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"Os Maias"

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by

Sara Branco

on 6 April 2011

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Transcript of "Os Maias"

"Os Maias" Episódios da Vida Romântica Críticas à Sociedade Ao longo de "Os Maias", Eça satiriza a sociedade portuguesa do séc. XIX, para tal faz uso de personagens-tipo e recursos estilísticos e expressivos. LISBOA Lisboa é o espaço onde decorre praticamente toda a acção. Esta cidade concentra, dirige e simboliza toda a vida do país. O Passeio de Carlos e Ega defnfhjhjrufhjr Culto;

Bem-educado;

De gostos requintados;

Educação Inglesa;

Corajoso e frontal;

Generoso;

Cosmopolita.
Romântico;

Sentimental;

Progressista;

Crítico;

Sarcástico;







Boémio;

Excêntrico;

Exagerado;

Leal. Simbologia dos espaços percorrido Estátua de Camões Representam uma tentativa falhada de reconstrução do país. Chiado e Restauradores Símbolo da destruição e do abandono. Pode funcionar como sinédoque da cidade e do país. Ramalhete "Nada mudara. A mesma sentinela sonolenta rondava em torno à estátua triste de Camões. Os mesmo reposteiros velhos, (...) conservava o mesmo ar mudo e deserto." "...às mesmas portas, sujeitos que lá deixara havia 10 anos, (...), já assim melancolicos. (...) apagados e murchos." "Era o consultório, o antigo consultório de Carlos (...) Então bruscamente os dois amigos recaíram nas recordações do passado" Consultório de Carlos O último capítulo funciona como o epíloge do romance, dez anos depois de acabada a intriga.

É semelhante aos outros objectivos críticos e diferente porque tem uma dimensão ideológica e o processo de representação é de carácter simbólico. Avenida Representa o fruto de algumas tentativas de reconstrução do país. "Todavia Lisboa faz diferença (...) Oh, faz muita diferença! Hás-de ver a avenida...." "...prédios, lisos e aprumados, repintados de fresco. (...) que partira para transformar a velha cidade." Carlos e Ega relembram os tempos passados. "No salão nobre os móveis de brocado(...) exaltando um cheiro de múmia terebintina e cânfora.(...) Isto está lúgubre" "- Falhámos a vida, menino!" "-Falhámos a vida, menino!" "- Falhámos a vida, menino!" "- Falhámos a vida, menino!" "- Falhámos a vida, menino!" "- Falhámos a vida, menino!" "- Falhámos a vida, menino!" "- E que somos nós?" Românticos Românticos Românticos Românticos Românticos "- N ã o s a í a d e s t e p a s s i n h o L e n t o" "- Ainda o apanhamos!" "- Ainda o apanhamos!" "- Ainda o apanhamos!" "- Ainda o apanhamos!" "- Ainda o apanhamos!" "- Ainda o apanhamos!" "- Ainda o apanhamos!" "- Ainda o apanhamos!" "- Ainda o apanhamos!" "- Ainda o apanhamos!" "- Ainda o apanhamos!" "- Ainda o apanhamos!" Representa o Portugal glorioso mas perdido. Contextualização na obra: Capítulo XVIII Desenlace
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