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Sarau no Teatro da Trindade

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by

Celina Silva

on 16 March 2015

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Transcript of Sarau no Teatro da Trindade

Sarau
no Teatro
da
Trindade

Alencar
Cruges
Ajudar as vitimas das inundações do Ribatejo
Criticar o Ultra-Romantismo
O poeta Ultra-Romântico
O intelectual incompreendido
Crónica
de
Costumes

Oratória
de
Rufino
Sentimento
excessivo pelos
versos de Alencar
Ignorância e incompreensão
da
Sonata tocada
Superficialidade
das
conversas
Personagens fulcrais à
ação

Objetivo
Rufino
O bacharel transmontano
Insensibilidade Artística
Superficialidade das conversas
Ignorância dos espectadores
O tema da democracia Romântica
Excessivo lirismo carregado de conotações sociais
Desfasamento entre a realidade e o discurso
Falta de originalidade
Uso da retórica
Aclamação do público tocado no seu sentimentalismo
Tornou-se um fiasco pela incompreensão e reação do público. É feita uma crítica aos portugueses pela sua cultura, visto que eram ignorantes e não possuíam sensibilidade artística.
É feita uma crítica ao ultrarromantismo - estilo literário apreciado pelos portugueses. É também feita uma crítica aos portugueses na medida em que estes se importavam pelo fútil e teatral como a representação desta personagem.
Público aplaudiu-o caracterizando a sua oratória como “sublime”. Isto crítica os portugueses por não terem espírito crítico, sem evoluir no pensamento, por interessarem-se por assuntos banais e por estes se deixarem levar pelas aparências.
Simboliza
A orientação mental daqueles que o ouviam:
Artificialismo barroco;
Ultra-Romantismo
Simboliza
Os que se
diferenciavam
pelo amor à arte
dos ignorantes
Simboliza
Todos os portugueses apoiantes da Democracia, que submergem dos valores antigos
Encontra-se no capítulo XVI;

Carlos e Maria Eduarda têm uma relação estável, com planos para o futuro.

Carlos e Ega vão ao sarau apenas para cumprir uma obrigação social;

Quando o sarau termina, Guimarães interpela Ega, entregando-lhe o cofre de Maria Monforte, contendo a verdade sobre a identidade de Maria Eduarda.
Focalização
Deparamo-nos com um caso de focalização interna. Esta acontece quando o narrador adota o ponto de vista de uma personagem que vive a história. No nosso caso, o narrador adota o ponto de vista de Ega.
Trabalho realizado por:
Diana Pinto N.º1 11.ºA
Mafalda Silva N.º6 11.ºA
Beatriz Oliveira N.º1 11ºB
João Magalhães N.º2 11ºC
O tipo de discurso utilizado é, predominantemente, o direto.
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