Atividade final - Disciplina Prof. Cristina - Letícia Moraes

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by Letícia Moraes19 views·Updated Jun 17, 2021

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  1. Letícia e hoje eu vou apresentar um texto Diana Silva,
  2. que foi publicada em dois mil e dezesseis em que
  3. o títuloé sobre o curso de Sociologia Geral, Notas
  4. de leitura Esse texto nem em espanhol.
  5. Então esse título Eline está traduzido, mas agora deixar o
  6. link na íntegra também para que vocês tenham acesso ao
  7. original Bom, o texto começa com uma frase de burro
  8. de Eike.
  9. Está nessa obra sobre o curso o curso Sociologia Geral
  10. e eu também coloquei aqui porqueé uma boa abertura
  11. e dá uma boa noção do que Bourdieu achava sobre
  12. as suas próprias aulas e também sobre a organização do
  13. ensino colegio diferente.
  14. Então essa frase nesse sentido, segundo a veemência finança, será
  15. necessariamente o fracasso.
  16. Então ele já havia que todo esse esforço na verdade
  17. que ele tinha, ele já tinha certo pessimismo sobre o
  18. que ele estava colocando em prática.
  19. Isso vai muito em conta do que eu vou abordar
  20. mais a frente sobre essa organização de que o Colégio
  21. de França tinha sobre os conteúdos das aulas magnas e
  22. que depois de não concordado bom, hoje ele passou vinte
  23. anos dando essas aulas no Colégio de França e durante
  24. essas aulas, administrou muitos cursos diferentes ou a Sociologia Geral
  25. foi um dos primeiros cursos.
  26. Ele teve outros que são sobre o Estado que eu
  27. vou mostrar maisà frente.
  28. Mas esses cursos, eles sempre custou muito trabalho para por
  29. dia, principalmente por essa organização específica em que separado a
  30. investigação dos resultados.
  31. Então, esse processo investigativo dos métodos, dos instrumentos que eram
  32. utilizados E então esse texto ele visa mostrar como aqui
  33. na cidade, esse processo de ensino de biologia, como que
  34. ele organizado essas aulas da linha de pensamento para um
  35. público tão diverso, que era esse público que estava no
  36. coisas diferentes.
  37. Então a gente vai mostrar um bom professor.
  38. Um bom diaé certa forma, didática e que estava
  39. preocupado com a sua aula e com o conteúdo que
  40. estava sendo transmitido.
  41. Oito. Um dos cursosé sobre o estado, queé
  42. um dos um dos tópicos, em que muitas vezes foi
  43. criticado por não abordar.
  44. Então, ele dá esse curso e coloca em pauta os
  45. problemas da política e da regulação da ordem social.
  46. E também ele mostra que ele não deixa de utilizar
  47. a nomenclatura Estado e não passam usar, por exemplo, como
  48. o campo burocrático que era uma das críticas que faziam.
  49. Então ele mantém essa nomenclatura clássica.
  50. Outro curso por dia também ofereceu, foi sobre maneira.
  51. Então ele coloca esse personagem, esse gênio criador, como são
  52. chamados com uma importante revolução simbólica.
  53. Então eleé um exemplo de que conseguiu fazer uma
  54. revolução simbólica a partir de suas obras, em uma época
  55. muito conservador.
  56. Então ele conseguiu fazer essa ruptura e conseguiu sim mostrar
  57. como uma revolução verdadeiramente nessa época.
  58. Então esse curso também Eu vou deixar um link para
  59. que todos tenham acesso ao que também fala um pouco,
  60. não a obra, mas uma resenha sobre como foi esse
  61. curso, um idoso, Um outro sociólogo que também fez uma
  62. leitura sociológica desses genes criadores foi Norbert Elias com Mozart.
  63. Então nós temos aqui duas obras interessantes para dar esse
  64. olhar, estes genes criados.
  65. Bom, agora a gente entra especificamente no curso de Sociologia
  66. Geral, queé o que está sendo analisado agora.
  67. E nesse caso nós estamos outro colombiano.
  68. Ele trabalhou especificamente com a versão em francês que essa
  69. que essa primeira Acho que já temos, a versão em
  70. espanhol que essa de baixo e a versão em português
  71. que foi lançado este ano pela Editora Vozes, Só que
  72. entre essas três essas duas tenha a mesma organização, Então
  73. é dividido em dois volumes e cada volume tem mais
  74. de seiscentos páginas, enquanto o no Brasil esse trabalho vai
  75. ser dividido em cinco volumes.
  76. Então como mesmo que eu estivesse o acesso a esse
  77. livro brasileiro, ele não teria o mesmo conteúdo do artigo
  78. que foi trabalhado para que ele trabalhou com essa aí
  79. volume mais extenso e que provavelmente vai ocupar de dois
  80. a três volumes que vai ser publicado no Brasil.
