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VII Feira de Linguística

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by

Andressa Sager

on 25 June 2013

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Transcript of VII Feira de Linguística

VII Feira de Noções
Básicas de Linguística

Alunas:
Andressa Sager Jorge
Letícia Machado
Lilian Birk Knorst
Tainara Dagnese

Entrevistas com:
Questionário
4) Nas pesquisas, como é feita a busca de dados? (Exemplos: esses dados são retirados de livros, entrevistas, visitas, etc.).
7) Qual seu objetivo ao realizar este projeto? Qual foi seu interesse ao iniciar seus estudos em Linguística Aplicada?
3) As pesquisas são iniciadas com facilidade ou exigem uma motivação de várias pessoas?
1) Como são realizadas as aulas do Programa de Pós-Graduação em Linguística Aplicada?
Desenvolver pesquisas que investiguem fenômenos lingüísticos que se realizam no âmbito do ensino-aprendizagem de línguas, e diferentes contextos educacionais, formais ou não.
TATIANE SCHUSTER: Bolsista IC (01/07/2012 a 30/06/2013)
Professora Ana Maria Stahl Zilles
Linguagem
e
Práticas Escolares
O OBJETIVO
DESTA LINHA
É:
2) Os temas de pesquisa surgem com bastante frequência?
6) Em que área do mercado de trabalho o linguista pode atuar?
5) Existe um procedimento padrão para se realizar uma pesquisa?
8) Qual foi seu interesse ao iniciar seus estudos em Linguística Aplicada?
9) Você, estudante de Linguística Aplicada, o que diria para conquistar ou cativar novos alunos a se formarem doutores nessa área?
10) Os assuntos que são utilizados nas pesquisas são passados, ao menos em parte, para os alunos iniciantes da graduação de Letras?
Uilian Campos
Caso estejamos falando das aulas do Programa de Pós-Graduação em Linguística Aplicada – PPGLA -, as aulas são realizadas durante os turnos da manhã e da tarde, em dois formatos diferentes: disciplinas (3 créditos cada uma) e seminários (1 crédito cada um). O aluno, ao longo de sua permanência no curso, deve cumprir um total de 24 créditos, de acordo com as disciplinas do PPGLA ou de outros PPGs relacionados e credenciados pelo curso (por exemplo, alguns PPGs da própria Unisinos, ou PPGs de outras universidades, como a UFRGS). Ainda contam para o total de créditos o estágio docência (realizada em turma de graduação) e as produções acadêmicas.
Tatiane Schuster
Apenas temos reuniões às sextas-feiras, quando discutimos diversos textos teóricos em grupo. Nos demais dias, cada um trabalha nas suas tarefas. Eu, por exemplo, vou à campo às vezes.
Uilian Campos
Sim, as aulas são sempre relacionadas aos temas de pesquisa (pelo menos, foi a experiência que tive).
Tatiane Schuster
Na verdade, a professora é a coordenadora do projeto e ela já determina o tema e já tem o projeto definido quando o bolsista entra.
Uilian Campos
Cada pesquisa possui características específicas, que lhe conferem dificuldades/facilidades para que seja executada. De uma maneira geral, uma pesquisa exige envolvimento de professores/pesquisadores, de alunos e das instituições governamentais (que avaliam e credenciam as pesquisas).
Tatiane Schuster
Há o projeto grande (Contextos multilíngues e multiculturais no Brasil e na Alemanha: letramentos e práticas) que possui seus objetivos. A partir dele, eu criei o meu próprio projeto do TCC, que é uma parte da pesquisa, pois engloba os mesmo alunos do nosso projeto. A professora sempre sugere um tema para ajudar, mas eu mesma preciso achar meus objetivos, meus focos e decidir como e o que vou fazer.
Uilian Campos
Os dados são retirados de diversos lugares, conforme o objetivo da pesquisa. Por exemplo: consultórios médicos são visitados por pesquisadores que se interessam por estudar a interação entre médico e paciente, salas da aula são lugares de coleta de dados para quem se interessa por interação entre alunos ou entre professor e alunos. Há colegas do PPGLA que coletam dados em prisões, entidades governamentais (polícia, fórum...): enfim, o universo é um laboratório para o linguista.
Tatiane Schuster
Lemos muitos textos teóricos para nos basear em uma metodologia. Nossos dados são coletados em campo, quando vamos a Santa Maria do Herval. Também já fui a Mainz e entrevistei alunos. Geralmente gravamos as aulas, realizamos entrevistas com os alunos e, principalmente, coletamos dados do blog que serve de interação entre os alunos brasileiros e alemães.
