Loading presentation...

Present Remotely

Send the link below via email or IM

Copy

Present to your audience

Start remote presentation

  • Invited audience members will follow you as you navigate and present
  • People invited to a presentation do not need a Prezi account
  • This link expires 10 minutes after you close the presentation
  • A maximum of 30 users can follow your presentation
  • Learn more about this feature in our knowledge base article

Do you really want to delete this prezi?

Neither you, nor the coeditors you shared it with will be able to recover it again.

DeleteCancel

Ciências sociais e políticas 19

No description
by

EaD IVJ

on 26 December 2016

Comments (0)

Please log in to add your comment.

Report abuse

Transcript of Ciências sociais e políticas 19

Conteúdo da Seção
O “fetichismo” das coisas na modernidade
Textos para discussão:
- Karl Marx, “O caráter fetichista da mercadoria e seu segredo” (5p.)”
- Georg Simmel, “O futuro da nossa cultura” (3p.)
Texto para leitura:
- Celso Castro, “Aprender a aprender” (1p.).


O caráter fetichista da cultura
Os textos de Georg Simmel (“O futuro da nossa cultura”) e de Celso Castro (“Aprender a aprender”) ajudam-nos a refletir sobre a desproporção crescente entre a cultura “objetificada” (seja ela material ou imaterial) e a parcela que dela podemos, individualmente, processar – a cultura “subjetiva”.


Para Simmel, a posse do dinheiro, antes meio para se atingir fins socialmente definidos, tornou-se um valor autônomo, que se autofundamenta.

Observar semelhança com a visão de Weber, no final de A ética protestante e o espírito do capitalismo, e com a análise do caráter “fetichista” da mercadoria, feita por Marx.

Simmel amplia a análise das mercadorias para toda a “cultura objetiva”.

Texto para a próxima aula
Simmel, “A metrópole e a vida mental”.

Karl Marx “O Caráter Fetichista da Mercadoria”
O Deus da nossa era?
O “fetichismo” das coisas na modernidade
Nessa passagem famosa de O capital, Marx trata do “caráter fetichista” da mercadoria, isto é, a aparência de autonomia que as coisas assumem na economia capitalista.

Fetiche, segundo o Dicionário Aurélio, é um “objeto animado ou inanimado, feito pelo homem ou produzido pela natureza, ao qual se atribui poder sobrenatural e se presta culto.”

No “mercado” capitalista desaparecem as relações sociais de produção objetivas.

Elas ressurgem como mercadorias autônomas que são adquiridas por consumidores a-históricos.



Desse modo, as relações de produção dissolvem-se em relações de mercado, e as coisas parecem possuir as qualidades daqueles que as produziram, passando a exercer um fascínio e dominação sobre eles.

Na interpretação de Marx, essa inversão do sujeito em objeto que ocorre em uma “economia de mercado” deve-se à alienação resultante da separação dos produtores em relação aos frutos de seu trabalho.

O “Fetichismo”
do Dinheiro
Pensar como a publicidade oferece bens intangíveis e impagáveis – felicidade, satisfação, prazer – em troca de “mero” dinheiro.

A busca permanente do dinheiro caracteriza a vida moderna? O dinheiro é “o deus da nossa era”?
Full transcript