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Estudo de caso - Psicologia Hospitalar

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Karla Pontes

on 11 April 2016

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Transcript of Estudo de caso - Psicologia Hospitalar

Obrigado!
A paciente conseguiu se estabilizar e percebeu que a amputação era necessária para sua sobrevivência, e podem existir possibilidades que a façam manter uma vida normal. Apesar disso, é necessário um acompanhamento psicológico contínuo para a ressiginificação de certos aspectos de sua vida cotidiana.

Frankllyn Bruno P. Santos
Karla Lourrana C. Pontes
Valdez Nascimento Brito

Estudo de caso - Psicologia Hospitalar
FATORES DE PROTEÇÃO
Laço entre paciente e familiares visando adaptar-se a sua nova condição;
preparo da equipe multidisciplinar;
O papel do psicólogo como elo de ligação entre o paciente e sua família durante a hospitalização, no período de adaptação e na reabilitação psicossocial.

A.M.S., paciente da UTI, 35 anos, garçonete, mãe de 2 filhos, sendo ela a provedora da casa;
Sofreu um acidente de trânsito e, devido ao atropelamento precisou ter a perna amputada;
Manifesta dificuldades para assimilar o ocorrido e aceitar sua condição, mesmo estando com as funções psíquicas preservadas;
A equipe de psicologia foi acionada para avaliação do estado psíquico da paciente devido à reação que a mesma teve a partir da notícia da amputação;
O estado da paciente era de revolta e não aceitação da sua condição, culpando a equipe por isso;
A paciente sente-se fragilizada e emocionalmente instável devido a uma falta de controle da situação, fantasia sobre como ficará seu corpo perante a sensação de incapacitação, a perda da independência e afastamento do trabalho.

CASO CLÍNICO:
Consciência
- Paciente apresenta-se desperto durante as entrevistas, lúcido porém agitado devido a condição física;
Atenção
- Paciente apresenta pouca concentração no entrevistador e no que lhe é dito, apresentando um estado de hipervigilância;
Orientação
- O paciente sabe fornecer dados de identificação pessoal, informar onde se encontra, dia, mês e ano em que está, estando ciente da sua condição;
Pensamento
- A paciente apresenta pensamentos dotados de ansiedade e agitação, seu estado atual estando muito atrelado à não simbolização dessa perda;
Linguagem
- Paciente consegue se expressar por meio de mensagens claras e bem articuladas em linguagem correta, porém intercalando muitas vezes com palavras de revolta e xingamentos;
Memória
- Sua memória não se encontra afetada pelo ocorrido, lembrando assim de todos os acontecimentos anteriores ao atropelamento. Ficando inconsciente apenas no momento após o acidente devido ao trauma sofrido;
Afetividade
- O paciente é sensível frente à frustração ou satisfação, apresentando ligações afetivas fortes com seus familiares e insatisfação perante a equipe médica.
EXAME DE FUNÇÕES PSÍQUICAS
AVALIAÇÃO PSICOLÓGICA
A paciente relatou que teve apenas doenças que não necessitaram de internação, seu atropelamento foi complicado por ter batido a cabeça e o carro ter passado por cima da sua perna;
Não entende o que os médicos falam sobre o tratamento e principalmente, não entendeu a necessidade da amputação da sua perna, pois acha que com fisioterapia o problema teria sido resolvido de uma maneira mais satisfatória;
Relata que médicos nao se importam com ela, sente-se abandonada pela equipe e não possui esclarecimentos sobre seu caso. Tendo resistências a se comunicar com os profissionais;
Demonstrou dificuldades para assimilar o ocorrido, tendo resistências para aceitar a condição atual;
Não relatou nenhum dado que fosse relevante para a compreenção da situação atual, além de sua necessidade em sustentar os filhos, por ser mãe solteira.
Estresse;
ansiedade pela hospitalização;
sentimento de luto pela perda do membro;
a relação com a equipe de saúde;
os procedimentos dolorosos.
FATORES ESTRESSORES
DEMANDAS DA PSICOLOGIA
Ressignificação da condição atual do paciente;
Elo entre paciente e equipe multiprofissional;
Orientação do sujeito com relação ao seu caso, apresentando-o com transparência;
Elaborar possibilidades de retomada da vida cotidiana.
ESPAÇO RELACIONAL
Ego - sujeito adoecido;
Objeto - Doença (amputação);
Alter - Profissionais da instituição.
ESTRUTURA DO FOCO
Núcleo principal - Não aceitação da condição de doente;
Núcleo adjacente - Retomada da sua vida cotidiana.
CENA TERAPÊUTICA
A cena terapêutica se enquadra de forma a se estabelecer o acompanhamento psicológico através da psicoterapia breve, com visitas diárias em horários parcialmente definidos, no período de sete dias. Período esse no qual o paciente possivelmente estará habilitado a receber alta médica.
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