormente ao tálamo e superiormente á hipófise.

Cérebro
Cérebro hemisférico é dividido em hemisfério direito e esquerdo pela fenda inter-hemisférica
Seeley R., Trent S., Tate P., 2003, 6ª edição

Lobo frontal
É importante na função motora voluntária, motivação, agressão, sentido de olfacto e humor.

Lobo parietal
É o principal centro de recepção e avaliação de informação sensorial, excepto no que respeita ao olfacto, audição e visão

Lobo occipital
Actua na recepção e integração de estímulos visuais não estando claramente separado dos outros lobos.
Lobo temporal
Recebe e avalia os estímulos olfactivos e auditivos, e desempenha um papel importante na memória.
As porções anteriores e inferior associam-se a funções cerebrais como o pensamento abstracto e juízo critico.

Fibras de associação:
Colocam em comunicação áreas do córtex cerebral dentro do mesmo hemisfério.

Fibras comissurais:
Colocam em comunicação um hemisfério cerebral com o outro.

Fibras de projecção:
Localizam-se entre o cérebro e outras partes do encéfalo e medula espinhal
Núcleos da base
Localizam-se bilateralmente na porção inferior do cérebro hemisférico, diencéfalo e mesencéfalo.
Estão envolvidos no controle das funções motoras.

Sistema límbico
Limbus - borda
Límbico - porções profundas do cérebro que formam um anel em torno do diencéfalo

São membranas de tecido conjuntivo que envolvem e protegem o sistema nervoso central, medula espinhal, tronco encefálico e o encéfalo.

Meninges
Dura-máter
Ricamente inervada, como o encéfalo, não possui terminações nervosas, sensitivas, toda ou qualquer sensibilidade intracraniana localiza-se na dura-máter, que é responsável pela maioria das dores de cabeça.

Septos durais
Foice do cérebro

Tenda do cerebelo

Foice do cerebelo

Seios venosos durais
São cavidades entre os dois folhetos da dura-máter encefálica, revestidas de endotélio, transportam sangue venoso e líquido cefalorraquidiano para as veias jugulares internas.

Aracnóide
Separa-se da dura-máter por um espaço virtual, denominado espaço subdural, que contém uma pequena quantidade de líquido seroso.

Pia-máter
Separa-se da aracnóide pelo espaço subaracnoídeo.
Dá resistência aos órgãos nervosos, pois o tecido nervoso é de consistência muito mole.
Acompanha os vasos que penetram no tecido nervoso a partir do espaço subaracnóide.

Ventrículos
Liquido cefalorraquidiano
Protege o encéfalo contra o choque de movimentos rápidos da cabeça, fornecendo alguns nutrientes aos tecidos do sistema nervosos central.
Cerca de 80% a 90% do líquido cefalorraquidiano é produzido por células ependimárias especializadas nos ventrículos laterais, sendo o restante produzido por células semelhantes no terceiro e quarto ventrículo.
O conjunto destas células, o seu tecido de suporte e vasos sanguíneos designam-se plexos coroídeu
Liquido cefalorraquidiano
Como não existe sistema linfático no sistema nervoso central o líquido cefalorraquidiano realiza a função da linfa como meio de transporte entre o sangue e os tecidos nervosos.
Existe uma barreira, de grande importância clínica, que impede a passagem de alguns fármacos denominada barreira hemato-encefálica.

Tronco Cerebral

É uma porção situada entre a medula espinhal e o cérebro.
Constitui-se por três partes:
1. Bulbo Raquidiano
2. Protuberância ou Ponte
3. Mesencéfalo

Na sua extensão existe uma substância reticular responsável por receber axónios aferentes (particularmente os nervos faciais), tendo também como outra função a regulação o ciclo sono-vigília
Tronco Cerebral

Bulbo Raquidiano
Forma a porção inferior do tronco cerebral.

Encontram-se na sua substância branca feixes nervosos sensitivos (ascendentes) e motores (descendentes), e na sua substância cinzenta os neurónios estão organizados em núcleos, que tem como função controlar/coordenar diversas ações no nosso organismo
Bulbo Raquidiano
Na parte anterior do Bulbo Raquidiano encontramos duas proeminências alargadas, as pirâmides, elas são feixes nervosos descendentes que tem como função o controle consciente dos músculos esqueléticos.
Na parte inferior da pirâmide os axónios cruzam-se, essa decussação explica-nos o porque cada metade do cérebro controla o lado oposto do corpo.

