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Memorial do Convento, Capítulo III

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by

Laura Costa

on 4 May 2014

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Transcript of Memorial do Convento, Capítulo III

Síntese
Simbologia presente
Número 7:
Totalidade em movimento;
Perfeição;
Sabedoria;
Descanso.

Cobertor da Rainha:
Afastamento;
Frieza.
Passagem
Categorias da narrativa
Espaço:
Ruas da cidade;
Palácio Real.

Tempo:
Prolepse (página 38).

Narrador:
Heterodiegético e omnisciente;
Autodiegético ("...talvez se nos calássemos todos.").
Capítulo III
Memorial do Convento
, de José Saramago

Entrudo e Páscoa
Quaresma
Procissão de penitência
Nobreza
Povo
Sonho da Rainha
Interior do palácio
Ruas da cidade
"(...) sete igrejas visitei (...)"
"(...) coberta já pelo seu cobertor de penas, torna a rezar, reza infinitamente (...)"
"Mas esta cidade, mais que todas, é uma boca que mastiga de sobejo para um lado e de escasso para o outro, não havendo portanto mediano termo entre a papada pletórica e o pescoço engelhado, entre o nariz rabincudo e o outro héctico, entre a nádega dançarina e a escorrida, entre a pança repleta e a barriga agarrada às costas" (página 36)
Passagem
"(...) e o bispo vai fazendo sinaizinhos da cruz para este lado e para aquele, enquanto um acólito balouça o incensório. Lisboa cheira mal, cheira a podridão, o incenso dá um sentido à fetidez, o mal é dos corpos, que a alma, essa, é perfumada." (página 37)
Passagem
"(...)é o infante D. Francisco, de que lugares do sono veio ele e porque virá tantas vezes. Espantou-se-lhe o cavalo, não podia ter sido outra coisa, com o tropear do coche e dos archeiros sobre as pedras da calçada, mas, comparando sonho e sonho, observa a rainha que de cada vez chega o infante mais perto, que quererá ele, e ela que quererá." (página 43)
Trabalho realizado por Laura Costa, n.º19, 12.ºC1
Cavalo
:
"portador da morte e da vida,(...)destruidor e triunfante, (...)nutriente asfixiante".
(in
Dicionário dos Símbolos
, Círculo dos Leitores)
Narrador
Ironia
"(...) mas consolada a alma, e diz o misterioso número, Sete igrejas visitei, tão apaixonadamente o disse (...)" (página 41)

Registo de língua
"(...) berra como o toiro em cio (...)" (página 38);
"(...) é tudo coisa de fornicação (...)" (página 39).
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