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TIPOS DE FLORA EMPREGADA NO PAISAGISMO

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by

Mateus Rodrigues

on 19 March 2014

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Transcript of TIPOS DE FLORA EMPREGADA NO PAISAGISMO

DEFINIÇÃO
Flora é o conjunto de espécies vegetais (plantas, árvores, arbustos, palmeiras, forrações, etc) de uma determinada região ou ecossistema específico.
TIPOS DE FLORA EMPREGADA
NO PAISAGISMO

Agave-dragão – Agave attenuata
Nome Científico:
Agave attenuata
Nomes Populares:
Agave-dragão, Tromba-de-elefante
Família:
Agavaceae
Categoria:
Arbustos, Arbustos Tropicais, Plantas Esculturais
Origem:
América do Norte, México
Altura:
1.2 a 1.8 metros
Luminosidade:
Sol Pleno
Ciclo de Vida:
Perene



Flor de Natal – Euphorbia pulcherrima
Nome Científico:
Euphorbia pulcherrima

Nomes Populares:
Poinsétia, Bico-de-papagaio, Flor-de-natal, Flor-de-páscoa, Flor-de-são-joão, Folha-de-sangue
Família:
Euphorbiaceae
Categoria:
Arbustos, Arbustos Tropicais, Flores Perenes
Clima:
Equatorial, Subtropical, Tropical
Origem:
América do Norte, México
Altura: 0.4 a 0.6 metros, 0.6 a 0.9 metros, 0.9 a 1.2 metros, 1.2 a 1.8 metros, 1.8 a 2.4 metros, 2.4 a 3.0 metros

Luminosidade:
Meia Sombra, Sol Pleno
Ciclo de Vida: Perene


USO PAISAGISTICO:


O agave-dragão é uma planta muito utilizada no paisagismo, em composição com outras plantas ou em maciços. Tem folhas suculentas verde-claras com superfície acinzentada. Pode emitir uma inflorescência longa e cilíndrica com muitas flores. Com o tempo, surgem desta inflorescência, diversas mudas de novos agaves-dragão.
Bromélia-zebra – Aechmea chantinii
Nome Científico:
Aechmea chantinii

Nomes Populares:
Bromélia-zebra,
Família: Bromeliaceae
Categoria:
Bromélias, Flores, Flores Perenes, Folhagens
Clima:
Equatorial, Subtropical, Tropical
Origem:
América do Sul, Brasil, Peru
Altura:
0.4 a 0.6 metros, 0.6 a 0.9 metros

Luminosidade:
Meia Sombra
Ciclo de Vida: Perene

USO PAISAGISTICO:


Essa bromélia é bastante popular no paisagismo tropical. Ela acrescenta uma textura diferente e uma padrão singular a canteiros e maciços em locais semi sombreados, como sob a copa das árvores ou margeando muros. As inflorescências de cor vermelho vivo são extremamente duráveis e dão um toque de contraste ainda mais especial a esta planta. É muito utilizada também em vasos, adornando interiores bem iluminados.

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Clima:
Equatorial, Subtropical, Tropical
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agavea palito
agavea azul
agavea americana
TÉCNICAS USO E MANEJO:


Deve ser plantado a pleno sol, com solo fértil, drenável e com regas regulares. O agave-dragão viceja com muito mais facilidade no calor. Combina muito bem com jardins geométricos e tropicais.
USO PAISAGISTICO:


Esta planta já passou por um intenso melhoramento genético, que lhe conferiu muitos cultivares. Sua folhagem pode variar, na textura, no porte e no tamanho. As flores, que na verdade são brácteas (folhas modificadas), podem ser de coloração vermelha, rosa, amarela, branca ou mescladas, e variam quanto à forma e textura de acordo com o cultivar. A floração ocorre no outono, por decréscimo das horas de luz. Em cultivos comerciais, esta redução da luz é artificial, para que possamos apreciá-la no natal e em outras épocas do ano.
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TÉCNICAS USO E MANEJO:


De utilização versátil, a poinsétia está sendo muito cultivada em vasos para a decoração de natal, principalmente a de coloração vermelha. Ela ainda presta-se como arbusto isolado no jardim ou em conjunto. Tolerante à poda, ela ainda fica com o aspecto mais denso se submetida periodicamente à este manejo.

