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Idade Média

O Românico e o Gótico
by

laura ticiane

on 10 July 2013

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Transcript of Idade Média

Idade Média
O Românico e o Gótico
Nomes: Gabriel Marques e Laura de Campos
Turma: 106 N°: 16, 24 Profª: Karla P.
A Idade Média, também conhecida como Período Medieval, corresponde ao período da história europeia que se inicia com a desintegração do Império Romano do Ocidente e que finda no séc. XV.
Românico e Gótico
Arte românica
é o nome dado ao estilo artístico vigente
na Europa
entre os séculos XI e XIII, esse estilo é visto principalmente nas igrejas católicas construídas após a expansão do cristianismo pela Europa e foi o primeiro depois da queda do Império Romano a apresentar características comuns em várias regiões. Até então a arte tinha se fragmentado em vários estilos, sendo o românico o primeiro a trazer uma unidade nesse panorama.
O estilo Gótico
desenvolveu-se na Europa, principalmente na França, durante a Baixa Idade Média e é identificado como a Arte das Catedrais. A partir do século XII a França conheceu transformações importantes, caracterizadas pelo desenvolvimento comercial e urbano e pela centralização política, elementos que marcam o início da crise do sistema feudal. No entanto, o movimento a arraigada cultura religiosa e o movimento cruzadista preservavam o papel da Igreja na sociedade.
Arquitetura: Na arquitetura: Vários portais nas construções, ao invés de apenas um como na arte romântica; o uso da abóbada de nervuras; o uso do arco ogival e os pilares de apoio, que faziam com que as paredes pudessem ser mais finas; e o surgimento dos vitrais coloridos, filtrando a luz externa.
Catedral de Lincoln -- Lincolnshire, Inglaterra
Escultura:
Porta do Sarmental, Catedral de Burgos
Pintura:
A Anunciação -- Gentile de Fabriano, Pinacoteca do Vaticano
Arquitetura:
A Torre de Pisa
Escultura:
capitel: escultura na parte superior das colunas
Pintura:
O Imperador Carlos Magno
A arte gótica surgiu nas proximidades de
Paris
, em uma região chamada Ílede-France, como um resultado da ascensão da burguesia comercial e pelo desenvolvimento de novas técnicas de produção.
Localização: na Europa
Influência da Religião na arte
da Idade Média
Na Idade Média a arte sofreu grande influência religiosa (teocentrismo). As jóias eclesiásticas ganharam força, sendo muito usados escapulários, crucifixos e relicários por ambos os sexos. Apareceram as primeiras sociedades de ourives, os quais se instalaram em guildas (corporações de ourives).
As jóias tinham um simbolismo muito forte, não só religioso, mas também de status e divisão de classes. Existiam leis para o uso das jóias. O esmalte foi uma das técnicas em destaque.
Os anéis eclesiásticos, são usados até hoje por cardeais, bispos e pelo papa. A Burguesia utilizou anéis gravados com monogramas como instrumentos de autenticação de documentos.
Os cintos e broches, além de adornar, eram funcionais. O vestuário também era ricamente adornado. Fios de ouro e gemas eram aplicados às bordas dos tecidos.
As gemas tiveram um papel de destaque. Em uma técnica para realçar sua cor, algumas delas recebiam uma fina camada de metal. Foram criadas leis restringindo o uso desta técnica em conseqüência de seu uso indiscriminado. As pérolas, rubis, safiras, esmeraldas e granadas foram as gemas mais utilizadas. Além do formato cabochão, pedras com facetas começam a surgir. É o período onde a lapidação começou a se desenvolver.
As classes sociais:
Na Idade Média a sociedade compunha-se de três classes sociais: o Clero, a nobreza e o povo.
O Clero
constituía a primeira classe da sociedade medieval.

Basicamente, o Clero divide-se em Clero secular e Clero regular. O Clero secular depende diretamente do Bispo e vive em paróquias. O Clero regular é constituído pelos religiosos que moram em conventos e pertencem às várias ordens e congregações religiosas.
A nobreza
constituía a segunda classe da sociedade medieval.

Sua organização era parecida com a do Clero, não por ter sido copiada, mas porque corresponde ao modelo ideal de uma sociedade hierarquizada, como era a daquela época.

No topo estava o Rei, como Chefe de Estado. Abaixo dele, em ordem decrescente, os vários graus hierárquicos da nobreza: Duques, Marqueses, Condes, Viscondes, Barões. Entretanto, estes diversos graus da nobreza não eram exatamente os mesmos para todos os países. Acima dos reis, como o mais alto titular da Cristandade, estava o Imperador do Sacro Império Romano Alemão.
A terceira classe da sociedade era
o povo.