Bulbo raquidiano
FUNÇÃO
Responsável por controlar impulsos motores e sensitivos, por exemplo: regula a força e o ritmo cardíaco, o diâmetro dos vasos sanguíneos, a respiração, sensação de toque e vibração, reflexo de vómito, engolir, tosse, espirros e soluços.

INERVAÇÃO
Nervos Cranianos
IX (glossofaríngeo)
X (vago)
XI (espinhal)
XII (grande hipoglosso)
V (trigémeo)

Ponte ou Protuberância
Contém diversos núcleos e feixes nervosos ascendentes e descendentes.
FUNÇÃO
Sua porção anterior é responsável por fazer a comunicação do cérebro para o cerebelo.
E ajuda a controlar a respiração.
INERVAÇÃO
Nervos Cranianos
V (trigémeo)
VI (oculomotor externo)
VII (facial)
VIII (vestíbulo-coclear)
IX (glossofaríngeo)


Mesencéfalo
É a parte mais superior e pequena no tronco cerebral
Mesencéfalo
Na porção posterior do mesencéfalo:
Encontramos uma região chamada Tecto; que consistem em quatro núcleos, designados por
tubérculos quadrigémeos
superiores e inferiores.
FUNÇÃO
Tubérculo Quadrigémeo Superior
Controlam os movimentos da cabeça, dos olhos e do corpo na direção de estímulos visuais, auditivos ou tácteis.
Tubérculo Quadrigémeo Inferior
É responsável pelo controle da audição.


Mesencéfalo
A parte do
Tegmento
, é basicamente constituída por feixes ascendentes, com por exemplo o feixe
espino-talâmico
e o
cordonal posterior
.
A
substância nigra
faz parte da manutenção do tónus muscular e na coordenação dos movimentos.

Neurónios
São células nervosas que recebem, processam e transmitem estímulos e/ou informações.

Neurónios

Cada neurónio é distinguido em três partes:

Corpo Celular

Dendritos

Axónios

Neurónios Eferentes/Motores
São neurónios responsáveis por conduzir os potenciais de ação do Sistema Nervoso Central para músculos ou glândulas (Seeley, 2011).
Neurónios de Associação/Interneurónios
Conduzem os potenciais de ação de um neurónio para o outro dentro do Sistema Nervoso Central (Seeley, 2011).

Neurónios Aferentes/Sensoriais

São neurónios que conduzem os potenciais de ação para o Sistema Nervoso Central (Seeley, 2003).
Classificação Funcional
Segundo a classificação funcional, os neurónio diferenciam-se de acordo com a direcçao dos potenciais de acção
Neurónios multipolares

São compostos por
numerosos dendritos e
um único axónio.
São em maioria
neurónios motores.

Neurónios Bipolares
São constituídos por um dendrito e um axónio. São localizados em órgãos Sensoriais (retina, olho, cavidade nasal).
Neurónios unipolares
São constituídos por apenas um prolongamento que se dividem em dois: um axonal e um periférico, entretanto funcionam como se fossem apenas um axónio.
Classificação Estrutural
É baseada na estrutura dos axónios
Células da Glia / Neuróglia
É um conjunto de células responsáveis pela proteção, nutrição e suporte do Sistema Nervoso Central através da fagocitose, da produção de líquido cefalorraquidiano, da formação de bainhas de mielina em torno dos axónios e da barreira hemato-encefálica.
Astrócitos
São células que possuem uma forma estrelada, e um citoesqueleto desenvolvido, seus prolongamentos recobrem superfícies dos neurónios, vasos sanguíneos e a piamáter, oferecendo assim suporte e proteção.

FUNÇÃO
- Cobrir a superfície dos neurónios, dos vasos sanguíneos e da pia-máter.
Protegem de substâncias nocivas, mantém o ambiente químico necessário para gerar e propagar impulsos
- Formam a barreira hemato-encefálica, responsável por selecionar as substâncias que passam do sangue para o tecido nervoso do encéfalo e da medula espinhal.