Devem ser cultivados a pleno sol, em solo fértil, drenável e enriquecido com matéria orgânica, com regas regulares. Não tolerante à geadas. Multiplica-se por estaquia.
GRADUANDOS:
Ana Claudia Sallum
Isabella Martin
Lucas Correa
Juliano Marcel
Mateus Rodrigues

Paisagismo, Parques e Jardins
Prof. Gustavo Beruski

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TÉCNICAS USO E MANEJO:
Deve ser cultiva sob meia-sombra, em substrato próprio para epífitas, leve e bem drenável, enriquecido com matéria orgânica e irrigado regularmente. Mantenha o “copo” da bromélia constantemente com água, evitando assim que a planta desidrate. Às raízes, ao contrário, podem ser molhadas esporadicamente, pois tem função mais de fixação do que de absorção nesta espécie. Fertilize com adubos foliares próprios para epífitas, bem diluídos e preferencialmente orgânicos. Teme caldas fungicidas à base de cobre, portanto não aplique calda bordalesa ou cuprocálcica em bromélias. Multiplica-se por sementes e mais facilmente pela divisão das mudas que se formam a partir do rizoma, entorno da planta mãe.
Espécies : seringueira, annona, attalea, fabaceae. 
Espécies : cecropia, cleome, combretum, sicana, cucumis, dioclea, abrus, acácia.
Espécies : pau-brasil, bromélias, palmito-juçara, quaresmeira, begônias, citronela, salvia, acácia, passiflora.
Espécies : : jacarandá, terminalia, connarus, andirá, salácia, Antonia, miconia, rustia formosa.
A Flora brasileira 

É um termo muito utilizado em paisagismo. A flora numa determinada região pode ser muito rica, ou seja, com muita variedade de espécies. É o que acontece com a flora brasileira, pois em nosso país existem diversos ecossistemas. Cada ecossistema possuí flora específica, adaptada às condições ambientais da região.
Amazonas
Cadeira-de-sogra – Echinocactus grusonii
USO PAISAGISTICO:


Pode ser usado, isolados, cercas vivas, em composição com agaveas, bromélias, seixos, pedras e rochas.
TÉCNICAS USO E MANEJO:
Deve ser cultivada em solo permeável, regado periodicamente, a pleno sol ou a meia-sombra. Não tolera o frio ou geadas. Multiplica-se por sementes.
Nome Científico:
Echinocactus grusonii
Nomes Populares:
Cadeira-de-sogra, Cacto-bola, Poltrona-de-sogra
Família:
Cactaceae
Categoria:
Cactos e Suculentas
Clima:
Equatorial, Semi-árido, Subtropical, Tropical
Origem:
América do Norte, México
Altura:
0.6 a 0.9 metros
Luminosidade:
Sol Pleno
Ciclo de Vida:
Perene

Samambaia-paulista – Nephrolepis pectinata
USO PAISAGISTICO:


Pode ser usado, interiores e sombreados dos jardins e embaixo de árvores.
TÉCNICAS USO E MANEJO:
É resistente ao frio e muito vigorosa, tornando-se planta invasora em muitos casos. Como as outras samambaias, aprecia a umidade e o calor. Deve ser cultivada a meia-sombra ou sombra em substrato leve e enriquecido com matéria orgânica, com regas freqüentes. Multiplica-se por esporos e divisão das touceiras.
Nome Científico:
Nephrolepis pectinata
Nomes Populares:
Samambaia-paulista, Escadinha-do-céu, Rabo-de-gato
Família:
Davalliaceae
Categoria:
Folhagens, Forrações à Meia Sombra
Clima:
Equatorial, Oceânico, Subtropical, Tropical
Origem:
América do Norte, América do Sul, Ásia, Chile, Japão, México, Nova Zelândia, Oceania
Altura:
0.3 a 0.4 metros, 0.4 a 0.6 metros
Luminosidade:
Luz Difusa, Meia Sombra
Ciclo de Vida:
Perene