A ele pertenciam diversas categorias de pessoas. Algumas exerciam o trabalho intelectual, como professores, industriais e comerciantes. Outras o trabalho meramente manual.

Um professor universitário podia ser um homem da plebe, pois seu cargo não era necessariamente preenchido por um clérigo ou um nobre. Em alguns países os professores universitários, depois de um certo tempo no cargo, podiam ser nobilitados.
Rosácea
Vitral:
No entanto a formulação pictórica vai permanecer associada à escultura no sentido em que as figuras são como estátuas projectadas numa superfície plana. O vitral assume um forte carácter abstrato sem efeito tridimensional, profundamente geométrico onde os únicos pormenores permitidos são as delineações a negro dos olhos, cabelos e pregas das roupas.

Após o apogeu do vitral a iluminura de manuscritos volta a assumir o papel principal na representação pictórica que vinha já desde o românico, mas no seu repertório formal passam-se a encontrar referências à arquitectura que até aqui eram muito limitadas. Por um lado as figuras estão integradas num ambiente arquitectónico de fundo onde são evidentes os traços do gótico, por outro lado as figuras exibem um tratamento volumétrico com as mesmas expressões graciosas e posições sinuosas da decoração escultórica da catedral. Mas mesmo neste enquadramento arquitectónico a profundidade e a perspectiva são ainda muito básicos, em grande parte pela contribuição dos contornos a negro das figuras que fazem lembrar as uniões num vitral e que as remetem para um plano bidimensional.
Iluminura
Esta adopção dos elementos do gótico dever-se-à em grande parte à transposição da produção da iluminura dos mosteiros para as oficinas dos centros urbanos onde o gótico habita.
Na última metade do século XIV a influência dos mestres italianos no norte europeu é forte e a iluminura ganha uma estrutura espacial mais harmoniosa.
Arco ogival:
O arco quebrado é um elemento geométrico característico da arquitetura gótica que veio substituir o arco de volta perfeita utilizado no Românico. Geometricamente, a ogiva é mais difícil de ser projetada, no entanto, distribui melhor as forças, aumentando a eficiência do complexo. Trata-se de uma estrutura com dois elementos instáveis (pois cada arco tende a cair em uma direção diferente) que ao se oporem, fortalecem-se. Neste tipo de arco a altura do arco (flecha) é maior do que a largura (luz).
Abóbadas
É uma construção em forma de arco com a qual se cobrem espaços compreendidos entre muros, pilares ou colunas. Compõe-se de peças lavradas em pedra especialmente para este fim, denominadas aduelas, ou de tijolos apoiados sobre uma estrutura provisória de madeira, o cimbre. Embora de uso generalizado no Império Romano, a construção de abóbodas constituiu o principal problema arquitetônico da Idade Média europeia. O desafio de construí-las foi um dos fatores que impulsionaram a evolução da arquitetura ocidental.
Afresco
Afresco é o nome dado a uma obra pictórica feita sobre parede, com base de gesso ou argamassa. Assume frequentemente a forma de mural. Pintura mural mais antiga e resistente da história da arte, que representa para a pintura contemporânea, o que representa o latim para as línguas neolatinas. Trata-se de uma pintura com pigmentos à base de água, feita sobre argamassa ainda fresca de cal queimada e areia. Seu conhecimento se justifica pela sua resistência ao tempo e também pelo retorno ao estudo das origens da arte, consequência de um longo período de procura estilística desenvolvido pelos contemporâneos
Giotto di Bondone
Giotto di Bondone foi um importante pintor e arquiteto italiano do período do Renascimento Cultural. Nasceu em 1266 na cidade de Colle Vespignano (região da Toscana) e faleceu na mesma cidade em 1337.
Principais momentos da vida de Giotto:

-Começou a pintar com apenas 11 anos de idade.
-Em 1280, ingressou numa escola de afrescos na cidade de Roma.
-Entre 1303 e 1310, realizou um dos mais importantes trabalhos, a pintura da Capela degli Strovegni na cidade de Pádua.
-Em 1313, cria um mosaico para a antiga Basílica de São Pedro em Roma.
-Em 1320, chefiou a construção da catedral de Florença.
Temas abordados nas obras:

Destacou como temas de suas obras a figuras dos santos da Igreja Católica. Porém, estes foram retratados como figuras humanizadas com aparência de seres humanos comuns.
Principais obras de Giotto:
O Beijo deJudas, na Capella degli Scovegni
A Lamentação, na Capella degli Strovegni.
Feudos:
Na Europa, durante a Idade Média (século V ao XV) o feudo era um terreno ou propriedade (bem material) que o senhor feudal (nobre) concedia a outro nobre (vassalo). Em retribuição, o vassalo deveria prestar serviços ao senhor feudal, pagar impostos e oferecer lealdade e segurança. Um feudo medieval (território), geralmente, era constituído pelas seguintes instalações: castelo fortificado (residência do nobre e sua família), vila camponesa (residência dos servos), área de plantio, igreja ou capela, moinho, estábulo, celeiro, etc.
Como neste período a propriedade da terra era sinônimo de poder econômico, político e social, eram comuns as guerras e batalhas pela disputa de feudos.
Desenvolvimento Urbano:
O renascimento comercial foi acompanhado pelo desenvolvimento urbano. Como conseqüência disso, surgiu, na Europa medieval, uma nova classe social, a burguesia.
Guildas – Os burgueses ligados às atividades comerciais criaram as guildas, associações de mercadores, para defender seus interesses mercantis e estender seu comércio a outras regiões.
Corporações de ofícios – Por sua vez, os burgueses ligados à industria artesanal criaram as corporações de ofícios, com o objetivo de evitar a concorrência externa e mesmo entre os próprios artesãos.
Rei-burguesia – A rica burguesia mercantil, cuja fonte de riqueza era o comércio, aliou-se ao rei na luta pela centralização do poder político, pois acreditava que, quanto mais forte fosse o Estado, maior defesa e proteção o governo daria ao comércio nacional. Essa aliança rei-burguesia acelerou o processo de formação das monarquias nacionais ou Estados modernos, fortes e capazes de promover a expansão comercial européia. Mas o sistema feudal levaria ainda muito tempo para desaparecer totalmente e ser definitivamente substituído pelo sistema capitalista.
Vestuário:
Poucas pessoas se podiam dar ao luxo de se vestirem com elegância, e durante a maior parte do séc. XVI os homens e as mulheres que o faziam copiavam os modelos usados na corte de Espanha. No entanto, nos finais do século, o centro da moda deslocou-se para Paris, donde eram enviadas pequenas bonecas, vestidas segundo a última moda, a quem desejava segui-la e, de acordo com o grupo social onde se inseriam, assim era o seu vestuário.
Nobreza
As rainhas tinham, regra geral, armários atulhados de magníficos vestidos, muitos deles bordados a ouro e pedras preciosas. Os reis também se vestiam luxuosamente pois a riqueza dos trajes era uma das formas utilizadas pelos monarcas para cultivarem a obediência dos seus súbditos.
Clero
O Clero vestia vestidos escuros e compridos de lã, com capas igualmente escuras e compridas, alguns andavam descalços, outros calçados com sapatos de couro e possuíam terços e adereços da sua religião. O Clero mais rico possuía vestuário rico de acordo com a sua condição.
Povo
O povo fazia as suas próprias roupas, fiando e tecendo em casa. Os camponeses usavam um vestuário simples, feito com tecidos de linho ou de lã.Os Homens usavam um saiote de burel (tecido grosseiro), meias ou calças a proteger as pernas; na cabeça, um chapéu de palha ou de pano; no Inverno usavam um manto com capuz que lhes caía sobre os ombros e terminava numa ponta. Andavam descalços ou calçavam uma espécie de sandálias (abarcas) ou então botas de couro, untadas de sebo.
A Idade Média começou com a queda do Império Romano do Ocidente, no fim do século V, e durou até o século XV. No início as roupas eram feiras em casa. As famílias criavam ovelhas e cultivavam o linho.
Quando as cidades começaram a crescer, surgiram lojas especializadas, dirigidas por tecelões, alfaiates, remendões e outros artesões que faziam roupas. No século XII, esses artesãos organizaram -se em corporações chamadas guildas.
As mulheres começaram a usar vestidos compridos, e justos no busto. Os homens vestiam calções soltos debaixo da túnica, além de vários tipos de coberturas para as pernas. Nos séculos XII e XIII, as mulheres punham redes nos cabelos, usavam véus e panos para cobrir o pescoço, como algumas ordens de religiosas usam até hoje. Os homens usavam na cabeça capuzes com pontas compridas. Tanto homens quanto mulheres vestiam um
a sobreveste copiada dos trajes dos cruzados.
Durante o século XIV, as roupas das classes dominantes ganharam muitos enfeites e acessórios, como botões e cintos ornamentados com pedrarias. Os tecidos variavam de acordo com a classe social.
Nobreza:
Os muito ricos vestiam seda e enfeitavam suas roupas com peles valiosas.
Homem Nobre