Astrócitos
Micróglia
São responsáveis pela defesa do Sistema Nervoso Central, movem-se para fagocitar microorganismos, tecido necrosado e substâncias estranhas.
Células Ependimárias
Formam o canal ependimário, que reveste os ventrículos do encéfalo e o canal central da medula espinhal. Estas células associadas com os vasos sanguíneos formam os PLEXOS COROIDEUS, que por sua vez segregam o líquido cefalorraquidiano.
Oligodendrócitos
Formam e mantêm a bainha de mielina ao redor de vários axónios.
Axónios Mielinizados e não mielinizados
A mielina tem a função de proteger , isolar eletricamente os axónios e agilizar os potenciais de ação.
Axónios mielinizados
Axónios mielinizados são aqueles que são envoltos por vários prolongamentos dos oligodendrócitos, formando a bainha de mielina.
Axónios não mielinizados
São aqueles que não são envoltos por oligodendróticos, entretanto apoiam-se nas suas invaginações e nas células de schwann (SNP).
Organização
O tecido nervoso esta organizado por feixes, que são formados por conjuntos de axónios.
Os feixes de axónios mielinizados são esbranquiçados, e designam-se por
substância branca.
Os feixes de axónios não mielinizados e os corpos neurais são designados por
substância cinzenta
Tecido Nervoso
O Tecido Nervoso encontra-se distribuído pelo organismo, forma o Sistema Nervoso Central (SNC) e o Sistema Nervoso Periférico (SNP).
Desemvolvimento Embrionário do Sistema Nervoso Central
O desenvolvimento embrionário do Sistema Nervoso Central dá-se a partir de uma parte da ectoderme que sofre uma especialização, a
placa neural
e uma invaginação, que dará origem ao
tubo neural
quando se fechar.
Desemvolvimento Embrionário do Sistema Nervoso Central
Desemvolvimento Embrionário do Sistema Nervoso Central
Desemvolvimento Embrionário do Sistema Nervoso Central
Desemvolvimento Embrionário do Sistema Nervoso Central
Desemvolvimento Embrionário do Sistema Nervoso Central
Funções do Tecido Nervoso
Curiosidades
Sabendo que a unidade básica do sistema nervoso é o neurónio. Quais são as três partes principais de um neurónio?
1. Um encéfalo, um corpo celular e dentritos
2. Um corpo celular, um axónio e dentritos
3. Uma medula espinhal, um dentrito e um encéfalo
4. Um axónio, um encéfalo e um corpo celular

É um prolongamento que sai do corpo celular. A sua função é conduzir impulsos nervosos para dentro da célula (por exemplo, vindo de um receptor da pele)ou para fora dela. Falamos da(o):
1. Axónio
2. Encéfalo
3. Medula espinhal
4. Cérebro

Localiza-se na caixa craniana. Possui mais de 12 bilhões de neurónios e 50 bilhões de células da glia, mas não chega a pesar 1,5 Kg. Apresenta quatro órgãos principais: cérebro, cerebelo, diencéfalo e tronco cerebral. Estamos falando da(o):
Resposta: (1 palavra - 8 letras)

O encéfalo e a medula espinhal são envolvidos e protegidos por três membranas denominadas (os):
1. Cerebelos
2. Axónios
3. Quadrantes
4. Meninges

Jogo

É o órgão mais volumosos e mais importante do Sistema nervoso. Constitui-se de duas partes simétricas, os hemisférios direito e esquerdo. Falamos da(o):
1. Encéfalo
2. Cérebro
3. Medula espinhal
4. Tronco cerebral
5. Cerebelo

É um cordão de aproximadamente 43 cm de comprimento e 1 cm de diâmetro(numa pessoa adulta), situado dentro da coluna vertebral. Na parte superior, ela está ligada ao tronco cerebral, constituindo uma continuação dele. Falamos da(o)
Resposta: (2 palavras)

Situa-se na parte posterior e inferior do cérebro. Sua função é coordenar os movimentos precisos do corpo e manter seu equilíbrio. Regula também o tónus muscular ( o "vigor" dos músculos) e a postura corporal. Ele(a) é o(a):
1. O Cérebro
2. O Encéfalo
3. O Cerebelo
4. A medula espinhal
5. O tronco Cerebral.



Jogo

Potenciais de acção
São pulsos de electricidade transmitidos pelos neurónios.
Isto é possível porque a membrana do axónio contém canais iónicos que podem abrir e fechar de modo a controlar a passagem de iões com carga eléctrica.