O que eu posso dizer é que a linguagem é uma coisa maravilhosa e que compreendê-la muda nossa existência de uma maneira inconcebível; compreender a linguagem é o primeiro passo (e o mais fundamental) para quem quer compreender os fenômenos que nos cercam. Além disso, o retorno profissional é interessante.
Uilian Campos
Uilian Campos
As pesquisas passam por diferentes procedimentos, dependendo da natureza da cada uma. Por exemplo: pessoas que trabalham com seres vivos (interação entre médico e paciente, só para ilustrar!) necessitam avaliação do comitê de ética. No meu caso, a pesquisa que desenvolvo (análise de livros didáticos) necessita apenas de aprovação do orientador.
Tatiane Schuster
Acredito que sim. Você tem que ter um corpus, ler bastante para se basear na teoria e saber como analisar isso.
Evito o termo “mercado”, pois não vejo o trabalhador como uma “mercadoria”: por isso, opto pelo termo “mundo do trabalho”. Considerando-se que o mundo do trabalho sempre exige diferentes linguagens (não interessa qual seja a profissão), o linguista pode atuar, literalmente, em qualquer lugar. No entanto, o mais recorrente é que linguistas trabalhem: na docência, na docência acompanhada da pesquisa ou nas empresas que necessitam de projetos linguísticos ou, no mínimo, de revisores de textos e de tradutores.
Uilian Campos
Tatiane Schuster
Pesquisa e atuação, principalmente na universidade.
Uilian Campos
Tatiane Schuster
Meus objetivos são intervir social e academicamente, ou seja, contribuir para o desenvolvimento da ciência e da sociedade, integrar grupos de pesquisas para que eu possa desenvolver, debater e compartilhar meus conhecimentos e minhas aprendizagens e exercer meu ofício em um local agradável, bem remunerado e onde eu possa efetivamente contribuir para o ensino e para a pesquisa.
Analisar a interação dos alunos alemães e brasileiros por meio dos discursos; Também há o meu tcc, em que alunos brasileiros expõe suas representações acerca da Alemanha e são analisadas questões identitárias emergentes no discurso. Tudo se volta ao discurso e à linguagem.
Uilian Campos
Meus interesses, na época, estavam voltados à pesquisa e ao estudo de Émile Benveniste, considerado (por muitos) o principal teórico dos estudos da Enunciação.
Tatiane Schuster
Na verdade eu me interessei pelo projeto, pois ele envolvia alunos alemães e eu buscava uma pesquisa que se aproximava à lingua alemã.
Uilian Campos
No curso de Letras da Unisinos, posso afirmar que sim, tanto por meio de estudos e de leituras ao longo das disciplinas, quanto por meio de divulgação e fomento em relação à iniciação científica.
Tatiane Schuster
Apenas algumas questões ligadas ao signo (Saussure) apareceram em minhas pesquisas. As demais teorias eram totalmente novas para mim, principalmente Bronckart, que trata do interacionismo sócio discursivo, em que a linguagem é estudada. Acho que isso deveria ser mais abordado no curso de letras.
No que concerne às práticas de linguagem, o conceito visa, é claro, às dimensões particulares do funcionamento da linguagem em relação às práticas sociais em geral, tendo a linguagem uma função de mediação em relação às últimas. No contexto da reflexão sobre a relação dos aprendizes com as práticas de linguagem, em geral, com aquelas que ocorrem nas escolas, em particular, Bautier (1995) forneceu, recentemente, esclarecimentos interessantes para este conceito.
As práticas de linguagem implicam dimensões, por vezes, sociais, cognitivas e linguísticas do funcionamento da linguagem numa situação de comunicação particular. Para analisá-las, as interpretações feitas pelos agentes da situação são essenciais. Estas interpretações dependem da identidade social dos atores e das representações que eles têm dos usos possíveis da linguagem e das funções que eles privilegiam de acordo com sua trajetória.

Neste sentido, as práticas sociais “são o lugar de manifestações do individual e do social na linguagem” (p. 203). Seu caráter é, consequentemente, heterogêneo e os papéis, ritos, normas e códigos que são próprios à circulação discursiva, dinâmicos e variáveis.
A relação dos atores com as práticas de linguagem também varia e a distância que pode separá-los ou, ao contrário, aproximá-los tem efeitos importantes nos processos de apropriação. Estudar o funcionamento da linguagem como práticas sociais significa, então, analisar as diferenciações e variações, em função de sistemas de categorizações sociais à disposição dos sujeitos observados.

Referências:
CHARLIES UILIAN DE CAMPOS SILVA:
Mestrando (01/03/2012 a 28/02/2014)
Foram realizadas por e-mail.
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