Rosa-rugosa – Rosa rugosa
USO PAISAGISTICO:

A rosa-rugosa é uma planta arbustiva, decídua e muito florífera, que encanta por sua rusticidade e beleza. Apresenta caules múltiplos, que brotam a partir das raízes, e ramagem muito densa, tomentosa e espinhenta. Os acúleos recobrem toda a extensão dos ramos e são curtos, retos e pontiagudos. As folhas são compostas, com 5 a 9 folíolos ovalados e de textura rugosa, como o próprio nome diz. A princípio verde-escuras, as folhas passam ao amarelo antes de cair, com o adentrar do outono. As flores surgem no verão e outono, são simples ou dobradas, perfumadas e de cor lilás, rosa ou mais raramente branca. Os frutos parecem pequenos tomates, são vermelhos e decorativos também.
TÉCNICAS USO E MANEJO:
Deve ser cultivada sob sol pleno, em solo fértil, leve, bem drenável, enriquecido com matéria orgânica e irrigado periodicamente. A roseira-rugosa é oriunda de regiões costeiras e por este motivo apresenta perfeita adaptação ao litoral, resistindo à maresia, ventos, solo arenoso e salino e outras intempéries próprias destes locais. Ela aprecia temperaturas amenas e portanto é indicada para regiões de clima subtropical. Multiplica-se por estaquia e por divisão das touceiras.
Nome Científico:
Rosa rugosa
Nomes Populares:
Rosa-rugosa, Roseira-rugosa
Família:
Rosaceae
Categoria:
Arbustos, Cercas Vivas, Flores Perenes
Clima:
Continental, Mediterrâneo, Oceânico, Subtropical, Temperado
Origem:
Ásia, China, Coréia do Norte, Coréia do Sul, Japão, Sibéria
Altura:
0.9 a 1.2 metros, 1.2 a 1.8 metros, 1.8 a 2.4 metros
Luminosidade:
Sol Pleno
Ciclo de Vida:
Perene


Palmeira-leque – Licuala grandis
USO PAISAGISTICO:

É uma espécie de crescimento lento, sendo mais utilizada e conhecida decorando ambientes internos bem iluminados, envasada, como uma folhagem estonteante. Há que se tomar o cuidado de colocá-la em ambientes bastante amplos, pois pode facilmente ficar desproporcional ao local. É possível também utilizá-la no jardim, inclusive sob sol pleno, ao contrário do que muitos podem falar. O importante é que neste caso se atenda a um principal requisito, o local de plantio deve ser tipicamente tropical, ou seja, quente e úmido. Desta forma, pode ser aproveitada isolada, como destaque, ou formar fileiras, grupos e pequenos conjuntos. Exige pouca manutenção, que consiste na remoção das folhas velhas e secas e fertilizações regulares durante as estações quentes. O reenvase bienal também faz parte da rotina de manutenção das palmeiras-leque cultivadas em vasos. Suas folhas se prestam ainda para inusitados arranjos florais, podendo ser utilizadas inteiras ou recortadas.
Nome Científico:
Licuala grandis
Sinonímia:
Pritchardia grandis
Nomes Populares:
Palmeira-leque, Licuala, Palmeira-licuala, Palmeira-liquala, Totuma, Licuala-grande, Palmeira-leque-japonês
Família:
Arecaceae
Categoria:
Árvores, Palmeiras
Clima:
Equatorial, Subtropical, Tropical
Origem:
Oceania, Vanuatu
Altura:
1.8 a 2.4 metros, 2.4 a 3.0 metros, 3.0 a 3.6 metros
Luminosidade:
Meia Sombra, Sol Pleno
Ciclo de Vida:
Perene


TÉCNICAS USO E MANEJO:
Deve ser cultivada sob sol pleno ou meia sombra, em solo fértil, drenável, enriquecido com matéria orgânica e irrigado regularmente. Aprecia o calor e umidade tropicais. Não resiste às geadas, estiagem ou frio intenso. Em locais de clima quente e seco, é primordial conduzi-las sob meia sombra.