Funcões do talamo
Cerebelo
Função:
Controle do movimento muscular e tonus; regula a amplitude do movimento intencional, envolvido na aprendizagem de capacidades motoras

Cerebelo
Comunica com as outras regioes do sistema nervoso central através de 3 grandes feixes nervosos, os pedunculos cerebelosos:
o pedunculo superior que liga o cerebelo ao mesencefalo;
o pedunculo medio que liga o cerebelo á protuberancia;
e o pedunculo inferior que liga o cerebelo ao bulbo.
Cerebelo
O cerebelo têm um cortex cinzento e núcleos separados por uma substância branca
O cortex dispoe se em pregas chamadas folhas
A substância branca assemelha se a uma árvore chamada arborvitae


Cerebelo
Hemisférios laterais
A maior parte dos hemisferios esta envolvida com o cortex cerebral do lobo frontal no planeamento pratica e aprendizagem de movimentos complexos
Lobo floculonodular
Parte pequena e anterior
E a parte mais simples do cerebelo e esta envolvido no equilibrio e nos movimentos oculares

Vermis
porcao central e estreito, o vermis e a porçao mediana dos hemisferios laterais estao envolvidos no controle da postura na locomoçao e na cordenaçao fina que produz os movimentos suaves e fluentes
Sistema límbico
Medula espinhal
Constitui o elemento de ligaçao entre o encefalo e o sistema nervoso periferico
E através da medula que são conduzidos os impulsos para a execução dos movimentos
Estende-se desde o buraco occipital até ao nivel da segunda vertebra lombar
Encontra-se dividida em segmento cervical, torácico, lombar e sagrado. Assim designados de acordo com a área da coluna vertebral onde os nervos entram e saem
Os nervos raquidianos tem origem na medula espinhal e passaram par fora da coluna vertebral através dos buracos intervertebrais

Medula espinhal
A medula não tem um diâmetro uniforme
A dilatação cervical, entrada ou saida e nervos para o membro superior
A dilataçao Lombar, entrada ou saida dos nervos para os membros inferiores
Cone medular extremidade da medula
Filamento terminal fixa a medula ao coxis
Meninges
As meninges que protegem a medula têm 3 camadas
A camada mais supreficial e a mais espessa, duramáter
A camada intermédia muito fina e delgada, aracnóideia
A camada interna, piamáter
A medula espinhal é mantida imovel dentro do canal medular
Secção tranversal da medula espinhal
A medula e constituida por uma porção cinzenta central e uma porção branca priférica
Os
sulcos medianos
anterior e posterior separam as duas metades da medula
A substância branca está dividida em três
cordões
Cada cordão subdivide-se em
feixes nervosos
Secção tranversal da medula espinhal
A substância cinzenta organiza-se em cornos
Cada metade da medula contêm um corno posterior e um corno anterior
As comissuras brancas e cinzentas ligam as duas metades da medula espinhal
Radicelos Raiz Nervo raquidiano
NETTER, Frank H. Atlas de anatomia humana. 2ed.Porto Alegre, 2000
Sinapse
É o local onde os potências de acção de uma célula podem causar a produção de potêciais noutra célula
A célula que transporta os potências de acção para a sinapse designa-se pré-sinática
A célula que transporta os potências de acção para longe da sinapse designa-se pós-sinática
Sinapse
Sinapses quimicas
Os seus componetes são terminal pré-sinático, a fenda sinática, e a membrana pós-sinática
Sinapses elétricas
São junções comunicantes que permitem o fluxo de uma corrente local entre células
Estas sinapses encontram-se no músculo cardíaco
Libertação de neurotransmissores
Nas sinapses quimicas os potências de acção provocam a libertação de neurotransmissores
Seeley R., Trent S., Tate P., 2003, 6ª edição