Pelote com longas cavas
Touca de pano ou seda
Manto ou capa
Saio justo ao corpo;
Mulher Nobre


Touca sobre o lenço passado
ou véu passado sobre o queixo
Vestido justo de manga larga
O pão era o alimento básico, seguido por outros alimentos fabricados a partir de cereais, como o mingau e as massas. A carne era mais prestigiosa e mais cara que os grãos e que os vegetais. Entre os temperos comuns estavam o vertjus, suco extraído de uvas não maduras, o vinho e o vinagre. Estes, juntamente com a utilização muito difundida de mel ou açúcar, deu a muitos pratos um sabor agridoce. Os mais populares tipos de carne eram de porco e frango, enquanto a carne bovina, que exigia um maior investimento em terras, era menos comum. Bacalhau e arenque estavam entre os principais da população do norte, mas uma grande variedade de outros peixes de água salgada e de água doce também serviam de alimento. Amêndoas, tanto doces quanto amargas, eram utilizadas inteiras como guarnição, ou mais comumente trituradas e usadas como um espessante de sopas, ensopados, e molhos. Particularmente popular era uma bebida leitosa feita de amêndoas trituradas, chamada de leite de amêndoa, que era um substituto comum para o leite animal, utilizado para cozinhar durante a Quaresma e os jejuns da Igreja Católica Romana.
Cozinha Medieval
O transporte lento e as ineficientes técnicas de preservação dos alimentos impediam o comércio de longa distância de muitos alimentos. Na maioria dos casos, somente os ricos, especialmente a nobreza, podiam adquirir ingredientes importados, tais como especiarias. Devido a esses fatores, a cozinha dos nobres era mais propensa à influência estrangeira do que a de pessoas mais pobres. Como cada nível da sociedade imitava o nível acima, as inovações resultantes do comércio internacional e das guerras estrangeiras gradualmente se espalharam através da classe média-alta das cidades medievais.
Em uma época em que a fome era comum e as hierarquias sociais eram muitas vezes brutalmente forçadas, o alimento era um importante indicador do estatuto social de forma que não há equivalente hoje na maioria dos países desenvolvidos. À parte da indisponibilidade econômica dos luxos, como especiarias, decretos declaravam ilegal o consumo de certos alimentos por determinadas classes sociais, e leis suntuárias limitavam o consumo conspícuo entre os nouveaux riches , pessoas que se tornaram ricas, e que não faziam parte da nobreza. Normas sociais também impunham que o alimento da classe trabalhadora fosse menos refinado, já que se acreditava que havia uma semelhança divina ou natural entre o trabalho e os alimentos das pessoas; assim, trabalho manual requeria alimentos mais vulgares e mais baratos.
Acessórios Medievais:
As jóias eram feitas principalmente com ouro e prata, e utilizavam muito o esmalte, pérolas e pedras para a decoração de seus produtos.
O ouro era visto como o mais prestigiado metal, a prata, era vista como substitutos mais pobres e mais adequado para as classes baixas.

Uma grande proporção de ouro usado na produção medieval foi reciclada os ourives usavam moedas antigas, jóias ou outros objetos de ouro como matéria-prima.
Durante a idade média, todas as jóias produzidas na Europa foram feita principalmente para a corte dos imperadores bizantinos, conseqüentemente, o ouro foi pouco divulgado no mundo ocidental.