Pode ser cultivada em regiões litorâneas, mas é interessante protegê-la dos ventos fortes, que rasgam suas folhas, estragando seu magnífico aspecto. Multiplica-se por sementes recém colhidas, despolpadas e escarificadas, postas a germinar em substrato arenoso, mantido úmido. Germina em cerca de 120 dias.
Bambu-mossô – Phyllostachys pubescens
USO PAISAGISTICO:

É utilizada em ambientes internos, costuma-se usar a planta como um elemento decorativo para salas, geralmente se colocando no canto, como uma forma de inserir um toque de verde na decoração da sua casa. Outra maneira de se utilizar esse vegetal é nor jardim, efetivamente como uma planta de paisagismo. Quando ao ar livre, a planta adquire um tamanho maior por receber mais luz solar, além de exibir um aspecto muito mais verdejante
Nome Científico:
Phyllostachys pubescens
Nomes Populares:
Bambu-mossô, Mossô
Família:
Poaceae
Categoria:
Arbustos, Folhagens
Clima:
Equatorial, Oceânico, Subtropical, Tropical
Origem:
Ásia
Altura:
acima de 12 metros
Luminosidade:
Meia Sombra, Sol Pleno
Ciclo de Vida:
Perene
TÉCNICAS USO E MANEJO:
O bambu-mossô prefere solos bem permeáveis e férteis, principalmente quando novos. Desenvolve-se melhor a sol-pleno e tolera interiores, desde que bem iluminados. As regas devem ser semanais. Reproduz-se pela emissão de novos colmos pelo rizoma, que interliga muitos colmos entre si. Por isso, os primeiros colmos são mais finos e à medida que o número de colmos aumenta, sua grossura e altura também aumentam. A grossura da base da nova brotação será sua grossura definitiva e, assim que soltar as primeiras folhas, não crescerá mais em altura.
O bambu-mossô é um tipo de bambu com rizoma leptomorfo (rizoma de bosque), ou seja, não forma touceiras como a maioria dos bambus, mas permite que se ande pelos espaços abertos. Os que formam touceiras têm o rizoma paquimorfo (rizoma de moita).
Referencias bibliográficas :

Botanica aplicada ao paisagismo e arborização urbana. INCISA/IMAM - Aula Prof. Marcelo Antoniel.
http://pt.slideshare.net/vagnojunior03/tipos-devegetaisaplicadosaopaisagismo-aula-2508.

http://www.jardineiro.net/plantas/agave-dragao-agave-attenuata.html
http://www.jardineiro.net/plantas/poinsetia-euphorbia-pulcherrima.html
http://www.jardineiro.net/plantas/bromelia-zebra-aechmea-chantinii.html
http://www.jardineiro.net/plantas/cadeira-de-sogra-echinocactus-grusonii.html
http://www.jardineiro.net/plantas/samambaia-paulista-nephrolepis-pectinata.html
http://www.jardineiro.net/plantas/rosa-rugosa-rosa-rugosa.html
http://www.jardineiro.net/plantas/palmeira-leque-licuala-grandis.html
http://www.jardineiro.net/plantas/bambu-mosso-phyllostachys-pubescens.html

Jacarandá-mimoso – Jacaranda mimosaefolia
USO PAISAGISTICO:

É uma árvore maravilhosa para a arborização urbana, caracterizada pela rusticidade, floração decorativa e crescimento rápido. Pode ser utilizada na ornamentação de ruas, calçadas, praças e parques, pois suas raízes não são agressivas. É largamente utilizada no paisagismo, adornando pátios e jardins residenciais ou públicos, filtrando moderadamente a luz do sol.
Nome Científico:
Jacaranda mimosaefolia
Nomes Populares:
Jacarandá-mimoso, Carobaguaçu, Jacarandá
Família:
Bignoniaceae
Categoria: Árvores, Árvores Ornamentais
Clima:
Continental, Mediterrâneo, Subtropical, Tropical
Origem:
América do Sul, Argentina
Altura:
acima de 12 metros
Luminosidade:
Sol Pleno
Ciclo de Vida:
Perene
TÉCNICAS USO E MANEJO:
Deve ser cultivada sob sol pleno, em solo fértil, bem drenável, enriquecido com matéria orgânica e irrigado no primeiro ano após o plantio. Adapta-se a uma ampla variedade de locais, mas aprecia o clima subtropical. Quando jovem, não tolera frio excessivo, mas torna-se mais resistente ao frio com o tempo. Não necessita podas ou qualquer tipo de manutenção. Não tolera secas prologadas, ventos fortes ou a salinidade no solo. É resistente à poluição urbana moderada e à maioria das enfermidades. Multiplica-se por sementes.
Pau-brasil – Caesalpinia echinata
USO PAISAGISTICO:

Atualmente o pau-brasil é uma espécie ameaçada de extinção, que é dificilmente encontrada em seu habitat natural. Esta escassez se deve à intensa exploração que sofreu no passado, quando sua madeira era utilizada para extração de corantes. Apesar disso está sendo largamente utilizada no paisagismo urbano, devido às suas qualidades ornamentais, e é comum sua aplicação em parques públicos e amplos jardins residenciais.
Nome Científico:
Caesalpinia echinata
Nomes Populares:
Pau-brasil, Arabutá, Brasileto, Ibirapiranga, Ibirapita, Ibirapitanga, Imirá-piranga, Muirapiranga, Orabutã, Pau-de-pernambuco, Pau-de-tinta, Pau-pernambuco, Pau-rosado, Pau-vermelho, Sapão
Família:
Fabaceae
Categoria:
Árvores, Árvores Ornamentais, Bonsai
Clima:
Equatorial, Subtropical, Tropical
Origem:
América do Sul, Brasil
Altura:
acima de 12 metros
Luminosidade:
Sol Pleno
Ciclo de Vida:
Perene
TÉCNICAS USO E MANEJO:
Deve ser cultivado sob sol pleno, em solo fértil, enriquecido com matéria orgânica e muito bem drenado. Durante o primeiro ano recomenda-se a proteção da muda, em local semi-sombreado. Adubações anuais estimulam uma intensa floração. Multiplica-se por sementes, que germinam com facilidade, não sendo necessária a quebra de dormência.
Ipê-roxo – Tabebuia impetiginosa
USO PAISAGISTICO:

O ipê-roxo é uma ótima árvore ornamental para arborização urbana, de crescimento moderado a rápido, que não possui raízes agressivas. Pode tornar-se inconveniente durante a quedas das folhas ou flores, provocando sujeira na via pública ou ao alcançar a fiação elétrica ou de telefone, devido a sua altura, que podem ultrapassar 12 metros. Sua floração é maravilhosa e recompensadora e atrai polinizadores, como beija-flores e abelhas.
Nome Científico:
Tabebuia impetiginosa
Nomes Populares:
Ipê-roxo, Cabroe, Casquinho, Ipê, Ipê-de-flor-roxa, Ipê-mirim, Ipê-preto, Ipê-rosa, Ipê-roxo-da-mata, Ipê-tabaco, Ipê-una, Ipê-uva-roxa, Ipeúva-roxa, Pau-d'arco, Pau-d'arco-roxo, Peúva, Peúva-roxa
Família:
Bignoniaceae
Categoria:
Árvores, Árvores Ornamentais
Clima:
Equatorial, Subtropical, Tropical
Origem:
América do Sul
Altura:
6.0 a 9.0 metros
Luminosidade:
Sol Pleno
Ciclo de Vida:
Perene
TÉCNICAS USO E MANEJO:
Devem ser plantadas sob sol pleno ou meia-sombra, em covas amplas, bem preparadas com esterco de curral curtido e NPK. Irrigações periódicas durante o primeiro ano de implantação são importantes. As árvores adultas são muito tolerantes à períodos de seca. O ipê-roxo aprecia climas quentes, mas pode ser cultivada em regiões subtropicais, tendo nestes casos uma redução na velocidade de crescimento. Multiplica-se por sementes e estaquia.
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Samambaia chifre de viado
Samambaia metro
Samambaia gigante
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