Seeley R., Trent S., Tate P., 2003, 6ª edição

Seeley R., Trent S., Tate P., 2003, 6ª edição

Seeley R., Trent S., Tate P., 2003, 6ª edição

Seeley R., Trent S., Tate P., 2003, 6ª edição

Seeley R., Trent S., Tate P., 2003, 6ª edição

Seeley R., Trent S., Tate P., 2003, 6ª edição

Seeley R., Trent S., Tate P., 2003, 6ª edição

Seeley R., Trent S., Tate P., 2003, 6ª edição

Seeley R., Trent S., Tate P., 2003, 6ª edição

Seeley R., Trent S., Tate P., 2003, 6ª edição

Seeley R., Trent S., Tate P., 2003, 6ª edição

Seeley R., Trent S., Tate P., 2003, 6ª edição

Seeley R., Trent S., Tate P., 2003, 6ª edição

Seeley R., Trent S., Tate P., 2003, 6ª edição

Seeley R., Trent S., Tate P., 2003, 6ª edição

Seeley R., Trent S., Tate P., 2003, 6ª edição

Seeley R., Trent S., Tate P., 2003, 6ª edição

Seeley R., Trent S., Tate P., 2003, 6ª edição

Seeley R., Trent S., Tate P., 2003, 6ª edição

Seeley R., Trent S., Tate P., 2003, 6ª edição

Seeley R., Trent S., Tate P., 2003, 6ª edição

Netter F., 2000, 2ª edição

Netter F., 2000, 2ª edição

Netter F., 2000, 2ª edição

Netter F., 2000, 2ª edição

Seeley R., Trent S., Tate P., 2003, 6ª edição

Seeley R., Trent S., Tate P., 2003, 6ª edição

Seeley R., Trent S., Tate P., 2003, 6ª edição

Netter F., 2000, 2ª edição

Netter F., 2000, 2ª edição

Netter F., 2000, 2ª edição

Netter F., 2000, 2ª edição

Espaço subdural

Netter F., 2000, 2ª edição

Netter F., 2000, 2ª edição

Seeley R., Trent S., Tate P., 2003, 6ª edição

Seeley R., Trent S., Tate P., 2003, 6ª edição

Seeley R., Trent S., Tate P., 2003, 6ª edição

Seeley R., Trent S., Tate P., 2003, 6ª edição

Seeley R., Trent S., Tate P., 2003, 6ª edição

Seeley R., Trent S., Tate P., 2003, 6ª edição

Seeley R., Trent S., Tate P., 2003, 6ª edição

Seeley R., Trent S., Tate P., 2003, 6ª edição

Seeley R., Trent S., Tate P., 2003, 6ª edição

Seeley R., Trent S., Tate P., 2003, 6ª edição

Seeley R., Trent S., Tate P., 2003, 6ª edição

Seeley R., Trent S., Tate P., 2003, 6ª edição

Seeley R., Trent S., Tate P., 2003, 6ª edição

Seeley R., Trent S., Tate P., 2003, 6ª edição

Seeley R., Trent S., Tate P., 2003, 6ª edição

Seeley R., Trent S., Tate P., 2003, 6ª edição

Seeley R., Trent S., Tate P., 2003, 6ª edição

Seeley R., Trent S., Tate P., 2003, 6ª edição

Seeley R., Trent S., Tate P., 2003, 6ª edição

A tensão pré-menstrual é muito complexa por envolver não somente sintomas físicos, mas também psicológicos e emocionais, porém entende-se que é provocada pelas mudanças nos níveis de progesterona e estrogênio, e estas interferem no sistema nervoso central.
Os sintomas mais comuns da Tensão pré-menstrual são cefaléia, retenção de líquidos, cansaço, ansiedade, depressão, desejo por doces e chocolates, irritabilidade, inchaço, dor nas mamas e aumento de peso. Quando os sintomas influenciam nas atividades habituais da mulher, mudando sua rotina, a tensão pré-menstrual pode ser considerada como doença.
Algumas medidas de prevenção podem ser tomadas para amenizar os sintomas, como diminuir a gordura, sal, cafeína, açúcar, bebidas a base de colas, dieta rica em cálcio, magnésio, carboidratos, como cereais integrais, e a prática de exercícios, pois eles tendem a melhorar o humor.

É consenso entre os especialistas que os primeiros anos de vida são fundamentais na formação de cada indivíduo, mas apesar da importância que eles têm, não é possível lembrar do que vivemos antes de completar 30 meses, ou dois anos e meio de idade. Ainda que as experiências vividas na primeira infância possam resultar em traumas ou em associações afetivas que duram pelo resto da vida, ninguém é capaz de identificar lembranças de quando era bebê.
O fenômeno chamado de amnésia infantil se deve, principalmente, às constantes mudanças estruturais que ocorrem no cérebro das crianças. Nos primeiros anos de vida, o sistema nervoso central ainda não está totalmente desenvolvido.

Bibliografia
Netter,Frank. Atlas de anatomia humana, 2ª edição. Editora masson,2000
Seeley, Rod R.Anatomia& Fisiologia, 6ª edição.Editora Lusociencia,2005
Full transcript