  81. Bom, Nesse curso de Sociologia geral, ele não tem um
  82. objeto específico de análise, então ele tem alguns temas do
  83. cotidiano para abordar sobre as categorias sociológicas e sobre os
  84. seus conceitos.
  85. Então, como era para um público muito amplo e era
  86. uma um dos seus primeiros cursos no colégio, ele tenta
  87. deixar mais próximo do público e traz e construindo esse
  88. objeto sociológico até chegar nos seus principais conceitos, então para
  89. isso ele vai ser utilizada a filosofia das ciências sociais
  90. da história, mas também as ciências naturais da lógica e
  91. da matemática.
  92. Bom, a grande dificuldade que bom dia tinha no colas
  93. de França e que a isso se tá aquela primeira
  94. frase que foi colocado na apresentação sobre a separação do
  95. ensino e da pesquisa por dia, não concordava em apresentar
  96. um, ter um conhecimento acabado.
  97. Ele não gostaria de apresentar a resolução, nenhum problema de
  98. forma tão fácil, tão acabada desse jeito.
  99. Então ele queria mostrar os instrumentos e as análises e
  100. queria colocarà prova.
  101. Na verdade, então ele gostaria que esses momentos das aulas
  102. não fosse apenas para mostrar o modo de pensar e
  103. achar que aquele modo de pensar o melhor e acabado
  104. ele queria colocar essa prova, colocar seus conceitos, suas análises,
  105. os instrumentos de pesquisa, para que fosse questionado e que
  106. conseguisse aprimorar cada vez mais ou mostrar outras formas de
  107. se pensar os objetos de análise que ele estava colocando
  108. em pauta.
  109. Então, por todas essas questões, porque era muito pessimista em
  110. relação a essa condição de ensino, ele não era a
  111. favor da repetição, da separação dos resultados, da investigação do
  112. próprio processo de investigação e, de uma forma ou de
  113. outra, ele teria que apresentar um conjunto de análises como
  114. se fossem acabadas, então ele dizia que no coração ele
  115. não se fazia um ensino da investigação, mas apenas a
  116. apresentação dos resultados de investigação.
  117. E isso deixava muito incomodado.
  118. Lembro de uma uma diferenciação que Marx faz sobre a
  119. lógica da exposição e a lógica de investigação e na
  120. lógica da investida.
  121. Exposição oferece uma imagem total em que não suras.
  122. Não há problemas, mas queé totalmente diferente quando estamos
  123. falando de uma lógica de investigação, em que temos limitações,
  124. que temos alguns problemas durante a pesquisa e porque gostaria
  125. exatamente mostrar todas essas imperfeições, essas fissuras, justamente para mostrar
  126. que aquilo era uma coisa real, que o problema nem
  127. sempre já está resolvido.
  128. E na verdade, geralmente ele não está resolvido e que
  129. precisamos fazer uma reflexão muito maior sobre o problema que
  130. está sendo imposto e uma das formas de de mostrar
  131. isso. Ele coloca a forma como ele inicia esse recurso.
  132. Então ele faz escalas de análise, e esse início de
  133. curso eleé bem bem visto por Renata Silva.
  134. Disse que ele mostra que, mais de entender, por exemplo,
  135. ele tem exposições iniciais muito abstratas.
  136. Ao contrário de Bourdieu.
  137. Nesse livro, em que, com essas combinações de análises relacionadas
  138. a dados antropológicos históricos, ele boa buscando, também dá exemplos
  139. do cotidiano, ele consegue entrar no assunto principal desse primeiro
  140. ano de curso, queé a ação de nomear e
  141. classificar. Ele faz isso a partir do exemplo de um
  142. insulto. Então ele traz algum uma problematização das classificações feitas
  143. por sociólogos e uma dessas problematizações sobre as classes sociais.
  144. Se que classe sociais estava muito vinculado ao que mais
  145. estava, que o marxismo estava muito em voga, então ele
  146. tenta fazer com que as pessoas repensem e não tomem
  147. aquilo como a única único conceito correto.
  148. Então, façam que principalmente as pessoas se questione, então ele
  149. coloca algumas questões sobre se tratam de divisões construídas pelo
  150. investigador ou são efetivamente existentes na sociedade.
  151. Se a luta de classe e se essas classificações elas
  152. são encontradas realmente na sociedade e ainda bom dia, tenta,
  153. digamos questionar os principais sociólogos, como que seria gerar classificações
  154. científicas e o mundo que está já exaustivamente classificado.
  155. Já existem classificações na prática e como que o sociólogo
  156. iria está para isso?