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Cristiana De Muylder

Inteligência Competitiva - 2310 - FUMEC
by

Cristiana De Muylder

on 13 November 2012

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Transcript of Cristiana De Muylder

Inteligência competitiva - PPG FACE FUMEC Inteligência Tema Inteligência Definição: ela é a habilidade de se adaptar efetivamente ao ambiente, seja fazendo uma mudança em nós mesmos ou mudando o ambiente ou buscando um novo ambiente - Enciclopédia Britânica, 2012. Inteligência não é um processo mental único, mas sim uma combinação de muitos processos mentais dirigidos à adaptação efetiva do ambiente. Componentes da inteligência
Sabbatini, 2012 O mundo interno - cognição:
processos para decidir o que fazer e o quão bem feito foram os processos para aprender como fazer A integração dos ambientes internos e externos através da experiência:
a habilidade de se adaptar às novas situações ou processos para criar objetivos
planejamento de mudança dos processos cognitivos pela experiência externa O mundo externo - percepção e ação:
adaptação a ambientes existentes de modelagem de ambientes existentes
seleção de novos ambientes quando os antigos se provam insatisfatórios A expressão inteligência competitiva pode ser definida, segundo Queyras e Quoniam (2006), como um processo de aprendizagem motivado pela competição, fundada sobre a informação que permite a otimização da estratégia da organização a curto e longo prazo. Queyras e Quoniam (2006) Entretanto, uma versão simplificada do conceito de inteligência competitiva mais próximo do senso comum seria, ainda, apresentada por Tarapanoff (2001, p. 45): É informação sobre produtos específicos e tecnologia. Também é monitoramento de informação externa que afeta o mercado da organização, como, por exemplo, a informação econômica, regulatória, política e demográfica. A inteligência competitiva, para a autora, é composta de diversos tipos de informação – tecnológica, ambiental e sobre o usuário, competidores, mercados e produtos, conceito complementado com a visão de um processo sistemático que transforma pedaços esparsos de dados em conhecimento estratégico. De um ponto de vista mais conceitual de interesse da ciência da informação (CI), Tarapanoff (2001) esclarece que a inteligência competitiva representa uma nova síntese teórica no tratamento da informação para a tomada de decisão nas organizações, uma metodologia que permite o monitoramento informacional da ambiência e, quando sistematizada e analisada, a tomada de decisão. Tarapanoff (2001) Outra visão interessante é a de Santos (2000), que define o problema de modo bastante simples e didático: em geral, as organizações têm dificuldade não para coletar e armazenar informações para tomada de decisão, mas sim para processá-las de modo a se tornarem úteis no processo. Ou seja, o problema se deve à falta de entendimento sobre o fim a que se destina a informação: o consumo e não o estoque. Santos (2000) McGee e Prusak (1994) e Porter (1986) tendem a encaixar a inteligência competitiva numa visão de planejamento estratégico, como a da necessidade de se desenvolver um sistema de inteligência sobre os concorrentes. McGee e Prusak (1994) e Porter (1986) Kahaner (1997, p. 23-30) argumenta que a inteligência competitiva deve constituir um programa formalizado e ter como objetivos, entre outros:
a) antecipar mudanças no mercado e nas ações dos competidores;
b) descobrir novos ou potenciais competidores;
c) aumentar as opções e a qualidade das empresas alvo de aquisições;
d) aprender sobre novas tecnologias, produtos e processos que afetam os negócios da organização;
e) aprender sobre mudanças políticas, legislativas ou regulatórias que podem afetar os negócios;
f) entrar num novo negócio;
g) olhar as próprias práticas de negócio com mente aberta; e
h) auxiliar na implementação das mais atuais ferramentas de gestão.  Esse autor observa que a inteligência competitiva há muito integra a política industrial japonesa e está se tornando um componente oficial das políticas industriais de vários países europeus e dos EUA, ressaltando que apesar de o número de empresas americanas praticando inteligência competitiva ainda ser relativamente pequeno, ela é a disciplina corporativa de crescimento mais rápido atualmente. Conforme Kahaner (1997), a inteligência competitiva (IC) tem se tornado a última arma na guerra mundial da economia, que coloca nação contra nação, deslocando o eixo de poder das armas de destruição tradicionais em direção a armas econômicas baseadas no uso da inteligência nas organizações. Kahaner (1997) O conceito de inteligência, neste artigo, situa-se no ambiente das organizações e é o mesmo de Fuld (1994, p. 24):
proposições que permitem tomar decisões.
O argumento central para a defesa desse conceito se baseia no argumento que é a inteligência, e não a informação, que auxilia o administrador a tomar decisões corretas no ambiente corporativo. Fuld (1994) INTELIGÊNCIA COMPETITIVA Conceitos e reflexões Davenport (2000) prevê a inteligência competitiva como uma visão em sua concepção holística de ambiente informacional (ecologia da informação). Davenport (2000) Conceitos Exercício Aula 1 + Aula 2 Análise dos termos nos 6 textos:
inteligência
inteligência competitiva Dois grandes grupos - apresentar 10 minutos
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