A influência dos bizantinos caracteriza o design de jóias em toda a Idade Média. Uma dessas distinções foi a maior utilização de pedras, com a função de dar cor as jóias. A esmaltação era usada quando queriam uma cor que não existia na pedra natural .
O ouro nesta época vinha na maior parte dos países árabes através do comercio,e então distribuído por toda a Europa. A Prata, ao contrario do ouro, era produzida em grande escala na Europa, e até mesmo exportada. As pedras preciosas também foram adquiridas através de negociações estrangeiras.
As pedras mais utilizadas na joalheria medieval eram rubis, safiras, esmeraldas, turquesas e diamantes que vieram principalmente do Oriente
A Europa também produziu uma variedade de gemas e pedras semi-preciosas no final da Idade Média. A maior fonte de ametistas eram da Alemanha e a da Rússia. O cristal de rocha veio da Alemanha, Suíça e França, opalas e granadas, da Europa Oriental. Apesar da idade média não ter produzido tanta jóia como a era anterior ela serviu em muito para lançar novas idéias e estilos. As pessoas usavam a túnica como vestimenta e ela era longa e de manga comprida, a nobreza mostrava o status social através das jóias. Nesta época surgiu o broche que servia para segurar as túnicas usadas por homens e mulheres,esses eram bem grandes e muitas vezes esmaltados. A tiara para enfeitar os cabelos e fitas de ouro era outro truque de adorno, anéis eram usados em todos os dedos e não podemos esquecer das fivelas de sapatos.
Importância das Cruzadas:
• Campo Econômico
As Cruzadas se apresentavam como um contra-ataque da Europa Cristã para romper o cerco muçulmano que estivera submetida desde o século VIII.

• Campo Social
Foram, também, uma forma de aliviar a pressão demográfica no continente que ameaçava destruir o feudalismo.

• Campo Religioso
Para a Igreja Católica o movimento significou a possibilidade para expansão da sua fé.
Com as cruzadas foi criada uma ordem dentro da igreja catolica chamada cavaleiros templarios, esta ordem criou o que hoje é o nosso sistema bancario moderno, acredito que este é o maior legado; Foi a primeira tentativa de unir a Europa. Foi o gérmem da União Européia. Disseminou o conhecimento da matemática, possibilitou aos europeus conhecer às especiarias árabes etc.
Curiosidades sobre o Românico e o Gótico em relação ao Rio grande do Sul
Igreja de características góticas:

São as Catedrais.Tem predominância vertical e fazem alusão aos céus. São tão belas
por fora quanto por dentro, são pontudas por excelência. Muito bem iluminadas,
com abuso de vitrais, seu ponto forte é a rosácea (um vitral aredondado encontrado na
parte frontal da Igreja), seu teto por dentro é constituído por abóbadas e seus portais
possuem arcos mais pontudos, elevados, mais conhecidos como ogivais.
A “Catedral de Pedra de Canela” como é conhecida, possui estilo gótico, a Igreja Matriz da cidade, está situada bem no centro de Canela, na Praça da Matriz e atualmente é um dos pontos turísticos mais visitados do Rio Grande do Sul.
Igreja de características românicas:
Parecem fortalezas e tem isso como finalidade, são quadradas, pesadas. Seus portais possuem arcos perfeitos e seus tetos geralmente acompanham este formato. São belíssimas por dentro e ameaçadoras por fora. A grande maioria é feita em pedra e tem pouca luz. Muitas dessas Igrejas tem em sua fachada um frontão triâgular. Um exemplo disso são os mosteiros, a Igreja de Aparecida do Norte e as Igrejas de Roma (obviamente). Lembrando que o nome "românica" provém também da semelhança na sua arquitetura com "alguns" templos greco-romanos.
O prédio da Igreja Evangélica de Confissão Luterana de Santa Cruz do Sul
Finalização:
A Idade Média e os temas medievais são usados até hoje em histórias reais ou fantásticas que chegaram até nós. Assim, os contos de fada, com suas princesas, castelos, dragões e reis, são geralmente ambientadas na Idade Média. Ainda ouvimos falar também da bravura dos cavaleiros das Cruzadas, que atravessaram o Oriente Médio e a Europa para lutar contra os infiéis. Muitos rituais católicos têm origem medieval. Enfim, a Idade Média é uma fonte de histórias infantis, de lendas, filmes, jogos e videogames. Mas ela se compôs fundamentalmente de fatos reais.
Por isso, devemos separar a realidade da imaginação. As pessoas, hoje em dia, têm uma visão idealizada desse passado, que foi recriado no imaginário da humanidade durante os últimos séculos. Por exemplo, muitos contos de fada foram escritos por autores românticos do século 19, tendo como base histórias do folclore que eram contadas por diversos povos ao longo dos séculos.

Desse modo, os autores românticos inventaram um passado medieval cercado de ricos castelos e belas princesas. Isso estava dentro de um ideal artístico, que, no entanto, estava longe de espelhar a realidade da maioria da população que vivia naquele período.

É um elemento arquitectónico ornamental usado no seu auge em catedrais durante o período gótico. Dentro do eixo condutor deste período artístico, a rosácea transmite, através da luz e da cor, o contacto com a espiritualidade e a ascensão ao sagrado.
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